quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Impressionante! Incrível obra de arte em pintura. Pintura dentro de uma bola de cristal!


 

Santa Missa, 14 de outubro de 2026


 

Papa fala aos católicos de lingua portuguesa,


 

NAVEGANDO COMO NOS TEMPOS DE JESUS! O Mar da Galileia como você nunca viu!


 

Homilia Diária | A falta de amor e a podridão interior (Quarta-feira da 28ª Semana do Tempo Comum)


 

Saúde do Papa: retirado o lobo inferior do pulmão direito

 

Sem complicações e com resultado positivo, a cirurgia à qual o Pontífice foi submetido durou cerca de 90 minutos e foi realizada com técnica videoassistida. Segundo o boletim médico divulgado nesta noite, “o exame histológico intraoperatório confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, conforme suspeitado pelos exames pré-operatórios”.

Vatican News

Por meio de um comunicado divulgado na noite desta terça-feira, 13 de outubro, a Sala de Imprensa da Santa Sé informou os seguintes detalhes sobre a cirurgia à qual foi submetido o Papa Leão XIV:

“O Dr. Luigi Carbone e o Prof. Stefano Margaritora comunicam o seguinte a respeito da intervenção realizada nesta tarde:

O Santo Padre foi submetido, conforme programado, a uma cirurgia torácica.

Para assegurar a radicalidade da intervenção, foi removido o lobo inferior do pulmão direito por meio de técnica videoassistida. O exame histológico intraoperatório confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, conforme suspeitado pelos exames pré-operatórios.

O Santo Padre permaneceu na sala de cirurgia por cerca de três horas, enquanto a intervenção teve duração aproximada de 90 minutos. A cirurgia foi bem-sucedida e não houve complicações.

Após a intervenção, o Papa despertou normalmente e, depois de um breve período de observação, retornou ao seu quarto, no 10º andar.

A equipe cirúrgica foi coordenada pelo Prof. Stefano Margaritora, auxiliado pela Prof.ª Elisa Meacci, pela Dr.ª Maria Teresa Congedo e pelo Dr. Leonardo Petracca Ciavarella.

A equipe de anestesiologia era composta pelo Prof. Massimo Antonelli, pelo Dr. Giovanni Punzo e pelo Dr. Giuseppe Bello.”

Exames e internação

Nos próximos dias, o Papa será submetido aos exames pós-operatórios, além da análise do material retirado durante a cirurgia. Os exames realizados antes da operação já haviam permitido aos médicos definir com precisão como e onde intervir. O termo “radicalidade” indica que o objetivo foi retirar completamente tudo o que havia sido identificado, sem deixar tecido tumoral.

Quanto ao período de internação, por enquanto permanece a previsão já anunciada: cerca de uma semana. Já nesta quarta-feira, a Sala de Imprensa da Santa Sé deverá divulgar novas informações sobre como Leão XIV passou a noite e sobre os primeiros resultados dos exames pós-operatórios.

O Papa permanece acompanhado pelas pessoas que já o assistem diariamente no apartamento pontifício. Ao despertar da anestesia, mostrou-se imediatamente consciente e orientado. Segundo informou aos jornalistas o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, “quando voltou ao quarto, pediu o jantar”.


SANTO DO DIA - 14 DE OUTUBRO: SÃO CALISTO I


 

Conheça o santo padroeiro dos problemas pulmonares e reze pelo papa

 


“Morte de São Bernardino”, 1487-89: Afresco de Cappella Bufalini, Santa Maria in Aracoeli, Roma. | Crédito: picryl/domínio público ??
“Morte de São Bernardino”, 1487-89: Afresco de Cappella Bufalini, Santa Maria in Aracoeli, Roma. | Crédito: picryl/domínio público

Enquanto o papa Leão XIV se submete a uma cirurgia pulmonar e se recupera no Hospital Gemelli, em Roma, Itália, esta semana, fiéis podem recorrer à intercessão de um frade franciscano do século XV, padroeiro das doenças pulmonares e respiratórias.

