Caminhando
domingo, 23 de agosto de 2026
Cidade de Rimini: Encontro com os participantes do Meeting, 22 de agosto de 2026 – Papa Leão XIV
Papa em Rimini: opor a misericórdia ao falso realismo que rearma mentes e nações
Salvatore Cernuzio - Vatican News
“Sim, queridos amigos, é hora da responsabilidade, especialmente para quem muito recebeu de uma tradição milenar de fé que se faz cultura.”
Havia a guerra, a Guerra Fria, em 29 de agosto de 1982, quando São João Paulo II subiu ao palco da Feira de Rimini para participar da terceira edição do Encontro pela Amizade entre os Povos. Uma intuição do fundador da Comunhão e Libertação, Pe. Luigi Giussani, que não permaneceu como um “enclave” do movimento, mas se tornou, com o tempo, um “cruzamento para a Igreja e para a sociedade”, um “encontro que multiplica os encontros e inspira novos caminhos”.
E há a guerra, ou melhor, há muitas guerras — pequenas, grandes, “fragmentadas” —, juntamente com as crises, as divisões, as ideologias, as desigualdades, os desastres ambientais e os “negócios da morte”, agora que um Pontífice, Leão XIV, volta a se dirigir ao público diversificado do evento de Rimini. Políticos, artistas, líderes religiosos, representantes de instituições ou da sociedade civil, jovens, voluntários, testemunhas, todos estão reunidos no Grande Auditório em nome dessa “amizade”, justamente, que, neste tempo de divisões, é um valor que não se pode dar como garantido. São cerca de 20 mil (outras 55 mil pessoas estão dentro da Feira) e recebem o Papa com um longo aplauso que, em seguida, dá lugar a um silêncio profundo que permeia todos os pavilhões, assim que ele pega o microfone.
Desmascarar as injustiças
Há meses se aguardavam as palavras do Sucessor de Pedro, ponte e ponto de referência para a Igreja e para o mundo. Ele, Leão, propõe ao Meeting de Rimini um discurso/apelo de amplo alcance que aborda a atualidade desta humanidade chamada a uma “inversão de rota”, que se tornou “convincente e verosímil” pela obra de “pioneiros corajosos”.
Libertemos a convivência da suspeita, a cultura da prepotência, a educação da ideologia, o trabalho da idolatria do lucro, a tecnologia e as finanças dos negócios de morte. A partir das organizações que criamos e nas quais atuamos, desmascaremos as injustas relações de poder, que estão na origem da pobreza e das desigualdades, da guerra e dos desastres ambientais. Desarmemos o desenvolvimento tecnológico quando este se torna invasivo e destrutivo.
O amor que move o mundo
“Que não haja apenas quem atice o fogo do cansaço e do desespero; que haja também quem reacenda sonhos e visões!”, diz o Papa do palco, deixando aos que o ouvem uma orientação: o Amor, aquele que “move o sol e as outras estrelas”, como escreveu Dante no último verso da Divina Comédia, que dá título à 47ª edição do evento.
Várias vezes, o Pontífice faz referência ao Grande Poeta no seu discurso, no qual cita o Concílio, Pe. Giussani e os predecessores Francisco, Bento XVI e, naturalmente, João Paulo II, que já há 44 anos havia compreendido “a profecia” de um encontro como este: “já só pronunciar estas palavras alegra o coração: 'Encontro'! 'Encontro de amizade'! 'Amizade entre os povos'! Palavras que adquirem um significado nestas horas, muitas vezes dramáticas, da história do mundo”.
As pessoas antes das fronteiras e das instituições
Leão faz suas as palavras do Papa polonês: “também hoje a paz é preservada e difundida por pessoas que gostam de se encontrar e não têm medo de dialogar”, ressalta ele, exortando — na esteira da Fratelli tutti — a “cultivar a amizade social” para que possamos nos reconhecer “na dignidade de filhos de Deus” que une todos os seres humanos, “além de qualquer diversidade, separação ou conflito”.
Podemos nos identificar uns com os outros, nos ouvir e nos tornar amigos, entre pessoas e, portanto, também entre povos. Antes das fronteiras, das definições e das instituições, estão sempre as pessoas.
O realismo da misericórdia
É a força do amor, o amor que “move” e que, desde os tempos de Dante, “não desapareceu, nem perdeu vigor nem intensidade”, embora permaneça “silencioso de bom grado, ao contrário das forças ruidosas que abalam a terra, o céu e todas as criaturas”, destaca o Papa, evocando o ensinamento dos Papas sobre a “Misericórdia”. “O mal não se combate com o mal – acrescenta ele. Assim na terra como no céu, o amor é a lei da vida, o método da redenção, do Messias crucificado”.
