segunda-feira, 31 de agosto de 2026

#papaleãoxiv adverte: não manipular a religião para fins


 

Haiti, Nepal, Cuidado da Criação e a paz na oração do Papa

 



A dor causada por um suceder de catástrofes naturais ao redor do mundo, mas também pela violência causada pelo próprio homem, voltou a receber a atenção de Leão após rezar o Angelus em Castel Gandolfo: depois dos terremotos nas últimas semanas, agora é a tragédia no Nepal, bem como o flagelo da violência das gangues no Haiti. Por isso, a necessidade de aumentar no mundo aqueles que "distribuem o pão da paz". Também o agradecimentos aos policiais que garantem sua segurança e dos peregrinos.

Vatican News

Após rezar o Angelus, o Papa dirigiu seu olhar a várias realidades de sofrimento, a começar pelo Haiti, onde no último domingo, 23 de agosto, a violência das gangues que aterrorizam o país matou 47 pessoas na região de Kenscoff, nas proximidades de Porto Príncipe, deixando outras 22 feridas. Homens armados invadiram a comunidade, mataram moradores e incendiaram casas. Das pessoas sequestradas durante a ação, seis crianças - três com menos de 2 anos - e sete mulheres, foram libertadas. 

Do Haiti chegam notícias dramáticas do grave massacre perpetrado em Kenscoff, no qual numerosas pessoas perderam a vida, enquanto outras foram sequestradas. Expresso minha proximidade em oração às vítimas e aos seus familiares e peço que todos os reféns sejam libertados sem demora. Dirijo um veemente apelo a todos os responsáveis para que se empenhem concretamente em garantir a segurança da população e pôr fim a todas as formas de violência.

Nepal e Tibete

 

Ao Nepal, cuja catástrofe ocorrida na quarta-feira, 26 de agosto, já deixou mais de 750 mortos e 3.044 desaparecidos, o Santo Padre assegurou a sua oração. Após um telegrama enviado no dia 28, o Pontífice, por meio do Dicastério para o Serviço da Caridade, enviou ajuda financeira à Cáritas Nepal, enquanto prosseguem as operações de resgate:

Asseguro minhas orações às pessoas atingidas pela terrível inundação que ocorreu no Nepal e no Tibete. Rezemos por aqueles que perderam a vida, pelos feridos e desaparecidos, pelas famílias e pelos socorristas. Que a solicitude de todos possa contribuir para aliviar os sofrimentos e levar a ajuda necessária às populações.

"Partilhar e distribuir o pão da paz"

 

Na sequência de seus apelos, o pedido a continuarmos a rezar pela paz:

Santo Agostinho, cuja memória celebramos nestes dias, dizia que «a paz [...] é semelhante ao pão do milagre que crescia nas mãos dos discípulos enquanto o partiam e distribuíam» (Sermo 357, 2). Que possam aumentar no mundo aqueles que, com coragem, partem e distribuem o pão da paz, superando as divisões, promovendo a justiça e praticando o perdão, para o bem de todos.

Cuidado da Criação

 

Falando em inglês, Leão XIV recordou o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, em 1° de setembro, ocasião em que presidirá a Celebração Eucarística no Jardim da Madonnina do Borgo Laudato si’, nos Jardins Pontifícios de Castel Gandolfo:

Na terça-feira, celebraremos o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. Esta data marca o início do Tempo da Criação – celebrado por cristãos de várias denominações –, cujo tema neste ano é “Água Viva”. Como recordei na Mensagem para este Dia, cuidar da nossa casa comum exige uma conversão do coração, para que aquilo que foi usado para provocar destruição possa, ao contrário, ser orientado para a vida. Convido todos a se unirem em oração e ação, para que nos tornemos canais da água viva da paz de Deus, refrescando o nosso mundo ferido.

