sábado, 5 de setembro de 2026

Let Us Sing with Pope Leo


 

A força da Igreja está na fidelidade ao Evangelho! O


 

Sábado, 5 de Setembro de 2026 -11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Reflexão para o XXIII Domingo do tempo comum

 


A primeira atitude do cristão é ir em direção ao pecador e tratá-lo como irmão, com respeito e atenção.

Vatican News

O que é perdoar e como perdoar?

Neste domingo, o Evangelho nos propõe uma reflexão sobre o ato de perdoar, do perdão.

A primeira atitude do cristão é ir em direção ao pecador e tratá-lo como irmão, com respeito e atenção.

O falar mal e pelas costas, nada adianta, piorará a situação quando o faltoso souber que seu erro foi tema de conversas de outras pessoas. Ele é o mais interessado e não outros. Se ele não sabe e é deixado alheio do que se fala dele, isso se chama, em bom português, fofoca. É uma atitude mundana e nada cristã.

Por outro lado, quem vai falar com o faltoso, deverá ir na qualidade de quem já perdoou a falta cometida, colocando-se na posição de irmão, jamais de juiz.

Muitas pessoas, com determinação, possuem o costume de dizer a verdade, doe a quem doer. Tudo bem! Contudo, nos casos em que a verdade, ao ser dita, poderá provocar rancores e ódios, ela não deverá ser falada. Nem tudo deve ser dito, mas apenas aquilo que gera vida e não morte.

Tudo deverá ser feito em clima de sigilo, respeitando a dignidade e a privacidade do outro.

Se por acaso o faltoso não ouvir o irmão que o procurou com caridade, este deverá se cercar de mais outros dois irmãos semelhantes no respeito e na busca da salvação do faltoso. Procurar o mesmo e entabular uma conversa fraterna.

Nesse momento, onde o faltoso está sozinho de um lado, tendo à frente três outras pessoas que comentam sua má ação,  o transgressor jamais poderá ser colocado contra a parede e sentir-se acuado. Se isso acontecer, não será a conversa proposta por Jesus no Evangelho, mas exatamente o que jamais deveria estar acontecendo entre irmãos. O objetivo do papo é a recuperação do transgressor e não sua humilhação e condenação.

Por último chegamos ao terceiro passo da proposta do Senhor. Se nem com a admoestação de mais dois irmãos, o que cometeu um delito não se arrepende e não se propõe a não mais cometer tal falta, a Igreja, ou seja, a Comunidade dos cristãos deverá anunciar que a postura daquela pessoa não corresponde à Boa Nova pregada por ela, que aquele homem não pode ser tomado como um dos seus, posto que sua atitude é exatamente contrária aos princípios cristãos.

Por exemplo, poderá ser tido como membro da Igreja aquele homem que propaga idéias racistas, discriminação, violência e o abuso econômico? A Igreja terá o direito e o dever de tornar público seu absoluto desacordo com aquela pessoa.

Situando-nos no versículo 9 do cap. 33 de Ezequiel, 1ª leitura da liturgia de hoje: “Todavia, se depois de receber tua advertência para mudar de proceder, nada fizer, o faltoso perecerá devido a seu pecado, enquanto tu salvarás a vida”.

Ao sermos responsáveis pela vida dos outros, em favor da justiça, agindo com misericóridia, é que ganhamos a nossa!

(vaticannews)

Assim foi o dia “mais feliz” da vida de santa Teresa de Calcutá

 


São João Paulo II e madre Teresa na Cidade do Vaticano (1983 | Vatican Media ??
São João Paulo II e madre Teresa na Cidade do Vaticano (1983 | Vatican Media 
 

Dizem que os santos frequentemente “vêm de dois em dois” como nos casos da Virgem Maria e de são José, são Pedro e são Paulo, são Francisco e santa Clara. Uma das duplas de santos e amigos contemporânea mais conhecida é santa Teresa de Calcutá e são João Paulo II. Os caminhos deles se cruzaram muitas vezes no período em que a religiosa foi superiora das Missionárias da Caridade e João Paulo II era papa.

Em 1986, quando o papa visitou a casa da madre Teresa no coração dos bairros pobres de Calcutá, a santa chamou esta ocasião como “o dia mais feliz de minha vida”.

Depois da chegada do papa ao local, madre Teresa subiu ao papamóvel branco e beijou seu anel, conhecido como o anel do pescador. Em seguida, o pontífice beijou a testa da santa, uma saudação que realizavam a cada encontro.