Ao falso realismo, que rearma mentes, palavras e nações, a cultura católica tem hoje de opor o realismo da misericórdia, segundo o qual não podem existir inimigos e todos, mesmo os adversários, são irmãos e irmãs que devem ser olhados nos olhos e encontrados na verdade. O pecado existe, sem dúvida, mas mais forte do que ele é o amor redentor de Cristo, que nos empenha a purificar pensamentos, interesses, hábitos, companhias, projetos, investimentos – todos os aspectos da vida – de tudo o que a cultura do poder contaminou.
É, portanto, “uma autêntica conversão do povo” que o Papa pede. Quantos estão sentados no Auditório, com suas competências, responsabilidades e recursos, podem realmente colocar-se a serviço e acompanhar a humanidade no caminho certo: não aquele que “explora a divisão, a alienação e o desespero”, mas aquele que “serve o Reino de Deus e a sua justiça”.
Um desígnio que atravessa a história
“Num mundo marcado por tantas estratégias que visam conquistar mercados e espaços de influência, muitas vezes revestidas de retóricas apaziguadoras e construções ideológicas sedutoras, o nosso coração sente a necessidade de descobrir um desígnio diferente, sábio e benevolente, semelhante ao que Maria contempla no Magnificat”, afirma o Papa Leão. Esse desígnio de misericórdia atravessa a história também hoje, em meio às “mudanças rápidas e inquietantes marcadas por algoritmos e redes globais” e se torna “a bússola para uma existência evangélica na era digital”.
Apelo aos jovens
O Papa invoca também uma “responsabilidade” para o vasto mundo educacional, hoje cada vez mais em “risco”. E dirige uma palavra aos jovens, presentes em grande número como voluntários: “vocês são o sinal de que o futuro é uma promessa, não uma ameaça!”, enfatiza Leão. “Deixem-se envolver! Abram-se a uma verdadeira catolicidade, alargando os vínculos de vocês para além de qualquer pertença demasiado restrita”, exorta o Bispo de Roma.
Contrastem o que pretende os afastar dos irmãos e irmãs com culturas, sensibilidades e origens diferentes, especialmente dos mais pobres. Em vez disso, saiam ao encontro de todos! Em todas as latitudes, especialmente nas margens e entre aqueles que sofrem, vocês irão encontrar quem já está pronto para construir a civilização do amor.
Despertar da fé
Ninguém deve se permitir menosprezar a palavra “amor”, que, como ressalta o Papa, “é o próprio nome de Deus: Deus é amor”. E “no amor nunca há coação, doutrinação; nunca há sedução, engano ou recrutamento. O amor só existe na liberdade, no diálogo vivo, no dom generoso de si mesmo”.
Essa mesma liberdade é o motor do despertar da fé de tantos jovens: “hoje o mundo parece se surpreender com a adesão de vocês a Cristo, com a atração que sentem por Ele e pela sua Palavra, com a sua pertença à Igreja”, observa Leão. Mas não é “uma questão de números, embora seja comovente ver milhares dos seus coetâneos pedindo o Batismo em sociedades consideradas entre as mais secularizadas do mundo”. “É uma questão de liberdade: a verdade só se encontra na liberdade”, afirma Leão XIV. E a própria Igreja, como dizia Bento XIV, “não faz proselitismo”, mas “desenvolve-se, antes, por atração”.
“Amem sempre a Igreja!”
“Amem sempre a Igreja!”, acrescenta ainda o Papa, repetindo mais uma vez: “amem sempre a Igreja!”.
“Amem e preservem a unidade da 'companhia' através da qual Cristo alcançou vocês e os atrai a Si”, diz ele, desta vez dirigindo-se aos membros da Comunhão e Libertação. “Até os momentos difíceis podem ser momentos de graça, momentos de renascimento”. O convite é para “aprender a ouvir uns aos outros”, pois o dom da escuta “muitas vezes se perdeu em alguns setores da Igreja”. Escuta da Palavra de Deus, escuta recíproca, escuta da sabedoria presente em homens e mulheres, membros da Igreja e todos aqueles que buscam a verdade, indica o Papa.
Sinodalidade
O caminho é, portanto, o da “sinodalidade”, que “não é o nome de um processo, mas a natureza de um povo que, na amizade e no encontro com o outro, reconhece a sua pertença exclusiva a Deus”.
Então, a autoridade se transforma em serviço, que honra as diversidades e facilita a harmonia entre elas.
“Nesta época conturbada, este estilo constitui um verdadeiro sinal dos tempos”, observa o Papa. “Testemunhamos que cada carisma é útil para todos, que cada riqueza se multiplica quando é partilhada, que cada medo pode ser superado: devemos tornar este testemunho tangível, confiável, desejável”.