São Bernardino de Sena, conhecido como "o apóstolo da Itália" por seus esforços para reavivar a fé católica no país no século XV, superou uma voz fraca e graves problemas respiratórios e de garganta no início de sua vida, além de cuidar de vítimas da peste e de pessoas internadas.

Nascido numa família de classe alta na república italiana de Sena, em 1380, Bernardine Albizeschi logo sofreu infortúnios ao perder a mãe aos três anos e o pai quatro anos depois. Sua tia Diana cuidou dele a partir de então, ensinando-o a buscar consolo e segurança na fé em Deus.

Desde jovem, Bernardino demonstrou notável preocupação com os pobres, fruto de seu amor por Deus. Acostumado ao jejum, por vezes preferia ficar sem comer para ajudar quem mais precisava. Dos 11 aos 17 anos, dedicou-se aos estudos, desenvolvendo a eloquência e a dedicação que lhe seriam úteis no futuro trabalho como evangelista.

Antes de se tornar pregador, Bernardino passou vários anos ministrando aos doentes e moribundos. Ele ingressou numa associação religiosa que atuava num hospital na cidade de Scala e se dedicou a esse trabalho de 1397 a 1400.

Na época, uma grave epidemia de peste assolou Sena, causando uma crise que eventualmente levaria o jovem a assumir o comando de todo o hospital. Dentro de suas paredes, até 20 pessoas morriam diariamente de uma doença que também vitimou muitos dos funcionários do hospital. A equipe foi dizimada e novas vítimas chegavam constantemente.

Bernardino convenceu 12 jovens a ajudá-lo a continuar o trabalho do hospital, que ele assumiu por um período de quatro meses. Embora a peste não o tenha infectado, o trabalho exaustivo o deixou fraco e ele contraiu outra doença que o manteve acamado por quatro meses.

Depois de se recuperar, ele passou cerca de um ano cuidando de sua tia Bartholomaea antes dela morrer. Bernardino, então com 22 anos, mudou-se para uma pequena casa nos arredores da cidade, onde começou a discernir a vontade de Deus para o seu futuro por meio da oração e do jejum.

Ele escolheu se unir aos franciscanos da Estrita Observância em 1403, abraçando uma vida austera focada na pobreza e na humildade. Nesse período, enquanto rezava diante de um crucifixo, Bernardino ouviu Cristo lhe dizer: Meu filho, eis-Me aqui pendurado numa cruz. Se Me amas, ou desejas imitar-me, prega-te também nu à tua cruz e segue-me. Assim, certamente Me encontrarás.

Depois da ordenação sacerdotal de Bernardino, seus superiores o incumbiram de pregar como missionário entre italianos que estavam se afastando da fé católica. O evangelista dominicano são Vicente Ferrer, pouco antes de deixar a Itália, pregou um sermão no qual previu que um de seus ouvintes daria continuidade ao seu trabalho entre os italianos — profecia que Bernardino ouviu pessoalmente e acabou cumprindo.

A devoção pessoal de Bernardino a Deus, que impressionava até mesmo os franciscanos mais rigorosos, tornava sua pregação extremamente eficaz. Ele motivava seus ouvintes a abandonar seus vícios, voltar-se para Deus e fazer as pazes uns com os outros. Promovia a devoção ao nome de Jesus Cristo como um meio simples e eficaz de lembrar o amor de Deus em todos os momentos.

Quando outros sacerdotes o consultavam em busca de conselhos, Bernardino lhes dava uma regra simples: “Em todas as suas ações, busquem em primeiro lugar o reino de Deus e a sua glória. Direcionem tudo o que fizerem puramente para a sua honra. Perseverem na caridade fraternal e pratiquem primeiro tudo aquilo que desejam ensinar aos outros”.

“Assim”, disse ele, “o Espírito Santo será o seu mestre e lhe dará tanta sabedoria e tanta eloquência que nenhum adversário será capaz de resistir a ti”.

A própria vida de Bernardino atestou essa fonte de força diante das provações. Ele suportou pacientemente uma acusação de heresia — que o papa Martinho V julgou falsa — e recusou-se a abandonar sua pregação ousada quando um nobre o ameaçou de morte.