Depois de uma calorosa boas-vindas, a madre Teresa levou João Paulo II ao seu lar Nirmal Hriday (Sagrado Coração), que era um asilo para doentes, indigentes e moribundos, fundado na década de 1950.

O material fotográfico da visita mostra a religiosa levando o papa pela mão a vários cômodos do asilo enquanto parava para abraçar, abençoar e saudar os pacientes. Também abençoou quatro cadáveres, entre eles o de uma criança.

De acordo com relatórios da visita proporcionados pela BBC, o papa Wojtyla estava “visivelmente emocionado” durante o percurso, enquanto ajudava as irmãs a alimentar e cuidar de doentes e moribundos. Em alguns momentos, o papa ficou tão surpreso pelo que via que não tinha palavras para responder a madre Teresa.

Depois, o então bispo de Roma pronunciou um breve discurso fora do asilo, chamando o lar Nirmal Hriday de “um lugar que dá testemunho da primazia do amor”.

“Quando Jesus Cristo ensinava aos seus discípulos como podiam mostrar melhor seu amor por Ele, disse: ‘Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes’. Através da Madre Teresa e das Missionárias da Caridade e através de muitos outros que serviram aqui, Jesus amou profundamente as pessoas que a sociedade considera frequentemente ‘os nossos irmãos menores’”, comentou.

“Nirmal Hriday proclama a profunda dignidade de toda pessoa humana. A ternura que vemos aqui testemunha a certeza de que o valor de um ser humano não se mede pela sua utilidade, com a saúde ou a doença, com a idade, credo ou raça. Nossa dignidade humana vem de Deus, nosso criador, a cuja imagem fomos criados. Nenhuma privação ou sofrimento nunca podem nos tirar essa dignidade, porque sempre somos valiosos aos olhos do Senhor”, afirmou o pontífice.

Depois do seu discurso, o papa saudou a multidão reunida, fazendo uma parada especial para saudar as sorridentes e cantoras irmãs Missionárias da Caridade.

Além de chamar aquela visita de “o dia mais feliz” de sua vida, madre Teresa afirmou que “é uma coisa maravilhosa para o povo, porque seu contato é o contato do próprio Cristo”. Ambos os santos continuaram sendo amigos próximos e se visitaram várias vezes ao longo dos anos.

Após a morte da madre Teresa em 1997, são João Paulo II decidiu não esperar o período de cinco anos para abrir a causa da canonização da religiosa. Em sua beatificação em 2003, o pontífice polonês elogiou o amor da madre Teresa a Deus, demostrado através do seu amor aos pobres.

“Veneremos esta pequena mulher apaixonada por Deus, humilde mensageira do Evangelho e infatigável benfeitora da humanidade. Honremos nela uma das personalidades mais relevantes de nossa época. Acolhamos sua mensagem e sigamos seu exemplo”, disse.

Ao olhar para vocês, vejo a maravilha de Deus, diz Leão XIV a seminaristas

 


No dia 3 de setembro, o Papa Leão XIV recebeu um grupo de seminaristas de dois seminários italianos: o Seminário Regional Pontifício Pio XI da Apúlia (em Molfetta) e o Seminário Interdiocesano de Aver... ??
No dia 3 de setembro, o Papa Leão XIV recebeu um grupo de seminaristas de dois seminários italianos: o Seminário Regional Pontifício Pio XI da Apúlia (em Molfetta) e o Seminário Interdiocesano de Aversa. | Crédito: Vatican Media 
 

O papa Leão XIV recebeu ontem (3) no palácio Apostólico, no Vaticano, um grupo de seminaristas de dois seminários italianos, agradecendo-lhes em nome da Igreja pelo “sim” que disseram e continuam a dizer todos os dias.

“Não é fácil nem garantido no mundo de hoje, e a Igreja sabe disso muito bem”, disse ele na audiência concedida às delegações do Seminário Regional Pontifício Apuliano Pio XI em Molfetta e do Seminário Interdiocesano de Aversa.

Ambos os seminários celebram aniversários importantes este ano. O Molfetta comemora o centenário de suas instalações mais recentes — encomendadas pelo papa Pio XI, que dá nome ao seminário — enquanto o Aversa celebra o tricentenário da inauguração de suas instalações atuais.

Leão XIV também expressou sua gratidão às famílias presentes. “Uma vocação nunca surge sem um contexto adequado; muitas vezes requer um lar e pais que rezam e sabem deixar seus filhos partirem. Minha gratidão, e a de toda a Igreja, se estende a vós, queridas famílias”, disse ele.

