sexta-feira, 30 de outubro de 2026

recuerdos #papa #papafrancisco #jesucristo#amor #bendiciones #reflexion #fe


 

León XIV: "No existe ninguna guerra santa: ¡solo la paz es santa!"


 

百合开数花,孤芳更清淑。 龚先生插花艺术 龚先生插花艺术


 

"NO es FÁCIL": el PAPA responde a las PREGUNTAS de RENZO, un NIÑO de SEIS AÑOS


 

Sexta-feira, 30 de outubro de 2026 11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Solenidade de Todos os Santos e Fiéis Defuntos.


 

Homilia Diária | A cura do hidrópico e a cegueira dos fariseus (Sexta-feira da 30ª Sem. Tempo Comum)


 

‘Cuide dos filhos. Deus é bom’, diz vítima de acidente de trem na Espanha à mulher antes de morrer

 


Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro. Crédito: Nicolás Cárdenas ??
Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro. Crédito: Nicolás Cárdenas 
 

A imagem de dois trens de alta velocidade destroçados, com os vagões de ferro retorcidos depois de uma brutal colisão frontal, rompeu para sempre a rotina tranquila de Urda, uma cidade espanhola de apenas 2,5 mil habitantes, na província de Toledo. O acidente aconteceu ontem (28).

Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro e a socorrer os feridos que não tinham sequer forças para gritar ajuda.

Ele estava terminando de tomar café da manhã quando sua filha o avisou de que havia ocorrido um acidente ferroviário. O farmacêutico pegou o carro e seguiu para o local. A princípio, acreditou que se tratava de um incidente menor.

“Quando cheguei lá, vi uma coisa muito tranquila. Não havia trânsito, praticamente não havia carros. E disse: ‘Bom, isto é uma coisa muito tranquila. Mas, à medida que me aproximava da cabine do AVE, vi que não havia cabine. Era um amontoado de ferragens, cadáveres e pessoas moribundas”, disse, um dia após a tragédia, à EWTN News Español.

Alguns mexiam “a mão no meio dos cadáveres”

O que mais o surpreendeu foi o silêncio sepulcral que envolvia a cena.

“Não havia gritos; talvez porque não tivessem forças nem para falar. Alguns moviam a mão no meio dos cadáveres”, contou.

Como Antonio está perto do pavilhão onde os familiares aguardam, jornalistas de diversos veículos perguntam, repetidas vezes, o que ele viu; mas a repetição não ameniza o impacto das cenas que presenciou. Toda vez que relata o ocorrido, Antonio volta a se emocionar.

“Fiquei profundamente impactado com a despedida de um homem moribundo com a sua mulher: ‘Maite, eu te amo muito, cuide dos nossos filhos’. As últimas palavras que ele disse me comoveram muito: ‘Deus é bom’”, recorda.

O padre José Miguel Fernández, pároco da Basílica do Santíssimo Cristo de Urda, revelou depois, durante a homilia, que esse homem havia sobrevivido ao acidente e telefonou para Antonio para lhe agradecer.

Em seu relato diante das câmeras, o farmacêutico contou que, depois daquela cena, viu outro sobrevivente que pedia ajuda com serenidade, apesar da gravidade dos ferimentos. Ele descreveu um rapaz que estava atrás dele, de pé, muito tranquilo, pedindo uma ambulância.

“Ele havia perdido o braço. Eu desabei”

“Foi então que percebi que ele estava com o braço decepado. Ele havia perdido o braço. Desabei; acho que até chorei”, conta.

Depois daquele primeiro impacto, ele se deu conta da gravidade da situação e voltou imediatamente à farmácia. Reuniu todo o material médico que pôde e mobilizou toda a sua família.

“Vim para cá de mãos vazias para conseguir algum material, principalmente analgésicos. Meu filho veio comigo, minha filha também, minha mulher, o auxiliar que trabalha comigo... Deixamos a farmácia praticamente vazia e fomos todos tentar resolver algum problema”, explica.

De volta ao local do acidente, as forças de segurança orientaram que ele entrasse por outro ponto. Lá, deparou-se com uma cena ainda mais devastadora, do outro lado do trem. “Um vagão incrustado dentro de outro. Imagine os corpos que havia ali. Pois é, aquilo foi terrível”, descreve.