Agradecimento às forças de segurança

 

Depois de saudar os vários grupos presentes na Praça da Liberdade, diante do palácio Apostólico, o Santo Padre dirigiu um agradecimento especial às diversas forças policiais que garantem a sua segurança quando está em Castel Gandolfo, especialmente durantes os encontros com os peregrinos:

Agradeço às Forças da Ordem e a todos aqueles que contribuíram para a minha permanência de verão aqui em Castel Gandolfo, bem como pelo serviço prestado para garantir a segurança durante os encontros com os peregrinos. Muito obrigado!

Papa recebe Comissão de supervisão da Fundação Casa Alívio do Sofrimento

 

No encontro realizado na manhã deste 31 de agosto, em Castel Gandolfo, foi feito um balanço do trabalho da Comissão, instituída por um Quirógrafo do Papa em maio passado e acompanhada de perto por Leão XIV. Um trabalho que deverá prosseguir de acordo com as linhas de ação identificadas, a fim de assegurar continuidade e futuro à obra de São Pio de Pietrelcina.

Vatican News

Na manhã desta segunda-feira, 31 de agosto, o Papa Leão XIV recebeu em audiência, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, a Comissão de Orientação e Supervisão da Fundação “Casa Alívio do Sofrimento – Obra de São Pio de Pietrelcina, O.F.M. Cap.”, instituída pelo Quirógrafo de 27 de maio de 2026.

Participaram do encontro o presidente Maximino Caballero Ledo; o coordenador Fabio Gasperini; dom Paolo Rudelli, substituto da Secretaria de Estado; dom Giordano Piccinotti, presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica (APSA); e dom Giorgio Ferretti, arcebispo de Foggia-Bovino. Também esteve presente o secretário da Comissão, Fabrizio Colaci.

Durante o encontro, o Papa pôde verificar o andamento dos trabalhos da Comissão, com especial atenção à análise da situação econômica e financeira da Fundação e à identificação das soluções mais adequadas para garantir a sustentabilidade da obra a longo prazo, tendo em vista a revitalização do Hospital “Casa Alívio do Sofrimento”, de San Giovanni Rotondo.

A Comissão apresentou as principais prioridades nas quais atualmente concentra suas atividades: a estabilização das relações com os funcionários; o fortalecimento da colaboração com as instituições públicas italianas; a obtenção dos recursos necessários; e a redução progressiva dos principais passivos. Essas atividades fazem parte do mandato confiado à Comissão pelo Quirógrafo que a instituiu, com o objetivo de restabelecer as condições de sustentabilidade e implementar o plano de revitalização, preservando a continuidade das atividades hospitalares e o carisma do Fundador.

O Papa Leão tomou atentamente conhecimento do trabalho realizado até o momento pela Comissão, confirmando sua vontade de acompanhar de perto o caminho empreendido. A Comissão dará, portanto, continuidade às suas atividades de acordo com o mandato que lhe foi conferido, aprofundando e implementando progressivamente as linhas de ação identificadas, com o objetivo de assegurar continuidade e futuro ao Hospital e à Obra desejada por São Pio de Pietrelcina, a serviço dos enfermos e de suas famílias.


Segunda-feira, 31 de Agosto de 2026 - 11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Homilia Diária | A rejeição dos nazarenos a Cristo (Segunda-feira da 22ª Semana do Tempo Comum)


 

SANTO DO DIA - 31 DE AGOSTO: SÃO RAIMUNDO NONATO


 

Laudes de Segunda-feira da 22ª Semana do Tempo Comum


 

domingo, 30 de agosto de 2026

Nepali Handcraft Fair: Quality, Beauty, Value #nepal #crafts


 

O #papaleãoxiv assegurou sua #oração às vítimas das


 

VIDEO 1) Domingo, 30 de Agosto de 2026 -11h00 Missa, no Recinto de Oração


 

Angelus 30 de agosto de 2026 - Papa Leão XIV


PAPA LEÃO XIV

ANGELUS

Praça da Liberdade (Castel Gandolfo)
Domingo, 30 de agosto de 2026


Queridos irmãos e irmãs, bom dia e bom domingo!

