sábado, 14 de fevereiro de 2026

Ludwig van Beethoven: Symphony No.5 4Pianos 16Hands|ベートーヴェン:交響曲第5番『運命』4台16手


 

Comentário à liturgia do 06º Domingo do Tempo Comum - Ano A


 

O MUNDO CAMINHA PARA O ABISMO! | Pe. Gabriel Vila Verde


 

Leão XIV reza na gruta de Nossa Senhora de Lourdes no Vaticano

 


Papa Leão XIV cumprimenta uma das crianças doentes aos pés de Nossa Senhora de Lourdes nos Jardins do Vaticano ??
Papa Leão XIV cumprimenta uma das crianças doentes aos pés de Nossa Senhora de Lourdes nos Jardins do Vaticano | Crédito: Vatican Media
 

O papa Leão XIV visitou hoje (11), dia de Nossa Senhora de Lourdes, a gruta dedicada à Virgem nos jardins vaticanos para rezar por todos os que sofrem no mundo.

A gruta é uma réplica do santuário francês onde Nossa Senhora apareceu a santa Bernadette Soubirous em 1858, e que recebe milhões de peregrinos todos os anos.

 

O papa Leão XIV reza diante de Nossa Senhora de Lourdes nos Jardins do Vaticano. Crédito: Vatican Media
O papa Leão XIV reza diante de Nossa Senhora de Lourdes nos Jardins do Vaticano. Crédito: Vatican Media

O papa rezou em silêncio diante da Virgem da gruta e, em seguida, acendeu uma vela como sinal de sua oração pelos doentes.

O papa estava com um pequeno grupo de enfermos acompanhados por funcionários do hospital de Lourdes e alguns familiares.

Em um breve discurso improvisado, o papa Leão XIV disse que hoje “é um dia muito bonito que nos lembra da proximidade de Maria, nossa mãe, que sempre nos acompanha e nos ensina tanto: o que significa o sofrimento, o amor e a entrega de nossas vidas nas mãos do Senhor”.

 

O papa saúda os doentes na Gruta de Lourdes, no Vaticano. Crédito: Vatican Media
O papa saúda os doentes na Gruta de Lourdes, no Vaticano. Crédito: Vatican Media

O papa pediu a bênção para os presentes e para todos os doentes “neste dia e sempre”, bem como para todos aqueles que os acompanham, como médicos, enfermeiros e pessoas próximas a eles, “especialmente nos momentos mais difíceis”.

Ao final da saudação, convidou todos a rezarem juntos uma Ave Maria e, depois, conversou individualmente com cada um dos doentes.

 

Leão XIV acende uma vela como sinal de sua oração pelos doentes. Crédito: Vatican Media
Leão XIV acende uma vela como sinal de sua oração pelos doentes. Crédito: Vatican Media

Na Audiência Geral da manhã de hoje, o papa lembrou que hoje é o Dia Mundial do Doente e pediu a Nossa Senhora de Lourdes que interceda por todos os doentes e lhes conceda “as graças que os sustentarão em sua jornada”.

Hoje é celebrado são Valentim, padroeiro dos namorados

 


São Valentim São Valentim
 

Hoje (14), recorda-se a festa de são Valentim, padroeiro dos namorados. Segundo a tradição, durante a perseguição aos cristãos o santo arriscava a sua vida para unir os casais em matrimônio.

Todos os santos se caracterizam por ter amado Deus ao ponto de entregar a vida por Ele através do próximo. Inclusive algumas pessoas foram assassinadas por ódio a este amor a Jesus Cristo e a sua Igreja, por isto são chamados de mártires.

Entretanto, de todos eles, somente são Valentim costuma ser relacionado ao amor de casais. Sua celebração foi associada com a crença comum na Idade Média, principalmente na Inglaterra e na França, de que no dia 14 de fevereiro (ou seja, no meio do segundo mês do ano) as aves começam a acasalar.

Os três mártires são Valentim

Nos antigos martirológios menciona-se no dia 14 de fevereiro pelo menos três santos chamados Valentim, todos eles mártires.

Um deles é mencionado como sacerdote de Roma, outro como bispo em Interamna (atualmente Terni). Ambos aparentemente foram martirizados na segunda metade do século III e sepultados na Via Flaminiana, mas em diferentes locais da cidade.

