segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

叶如君子蕾似莲,含苞欲放喜盈门。 #diy


 

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2026 11:00Missa, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima


 

Conhecendo a Ilha Mais Ocidental da Europa - FLORES/Açores


 

A Caridade Não é Ser Saco de Pancada | Dom José Falcão


 

LEÃO XIV aos músicos: um discurso que INCOMODA muita gente


 

EU TE AMO, SENHOR - Salmo 18 (17)


 

Um aviso de Deus pra você (Mt 25,31-46) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 23/02


 

A liberdade se realiza na obediência ao Pai, diz Leão XIV em missa do primeiro domingo da Quaresma

 


Leão XIV celebrou a missa do Primeiro Domingo da Quaresma na basílica do Sagrado Coração de Jesus Leão XIV celebrou a missa do Primeiro Domingo da Quaresma na basílica do Sagrado Coração de Jesus, no bairro central de Castro Pretorio, em Roma. | Vatican Media
 

O papa Leão XIV visitou hoje (22) a comunidade paroquial da basílica do Sagrado Coração de Jesus, no bairro central de Castro Pretorio, em Roma. Essa é a segunda visita pastoral das cinco paróquias que Leão XIV visitará durante a Quaresma.

Esta região da capital italiana é um espaço de grande contraste social. Em suas ruas convivem estudantes, trabalhadores, imigrantes, jovens refugiados e pessoas em situação de rua, que a Igreja apoia com vários projetos. A pobreza e a exclusão, muitas vezes, geram casos de violência, mostrando os desafios sociais do nosso tempo.

Missa do Primeiro Domingo da Quaresma durante a visita pastoral do papa Leão XIV à comunidade paroquial da basílica do Sagrado Coração de Jesus. Vatican Media
Missa do Primeiro Domingo da Quaresma durante a visita pastoral do papa Leão XIV à comunidade paroquial da basílica do Sagrado Coração de Jesus. Vatican Media

O papa baseou a sua homilia na redescoberta do Batismo como fonte de verdadeira liberdade e fraternidade, destacando que a Quaresma "é um tempo privilegiado para redescobrir a riqueza do Batismo e viver como criaturas renovadas pela encarnação, morte e ressurreição de Cristo".

Leão XIV disse que a primeira leitura e o Evangelho de hoje iluminam “o dom do Batismo” que “é uma graça que encontra a liberdade humana”.

O relato do Gênesis, segundo o papa, "nos remete à nossa condição de criaturas, postas à prova não tanto por uma proibição, como se costuma acreditar, mas por uma possibilidade: a possibilidade de uma relação" com Deus porque “o ser humano é livre para reconhecer e acolher a alteridade do Criador”.

'A ilusão de tornar-se como Deus'

Segundo o papa, com o intuito de eliminar a diferença entre criatura e Criador, "a serpente insinua a presunção de poder apagar todas as diferenças entre as criaturas e o Criador", e seduz o homem e a mulher com "a ilusão de tornar-se como Deus".

Para o papa, o Evangelho sobre as tentações de Jesus no deserto responde ao dilema fundamental da liberdade: “Posso realizar a minha própria vida dizendo "sim' a Deus? Ou, para ser livre e feliz, devo libertar-me Dele?”.

"A cena das tentações de Cristo", segundo o papa, "nos leva a descobrir a verdadeira humanidade de Jesus”, que revela “o homem a si mesmo: “No mistério do Verbo encarnado encontra verdadeira luz o mistério do homem”, disse Leão XIV citando a Constituição conciliar Gaudium et spes, uma das quatro constituições principais do Concílio Vaticano II, promulgada pelo papa Paulo VI, em 7 de dezembro de 1965.

"Jesus, ao resistir às tentações, manifesta a verdadeira humanidade e revela o homem novo, livre, cuja liberdade se realiza na obediência ao Pai", destacou.

Leão XIV destacou que "essa nova humanidade nasce da fonte batismal", porque o Batismo "trata-se de uma voz interior que impulsiona a conformar-se a Jesus e a viver a liberdade na lógica do amor a Deus e ao próximo”. 

