sábado, 31 de outubro de 2026

El papa de la esperanza


 

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Leão XIV torna-se o primeiro papa a votar em uma eleição nos EUA


O papa Leão XIV saúda os fiéis durante uma audiência geral. Crédito: Daniel Ibáñez/EWTN News ??
O papa Leão XIV saúda os fiéis durante uma audiência geral. Crédito: Daniel Ibáñez/EWTN News 
 

O papa Leão XIV tornou-se o primeiro papa na história da Igreja a votar em uma eleição nos EUA, confirmou a Santa Sé hoje (30).

Leão XIV, que vive principalmente fora dos EUA desde a década de 1980, “exerceu seu direito de voto como cidadão dos Estados Unidos, sempre que teve a possibilidade”, informou a Santa Sé em um comunicado enviado à EWTN News.

A Santa Sé confirmou que ele, “seguindo essa prática de longa data de participação cívica, enviou sua cédula eleitoral pelo correio para Chicago” para as eleições legislativas de meio de mandato.

Através do comunicado da Santa Sé, o papa confirmou que, “durante os anos em que residiu no Peru, exerceu seu direito de voto sempre que teve a possibilidade”.

“O Santo Padre manifesta sua convicção a respeito do direito e do dever dos cidadãos de participar dos processos democráticos”, acrescentou o comunicado.

O voto por correio de Leão XIV marca a primeira vez na história da Igreja que um papa participa de uma eleição nos EUA. O país foi fundado em 1776, aproximadamente 18 séculos depois da fundação da Igreja Católica.

Leão XIV, primeiro papa nascido nos EUA, mantém a cidadania norte-americana e também tem a cidadania peruana. Sua eleição ao pontificado, porém, levantou questões sobre sua situação jurídica em ambos os países, por exemplo, se ele teria de continuar pagando impostos nos EUA enquanto exerce a função de chefe da Igreja Católica. Cidadãos americanos, mesmo que vivam fora do país, têm que pagar impostos nos EUA.

Em 2025, foi apresentado um projeto de lei na Câmara dos Representantes dos EUA para “proteger a cidadania e conceder isenção fiscal a qualquer norte-americano eleito sumo pontífice da Igreja Católica Romana”, uma referência clara ao então recém-eleito papa Leão XIV. A proposta, porém, não avançou na comissão em que tramitava.

Em uma condição singular entre os líderes mundiais, o papa exerce simultaneamente as funções de chefe espiritual de toda a Igreja Católica e de chefe da Santa Sé, uma entidade soberana reconhecida pelo direito internacional que constitui o governo central da Igreja Católica.

 

Hoje é dia de são Quintino mártir, padroeiro dos capelães e serralheiros

 


São Quintino | ACI Digital ??
São Quintino | ACI Digital 
 

A Igreja Católica celebra hoje (31) são Quintino, o mártir, nascido na Roma Antiga. Não há certeza sobre o ano ou local onde nasceu, mas sabe-se que morreu no ano 287 d.C.

“Quintino” ou Quentin era filho de um senador romano que se converteu ao cristianismo. A tradição sugere que ele foi batizado pelo papa são Marcelino e que acompanhou são Lúcio de Beauvais em sua pregação na Gália (região romana que incluía a atual França e parte da Bélgica).

Convocado a dar testemunho de Cristo

Durante séculos, dizia-se que são Quintino fazia curas milagrosas e tinha o poder de expulsar demônios. Pelo seu testemunho de amor a Cristo, provocou a conversão de muitos pagãos, embora também tenha despertado suspeitas das autoridades civis do império.

Ele foi acusado de professar o cristianismo e levado à força perante o governador Riciovaro. Ele o repreendeu por estar do lado daqueles que proclamavam a fé num homem crucificado, algo que o cidadão comum considerava desonroso, típico de criminosos e covardes. Quintino respondeu a Riciovaro que isso era para ele a maior honra, ainda maior do que ser filho de um senador.

Ai de mim se eu não evangelizar! (1Cor 9, 16)

Riciovaro considerou as declarações de Quintino uma afronta à sua investidura e ordenou que fosse acorrentado e açoitado. Após ser açoitado, o cristão foi levado para uma masmorra, de onde escaparia milagrosamente aproveitando a escuridão da noite.

Livre novamente, Quintino retomou a pregação. Infelizmente ele foi descoberto e preso novamente. Foi transferido para “Augusta Veromanduorum” (hoje cidade francesa de Saint-Quentin, rebatizada em homenagem ao seu ilustre santo). Lá ele ficou em uma masmorra aguardando execução.

São Quintino foi decapitado e seus restos mortais jogados no rio Somme, de cujas águas seria resgatado por um grupo de cristãos em 287. Hoje suas relíquias permanecem na basílica da cidade que leva seu nome.

Aprenda com Jesus (Lc 14,1.7-11) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 31/10


 

Hora Sexta de Sábado da 30ª Semana do Tempo Comum


 

31 de outubro de 2026 11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

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León XIV: "No existe ninguna guerra santa: ¡solo la paz es santa!"