Bernardino era muito admirado em toda a Itália, e o cargo de bispo lhe foi oferecido em três ocasiões. Mas em todas elas ele recusou a posição, escolhendo cumprir a profecia de são Vicente Ferrer por meio de seu trabalho missionário. Bernardino pregou em grande parte da Itália várias vezes e chegou a reconciliar membros de facções políticas rivais.

Depois, Bernardino serviu por cinco anos como vigário-geral da sua ordem franciscana e revitalizou a prática da sua rigorosa regra de vida. Em 1444, 40 anos depois de ter ingressado na vida religiosa, Bernardino adoeceu numa viagem. Continuou pregando, mas logo perdeu as forças e a voz.

Procedimento cirúrgico no papa termina com sucesso

 


O médico Luigi Carbone cumprimenta hoje (13) o papa Leão XIV no Hospital Gemelli, em Roma, Itália. | Crédito: Daniel Ibáñez/EWTN ??
O médico Luigi Carbone cumprimenta hoje (13) o papa Leão XIV no Hospital Gemelli, em Roma, Itália. | Crédito: Daniel Ibáñez/EWTN

VATICANO - A cirurgia do papa Leão XIV para retirada de um nódulo no pulmão foi bem sucedida no Hospital Gemelli, de Roma.

A Sala de Imprensa da Santa Sé disse em um comunicado que «o procedimento foi concluído com sucesso, dentro do prazo previsto e conforme planeado, e que o Santo Padre regressou ao seu quarto». Acrescentou ainda que «serão divulgadas mais informações em breve».

Laudes de Quarta-feira da 28ª Semana do Tempo Comum


 

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Ecclesia 13 out 2026


 

PAPA LEÃO XIV chegou ao GEMELLI: Hoje a cirurgia no pulmão


 

13 de Outubro de 2026 -09:58 às 12:58Cerimónias De Fátima - Missa, Bênção E Adeus À Virgem


 

Jesus cura o seu coração (Lc 11,37-41) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 13/10


 

O SANTO DO DIA : Beata Alexandrina Maria da Costa: Virgindade Preservada

 



Origens 

Alexandrina Maria da Costa nasceu em Balasar, Póvoa de Varzim, Arquidiocese de Braga, no dia 30 de março de 1904. Foi batizada no dia 2 de abril, um Sábado Santo. Foi educada cristãmente pela mãe, junto com a irmã Deolinda. Alexandrina viveu em casa até aos 7 anos. Depois, foi para uma pensão dum marceneiro na Póvoa de Varzim, a fim de frequentar a escola primária que não existia em Balasar. Fez a primeira comunhão na sua terra natal, em 1911, e, no ano seguinte, recebeu o sacramento da Crisma pelo Bispo do Porto.

Passados 18 meses, voltou a Balasar e foi morar com a mãe e a irmã na localidade do “Calvario”, onde irá permanecer até a morte.

Infância 

Robusta de constituição física, começou a trabalhar nos campos, equiparando-se aos homens e a ganhar o mesmo que eles. A sua infância foi muito viva: dotada de temperamento feliz e comunicativo, era muito querida pelas colegas. Aos 12 anos, porém, adoeceu: uma grave infecção (uma febre tifoide, talvez) colocou-a quase à morte. Superou a doença, mas a sua saúde ficou abalada para sempre.

Juventude 

Aos 14 anos aconteceu um fato que seria decisivo para a sua vida. Era Sábado Santo de 1918, e, nesse dia, ela, a irmã Deolinda e mais uma mocinha aprendiz estavam a trabalhar de costura, quando perceberam que três homens tentavam entrar na sala onde se encontravam. Embora estivessem fechadas, os três homens forçaram as portas e conseguiram entrar. 

Beata Alexandrina Maria da Costa: Virgindade Preservada

Conservação de sua Pureza 

Alexandrina, para salvar a sua pureza ameaçada, não hesitou em atirar-se pela janela, de uma altura de quatro metros. As consequências foram terríveis, embora não imediatas. De fato, as várias visitas médicas a que foi sucessivamente submetida diagnosticaram, cada vez com maior clareza, um fato irreversível.

