sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2026 -11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Não há melhor prevenção contra as drogas do que


 

A MALDIÇÃO DE JERICÓ! Israel com Aline


 

Prontidão (Mt 25,1-13) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 28/08


 

Cinco grandes citações das Confissões de santo Agostinho

Cinco grandes citações das Confissões de santo Agostinho

Santo Agostinho de Hipona Santo Agostinho de Hipona. | Cathopic
 

A Igreja celebra hoje (28) santo Agostinho de Hipona, um dos primeiros Padres da Igreja, doutor da Igreja e teólogo fundamental.

Santo Agostinho foi criado como cristão na infância, mas se afastou da Igreja, teve um filho fora do casamento e aderiu à heresia do maniqueísmo. Sua mãe, santa Mônica nunca deixou de rezar pela volta de seu filho à Igreja.

Das cerca de 5 milhões de palavras que santo Agostinho escreveu em sua vida (354-430 d.C.), suas Confissões tiveram uma influência particularmente duradoura como obra filosófica, teológica, mística e literária. Escritas por volta de 400 d.C., as Confissões detalham como Deus atuou na vida de santo Agostinho e podem ser lidas não só como uma história, mas como uma oração.

Seguem abaixo cinco citações poderosas das “Confissões” de santo Agostinho: 

1.    “Tu nos criaste para Ti, ó Senhor, e nosso coração está inquieto até que encontre descanso em Ti” (Livro I).

2.    “Cheguei a Cartago, onde cantava ao meu redor, em meus ouvidos, um caldeirão de amores profanos. Eu ainda não amava, mas amava amar, e por uma profunda carência, odiava-me por não desejar... Pois dentro de mim havia uma fome daquele alimento interior, Tu mesmo, Meu Deus” (Livro III).

3.    “Mas o que sou eu para mim mesmo sem Ti, senão um guia para minha própria queda?” (Livro IV).

4.    “Eu me lancei, não sei como, sob uma certa figueira, dando vazão total às minhas lágrimas; e as torrentes dos meus olhos jorraram um sacrifício aceitável a Ti” (Livro VIII).

5.    “Tarde te amei, ó Beleza sempre antiga, sempre nova, tarde te amei! Estavas dentro de mim, mas eu estava fora, e foi lá que Te procurei. Em minha falta de amor, mergulhei nas coisas belas que criaste. Estavas comigo, mas eu não estava contigo. As coisas criadas me afastaram de Ti; no entanto, se não estivessem em Ti, não existiriam. Chamaste, gritaste e rompeste a minha surdez. Iluminaste, brilhaste e dissipaste a minha cegueira. Sopraste Tua fragrância em mim; eu a inalei e agora anseio por Ti. Provei-Te, agora tenho fome e sede de mais. Tocaste-me e ardi por Tua paz” (Livro X).

  • (acidigital)

 

SANTO DO DIA - 28 DE AGOSTO: SANTO AGOSTINHO


 

Laudes da Memória de Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja


 

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2026 - 11h00 Missa, na Basílica da Santíssima Trindade


 

Ficai atentos (Mt 24,42-51) Palavra de Deus | Irmã Maria Raquel 27/08


 

Leão XIV pede reforço do valor da liturgia na formação cristã

 


Papa Leão XIV em audiência com os participantes da reunião da Rede Internacional de Legisladores Católicos em 21 de agosto de 2026. | Crédito: Vatican Media.
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Papa Leão XIV em audiência com os participantes da reunião da Rede Internacional de Legisladores Católicos em 21 de agosto de 2026. | Crédito: Vatican Media. Eduardo Berdejo 
 

Em mensagem aos participantes da 76ª Semana Litúrgica Nacional, realizada em Catânia, Itália, o papa Leão XIV pediu o fortalecimento e a recuperação, quando necessário, do valor da liturgia na formação cristã.

A mensagem traz a assinatura do secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, e foi enviada em nome do papa ao arcebispo de Catanzaro, Claudio Maniago, anfitrião do evento que ocorre de 24 a 27 de agosto com o lema Uma Igreja que gera. Liturgia e iniciação cristã.

O texto, datado de 6 de agosto, cita as palavras que o papa dirigiu aos membros da Conferência Episcopal Italiana em sua recente assembleia geral, quando disse que a iniciação cristã "não pode ser pensada só como preparação para os sacramentos", mas como o ventre no qual a comunidade gera a fé e a introduz na vida pascal.

"A unidade entre catequese e celebração tem caracterizado a fecunda generatividade da Esposa de Cristo desde as suas origens, quando os irmãos 'se dedicavam ao ensino dos apóstolos, à comunhão, à fração do pão e à oração' ", diz o texto.

A mensagem diz que "o Santo Padre nos chama a voltar à fonte, fortalecendo e, quando necessário, recuperando, na formação cristã, o valor da liturgia, na qual o mistério de Cristo nos alcança, nos transforma e nos faz nascer como novas criaturas".

