quinta-feira, 13 de outubro de 2011

SORRIR FAZ BEM




HERANÇA


Uma avó está a morrer e manda chamar o neto. "meu querido, vou morrer em
breve mas quero que saibas que te deixo a quinta, os tractores e
debulhadoras, os cavalos, vacas, cabras e mais animais, o estábulo e
todas as plantações, além de 22.450.00€. Trata tudo com cuidado".

Eh pá, avó eu nem sabia que tinhas uma quinta. Onde fica?" pergunta o neto.

A avó dá um último suspiro antes de morrer e responde:"No facebook".


CURVA PERIGOSA

O Môdiê Mwangolê estava a guiar numa estrada, quando viu uma esplaca que dizia:

'Curva Perigosa à Esquerda'.

Então ele não teve dúvidas: Virou à direita!


DE QUE VALE SABER LÍNGUAS?

Um alemão, procurando orientação sobre o caminho, pára o seu carro ao lado de outro com dois alentejanos dentro.


O alemão pergunta:
- 'Entschuldigun, können sie Deutsch sprechen?'

Os dois alentejanos ficaram mudos.

Tentou de novo:
- 'Excusez-moi, parlez vous français?'

Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.
-
'Prego signori, parlate italiano?'

Nada por parte dos alentejanos.
-
'Hablan ustedes español?'

Nenhuma resposta.
-
'Please, do you speak English?'

Nada. Angustiado, o alemão desiste e vai-se embora.

Um dos alentejanos vira-se para o outro e diz:
- Talvez devêssemos aprender uma língua estrangeira...

Mas para quê, compadre? Aquele gajo sabia cinco... E adiantou-lhe alguma coisa?


(Enviado por alguns amigos)


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brasil festeja Nossa Senhora Aparecida

Arquidioceses do país

comemoram Festa

de Nossa Senhora Aparecida






Fiéis no Santuário de Aparecida, no interior de São Paulo
Nesta quarta-feira, 12, a Igreja do Brasil celebra a Festa da Padroeira do país, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Para se preparar para a ocasião, as arquidioceses e dioceses brasileiras promoveram novenas e Missas e, para vivenciar este dia de festa, organizaram cerimônias especiais em homenagem à Virgem Maria.

No Santuário de Aparecida, no interior de São Paulo, haverá diversas Missas durante o dia, a Missa Solene da Festa da Padroeira está marcada para às 10h, e será presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis.

Em São Paulo, a Celebração oficial em honra à Virgem de Aparecida acontecerá na Paróquia São Luiz Gonzaga, na região da Brasilândia. A Missa será presidida pelo Arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e contará com a presença da imagem recebida às margens do Rio Tietê.

No Rio de Janeiro, este ano, as festividades em homenagem a Nossa Senhora irão dividir a atenção com a comemoração pelos 80 anos do Cristo Redentor. A partir das 10h, o arcebispo local, Dom Orani João Tempesta presidirá uma solene Missa aos pés da estátua.

Por sua vez, a Arquidiocese de Salvador marcará a data festiva pela Virgem de Aparecida especialmente na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Catarina de Sena, com procissão em direção à Igreja da Matriz, onde será celebrada uma Missa solene pelo bispo auxiliar de Salvador, Dom Gregório Paixão. Esta festa terá como tema "Nossa Senhora Aparecida, reflexo do coração materno de Deus".

E na Arquidiocese de Belo Horizonte, o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida será lembrado por uma Missa presidida pelo bispo auxiliar local, Dom Luiz Gonzaga Fechio, e concelebrada pelos padres das 76 paróquias da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida na Praça da Cemig, Contagem. Esta comemoração é realizada há 20 anos e reúne sempre milhares de fiéis.


CançaoNova

Da Redação, com Gaudium Press


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Oração da Tarde




Senhor, ao acabar mais um dia,

quero dizer-Te obrigado

por tudo aquilo

que recebi de Ti.


Obrigado pela vida e pelo amor,

pelas flores, pelo ar e pelo sol,

pela alegria e pela dor...


Ofereço-Te tudo o que fiz:

o trabalho que pude realizar,

as coisas que passaram pelas minhas mãos

e o que com elas pude construir.


Mas também, Senhor,

hoje quero pedir- Te perdão:

Perdão pelo tempo perdido,

pelo dinheiro mal gasto,

pela palavra inútil e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito,

perdão por viver sem entusiasmo.

e

Também pela oração que aos poucos fui adiando

e por todos meus esquecimentos, descuidos e silêncios...



(Enviado pelo Aníbal)



Peço a tua benção, Senhor!