Início do Sofrimento

Até os 19 anos, pôde ainda arrastar-se até a igreja, onde gostava de ficar recolhida, com grande admiração das pessoas. A paralisia foi avançando cada vez mais, até que as dores se tornaram insuportáveis; as articulações perderam qualquer movimento; e ela ficou completamente paralisada. Era o dia 14 de abril de 1925 quando a Beata Alexandrina Maria da Costa ficou definitivamente de cama. Ali haveria de passar os restantes 30 anos de sua vida.

“Jesus, você é um prisioneiro no Tabernáculo e eu estou em minha cama por sua vontade. Faremos companhia.”  (Beata Alexandrina Maria da Costa)

Vocação 

Até 1928 não deixou de pedir a Deus, por intercessão de Nossa Senhora, a graça da cura, prometendo que se sarasse partiria para as missões. Depois, compreendeu que a sua vocação era o sofrimento. Abraçou-a prontamente. 

São desse período os primeiros fenômenos místicos: Alexandrina iniciou uma vida de grande união com Cristo nos Tabernáculos, por meio de Nossa Senhora. Quanto mais clara se tornava a sua vocação de vítima, tanto mais crescia nela o amor ao sofrimento. Comprometeu-se com voto a fazer sempre o que fosse mais perfeito.

A Consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria

Desde 1934, orientada espiritualmente por um padre jesuíta, passou a escrever tudo quanto lhe dizia Jesus, durante seus êxtases contemplativos. Em 1936, segundo ela, por ordem de Jesus, pediu ao Papa a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. O pedido foi renovado várias vezes até 1941, quando, então, Alexandrina parou de escrever ao Papa e também em seu diário. A partir de 27 de março de 1942, deixou de alimentar-se, vivendo exclusivamente da eucaristia. No ano seguinte, passou a ser estudada por uma junta médica.

O diário

Em 1944, seu novo diretor espiritual, um padre salesiano, após constatar a profundidade espiritual a que tinha chegado, animou Alexandrina a voltar a ditar o seu diário; o que ela fez até a morte. No mesmo ano ela se inscreveu na União dos Cooperadores Salesianos, querendo colaborar com o seu sofrimento e as suas orações para a salvação das almas, sobretudo os jovens. Atraídas pela fama de santidade, muitas pessoas vindas de longe buscavam os conselhos da “rosa branca de Jesus”, como era também chamada pelos fiéis, que já veneravam em vida a “santinha de Balazar”.

Vivia em seu corpo as dores da Paixão 

A Paixão 

De sexta-feira, 3 de Outubro de 1938 a 24 de Março de 1942, ou seja por 182 vezes, viveu, em todas as sextas-feiras, os sofrimentos da Paixão: Alexandrina, superando o estado habitual de paralisia, descia da cama e com movimentos e gestos, acompanhados de angustiantes dores, repetia, por três horas e meia, os diversos momentos da Via Crucis.

Páscoa

Em 1950, Alexandrina comemora os 25 anos de sua imobilidade. Em 7 de janeiro de 1955, foi anunciado que este seria o ano de sua morte. No dia 12 de outubro, quis receber a unção dos enfermos. No dia 13 de outubro, aniversário da última aparição de Nossa Senhora em Fátima, ela foi ouvida exclamando: “Estou feliz, porque vou para o céu”. Às 19h30 ele faleceu.

Via de Santificação

Foi beatificada por João Paulo II, no Terceiro Domingo da Páscoa, 25 de abril de 2004. Durante a celebração eucarística, ocorreu a beatificação de seis pessoas, o presbítero Augustus Czartoryski; e quatro monjas: Laura Montoya, Maria Guadalupe García Zavala, Nemesia Valle, Eusebia Palomino Yenes; e a leiga, Alexandrina Maria da Costa, que hoje celebramos. 

Minha oração

“Grande devota de Eucaristia, soubeste se alimentar e viver apenas de Jesus, ajudai-nos a não perder a fé neste sacramento e amá-lo com todas as nossas forças assim como tu fizeste. Que a Eucaristia seja o sentido da nossa vida. Amém. ”

Beata Alexandrina Maria da Costa, rogai por nós!

(cançãonova)