Poucos minutos depois, o local do acidente envolvendo os dois trens, um AVE da Renfe, com 397 pessoas a bordo, e um Iryo, que transportava 147 passageiros, se encheu da movimentação de agentes uniformizados e veículos típica das grandes catástrofes: dezenas de ambulâncias que se cruzavam com carros funerários; caminhões dos bombeiros, veículos da Defesa Civil, da Guarda Civil…

A fé, a única coisa que conforta em meio à tragédia

Durante toda a manhã, Antonio colaborou como pôde com as equipes de emergência, fornecendo medicamentos e materiais de saúde quando começavam a faltar. “O que mais me marcou foi o primeiro momento, quando vi as pessoas pedindo ajuda sem que eu pudesse fazer nada, pois estava praticamente sozinho. Foi uma sensação de impotência tremenda”, explica este homem de profundas convicções religiosas.

Para ele, a fé em Cristo foi e continua sendo seu grande amparo: “Nós, que cremos, quando vivemos traumas tão grandes, sempre nos lembramos da mesma coisa. Acho que isso nos conforta muito. É a única forma de seguir em frente”.

(acidigital)

Leão XIV reza pelas vítimas de acidente de trem na Espanha

 


O papa durante a Audiência Geral desta quarta-feira (28). / Crédito: Daniel Ibañez/ EWTN News. ??
O papa durante a Audiência Geral desta quarta-feira (28). / Crédito: Daniel Ibañez/ EWTN News. 
 

O papa Leão XIV se disse “profundamente consternado” com o acidente ferroviário ocorrido ontem (28), em Urda, na província de Toledo, Espanha.O papa disse que reza “pelo descanso eterno dos falecidos”. A colisão entre dois trens de alta velocidade deixou ao menos 69 mortos e cerca de 200 feridos.

“O Santo Padre faz chegar suas sentidas condolências aos familiares dos falecidos, juntamente com suas expressões de consolo, viva solicitude e desejos de pronto restabelecimento dos feridos”, diz o telegrama dirigido ao arcebispo de Toledo, Francisco Cerro Chaves, e assinado pelo secretário de Estado da Santa Sé, o cardeal Pietro Parolin.

A mensagem diz que o papa está “profundamente consternado ao tomar conhecimento da dolorosa notícia do trágico acidente ferroviário ocorrido na localidade de Urda, Toledo, que causou numerosas vítimas e feridos”.

No telegrama, o papa também quis reconhecer o trabalho daqueles que participam das operações de emergência, incentivando “membros das equipes de emergência e resgate, exortando-os a perseverarem nos trabalhos de socorro e assistência” realizados depois do acidente.

O papa concedeu, de coração, sua bênção apostólica a todos os atingidos, como “sinal de esperança no Senhor Ressuscitado”.

O acidente

O acidente aconteceu por volta das 9h de ontem (28), em Urda, na província de Toledo, a cerca de 150 quilômetros ao sul de Madri. Um trem de alta velocidade AVE, da Renfe, atingiu a traseira de uma composição da Iryo que estava parada na entrada da estação. Pelo menos dois vagões do trem atingido descarrilaram. Segundo o Governo de Castilla-La Mancha, viajavam nos dois trens cerca de 544 pessoas: 393 no AVE e 151 no Iryo.

Segundo o ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, uma falha no sistema de segurança LZB, responsável por supervisionar a velocidade e acionar a frenagem automática, deixou seis trens parados ao longo de um trecho de 60 quilômetros.

Três dias de luto

O governo espanhol decretou três dias de luto oficial, de 29 a 31 de outubro, pelas vítimas da tragédia. Depois de visitar Urda e participar de uma reunião de coordenação das operações de emergência, o primeiro-ministro Pedro Sánchez disse que a Espanha está de luto e manifestou a solidariedade do país às vítimas e seus familiares.

Hoje é dia de santo Alonso Rodríguez, exemplo de humildade e serviço

 


Santo Alonso Rodríguez | ACI Digital ??
Santo Alonso Rodríguez | ACI Digital 
 

A Igreja celebra hoje (30) santo Alonso Rodríguez, irmão coadjutor jesuíta que viveu entre os séculos XVI e XVII, exemplo de humildade e vocação ao serviço.

Antes de se tornar religioso, Alonso era um homem de família: era casado e tinha três filhos. Quando tinha cerca de 40 anos, diversas circunstâncias fizeram com que a sua vida tomasse um rumo completamente diferente – que o levaria a fazer parte da Companhia de Jesus. Nesse sentido, Alonso é um modelo de escuta do Espírito e de confiança no Senhor.

A maior dor: quando tudo parece perdido

Santo Alonso Rodríguez nasceu na Espanha, em 1531, em uma família de comerciantes. Aos 26 anos, casou-se com a senhora María Suárez, com quem teve três filhos.