Vaticano/Portugal: Papa nomeia novo bispo auxiliar para Lisboa


D. Nuno Brás, reitor do seminário dos Olivais,

torna-se o mais recente membro do episcopado nacional


Lisboa, 10 out 2011 (Ecclesia) – Bento XVI nomeou hoje como bispo auxiliar de Lisboa D. Nuno Brás, de 48 anos, até agora reitor do seminário dos Olivais, no patriarcado, revelou a Nunciatura Apostólica em Portugal, em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.


O Papa atribui ao mais recente membro do episcopado nacional o título de bispo de Elvas.


D. Nuno Brás da Silva Martins nasceu a 12 de maio de 1963 no Vimeiro, Lourinhã (patriarcado de Lisboa), e foi ordenado padre em julho de 1987.


Doutorado em Teologia Fundamental pela Universidade Pontifícia Gregoriana (Roma), o futuro auxiliar do patriarcado foi vigário paroquial de Nossa Senhora dos Anjos, diretor do semanário diocesano ‘Voz da Verdade’ (cargo a que regressou no início de 2011) e professor na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, tendo publicado a tese ‘Cristo, o Comunicador Perfeito: Delineamento de Uma Teologia da Comunicação à luz da Instrução Pastoral Communio et Progressio’, pelas Edições Didaskalia, da UCP.


Em 2002, o novo bispo foi nomeado reitor do Colégio Pontifício Português de Roma, cargo no qual foi sucedido por D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda, recentemente ordenado.


De regresso à capital portuguesa, D. Nuno Brás assumiu os cargos de reitor do seminário maior de Cristo Rei (Olivais) do desde 2005 e diretor do departamento de comunicação do patriarcado de Lisboa desde 2010.


O patriarcado de Lisboa, cujo território não coincide com o do distrito, engloba mais de 2,3 milhões de pessoas (1,9 milhões de católicos) e perto de 300 paróquias.


O cardeal-patriarca, D. José Policarpo, tinha como bispos auxiliares D. Carlos Azevedo e D. Joaquim Mendes, aos quais se junta agora D. Nuno Brás.


domingo, 9 de outubro de 2011

Hoje é o dia do Senhor

28º Domingo do Tempo Comum




O Banquete e os convidados


Nos últimos domingos, refletimos

sobre a realidade da IGREJA: como uma "Vinha"

e nós éramos convidados a trabalhar nessa vinha.

Hoje: As leituras nos falam de um BANQUETE solene

ao qual somos todos convidados a participar...


Na 1ª leitura, temos uma visão profética de Isaías, em que nos fala

de um banquete preparado por Deus para todos os povos. (Is 25, 6-10a)


Para o Povo da Bíblia, o banquete sempre foi sinal de amizade, partilha, momento em que se trocam presentes.

Mas esse banquete seria especial, pois será promovido pelo próprio Deus.

Como presentes, Deus irá acabar com as lágrimas, o luto e a tristeza

e sobretudo oferecerá a vitória sobre a morte.

* Esse Banquete expressa a esperança humana num futuro de alegria

e de Salvação para todos.


A 2ª Leitura mostra que a força de Cristo ressuscitado sustenta Paulo

em meio às dificuldades:"Tudo posso naquele que me dá força". (Fl 4.12-14.19-20)


No Evangelho, Jesus retoma essa imagem do Banquete. (Mt 22, 1-14)


O Reino de Deus é comparado ao Banquete para uma festa de casamento.

- O Rei é Deus que organiza a festa de núpcias de seu Filho (Jesus).

- A Esposa é a humanidade inteira... a própria Igreja....

- O Banquete representa a felicidade dos tempos messiânicos.

Quem acolhe o convite experimenta profunda alegria...

- Os Servos representam os profetas... Os Apóstolos... e todos nós...

- Os Convidados ao longo do caminho... são os homens do mundo inteiro...

os pecadores e os desclassificados o acolheram de braços abertos.

- Os Primeiros convidados não entram na festa: representam os líderes de Israel,

preferem seus interesses, estão satisfeitos com sua estrutura religiosa...

- O Convidado sem o traje nupcial foi retirado da sala.

Aceitou o convite, mas não vestiu o traje apropriado...


+ Alguns convidados recusam... Se a festa é tão boa, por que alguns recusam?

A parábola fala de dois tipos de recusa:

- Indiferentes, que preferem cuidar de seus negócios particulares e

não são motivados para a busca da alegria coletiva...

- Violentos: Os que eliminam os que se empenham na construção do Reino.

Os que não querem mesmo que a festa aconteça...


+ Todos são convidados:

Deus não desiste. Continua chamando:

"Ide pelas encruzilhadas... e convidai todos os que encontrardes..."

E esses aceitam o convite e participam do banquete.

E a sala do festim ficou cheia de convivas... "bons e maus..."