O papa também destacou a liberdade de Deus, da qual brota toda vocação. “Não há competição, nem hierarquia, nem está escrito que Ele escolheu os melhores: Ele escolheu aqueles que quis. Num mundo tão empenhado em celebrar a autorrealização pessoal, é importante lembrar que nenhum de vocês, nem nenhum de nós, está aqui por mérito próprio, mas unicamente por livre escolha de Deus Pai, sinal e garantia de um amor gratuito que sempre nos precede e jamais nos decepciona”, disse Leão XIV.

Ele disse também que a mera presença dessas pessoas com vocação sacerdotal no seminário é sinal de esperança para toda a Igreja, uma esperança que, como disse, não provém de um “vago otimismo”, mas da “certeza de que o Senhor continua chamando, em todas as épocas da história e em todos os lugares”.

O papa disse também que o esforço para viver a vida espiritual é sustentado pela “beleza da fraternidade e da missão compartilhada”.

“Jesus não chama só um homem, mas doze, com personalidades muito diferentes e, pelos nossos padrões, por vezes inesperadas. O Senhor os reúne e os mantém juntos para que aprendam que a Igreja é vivida em comunhão: não pertence a nenhum de nós, e todos somos chamados a amá-la e servi-la como um só corpo”, disse ele.

Falando aos formadores, o papa pediu-lhes que fossem os “primeiros mestres daquele cuidado e fraternidade que se manifestam em relações autênticas, pessoais e comunitárias, alicerçadas na verdade e na caridade”.

Leão XIV disse que a missão dos futuros sacerdotes será levar o Evangelho às pessoas de suas comunidades, ou seja, “às famílias que lutam para sobreviver; aos jovens que, com só vinte anos, fazem as malas para procurar trabalho; aos idosos que vivem na solidão; aos marginalizados; àqueles que perderam o sentido da vida”.


PAPA : ÀS ADORAÇÕES PERPÉTUAS DO SANTO SACRAMENTO

 

  

SAUDAÇÃO DO SANTO PADRE LEÃO XIV
ÀS ADORAÇÕES PERPÉTUAS DO SANTO SACRAMENTO
- FEDERAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

Salão do Consistório
Sábado, 5 de setembro de 2026


Querida Mãe Alma Rute do Espírito Santo,
Queridas Irmãs de Adoração Perpétua do Santíssimo Sacramento:

Congratulo-me por vos encontrar nestes dias que faças peregrinações na Itália, seguindo os passos da Beata Maria Madalena da Encarnação, no cinquenta aniversário da fundação da Federação do Espírito Santo.

Sua presença é um testemunho luminoso da gratuidade de Deus, que semeia no coração humano a inquietação de buscar e contemplar seu rosto. É a resposta a um profundo anseio, que o salmista expressa com beleza: “Meu coração sabe que você disse: ‘Busque o meu rosto’. Procuro o teu rosto, Senhor, não o desvieis de mim” (Sl 27:8-9).

Aquela busca constante pela face de Deus, que caracteriza de modo particular a vida monástica, está na vocação que recebestes uma nuance especial: traduz-se numa vida dedicada completamente à adoração contínua e silenciosa de um Deus que se tornou pão, e que convida a unir-se a Ele no sacrifício do altar, para formar um só corpo. «Como explica Santo Agostinho aos novos cristãos da sua Igreja, o pão e o vinho no altar são o sacramento da unidade dos fiéis em Cristo» (Carta Ench. Magníficos humanitas, 234). Por isso, é necessária uma “espiritualidade eucarística, isto é, uma espiritualidade de unidade eclesial no amor” (ibid.).

Queridas irmãs, manifestando na Igreja o carisma específico que recebestes do seu fundador, são chamadas a ser tecelãs da comunhão com os fios da oração e do trabalho, do culto eucarístico e da partilha fraterna no mosteiro. Que este tempo de graça que vive como peregrinos na Cidade eterna e nos lugares onde a Ordem surgiu renova e os fortalece para continuar irradiando a beleza do rosto de Cristo Sagrado para o mundo.

Que o testemunho da Beata Maria Madalena da Encarnação os exorte a continuar vivendo a sua consagração com renovada esperança e desejos de santidade, lembrando que a fidelidade à velha e sempre nova sabedoria do Evangelho é o melhor caminho para aqueles que, guiados pelo Espírito Santo, se dedicam a amar a Deus e ao próximo.

Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora de Guadalupe vos proteja com o vosso manto celestial. Muito obrigado.