 

百合开数花,孤芳更清淑。 龚先生插花艺术 龚先生插花艺术


 

"NO es FÁCIL": el PAPA responde a las PREGUNTAS de RENZO, un NIÑO de SEIS AÑOS


 

Sexta-feira, 30 de outubro de 2026 11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Solenidade de Todos os Santos e Fiéis Defuntos.


 

Homilia Diária | A cura do hidrópico e a cegueira dos fariseus (Sexta-feira da 30ª Sem. Tempo Comum)


 

‘Cuide dos filhos. Deus é bom’, diz vítima de acidente de trem na Espanha à mulher antes de morrer

 


Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro. Crédito: Nicolás Cárdenas ??
Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro. Crédito: Nicolás Cárdenas 
 

A imagem de dois trens de alta velocidade destroçados, com os vagões de ferro retorcidos depois de uma brutal colisão frontal, rompeu para sempre a rotina tranquila de Urda, uma cidade espanhola de apenas 2,5 mil habitantes, na província de Toledo. O acidente aconteceu ontem (28).

Antonio García Condado, de 78 anos, o farmacêutico da cidade, foi um dos primeiros a ver dezenas de corpos sob os amontoados de ferro e a socorrer os feridos que não tinham sequer forças para gritar ajuda.

Ele estava terminando de tomar café da manhã quando sua filha o avisou de que havia ocorrido um acidente ferroviário. O farmacêutico pegou o carro e seguiu para o local. A princípio, acreditou que se tratava de um incidente menor.

“Quando cheguei lá, vi uma coisa muito tranquila. Não havia trânsito, praticamente não havia carros. E disse: ‘Bom, isto é uma coisa muito tranquila. Mas, à medida que me aproximava da cabine do AVE, vi que não havia cabine. Era um amontoado de ferragens, cadáveres e pessoas moribundas”, disse, um dia após a tragédia, à EWTN News Español.

Alguns mexiam “a mão no meio dos cadáveres”

O que mais o surpreendeu foi o silêncio sepulcral que envolvia a cena.

“Não havia gritos; talvez porque não tivessem forças nem para falar. Alguns moviam a mão no meio dos cadáveres”, contou.

Como Antonio está perto do pavilhão onde os familiares aguardam, jornalistas de diversos veículos perguntam, repetidas vezes, o que ele viu; mas a repetição não ameniza o impacto das cenas que presenciou. Toda vez que relata o ocorrido, Antonio volta a se emocionar.

“Fiquei profundamente impactado com a despedida de um homem moribundo com a sua mulher: ‘Maite, eu te amo muito, cuide dos nossos filhos’. As últimas palavras que ele disse me comoveram muito: ‘Deus é bom’”, recorda.

O padre José Miguel Fernández, pároco da Basílica do Santíssimo Cristo de Urda, revelou depois, durante a homilia, que esse homem havia sobrevivido ao acidente e telefonou para Antonio para lhe agradecer.

Em seu relato diante das câmeras, o farmacêutico contou que, depois daquela cena, viu outro sobrevivente que pedia ajuda com serenidade, apesar da gravidade dos ferimentos. Ele descreveu um rapaz que estava atrás dele, de pé, muito tranquilo, pedindo uma ambulância.

“Ele havia perdido o braço. Eu desabei”

“Foi então que percebi que ele estava com o braço decepado. Ele havia perdido o braço. Desabei; acho que até chorei”, conta.

Depois daquele primeiro impacto, ele se deu conta da gravidade da situação e voltou imediatamente à farmácia. Reuniu todo o material médico que pôde e mobilizou toda a sua família.

“Vim para cá de mãos vazias para conseguir algum material, principalmente analgésicos. Meu filho veio comigo, minha filha também, minha mulher, o auxiliar que trabalha comigo... Deixamos a farmácia praticamente vazia e fomos todos tentar resolver algum problema”, explica.

De volta ao local do acidente, as forças de segurança orientaram que ele entrasse por outro ponto. Lá, deparou-se com uma cena ainda mais devastadora, do outro lado do trem. “Um vagão incrustado dentro de outro. Imagine os corpos que havia ali. Pois é, aquilo foi terrível”, descreve.

Poucos minutos depois, o local do acidente envolvendo os dois trens, um AVE da Renfe, com 397 pessoas a bordo, e um Iryo, que transportava 147 passageiros, se encheu da movimentação de agentes uniformizados e veículos típica das grandes catástrofes: dezenas de ambulâncias que se cruzavam com carros funerários; caminhões dos bombeiros, veículos da Defesa Civil, da Guarda Civil…

A fé, a única coisa que conforta em meio à tragédia

Durante toda a manhã, Antonio colaborou como pôde com as equipes de emergência, fornecendo medicamentos e materiais de saúde quando começavam a faltar. “O que mais me marcou foi o primeiro momento, quando vi as pessoas pedindo ajuda sem que eu pudesse fazer nada, pois estava praticamente sozinho. Foi uma sensação de impotência tremenda”, explica este homem de profundas convicções religiosas.

Para ele, a fé em Cristo foi e continua sendo seu grande amparo: “Nós, que cremos, quando vivemos traumas tão grandes, sempre nos lembramos da mesma coisa. Acho que isso nos conforta muito. É a única forma de seguir em frente”.

(acidigital)