quarta-feira, 9 de setembro de 2026

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LEÃO XIV

AUDIÊNCIA GERAL

Praça de São Pedro
Quarta-feira, 9 de setembro de 2026


Catequese. Os Documentos do Concílio Vaticano II IV. Constituição pastoral Gaudium et spes (GS 1-10) 2. A dignidade humana: dom e responsabilidade

Irmãos e irmãs, bom dia e bem-vindos! 

Dedicando o primeiro capítulo à dignidade da pessoa humana, a Constituição conciliar Gaudium et spes (GS) realça que ela é base e condição daqueles «valores que hoje são mais apreciados», mas não devem perder a ligação com «a sua fonte divina», para se subtrair às possíveis distorções devidas à «corrupção do coração humano» (GS, 11). 

Sem dúvida, o caminho que permitiu evidenciar os traços e os direitos fundamentais da dignidade da pessoa representa uma das páginas mais significativas da história humana. No entanto, o percurso a percorrer não terminou e deve enfrentar as contradições, antigas e novas, que impedem uma sua plena atuação. 

A Igreja oferece com clareza a sua contribuição, recordando que a dignidade humana brota do próprio ser da pessoa. Tive a oportunidade de o reiterar também na recente Encíclica Magnifica humanitas: «Cada pessoa (...) é pensada e desejada por Deus para entrar numa história de comunhão com Ele, com os outros e com a criação. A sua dignidade não depende das capacidades que possui, das riquezas ou da função que desempenha, de escolhas certas ou erradas, mas é um dom que a precede e a ultrapassa, concedido por Deus como expressão do seu amor que nunca falha» (n. 50). Por conseguinte, a dignidade infinita do ser humano enraíza-se na sua identidade de criatura feita «“à imagem de Deus”, capaz de conhecer e amar o seu Criador», projeto e dom de amor que transcende as demais realidades criadas, que são confiadas ao seu cuidado «para as dominar e delas se servir, dando glória a Deus» (GS,12). 

Na fé podemos compreender o fundamento último da dignidade da pessoa, uma vez que o Filho, «na própria revelação do mistério do Pai e do seu amor, revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime» (GS, 22). 

A pessoa significa sempre relação, comunhão, participação no que diz respeito a Deus e aos outros, portanto, uma relação filial com Deus Pai e uma relação fraterna com Cristo e com todos os homens. Exclui fechamentos autorreferenciais. Ser pessoa significa sentir-se a si próprio como dom a partilhar, crescendo e amadurecendo no acolhimento, na reciprocidade e no serviço. 

Esta dignidade é confiada à responsabilidade de cada um: ao mesmo tempo, ela exige também solidariedade e cuidado recíproco, superando as numerosas falsificações e manipulações que até hoje deturpam a sua noção e impedem a sua realização. Com efeito, por causa das escolhas contrárias à sua dignidade, feitas ao longo da história, ainda hoje «o homem encontra-se (...) dividido em si mesmo» e «toda a vida humana, quer singular quer coletiva, apresenta-se como uma luta dramática entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas». Contudo, esta condição frágil e limitada pode ser encarada com esperança, pois «o Senhor em pessoa veio para libertar e fortalecer o homem, renovando-o interiormente e lançando fora o príncipe deste mundo (cf. Jo 12, 31), que o mantinha na servidão do pecado» (GS, 13). 

Além disso, a Constituição Gaudium et spes afirma que a dignidade humana diz respeito à totalidade da pessoa e, por isso, é preciso superar as visões dualistas: o ser humano é «uno, composto de corpo e alma». A redução do corpo a “objeto”, do qual dispor arbitrariamente, é sempre negação da dignidade da pessoa: [O homem] «não pode […] desprezar a vida corporal», e é necessário «considerar o seu corpo como bom e digno de respeito, pois foi criado por Deus e há de ressuscitar no último dia», velando a fim de que ele não «se escravize às más inclinações do próprio coração» (GS, 14), uma vez que todos nós somos feridos pelo pecado. 