A mensagem diz que, em suas audiências de quarta-feira, o papa abordou os documentos do Concílio Vaticano II e disse, na catequese de 3 de junho, que "os ritos da liturgia cristã não são um revestimento exterior do mistério sacramental, um conjunto de cerimônias arbitrárias, mas são a mediação eclesial através da qual o dom divino nos alcança".

Ele diz ser "necessário ensinar como cultivar e apreciar a solenidade sóbria dos gestos litúrgicos, ajudando as pessoas a compreender e viver seus significados do modo mais pleno possível".

Por fim, a mensagem enviada em nome do papa diz que "a liturgia é um lugar privilegiado" para ouvir e compreender a Palavra de Deus e, assim, "é essencial dar a conhecer esse patrimônio àqueles que se aproximam dos caminhos da Iniciação Cristã, ensinando-os a alimentar-se dele frequentemente, com um coração atento e sedento, e fornecendo-lhes as ferramentas adequadas".

"Só assim a fé, nascida do altar, pode alcançar os caminhos da humanidade, dando frutos de bondade, reconciliação e paz", diz o texto enviado aos participantes da 76ª Semana Litúrgica Nacional.

Concílio Vaticano II reformou a liturgia para promover participação ativa, diz Leão XIV

 


Papa Leão XIV concede sua bênção apostólica ao fim da audiência geral de hoje (26) na Basílica de São Pedro, no Vaticano. | Crédito: Vatican Media ??
Papa Leão XIV concede sua bênção apostólica ao fim da audiência geral de hoje (26) na Basílica de São Pedro, no Vaticano. | Crédito: Vatican Media 
 

CIDADE DO VATICANO — O papa Leão XIV descreveu hoje (26) as reformas litúrgicas que se seguiram ao Concílio Vaticano II como necessárias para incentivar a participação ativa dos fiéis.

“Uma vez que os gestos e as palavras da sagrada liturgia são decisivos para concretizar essa experiência, a participação dos fiéis não pode ser passiva”, disse Leão XIV. “A reforma litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II se insere, portanto, na tradição viva da Igreja”.

Em audiência geral hoje no Vaticano, o papa concluiu sua catequese de verão sobre a constituição litúrgica do Concílio Vaticano II, Sacrosanctum concilium. A audiência foi realizada na basílica de São Pedro por causa do calor do verão romano.

Os fiéis não podem ser passivos na liturgia

Leão XIV defendeu a decisão dos padres conciliares no Concílio Vaticano II de reformar a liturgia, citando uma carta que o papa são Paulo VI escreveu quando arcebispo de Milão, Itália, para encorajar a participação dos fiéis.

“Motivado por essas convicções, o futuro papa são Paulo VI disse que os fiéis não podem e não devem mais permanecer em silêncio e passivos. Sua presença física não pode ser conciliada com sua ausência espiritual”, disse Leão XIV.

O papa disse também que a liturgia tem aspectos divinos que não podem mudar e elementos humanos que podem mudar para promover a participação dos fiéis.

“Quando a Igreja faz uma reforma da liturgia — um processo constante de desenvolvimento ao longo dos séculos — é importante distinguir entre os elementos divinos e imutáveis ​​e os elementos humanos, que podem sofrer várias modificações”.

“Surgiu a necessidade de os fiéis celebrarem as liturgias de modo mais consciente e ativo, não como estranhos e espectadores silenciosos, mas participando plenamente do mistério salvífico”, disse Leão XIV.

A reforma litúrgica começou muito antes do Concílio Vaticano II

A liturgia atual da Igreja foi estabelecida em 1969, depois do Concílio Vaticano II. Ela substituiu a antiga liturgia tridentina, padronizada desde o Concílio de Trento, em 1570.

A liturgia tridentina foi substituída depois do Concílio. O papa Bento XVI permitiu maior acesso a ela em 2007, mas o papa Francisco restringiu esse acesso em 2021.

Leão XIV disse também que a reforma litúrgica começou muito antes do Concílio Vaticano II, sob o pontificado de vários papas.

“A constituição apostólica Divini Cultus, de Pio XI, também já havia retomado a necessidade de os fiéis não assistirem às celebrações como estranhos ou espectadores mudos”, disse o papa.

Leão XIV falou também sofre a reforma da liturgia da Semana Santa Tridentina feita pelo papa venerável Pio XII em 1955, que "reorganizou os ritos da Semana Santa, recolocando-os nos horários correspondentes aos acontecimentos pascais, depois de terem sido antecipados por séculos para o período da manhã".

Leão XIV falou também sobre as intervenções do papa são João XXIII, que convocou o Concílio Vaticano II em 1959. Leão XIV disse que são João XXIII contribuiu para a reforma litúrgica da Igreja ao simplificar “as rubricas do Breviário e do Missal, nas quais ele apresentou a definição dos princípios fundamentais de uma reforma litúrgica”.

“A liturgia é uma realidade viva e esteve sempre sujeita a evoluções e mudanças”, disse Leão XIV.

Ao Despertar - Salmo 17 (16)


 

SANTO DO DIA - 27 DE AGOSTO: SANTA MÔNICA


 

Laudes da Memória de Santa Mônica