Sobre uma concepção da liberdade vista como poder individual, Leão XIV propôs uma liberdade que se expressa na entrega: “Não é a busca do próprio poder, mas o amor que se doa e que nos torna todos irmãos e irmãs".

O papa também falou sobre a realidade social do território paroquial da basílica do Sagrado Coração de Jesus, marcado por contrastes sociais.

“Em poucos metros, encontram-se as contradições do nosso tempo: em poucos metros, é possível perceber as contradições desta época: a despreocupação daqueles que partem e chegam com todo o conforto e aqueles que não têm um teto; o grande potencial para o bem e a violência que se espalha; a vontade de trabalhar honestamente e o comércio ilegal de drogas e prostituição”, reconheceu o papa.

Bem-vindo, papa Leão XIV

O papa chegou à igreja depois das 8h15 (hora local da Itália). Quando entrou no pátio da paróquia, foi recebido com aplausos e o toque dos sinos por fiéis que esperavam por ele.

Leão XIV saudou com carinho os representantes dos diferentes grupos paroquiais: jovens, crianças da catequese, voluntários, famílias e pessoas assistidas pela comunidade.

O Papa no pátio da Igreja Sagrado Coração de Jesus saudando os fiéis. Vatican media
O Papa no pátio da Igreja Sagrado Coração de Jesus saudando os fiéis. Vatican media

Estavam presentes para lhe dar as boas-vindas o vigário para a diocese de Roma, cardeal Baldassare Reina; o titular da paróquia, cardeal Giuseppe Versaldi, prefeito emérito da antiga Congregação para a Educação Católica; o pároco, padre Javier Ortiz Rodríguez, e o reitor-mor dos Salesianos, padre Fabio Attard. Também estiveram presentes representantes de várias comunidades religiosas ligadas à paróquia, entre elas as Filhas de Maria Auxiliadora, as Clarissas Franciscanas Missionárias do Santíssimo Sacramento e as Missionárias de Cristo Ressuscitado.

Na fachada do templo estava uma faixa com o lema "Bem-vindo, papa Leão XIV", enquanto no pátio se destacava um retrato do papa com a imagem de são João Bosco ao fundo. Na pedra da basílica permanece esculpido o escudo de Leão XIII, evocando o vínculo histórico entre o santo dos jovens e o papa da Rerum novarum, uma tradição de serviço e compromisso social que Leão XIV quis destacar.

"Bem-vindo, Papa Leão XIV", diz o cartaz na fachada da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Vatican Media
"Bem-vindo, Papa Leão XIV", diz o cartaz na fachada da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Vatican Media

Antes de ir para a sacristia para se preparar para a missa, Leão XIV conversou um pouco com os fiéis e com a imprensa. "Vamos rezar pela paz", disse o papa ao passar pelos jornalistas. Em seguida, agradeceu a todos pela recepção.

“Obrigado por esta alegria”, disse o papa. “Que maravilha estar em um lugar onde todos são bem-vindos!”.

 

Nesta Quaresma, silenciemos um pouco as televisões, os rádios e os smartphones para escutar a Deus, pede Leão XIV

 


Papa Leão XIV Ângelus dominical  primeiro domingo da Quaresma Papa Leão XIV no Ângelus dominical do primeiro domingo da Quaresma (22) | Vatican Media
 

Neste primeiro domingo da Quaresma (22), o papa Leão XIV exortou os fiéis a darem "espaço ao silêncio" neste tempo de graça, silenciando "um pouco as televisões, os rádios, os smartphones" para ouvir mais a Deus e praticarem "generosamente" a "oração" e as "obras de misericórdia".

"Dêmos espaço ao silêncio: silenciemos um pouco as televisões, os rádios, os smartphones. Meditemos a Palavra de Deus, aproximemo-nos dos Sacramentos; escutemos a voz do Espírito Santo, que nos fala ao coração, e escutemo-nos uns aos outros, nas famílias, nos locais de trabalho, nas comunidades", pediu o papa.

Leão XIV apareceu na janela do seu escritório privado no Palácio Apostólico do Vaticano para oração dominical do Ângelus, depois de celebrar a missa na basílica do Sagrado Coração de Jesus, no centro de Roma, onde fez sua visita pastoral.