De ambos se conserva algum tipo de registro, mas são de datas relativamente posteriores e sem valor histórico. Sobre o terceiro são Valentim, foi martirizado na África, junto com outros companheiros.


A provação vai virar testemunho (Mc 8,1-10) Palavra de Deus



Igreja celebra hoje os copatronos da Europa são Cirilo e são Metódio

 


São Cirilo e são Metódio São Cirilo e são Metódio
 

A Igreja universal recorda hoje (14) os irmãos são Cirilo e são Metódio, copatronos da Europa, conhecidos como apóstolos dos escravos.

Antes de entrar na vida religiosa, são Cirilo se chamava Constantino e são Metódio tinha o nome de Miguel.

São Cirilo era monge e evangelizou a Rússia. Além disso, fundou a literatura eslava, escrevendo textos litúrgicos como o missal, o apostolário e outros livros litúrgicos em caracteres “cirílicos”.

No ano 863, dirigiu-se com seu irmão Metódio para evangelizar a Moravia. São Cirilo morreu em Roma em 14 de fevereiro de 896. É possível que tenha sido bispo ou que tenha morrido logo depois de sua ordenação episcopal.

São Metódio chegou a ser ordenado bispo e desenvolveu um incansável trabalho evangelizador em Moravia, Bohemia, Panonia e Polônia. Em seguida, foi arcebispo de Vellehrad (Eslováquia), onde foi preso em 870, devido à oposição do clero alemão.

Alguns o acusaram de herege, mas foi liberado de todas as acusações. Também traduziu a Bíblia à língua eslava. Morreu em 6 de abril de 885, em Vellehrad.

Em 2004, são João Paulo II disse que “é impossível pensar na civilização europeia sem sua herança cristã”.

Hora Sexta de Sábado da 5ª Semana do Tempo Comum


 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Comentário à liturgia do 06º Domingo do Tempo Comum - Ano A


 

Missa desde a Basílica da Santíssima Trindade do Santuário de Fátima 13.02.2026


 

Papa: na Quaresma, abster-se de palavras que ferem o próximo

"Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão" é o título da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma de 2026. O Pontífice convida os fiéis a um "jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro".

Bianca Fraccalvieri - Vatican News

Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”.

Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito.

Escutar

Este ano, o Papa destaca, em primeiro lugar, a importância de dar lugar à Palavra através da escuta, “pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro”.

Escutar a Palavra na liturgia, escreve o Pontífice, nos educa para uma escuta mais verdadeira da realidade. “Entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta.”

Jejuar

Se a Quaresma é um tempo de escuta, prossegue o Papa, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Por implicar o corpo, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo.

No entanto, adverte o Santo Padre, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade e deve incluir também outras formas de privação.

Leão XIV então convida os fiéis a uma forma de abstinência “muito concreta e frequentemente pouco apreciada”, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo.

“Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias.”

Em vez disso, o Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.”

Juntos

O Pontífice conclui recordando que a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum.

“As nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento.”

O Papa encerra sua mensagem exortando os fiéis a pedirem a graça de uma Quaresma que torne os nossos ouvidos mais atentos a Deus e aos últimos.

“Peçamos a força de um jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor. De coração, abençoo todos vocês e o seu caminho quaresmal.”

 

Homilia Diária | A cura da nossa surdez (Sexta-feira da 5ª Semana do Tempo Comum - 12/02/26)


 

Palavra de Vida – fevereiro 2026

  


«Eis que faço novas todas as coisas» (Ap 21, 5)

O livro do Apocalipse – do qual foi tirada esta Palavra de vida – conclui o conjunto dos escritos do Novo Testamento. O título significa revelação e a intenção do autor é ajudar a compreender as realidades últimas, o regresso de Cristo, a derrota definitiva do mal e o aparecimento de um novo Céu e uma nova Terra.

Trata-se de um texto de difícil compreensão, escrito entre os anos 81 e 96 dC. As perseguições aos cristãos eram ferozes. Nas comunidades cristãs o clima era de medo: o que será de nós e da mensagem que nos foi confiada? Porque será que Deus não intervém?