Para concluir, são três as expressões mais significativas da dignidade da pessoa, evocadas pela Gaudium et spes: a inteligência, que faz do ser humano um buscador insaciável da verdade (n. 15); a consciência, através da qual ele confere unidade e sentido à própria vida (n. 16); a liberdade, que o torna protagonista responsável pelas próprias decisões (n. 17). Trata-se de dimensões intimamente unidas entre si: é na consciência que a verdade é reconhecida como tal e a liberdade pode experimentá-la como seu fundamento e possibilidade. O Espírito Santo, que dá vida em Cristo, torna-nos livres e assegura-nos constantemente a nossa dignidade de filhos de Deus, libertando-nos do medo e guiando-nos para a meta última, aquela vida em plenitude para além da morte que Cristo nos prometeu: só n’Ele encontra verdadeira luz o mistério do homem, d’Ele recebemos luz sobre o enigma da dor e da morte, e com Ele caminhamos ao encontro da ressurreição. 

Caros irmãos e irmãs, criados à imagem de Deus, por meio de Cristo e em vista d’Ele, recebemos uma dignidade única e indelével. Comprometamo-nos a promovê-la e a defendê-la sempre, com a luz e a força do Evangelho! 

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Saudações:

Saúdo com alegria todos os peregrinos de língua portuguesa! Queridos irmãos e irmãs, o nosso mundo exige de nós, de forma especial, que valorizemos a dignidade da pessoa. É sobretudo o pecado que desfigura a imagem de Deus no homem. Peçamos ao Espírito Santo que nos ajude a promover e a salvaguardar a dignidade de cada ser humano. Que o Senhor vos abençoe!

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Resumo da catequese do Santo Padre:

Continuando a nossa reflexão, a Gaudium et spes ensina que a dignidade humana está na base dos valores hoje mais apreciados, recordando sua origem sobrenatural (GS 11). Deste modo, diante das ameaças, é necessário sublinhar que tal realidade decorre do próprio ser da pessoa, criada à imagem de Deus, e não de um consenso. O Filho revela o homem a si mesmo (GS 22) e coloca-o em relação com o Pai e com os irmãos. Por isso, todos nós temos a tarefa de proteger e preservar essa vocação divina, pois nos encontramos divididos, imersos numa luta dramática entre o bem e o mal. O documento explica ainda que o ser humano, dotado de inteligência, consciência e liberdade, é essencialmente constituído de corpo e alma e que negar a dignidade do corpo é, portanto, negar a da própria pessoa.

Santo Padre : A UM GRUPO DE BISPOS AMIGOS DO MOVIMENTO DOS FOCOLARES

 

DISCURSO DO SANTO PADRE LEÃO XIV
A UM GRUPO DE BISPOS AMIGOS DO MOVIMENTO DOS FOCOLARES

Sala Clementina
Quarta-feira, 9 de setembro de 2026


Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

A paz esteja convosco.

Bom dia a todos e bem-vindos!

Saúdo calorosamente todos vós, amigos do Movimento dos Focolares, que vos reunistes para o vosso encontro espiritual. Estou grato pela vossa visita de hoje, que exprime o vosso afeto colegial, e agradeço-vos as vossas orações constantes. É para mim uma alegria ver tantos de vós, provenientes de diferentes países, contextos e situações sociais, reunidos num só espírito sob a Obra de Maria. Vêm-me à mente aquelas palavras reconfortantes de nosso Senhor: «onde estiverem reunidos, em Meu nome, dois ou três, Eu estou no meio deles» (Mt 18, 20).

Com efeito, o tema escolhido para o vosso congresso, “dar testemunho da unidade”, é um dos elementos essenciais do movimento fundado por Chiara Lubich e é um tema que me é caro. Numa época tristemente marcada por uma polarização crescente, nosso Senhor permitiu-lhe dar testemunho tanto do sentido como do serviço de unidade, tornando-se assim um sinal para a sua e para as gerações futuras (cf. Papa Francisco, Discurso aos Bispos Amigos do Movimento dos Focolares, 25 de setembro de 2021).