 

Descanse em Deus (Lc 6,1-5) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 05/09


 

Ó SENHOR, O MEU CORAÇÃO NÃO É AMBICIOSO (Salmo 131(130)


 

Hoje a Igreja celebra santa Teresa de Calcutá

 

Hoje a Igreja celebra santa Teresa de Calcutá

Santa Teresa de Calcutá | ACI Digital ??
Santa Teresa de Calcutá | ACI Digital 
 

“Se de verdade queremos que haja paz no mundo, comecemos por nos amarmos uns aos outros no seio das nossas próprias famílias”, costumava dizer santa Teresa de Calcutá, fundadora das Missionárias da Caridade, defensora da família e dos pobres e modelo de misericórdia, cuja memória é celebrada hoje (5).

Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu em 1910 em Skopje, que naquela época pertencia à Albânia, e hoje é da Macedônia. Despertou para sua vocação à vida religiosa quando era uma jovem de 18 anos e, atendendo ao chamado de Deus, forjou seu trajeto para a santidade, dedicando-se aos pobres e doentes.

Em 29 de setembro de 1928, ingressou na Casa Mãe das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, na Irlanda. Depois, foi enviada à Índia, a fim de iniciar seu noviciado. Fez sua profissão religiosa em 24 de maio de 1931, quando adotou o nome Teresa, em homenagem à carmelita francesa, Teresa de Lisieux, padroeira dos missionários.

Atuou como professora em Calcutá por 17 anos, com as filhas das famílias mais tradicionais da cidade. Até que, no dia 10 de setembro de 1946, viveu um fato marcante em sua história, o “Dia da Inspiração”. Em uma viagem de trem ao noviciado do Himalaia, deparou-se com um irmão pobre de rua que lhe disse: “Tenho sede!”. Desde então, teve a certeza de sua missão: dedicar sua vida aos mais pobres dos pobres, deixando o conforto do colégio da Congregação.

Em 1949, Madre Teresa começou a escrever as constituições das Missionárias da Caridade e, no dia 7 de outubro de 1950, a congregação foi aprovada pela Santa Sé, expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo inteiro.

Pequena em estatura, magra e encurvada, madre Teresa surpreendeu o mundo com o seu amor, humildade, simplicidade e entrega total pelos doentes. Com sua atuação, ensinou que a maior pobreza não estava nos subúrbios de Calcutá, mas nos países “ricos” quando falta o amor ou nas sociedades que permitem o aborto.

“Para mim, as nações que legalizaram o aborto são as nações mais pobres, têm medo de uma criança não nascida e a criança tem que morrer”, disse.

Neste sentido, estava convencida da importância do fortalecimento das famílias para alcançar um mundo de paz.

“Em todo mundo se comprova uma angústia terrível, uma espantosa fome de amor. Levemos, portanto, a oração para as nossas famílias, levemos a oração para as nossas crianças, ensinemos-lhes a rezar. Pois uma criança que ora, é uma criança feliz. Família que reza é uma família unida”, enfatizou a Santa.

Em 1979 foi homenageada com o Prêmio Nobel da Paz. Entretanto, isso não a encheu de vanglória, mas buscou levar as almas a Deus. Tal como o recordou são João Paulo II durante a beatificação de Madre Teresa em 19 de outubro de 2003.

“Satisfazer a sede que Jesus tem de amor e de almas, em união com Maria, Sua Mãe, tinha-se tornado a única finalidade da existência de Madre Teresa, e a força interior que a fazia superar-se a si mesma e ‘ir depressa’ de uma parte a outra do mundo, a fim de se comprometer pela salvação e santificação dos mais pobres”, ressaltou.

Por outro lado, em uma entrevista à revista brasileira missionária “Sem Fronteiras” (1997) perguntaram-lhe sobre a mensagem que gostaria de nos deixar e ela respondeu:

“Amem-se uns aos outros, como Jesus ama a cada um de vocês. Não tenho nada que acrescentar à mensagem que Jesus nos transmitiu. Para poder amar, é preciso ter um coração puro e é preciso rezar. O fruto da oração é o aprofundamento da fé. O fruto da fé é o amor. E o fruto do amor é o serviço ao próximo. Isso nos conduz à paz”.

Morreu em 5 de setembro de 1997. Foi canonizada pelo papa Francisco em 4 de setembro de 2016, dentro da celebração do jubileu dos voluntários e operários da misericórdia.


Laudes de Sábado da 22ª Semana do Tempo Comum