Alguns anos antes, ele havia assumido o negócio da família, quando seu pai, comerciante de lã, o herdou. Alonso fez o possível para cumprir a tarefa, mas sem muito sucesso. Neste contexto já difícil, perdeu primeiro os dois filhos mais velhos e depois a mulher, que morreu ao dar à luz o terceiro filho. Infelizmente, aquela criança também não sobreviveria: depois de ser colocada aos cuidados de duas tias, a criança adoeceu e morreu.

Renascimento

Alonso, então, ficou sozinho, sem aquela que tinha sido a força motriz de sua vida: sua família. Providencialmente, nos dias de solidão e de silêncio forçado, começou a recordar a sua infância e como os seus pais, naqueles tempos, tinham recebido em sua casa padres e membros da recém-fundada Companhia de Jesus.

O agora viúvo se sentiu impelido a voltar àquilo que, como uma semente, parecia reviver com o tempo: a fé que nunca abandonou, mas da qual se esquivava um pouco.

Essa fé parecia brotar novamente e apontava horizontes renovados. Alonso decidiu então se aproximar de Deus, animado pelo consolo que encontrou no Senhor para uma dor tão indescritível. Começou a frequentar regularmente os sacramentos e a ter uma vida de penitência e oração, voltando completamente à piedade que o marcou quando criança e que agora era fonte de fortaleza.

São Pedro Fabro e as sementes de Deus

Alonso se lembrava constantemente de Pedro Fabro, cofundador dos jesuítas e que conheceu aos 12 anos, quando esteve por algum tempo hospedado na casa dos seus pais. Fabro era um homem que irradiava afabilidade e fortaleza. Ele também havia sofrido, mas nunca se mostrou desanimado.

Assim, a imagem do jesuíta o moveu a se envolver cada vez menos com a dor e a viver mais diante da fé que o marcou. De repente, participando do trabalho dos jesuítas, Alonso começou a ver sua vida de forma diferente, pouco a pouco, com esperança. Descobriu que o Senhor ainda esperava muito dele e que poderia ser completamente renovado. Assim, começou a pensar em colocar-se ao serviço de Deus e da Igreja como religioso.

O coração importa, não a idade, nem o trabalho

Alonso então pediu para ser admitido na Companhia de Jesus. Contudo, os jesuítas, em primeira instância, não o aceitaram por diversos motivos. Entre eles, a idade – tinha mais de quarenta anos –, a saúde precária e a falta de estudos avançados – requisito para o sacerdócio jesuíta. Apesar disso, o santo não desistiu. Manteve a esperança de ser admitido, lembrando a todos como santo Inácio de Loyola não deixou de se tornar religioso por causa da idade.

Finalmente, o provincial dos jesuítas o aceitou como irmão leigo em 1571. Depois de terminar o noviciado, foi enviado ao colégio de Nossa Senhora de Monte-Sión, em Palma de Maiorca, onde lhe foi atribuído o cargo de porteiro, cargo que ocuparia por 32 anos.

O porteiro e um jovem missionário

Santo Alonso Rodríguez fez do seu cargo de porteiro um verdadeiro serviço aos outros e uma ocasião permanente de santificação.

Da portaria do convento estabeleceu diálogo com muitas pessoas, entre as quais estava ninguém menos que são Pedro Claver, na época aluno do colégio Monte-Sión. Diz-se que santo Alonso entusiasmou e encorajou Pedro a viajar algum dia para a América. Como se sabe, Pedro foi o santo protetor dos escravos em Cartagena das Índias, na América. Por causa dessas coisas de Deus, os dois jesuítas seriam canonizados no mesmo ano, 1888.

A oração é capaz de abrir todas as portas

Alonso aproveitava as horas de trabalho na portaria para rezar. Na verdade, uma de suas orações favoritas era o santo terço, que ele rezava várias vezes ao dia. Alonso teve até visões do Céu e da Virgem Maria, que lhe aparecia – a Ela se confiava sempre para o proteger do mal – para ouvi-lo e dar-lhe consolo. Se em alguma ocasião caísse em tentação, Alonso passava pela imagem da Virgem e lhe dizia: “Sancta Maria, Mater Dei, memento mei” [Santa Maria, Mãe de Deus, lembra-te de mim].

Certa vez, perguntaram a santo Alonso por que ele não era mais duro e áspero com as pessoas chatas que frequentavam a escola. Ele respondeu: “Jamais poderemos tratar Jesus, que se disfarça de próximo, com aspereza ou grosseria”.

Santo Alonso Rodríguez morreu em 31 de outubro de 1617.


Laudes de Sexta-feira da 30ª Semana do Tempo Comum