Hoje, o Evangelho fala-nos de Jesus que revela aos discípulos o Mistério da sua Páscoa iminente: o Messias — diz Ele — terá de «ir a Jerusalém e sofrer muito, da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos doutores da Lei, ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar» (Mt 16,21).

O que Ele afirma está muito longe das expectativas deles de um Messias triunfante e poderoso, com cuja ajuda derrotariam e esmagariam os inimigos (cf. Sl 108, 14). Já tinham tido oportunidade, durante o tempo que passaram com Ele, de se surpreender com tantos dos seus gestos e palavras. Esta última mensagem, porém, ultrapassa verdadeiramente todas as previsões. Em particular, Pedro manifesta o seu desacordo e repreende Jesus, dizendo-Lhe: «“Deus te livre, Senhor! Isso nunca te há de acontecer!”» (v. 22).

Pouco antes, tinha reconhecido n’Ele «o Messias, o Filho de Deus vivo» (v. 16). Agora, porém, surpreendido e talvez desapontado com o que ouve, em contraste com a belíssima profissão de fé que acabara de fazer, repreende-O. Parece dizer-Lhe: “Sim, acredito que és o Messias, mas não é assim que se salva o mundo”. O seu é um impulso de zelo, certamente animado por um amor sincero, e, no entanto, leva-nos a refletir.

Efetivamente, também para nós nem sempre é fácil compreender e aceitar os caminhos de Deus, especialmente quando estão muito distantes dos nossos. Nessa altura, surge a tentação de pensar, contra toda a lógica da fé, que é o Senhor quem está errado, ou pior ainda, que não nos ouve ou que não se interessa por nós. Perante esta incerteza, Pedro, apesar da sua impulsividade, ensina-nos duas coisas importantes.

A primeira é nunca interromper, nem mesmo nestes momentos, o diálogo com o Senhor; pelo contrário, manifestar-Lhe com confiança até mesmo a nossa dificuldade em compreender o que Ele nos pede.

A segunda, porém, é nunca julgar a ação de Deus, mas sim ouvir, com humildade, na oração, o que Ele nos está a revelar através da sua ação, mesmo quando isso não corresponde às nossas expectativas.

E a grandeza do Primeiro dos Apóstolos manifesta-se também nisto.

Jesus responde-lhe: «Afasta-te, Satanás!» (v. 23), e explica-lhe a ele e aos outros discípulos que, para seguirem as suas pegadas, terão de negar-se a si próprios, tomar a sua cruz e segui-lo (cf. v. 24). Pedro fá-lo-á: depois de o ter ouvido, aceitará o desafio e permanecerá fiel às palavras de Cristo – a quem reconheceu como seu Redentor – durante toda a sua vida, até ao martírio.

Peçamos ao Senhor, então, que também nós, na nossa vida de fé e na nossa oração, tenhamos a mesma sinceridade de Pedro, ao dizer-Lhe humildemente o que realmente sentimos, mesmo quando o coração está confuso, e, ao mesmo tempo, que saibamos cultivar a sua mesma docilidade, ao aceitar o que Ele nos pede para além das nossas expectativas.

Que Maria nos ajude, ela que foi obediente aos desígnios de Deus até junto à Cruz do seu Filho Jesus.

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Depois do Angelus:

Queridos irmãos e irmãs,

Chegam do Haiti notícias dramáticas sobre o grave massacre perpetrado em Kenscoff, no qual perderam a vida numerosas pessoas, enquanto outras foram sequestradas. Manifesto a minha solidariedade orante pelas vítimas e pelos seus familiares e peço que todos os reféns sejam libertados sem demora. Dirijo um apelo urgente a todos os responsáveis para que se empenhem concretamente em garantir a segurança da população e pôr fim a toda a forma de violência.

Asseguro a minha oração pelos atingidos na terrível inundação que ocorreu no Nepal e no Tibete. Rezemos por quem perdeu a vida, pelos feridos e desaparecidos, pelas famílias e pelos socorristas. Que a solicitude de todos contribua para aliviar o sofrimento e levar a ajuda necessária à população.