Antes da oração do Ângelus, o papa pediu aos fiéis para dedicarem "tempo a quem vive sozinho, especialmente aos idosos, aos pobres e aos doentes", renunciem "ao supérfluo" e partilhem o que pouparem "com quem carece do necessário".

Sobre o significado da Quaresma, Leão XIV disse que este tempo é “como um itinerário luminoso no qual, com a oração, o jejum e a esmola, podemos renovar a nossa cooperação com o Senhor ao realizar da obra-prima única da nossa vida”.

"Trata-se de permitir que Ele remova as manchas e cure as feridas que o pecado pode ter causado nela", disse o papa. "E de nos comprometermos em fazê-la florescer em toda a sua beleza até à plenitude do amor, fonte exclusiva da verdadeira felicidade".

Ao comentar o Evangelho de hoje, que narra o momento em que Jesus é conduzido pelo Espírito ao deserto, onde é tentado pelo diabo depois de jejuar durante quarenta dias, o papa ressaltou que lá, o Cristo "sente o peso da sua humanidade", seja “a fome, sob o plano físico, e as tentações do diabo, sob o plano espiritual”. 

"Trata-se, sem dúvida, de um percurso exigente", disse o papa alertando que "o risco é desanimar ou deixarmo-nos seduzir por formas de gratificação menos árduas, como a riqueza, a fama e o poder".

"Estas, que também foram as tentações que Jesus enfrentou, são, no entanto, apenas míseros substitutos da alegria para a qual fomos criados e, no final, deixam-nos inevitável e eternamente insatisfeitos, inquietos e vazios", destacou Leão XIV.

Incentivando a prática concreta da penitência, o papa citou o ensinamento do papa são Paulo VI que ensinou "que a penitência, longe de empobrecer, enriquece a nossa humanidade, purificando-a e fortalecendo-a no seu movimento em direção a um horizonte que tem "como finalidade o amor e o abandono no Senhor"".

"Assim, a penitência, ao mesmo tempo que nos torna conscientes das nossas limitações, dá-nos a força para as superar e, com a ajuda de Deus, viver uma comunhão cada vez mais intensa com Ele e entre nós", reforçou Leão XIV.

Citando santo Agostinho, o papa também pediu para que a vida diária seja mais simples, abrindo espaço ao encontro com Deus.

"Como diz santo Agostinho, "a nossa oração, feita com humildade e caridade, com jejum e esmola, com temperança e perdão, distribuindo coisas boas e não retribuindo na mesma moeda as más, afastando-nos do mal e fazendo o bem", alcançará o Céu e nos dará paz", destacou o papa.

"Confiemos o nosso caminho quaresmal à Virgem Maria, Mãe que sempre assiste os seus filhos nas provações", finalizou.

 

SANTO DO DIA - 23 DE FEVEREIRO: SAO POLICARPO


 

Laudes de Segunda-feira da 1ª Semana da Quaresma


 

domingo, 22 de fevereiro de 2026

How To Make Paper Rose Easy | Beautiful Paper Rose Flower Making Idea | Diy Paper Rose Flower


 

ANGELUS

 

PAPA LEÃO XIV

ANGELUS

Praça de São Pedro
Domingo, 22 de fevereiro de 2026


Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!

Hoje, primeiro domingo da Quaresma, o Evangelho fala-nos de Jesus que, conduzido pelo Espírito, vai para o deserto e é tentado pelo diabo (cf. Mt 4, 1-11). Depois de jejuar durante quarenta dias, sente o peso da sua humanidade: a fome, sob o plano físico, e as tentações do diabo, sob o plano espiritual. Ele experimenta o mesmo cansaço que todos nós vivenciamos no nosso caminho e, resistindo ao demónio, mostra-nos como vencer os seus enganos e insídias.

Com esta Palavra de vida, a liturgia convida-nos a olhar para a Quaresma como um itinerário luminoso no qual, com a oração, o jejum e a esmola, podemos renovar a nossa cooperação com o Senhor ao realizar da obra-prima única da nossa vida. Trata-se de permitir que Ele remova as manchas e cure as feridas que o pecado pode ter causado nela, e de nos comprometermos em fazê-la florescer em toda a sua beleza até à plenitude do amor, fonte exclusiva da verdadeira felicidade.