Angelus, 23 de agosto de 2026 - Papa Leão XIV
PAPA LEÃO XIV
ANGELUS
Praça de São Pedro
Domingo, 23 de agosto de 2026
Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
O Evangelho deste domingo (Mt 16, 13-20) coloca-nos diante de uma pergunta que interpela cada um de nós no caminho da fé: para mim, quem é realmente Jesus?
A partir da narração evangélica, percebe-se o quanto esta pergunta é decisiva para a experiência do discipulado. Na verdade, ainda que os doze apóstolos já tivessem compartilhado muito da vida e do ministério do Mestre, Jesus não quis pressupor que eles O conheciam realmente e que tinham compreendido o mistério do Reino de Deus. Então, depois de perguntar quais eram as opiniões das pessoas sobre Ele, dirige-se-lhes diretamente: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» (Mt 16, 15).
Irmãos e irmãs, este é um passo fundamental para os discípulos de todos os tempos, para cada um de nós. Com efeito, a fé não nos é dada de uma vez para sempre; pelo contrário, precisamos constantemente de redescobrir o rosto de Cristo e o seu Evangelho, aprofundar a sua mensagem e renovar as escolhas da nossa vida, para que sejam coerentes com o que professamos, vencendo a tentação de pensar que já sabemos tudo e de transformar a fé num costume.
A pergunta que diariamente nos é colocada – quem é Jesus para mim e qual o significado da sua presença na minha vida – surge especialmente na oração e quando meditamos sobre o Evangelho; mas também quando nos deparamos com as feridas e as necessidades dos irmãos, ou nas relações e situações que mais interpelam a nossa consciência. Enfim, no âmbito da nossa vida, podemos avaliar se, para nós, o Senhor Jesus é apenas uma grande figura da história que disse e fez coisas importantes, ou se é o Cristo de Deus, Aquele que foi enviado para nos introduzir no amor do Pai e transformar a nossa vida e o mundo em que vivemos.
Caríssimos, aprendamos a não nos fecharmos nas nossas convicções e certezas religiosas, para nos mantermos abertos a uma relação autêntica com Cristo. Por vezes, no que diz respeito à fé cristã, contentamo-nos com o que “ouvimos dizer”, com os lugares-comuns, com aquilo que nos foi transmitido, talvez até com boas intenções; mas Jesus chama-nos a uma resposta pessoal, a conhecê-Lo de perto, a deixarmo-nos escrutinar a partir da amizade com Ele, num encontro sempre novo que pode exigir-nos percorrer caminhos inéditos e fazer escolhas diferentes das que imaginávamos. Isto é válido tanto para o nosso percurso pessoal, como para o caminho da Igreja e para as escolhas pastorais, onde, por vezes, pensamos que basta continuar a fazer como sempre fizemos. É importante, pelo contrário, perguntarmo-nos frequentemente: para mim, quem é o Senhor? Conheço-O realmente? O que me pede hoje o seu Evangelho? Que passos e que escolhas deveria tomar?
Invoquemos a Virgem Maria, que no seu coração procurava a vontade de Deus através do seu Filho, para que nos guie sempre no caminho da fé.
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Depois do Angelus
Queridos irmãos e irmãs,
Na minha oração, recordo com frequência a República Democrática do Congo, devido – em particular – à propagação da epidemia de Ébola, que está infelizmente a causar muitas vítimas. A fim de salvar tantas vidas humana, encorajo uma resposta por parte da Comunidade Internacional, que envolva também as comunidades locais no trabalho de prevenção.
Estou igualmente próximo à população da República Centro-Africana, que chora as vítimas do deslizamento de terras ocorrido numa mina em Zamboyé. Que o Senhor acolha aqueles que perderam a vida e sustente o empenho colocado para garantir a segurança e a legalidade nas zonas mineiras.
Amanhã assinala-se o décimo aniversário do terramoto que atingiu o centro de Itália, entre Lácio, Úmbria e Marcas. Rezo pelos falecidos e suas famílias, bem como por todas as comunidades afetadas. Que a fé e a solidariedade continuem a amparar a obra de reconstrução.
Saúdo com afeto todos vós, romanos e peregrinos de vários países. Em particular, dou as boas-vindas ao Coro Primacial da Catedral de Gniezno, na Polónia; bem como aos seminaristas e aos superiores do Pontifical North American College; e aos jovens de Bormio e de Valfurva.
Desejo a todos um bom domingo!
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sábado, 22 de agosto de 2026
Leão XIV: em um mundo ferido por conflitos, vamos responder com solidariedade
Daniele Piccini – Vatican News
Experiências de proximidade e solidariedade “aparentemente pequenas e marginais” podem ter um enorme “valor profético”, “em um mundo ferido por muitos conflitos, no qual se vê com preocupação aumentar a violência, o isolamento, o medo do outro”. É esse o incentivo que Leão XIV dirige, na manhã deste sábado, 22 de agosto, a sacerdotes, consagrados, religiosos e a toda a comunidade eclesial de San Marino-Montefeltro, ao encontrá-los na basílica diocesana, durante a visita pastoral à menor República do mundo.