Continuemos a rezar pela paz. Santo Agostinho, cuja memória celebrámos nestes dias, dizia que «a paz […] é semelhante àquele pão que se multiplicava nas mãos dos discípulos do Senhor enquanto eles o partiam e o distribuíam» (Sermo 357, 2). Que aumentem no mundo aqueles que, com coragem, partem e distribuem o pão da paz, superando as divisões, promovendo a justiça, praticando o perdão, para o bem de todos.

[Em inglês] Na terça-feira, celebramos o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. Este dia marca o início do Tempo da Criação – celebrado por cristãos de várias denominações – cujo tema este ano é «Água Viva». Como recordei na Mensagem para este Dia, cuidar da nossa casa comum exige uma conversão do coração, para que aquilo que tem sido utilizado para causar destruição possa, em vez disso, ser orientado para a vida. Convido todos a unirem-se em oração e ação, para que possamos tornar-nos canais onde flua a água viva da paz de Deus, revigorando o nosso mundo ferido.

Saúdo-vos a todos, fiéis de Castel Gandolfo e peregrinos de vários países! Em particular, dou as boas-vindas aos participantes na iniciativa solidária «Run to Rome», aos jovens que percorreram o caminho itinerante da Via Lucis, ao grupo dos Devotos de Nossa Senhora dos Milagres de Corbetta e aos motociclistas presentes para o seu tradicional encontro anual.

Agradeço às Forças da Ordem e a todos aqueles que contribuíram para a minha estadia de verão aqui em Castel Gandolfo, bem como pelos serviços prestados para garantir a segurança durante os encontros com os peregrinos. Muito obrigado!

Envio a minha saudação cordial aos fiéis que acompanham o Angelus na Praça de São Pedro.

Desejo a todos um bom domingo!


Juiz manda que presidente da Colômbia se desculpe por falas religiosas na posse

 


Abelardo de la Espriella faz seu primeiro discurso como presidente da Colômbia em 7 de agosto de 2026. - @ABDELAESPRIELLA (X) ??
Abelardo de la Espriella faz seu primeiro discurso como presidente da Colômbia em 7 de agosto de 2026. - @ABDELAESPRIELLA (X) 
 

Um juiz em Bogotá, Colômbia, ordenou que o presidente do país, Abelardo de la Espriella, "apresente um pedido de desculpas" pelas manifestações religiosas que ocorreram na cerimônia de posse em 7 de agosto porque violaram "a neutralidade religiosa do Estado".

A ordem, divulgada pela emissora colombiana Blu Radio, diz que o presidente deve apresentar um pedido de desculpas num pronunciamento transmitido pelo rádio e pela televisão em 30 de setembro, às 19h, "por ter violado a neutralidade religiosa do Estado no ato oficial de sua posse".

O presidente terá que dizer "que se absterá de qualquer conduta que implique uma inclinação para a Igreja Católica ou qualquer outro credo específico".

A sentença também ordena a De la Espriella que "emita uma diretiva presidencial no mês de setembro, ordenando aos funcionários públicos que respeitem e garantam a neutralidade religiosa do Estado em todos os atos que praticarem no exercício de suas funções".

O juiz também puniu o presidente do Congresso do país, Honorio Miguel Henríquez Pinedo, ordenando-lhe que se desculpe em sessão plenária na última semana de setembro "por ter violado a neutralidade religiosa do Estado" e que diga que isso não se repetirá nos atos em que representa o poder legislativo da Colômbia.

Na cerimônia de posse, em 7 de agosto, realizada em Cali, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima estava presente, e houve um momento de louvor e oração inter-religiosa, com a participação de um rabino, um pastor evangélico e um padre católico.

O arcebispo de Cartagena, Colômbia, Francisco Javier Múnera, presidente da Conferência Episcopal Colombiana, transmitiu ao presidente os anseios da população por unidade, reconciliação, paz, esperança e uma sociedade em que "ninguém se sinta excluído ou discriminado".

Henríquez Pinedo, ao fim de seu discurso como presidente do Congresso da Colômbia, pediu a Deus que abençoe a Colômbia e guie o novo líder do país em seu trabalho.