Trata-se, sem dúvida, de um percurso exigente, e o risco é desanimar ou deixarmo-nos seduzir por formas de gratificação menos árduas, como a riqueza, a fama e o poder (cf. Mt 4, 3-8). Estas, que também foram as tentações que Jesus enfrentou, são, no entanto, apenas míseros substitutos da alegria para a qual fomos criados e, no final, deixam-nos inevitável e eternamente insatisfeitos, inquietos e vazios.

Por isso, São Paulo VI ensinava que a penitência, longe de empobrecer, enriquece a nossa humanidade, purificando-a e fortalecendo-a no seu movimento em direção a um horizonte que tem «como finalidade o amor e o abandono no Senhor» (Const. ap. Paenitemini, 17 de fevereiro de 1966, I). Assim, a penitência, ao mesmo tempo que nos torna conscientes das nossas limitações, dá-nos a força para as superar e, com a ajuda de Deus, viver uma comunhão cada vez mais intensa com Ele e entre nós.

Neste tempo de graça, pratiquemo-la generosamente, a par da oração e das obras de misericórdia. Dêmos espaço ao silêncio: silenciemos um pouco as televisões, os rádios, os smartphones. Meditemos a Palavra de Deus, aproximemo-nos dos Sacramentos; escutemos a voz do Espírito Santo, que nos fala ao coração, e escutemo-nos uns aos outros, nas famílias, nos locais de trabalho, nas comunidades. Dediquemos tempo a quem vive sozinho, especialmente aos idosos, aos pobres e aos doentes. Renunciemos ao supérfluo e partilhemos o que pouparmos com quem carece do necessário. Então, como diz Santo Agostinho, «a nossa oração, feita com humildade e caridade, com jejum e esmola, com temperança e perdão, distribuindo coisas boas e não retribuindo na mesma moeda as más, afastando-nos do mal e fazendo o bem» (cf. Sermão 206, 3), alcançará o Céu e nos dará paz.

Confiemos o nosso caminho quaresmal à Virgem Maria, Mãe que sempre assiste os seus filhos nas provações.

_____________

Depois do Angelus:

Queridos irmãos e irmãs,

Passaram-se já quatro anos desde o início da guerra contra a Ucrânia. O meu coração segue voltado para a dramática situação que está diante dos olhos de todos: quantas vítimas, quantas vidas e famílias despedaçadas, quanta destruição, quanto sofrimento indescritível! Toda guerra é realmente uma ferida infligida à inteira família humana: deixa para trás morte, devastação e um rastro de dor que marca gerações.

A paz não pode ser adiada: é uma necessidade urgente, que deve encontrar espaço nos corações e traduzir-se em decisões responsáveis. Por isso, renovo com veemência o meu apelo: que as armas se calem, que cessem os bombardeamentos, que se chegue sem demora a um cessar-fogo e que se reforce o diálogo para abrir caminho à paz.

Convido todos a unirem-se em oração pelo martirizado povo ucraniano e por aqueles que sofrem em razão desta guerra e dos outros conflitos no mundo, para que o tão esperado dom da paz possa brilhar nos nossos dias.

E agora dirijo a minha saudação a todos vós, fiéis de Roma e peregrinos italianos e de vários países.

Abençoo de coração, no centenário da fundação, o Instituto das Irmãs Operárias de Jesus. Saúdo a Escola de São José Calasanz de Prievidza, na Eslováquia, e dirijo o meu encorajamento às Associações que se empenham em enfrentar juntas as doenças raras.

Saúdo o grupo do Apostolado da Oração de Biella, os fiéis de Nicosia, Castelfranco Veneto e do Decanato de Melegnano; os crismandos de Boltiere, os jovens da Comunidade Pastoral Santa Maria Madalena de Milão e os escuteiros de Tarquinia.

Desejo a todos um bom domingo e um bom caminho quaresmal.

Kerigma Kiko Argüello ✟ Camino Neocatecumenal.


 

Missa desde a Basílica da Santíssima Trindade do Santuário de Fátima 22.02.2026