Se essa era a missão de Chiara há quarenta anos, hoje é nossa com uma urgência ainda maior. Penso nas difíceis situações sociais, nas circunstâncias, nas divisões que alguns de vós, meus irmãos, enfrentais nos vossos países, situações como preconceito, racismo, intolerância religiosa e até violência.

Penso também na situação aqui no Ocidente, agora demasiado marcada pelos efeitos do individualismo, onde as redes outrora estáveis da família, amizade e comunidade estão a dar lugar a uma crescente fragmentação e onde a liberdade é cada vez mais apresentada como autonomia absoluta — a capacidade de perseguir a felicidade sem quaisquer limites morais, naturais ou sequer humanos (cf. Carta Encíclica Magnifica humanitas, 118).

E, no entanto, observamos um paradoxo. Apesar de toda a ênfase colocada na liberdade individual, hoje as pessoas sentem-se frequentemente menos livres para serem verdadeiramente elas próprias ou seguirem os seus ideais mais elevados, devido a um medo oculto de serem julgadas ou de não se integrarem. Além disso, esta perda de abertura aos outros, que agrava o sentimento de desunião, acaba por nos privar da felicidade para a qual fomos criados, pois fomos feitos à imagem do Deus Trino, que é Ele próprio uma comunhão de pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo. Ao revelar o coração do Pai, Cristo mostra-nos o sentido mais profundo da nossa existência, das nossas relações e do caminho para a felicidade. Pelo dom do Espírito, tornámo-nos filhos de Deus, participantes na vida divina, e desta comunhão com Deus brota a nossa comunhão uns com os outros como irmãos e irmãs em Cristo. Esta é a Igreja, um mistério de comunhão (cf. Dicastério para a Doutrina da Fé, Communionis notio, 3), sinal e fermento de unidade para o nosso mundo.

Como participantes na herança espiritual de Chiara Lubich e enquanto ministros da Igreja de Cristo num mundo fragmentado, sois chamados a dar testemunho desta tão desejada unidade da família humana. A resposta às tristes divisões que afligem o nosso mundo não está em criar mais comissões ou lançar mais projetos, mas em regressar à fonte da nossa unidade na Santíssima Trindade. Com efeito, devemos tornar-nos contemplativos!

Com estes pensamentos, encorajo-vos a aproveitar estes dias juntos para viver aquela fraternidade que recorda e confirma a nossa afinidade em Cristo. Estes são dias de graça, passados com os próprios irmãos no episcopado. Sabemos quanto isso nos faz bem. Alegra-me, por isso, que tenhais encontrado na Obra de Maria este apoio espiritual. Que ela vos ajude também a viver a comunhão e a fraternidade nas vossas respetivas Conferências Episcopais.

Acima de tudo, espero que aproveiteis esta oportunidade para alimentar a vossa vida interior: com uma oração generosa e perseverante diante de nosso Senhor no Tabernáculo, com a celebração serena e atenta do Ofício e da Santa Missa e, por fim, com a contemplação frequente da presença das Pessoas da Trindade no mais profundo do nosso ser. Deste modo, sereis testemunhas, uns para os outros e para quantos servis, daquela unidade que constrói uma paz duradoura.

Para concluir, confio-vos, juntamente com a Obra de Maria, à amorosa intercessão de Nossa Senhora, Mãe da Igreja, e concedo de bom grado a todos vós a minha Bênção Apostólica, como penhor de alegria e paz em Cristo nosso Senhor. Obrigado.