Naquele dia, De la Espriella fez seu primeiro discurso como presidente da Colômbia, no qual agradeceu a Deus por abençoar o país e encerrou suas palavras gritando "Viva Cristo Rei!".

(acidigital) 

Retira-te, satanás (Mt 16,21-27) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 30/08


 

Hoje é celebrado o beato Eustáquio van Lieshout, missionário da saúde e da paz no Brasil

 


Beato Eustáquio van Lieshout Beato Eustáquio van Lieshout | ACI Digital
 

Hoje (30), a Igreja celebra o beato Eustáquio van Lieshout, sacerdote holandês que veio para o Brasil e ficou conhecido como missionário da saúde e da paz, por sempre abençoar e saudar os fiéis com essas duas palavras. Atualmente, seus restos mortais estão no Memorial do Santuário da Saúde e da Paz, em Belo Horizonte (MG), que atrai grande número de devotos.

Padre Eustáquio nasceu em 3 de novembro de 1890, em Aarle Rixtel, na Holanda, e recebeu o nome de batismo de Humberto van Lieshout. Ingressou na Congregação dos Sagrados Corações e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1919. Seis anos depois, em 15 de julho de 1925, chegou como missionário ao Brasil, juntamente com seus irmãos de congregação, os padres Gil van den Boorgart e Matias van Rooy.

Inicialmente, foram para a cidade de Romaria, no Triângulo Mineiro, onde assumiram a pastoral do santuário episcopal e da paróquia de Nossa Senhora da Abadia de Água Suja e das paróquias de São Miguel de Nova Ponte e Santana de Indianópolis, na arquidiocese de Uberaba.

Padre Eustáquio dava especial atenção aos doentes. Segundo sua biografia publicada pelo site do Vaticano, quando ministrava suas orientações pessoais para “ações curativas de enfermidades físicas padre Eustáquio falava da disposição de Deus em curar as pessoas integralmente e, sempre que possível, indicava medicamentos naturais de aquisição fácil e uso seguro”, sempre recorrendo aos seu “Manual de Medicina no Campo”.

Mais tarde, padre Eustáquio foi transferido para Poá (SP), onde “também fazia bênçãos, entre elas a da água no reservatório e nas pias de água benta, à entrada da igreja”. Com o tempo, “fiéis começaram a levar para a igreja garrafas de água para ser abençoadas”. Mas, com a repercussão de notícias de curas por meio das bênçãos do sacerdote, “o aglomerado de pessoas começou a aumentar em Poá”. Assim, ele foi transferido para Araguari (MG) e cumpriu um tempo de reclusão.

Em 1942, foi transferido para Belo Horizonte (MG), aonde chegou “sem alarde, já que era nacionalmente venerado como santo e taumaturgo. Porém, a despeito da discrição, logo nos primeiros dias muitas pessoas o procuraram pedindo bênçãos e curas”.

No dia 16 de maio de 1943, lançou a pedra fundamental da atual Igreja dos Sagrados Corações, conhecida como Igreja do Padre Eustáquio, que não chegou a ver construída. Padre Eustáquio morreu em 30 de agosto daquele mesmo ano.

Padre Eustáquio foi beatificado em 15 de junho de 2006, em missa celebrada pelo então prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal José Saraiva Martins, no estádio Mineirão, na capital mineira. A beatificação aconteceu após o reconhecimento da cura milagrosa de um sacerdote por sua intercessão. Padre Gonçalo Belém, de Belo Horizonte, foi curado de um câncer, em 1962. Na época, o sacerdote tinha 39 anos e descobriu que tinha um tumor na laringe e que deveria ser submetido a uma cirurgia, sem garantia de cura. Foi incentivado a pedir a intercessão de padre Eustáquio e assim o fez. Na véspera de sua cirurgia, os médicos não detectaram nenhum sinal do tumor. Padre Gonçalo Belém Rocha morreu em 2007, aos 83 anos.


Laudes do 22º Domingo do Tempo Comum