Nestas circunstâncias, o autor deste livro foi enviado pelos Romanos para o exílio, para a ilha de Patmos. Foi aqui que começou a ter uma série de visões, juntamente com a ordem de as escrever.

«Eis que faço novas todas as coisas»

O livro do Apocalipse queria transmitir esperança às comunidades perseguidas: apesar de aquele momento ser difícil e cheio de violência, e mesmo se o futuro era incerto, o bem acabará por triunfar e Deus fará novas todas as coisas.

Também hoje, vendo «o telejornal ou as manchetes dos jornais, há muitas tragédias, e descrevem-se notícias tristes, às quais todos nós corremos o risco de nos habituarmos. […] Mas há um Pai que chora connosco; um Pai que se comove e chora lágrimas de piedade infinita pelos seus filhos. Temos um Pai que sabe chorar, que chora connosco. Um Pai que está à nossa espera para nos consolar, porque conhece os nossos sofrimentos e preparou para nós um futuro diferente. Esta é a grandiosa visão da esperança cristã, que se expande por todos os dias da nossa existência e que nos quer reerguer»[1].

«Eis que faço novas todas as coisas»

Não podemos saber quando e como é que isto vai acontecer e é inútil querer indagar. Mas o certo é que vai acontecer.

«As páginas finais da Bíblia mostram-nos o derradeiro horizonte do caminho do crente: a Jerusalém do Céu, a Jerusalém celeste. Ela é imaginada antes de tudo como uma imensa tenda, onde Deus irá acolher todos os homens para habitar definitivamente com eles (cf. Ap 21, 3). Esta é a nossa esperança. E o que fará Deus quando, finalmente, estivermos com Ele? Terá uma ternura infinita por nós, como um pai ao receber os seus filhos que estão cansados e sofreram intensamente. No Apocalipse, João profetiza: “Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens! […Ele] enxugará todas as lágrimas dos seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição […] Eis que eu faço novas todas as coisas!” (21, 3-5). O Deus na novidade!»[2].

«Eis que faço novas todas as coisas»

Como viver a Palavra de vida deste mês?

«Ela garante-nos que nos encaminhamos para um mundo novo, que se prepara e se constrói desde já. Portanto, não é de modo nenhum um convite ao descompromisso ou à fuga do mundo. De facto, Deus quer renovar todas as coisas: a nossa vida pessoal, a amizade, o amor conjugal, a família; quer renovar a vida social, o mundo do trabalho, da escola, da cultura, do lazer, da saúde, da economia, da política…, numa palavra, todos os setores da atividade humana. E, para fazer isso, Ele precisa de nós. Precisa de pessoas que deixem viver em si mesmas a sua Palavra, que sejam a sua Palavra viva, outros Jesus nos ambientes onde vivem»[3].

Alice, uma jovem cristã, compreendeu que para seguir a sua vocação era necessária uma mudança profunda, de modo a permitir que Deus agisse plenamente na sua vida e a tornasse nova. Como uma “dádiva enorme”, teve a oportunidade de viver uma experiência na India. Ali, experimentou uma alegria autêntica e sentiu-se imersa na graça de Deus, até nos momentos difíceis. Dedicou os seus dias à oração, à vida comunitária e ao serviço de voluntariado. As crianças do orfanato tocaram-na profundamente: apesar de não possuírem nada, mostravam um entusiasmo incrível e ensinaram-lhe muito sobre a vida. Não foi apenas uma viagem, foi uma peregrinação, um caminho feito de “subidas e descidas”, onde teve que “esvaziar a mochila”, encontrando enriquecimento e libertação.

Texto preparado por Augusto Parody Reyes e pela equipa da Palavra de Vida

[1] Cf., Papa Francisco, Audiência Geral de 23 agosto de 2017. Catequese sobre a Esperança cristã. [2] Ibid. [3] Cfr. C. Lubich, Palavra de Vida de abril de 1989, in Parole di Vita, a/c Fabio Ciardi, (Opere di Chiara Lubich 5), Città Nuova, Roma, 2017, p. 429.



(focolares – fevereiro 26)

SANTO DO DIA - 13 FEVEREIRO: SANTA CATARINA DE RICCI

 


Laudes de Quinta-feira da 2ª Semana do Tempo Comum