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L'Osservatore Romano

Testimonio de Carmen Hernandez Barrera 3ra parte


 

China mantém condenação do cardeal Zen por fundo de ajuda a manifestantes

 


Cardeal Joseph Zen (94), Bispo Emérito de Hong Kong, na Pontifícia Universidade Urbaniana em Roma, 18 de novembro de 2014. | Crédito: Bohumil Petrik/EWTN ??
Cardeal Joseph Zen (94), Bispo Emérito de Hong Kong, na Pontifícia Universidade Urbaniana em Roma, 18 de novembro de 2014. | Crédito: Bohumil Petrik/EWTN 
 

Na semana passada, um painel de três juízes de Hong Kong, China, confirmou as condenações contra o cardeal Joseph Zen, bispo-emérito de Hong Kong, e outros quatro defensores da democracia que administravam um fundo de assistência jurídica e médica para pessoas que participaram dos protestos generalizados de 2019 e 2020.

Em decisão de 3 de setembro, os juízes rejeitaram os recursos apresentados por Zen, Margaret Ng Ngoi-yee, Hui Po-keung, Cyd Ho Sau-lan e Denise Ho Wan-see. Elas foram condenadas por não registrarem legalmente o Fundo de Ajuda Humanitária 612 como uma "sociedade" nos termos da Lei das Sociedades, o que acarreta penalidades.

Zen e seus co-réus criaram o fundo para apoiar os manifestantes de Hong Kong que se opunham ao projeto de lei de extradição de 2019, que teria acelerado o processo de extradição de pessoas de Hong Kong para a China continental para serem processadas.

Os manifestantes se opunham à perseguição judicial de pessoas sob o regime do Partido Comunista Chinês.

Por fim, os legisladores retiraram o projeto de lei, mas cerca de 10 mil manifestantes foram presos e cerca de 3 mil pessoas foram indiciadas.

Zen e os demais réus dizem que não acreditavam que o fundo se qualificasse como uma "sociedade" quando o criaram para ajudar os manifestantes, e que também não acreditavam que precisavam registrá-lo conforme a Lei das Sociedades, que confere às autoridades civis ampla discricionariedade para controlar, supervisionar ou dissolver associações privadas.

Em sua decisão, o tribunal disse que o termo "sociedade", segundo a portaria, tem uma definição ampla e citou o texto, que abrange "qualquer clube, empresa, sociedade ou associação de dez ou mais pessoas, qualquer que seja sua natureza ou finalidade".

Ele citou algumas exceções, como instituições de caridade, organizações religiosas e clubes sociais, mas disse que os organizadores devem solicitar uma isenção.

Os juízes rejeitaram as objeções ao sistema de registro com base em fundamentos constitucionais, dizendo que a lei mantém um "equilíbrio razoável" entre a liberdade de associação e a segurança pública, a ordem pública e a segurança nacional.

“É evidente que os benefícios sociais decorrentes desse objetivo são enormes”, disseram. “Nada nas provas sugere que qualquer indivíduo, inclusive os recorrentes, estaria sujeito a um ônus inaceitavelmente severo pelas restrições impostas pelo sistema de registro ao exercício de seu direito à liberdade de associação”.

“Estamos convencidos de que a acusação comprovou as acusações contra cada um dos réus além de qualquer dúvida razoável”, disseram os juízes por unanimidade.

Sanções e litígios

As condenações sob a Lei das Sociedades acarretam multas de cerca de US$ 500 (R$ 2,5 mil) por pessoa. Mas Zen e os outros réus foram inicialmente presos sob suspeita de violar uma lei de segurança nacional de 2020, que poderia ter resultado em penas que abrangem prisão perpétua.

Embora os cinco réus tenham sido presos sob essa suspeita, nenhum deles foi formalmente acusado. As prisões iniciais basearam-se na alegação de que eles conspiraram com forças estrangeiras ao criarem um fundo para auxiliar os manifestantes.

As autoridades defenderam a lei de 2020 com base na segurança nacional, mas críticos dizem que ela é usada principalmente para punir dissidentes políticos, como Jimmy Lai, ativista católico pró-democracia que foi condenado a 20 anos de prisão aos 78 anos sob a acusação de conspiração com forças estrangeiras.

Mais em

Lai dirigia o jornal Apple Daily, no qual criticava abertamente o Partido Comunista Chinês. Hong Kong fechou a organização sob a lei de segurança nacional.