"Diante dessas tendências inquietantes, a nossa resposta não pode ser outra senão a de trilhar com ainda maior convicção o caminho do Evangelho (…) que ensina e exige atenção aos mais fracos, perdão, comunhão e solidariedade."
Os jovens e a janela para o infinito
Na Basílica, Leão XIV venera as relíquias de San Marino, em um momento de oração, e pede à comunidade eclesial local, citando a carta encíclica Magnifica humanitas, cada um de acordo com seu papel, o compromisso diário de “pequenas e tenazes fidelidades”. Ele se dirige “antes de tudo” aos jovens, citando as palavras proféticas e poéticas do Papa Bento XVI, proferidas em 2011 justamente em San Marino, que os convidavam a “manter aberta a janela para o infinito”.
"Sigam com o olhar da alma os caminhos traçados em vocês pelos grandes anseios de beleza, de bondade e de vida que carregam no coração. Se observarem atentamente os percursos e ouvirem a voz deles, eles os levarão ao alto, ao encontro com Deus, lá onde Ele os busca e os espera."
Os jovens devem, antes de tudo, compreender qual é o chamado que Deus lhes dirige e, em seguida, abraçar “com entusiasmo” sua missão no mundo. Sem medo de fazer “escolhas exigentes, como o matrimônio, a consagração, o ministério ordenado, a vida profissional, o engajamento social e político”. O Papa os exorta a “deixarem-se envolver” em projetos de caridade e justiça, contribuindo assim – como reza o lema escolhido para sua visita à República de San Marino – para dar “um testemunho de paz que fala ao mundo”.
Fortalecer o pacto entre famílias, sacerdotes e educadores
Em seguida, o agradecimento aos sacerdotes, catequistas e a todos os educadores da diocese, fundada há 18 séculos pelos santos Marino e Leão com base nos “princípios cristãos de liberdade, de respeito mútuo e de comunhão”, valores — constata o Pontífice — que a comunidade eclesial e civil continua a levar adiante até hoje “com o mesmo entusiasmo e com a mesma fidelidade”. “É um trabalho discreto, mas muito importante” aquele do qual se dedica ao “crescimento humano e cristão das crianças”. Esse serviço é “humilde e precioso”, pois apoia os pais na missão de educar os filhos na fé: a família, ressalta o Bispo de Roma, é precisamente o seio natural onde “se aprende e se respira diariamente o Evangelho”.
"Por isso, uma pastoral sábia se empenhará em alimentar uma forte sinergia formativa entre famílias e comunidades eclesiais, um pacto educativo, para que os pais se sintam envolvidos, redescubram eles mesmos a fé de maneira nova e tenham a alegria de transmitir aos filhos os valores cristãos dos quais são depositários."
O dom do encontro com Cristo
Do ponto de vista do conteúdo, os “caminhos de crescimento” promovidos por sacerdotes e catequistas devem se concentrar, ressalta Leão XIV, antes de tudo na “beleza e no prazer da vida batismal”, de modo a fortalecer “nas comunidades os caminhos de santidade” e fazer amadurecer a consciência da “própria dignidade profética, sacerdotal e real”. Anunciar o Evangelho – “caminho de liberdade para os homens e as mulheres de todos os tempos” – e ajudar as pessoas que encontramos a encontrar o Deus feito homem é o “maior dom que podemos oferecer”.
"Nessa perspectiva, exercemos a caridade em todas as suas formas, sem economizar, mantendo, porém, sempre no coração e bem presente o bem último e integral das pessoas a quem oferecemos nosso apoio."
A “pequena chama” que vence o individualismo
Justamente o “apoio mútuo” e a “proximidade” dedicados às “pequenas comunidades” nas “regiões mais remotas deste território”, que enfrentam o “despovoamento” e a “falta de serviços”, têm grande importância, ressalta ainda o Papa. Esses testemunhos de proximidade são como “pequenas chamas” das quais sempre se pode recorrer para reacender “o fogo dos valores sólidos”, que mantêm vivo o calor daquela magnífica humanitas à qual é “necessário aspirar”, para vencer o “individualismo”, a “cultura metropolitana e consumista” e o “bairrismo desconfiado e que divide”. Um compromisso diário, acrescenta o Pontífice, que dá novo fôlego “às nossas esperanças de fraternidade e de paz”.
Confiando a realidade eclesial de San Marino à intercessão dos santos Marino e Leão e garantindo um lugar em suas orações pessoais, o Papa recomenda, por fim, a atenção ao valor da “comunhão”: a ser cultivada entre as paróquias, entre os pastores e os fiéis, e entre “os diversos carismas e ministérios”, a fim de dar sempre testemunho de unidade.