O governo também usou essa lei para justificar a investigação do fundo administrado por Zen e outros ativistas pró-democracia.


Leão XIV denuncia manipulações que ameaçam a dignidade humana

 


Papa Leão XIV abençoa bebê na audiência geral de quarta-feira na praça de São Pedro, no Vaticano. Crédito: Daniel Ibañez/EWTN ??
Papa Leão XIV abençoa bebê na audiência geral de quarta-feira na praça de São Pedro, no Vaticano. Crédito: Daniel Ibañez/EWTN 
 

Na audiência geral de hoje (9), o papa Leão XIV exortou à superação das “falsificações e manipulações” que impedem a plena realização da dignidade humana.

“Essa dignidade é confiada à responsabilidade de cada um: ao mesmo tempo, ela exige também solidariedade e cuidado recíproco, superando as numerosas falsificações e manipulações que até hoje deturpam a sua noção e impedem a sua realização”, disse o papa ao prosseguir o ciclo de catequese dedicado à constituição Gaudium et spes, do Concílio Vaticano II (1962-1965), cujo primeiro capítulo fala sobre a dignidade da pessoa humana.

O documento diz que a dignidade humana é o fundamento e a condição daqueles “valores hoje mais apreciados”, embora alerte para a necessidade de não perder a relação com “sua fonte divina, a fim de evitar possíveis distorções devido à corrupção do coração humano”.

Do átrio da praça de São Pedro, no Vaticano, o papa disse que o caminho para a plena realização da dignidade humana "deve confrontar as contradições, antigas e novas, que impedem a sua plena atuação".

Leão XIV disse que a Igreja dá uma clara contribuição nessa área, reafirmando que a dignidade humana brota do próprio ser da pessoa, e citou, nesse contexto, sua recente encíclica Magnifica humanitas.

Assim, ele disse que a dignidade infinita do ser humano está enraizada “na sua identidade de criatura feita ‘à imagem de Deus’, capaz de conhecer e amar o seu Criador»” e que, assim, a pessoa “significa sempre relação, comunhão, participação no que diz respeito a Deus e aos outros”.

O papa disse também: “Isso exclui conclusões autorreferenciais. Ser pessoa significa sentir-se a si próprio como dom a partilhar, crescendo e amadurecendo no acolhimento, na reciprocidade e no serviço”.

Leão XIV apresentou as decisões contrárias à dignidade humana, adotadas ao longo da história, como uma das causas da “íntima divisão do homem”. 

“Toda a vida humana, quer singular quer coletiva, apresenta-se como uma luta dramática entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas”, disse ele, citando Gaudium et spes.

O papa também pediu a superação das "visões dualistas" que separam o corpo da alma, dizendo que "a dignidade humana diz respeito à totalidade da pessoa".

O corpo não é um “objeto”

“A redução do corpo a ‘objeto’, do qual dispor arbitrariamente, é sempre negação da dignidade da pessoa”, disse Leão XIV.

Os seres humanos “não devem [...] desprezar a vida corporal do homem”, e que é necessário “considerar o seu corpo como bom e digno de respeito, pois foi criado por Deus e há de ressuscitar no último dia”, tendo cuidado para que não “se escravize às más inclinações do próprio coração” (GS, 14), pois todos são feridos pelo pecado.

Como o papa disse, só em Cristo “encontra verdadeira luz o mistério do homem, d’Ele recebemos luz sobre o enigma da dor e da morte, e com Ele caminhamos ao encontro da ressurreição”.

“Comprometamo-nos a promovê-la e a defendê-la sempre, com a luz e a força do Evangelho!”, concluiu.

  • (acidigital)

Quarta-feira, 9 de Setembro de 2026 -11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Grande será sua recompensa (Lc 6,20-26) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 09/09


 

SANTO DO DIA - 09 DE SETEMBRO: SÃO PEDRO CLAVER


 

Vésperas de Quarta-feira da 23ª Semana do Tempo Comum