+ Não basta ser convidado e entrar na sala do banquete:

Um até foi expulso... não tanto porque não tinha a roupa do banquete,

mas porque não tinha a disposição correta para participar da festa.


+ E conclui: "Muitos são os chamados... poucos os escolhidos..."

Não quer dizer que poucos se salvam... mas sim que o número

é inferior ao dos chamados... por não corresponder ao chamado divino.


+ E Deus continua convidando...

"Ide pelas encruzilhadas, pelas periferias das cidades e

convidai a todos os que encontrardes..."


+ Cristo nos convida também para o Banquete da Eucaristia...

"Felizes os convidados para o banquete de núpcias do Cordeiro!" (Ap 9, 19)

- Aceitamos, com alegria, esse convite ou

encontramos inúmeras desculpas para não comparecer?

- Nesse Banquete, "participamos" revestidos de uma roupagem de fé

em plena COMUNHÃO com Deus e com os irmãos,

procurando viver intensamente a presença de Cristo no meio de nós?

- Ou apenas "assistimos" a missa por motivos humanos?

- A nossa participação no banquete nos torna merecedores

de sermos "convidados" e também "escolhidos"?


+ A Igreja continua convidando...

A grande função da Igreja é chamar para essa festa

A mesa do banquete está preparada e os convidados somos todos nós,

mas quantos continuam não tendo tempo...

Não basta pertencer materialmente a Cristo e à Igreja,

mas, no fundo do coração, não ser de Cristo, nem para Cristo...

Ser convidado ao banquete não é somente vir à igreja,

acompanhar procissões e receber os sacramentos.

Isto é importante, mas deve nos levar a melhorar o mundo,

trabalhando pela libertação evangélica dos irmãos

em todos os lugares onde a vida está sendo ameaçada.


+ Qual a nossa resposta?

Estou no primeiro, ou no segundo grupo?


- dos primeiros que encontram motivos, desculpas, talvez até importantes,

mas que impedem de participar do Banquete divino?

Dos que estão tão imersos nos afazeres terrenos,

que julgam tempo perdido pensar em Deus e na vida eterna...


- ou do segundo grupo, dos humildes, encontrados nas encruzilhadas...

mas que acolhem com alegria o convite do Senhor e

provam a alegria profunda da festa preparada pelo Senhor?


A mesa do banquete está preparada. e o convidado é também você...

A decisão é sua... São muitos os convidados, quase ninguém tem tempo...


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 09.10.2011

sábado, 8 de outubro de 2011

O meu pé de trigo.

"O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTA.

PARA AS ÁGUAS TRANQUILAS ME CONDUZ

E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS..."







A “minha”erva secou, tornou-se muito áspera e frágil. Com mais atenção,constatei que a razão desta súbita aparência não era a doença, mas apenas falta de água.


Falta de água!?... Como, se ela tinha água corrente, fresca e abundante ali ao lado...


Por que não estendeste as tuas raízes na direcção da água para te alimentares, refrescares e continuares a viver?

Por que deixaste que outras parasitassem ao teu redor, levando-te cada vez mais para longe da “água viva”?


O joio é uma erva daninha, muito resistente e que nasceu junto do “meu” pé de trigo para lhe tirar a seiva. Ilusão das ilusões: ele é companhia agradável, dá sugestões de vida boa, opulenta, de estrelado, de poder, do “eu posso, eu sei tudo”...

Tanto foi o rodopio que, sem dar por isso, o “meu” pé de trigo foi-se afastando da única fonte de vida, e morreu.


Todavia, ao ler hoje o Sl 119 (118) e Sb 9 1-6.9-11 senti uma nova força e a seiva foi-me vivificando devagarinho à medida que eu ia interiorizando a Palavra de Deus:

E o Senhor ensinou-me, mais uma vez, que é preciso pedir que me ressuscite e dê sabedoria porque sou uma parva ignorante que não entendo nada. Preciso pedir porque sou livre de fazer as minhas escolhas e por isso responsável por elas. Por isso,agora gritei por socorro.


Deus perdoa sempre a quem se arrepende e porque nos ama infinitamente, escuta sempre aquele que pede.


Alguns versículos que foram a fonte desta partilha:


... ouvi-me, Senhor

salvai-me.

Imploro o vosso auxílio... e espero na vossa palavra.

fazei-me viver segundo os vossos juízos.


Dai-me a sabedoria...

porque eu sou...um homem fraco...

incapaz de compreender a justiça e as leis.

Enviai-a...

Esteja comigo e tome parte nos meus trabalhos,

para que eu saiba o que vos é agradável.”





sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Aún en el desierto se puede decir: “nada me falta”




CAMINEO.INFO.- En el marco de la Audiencia General, Benedicto XVI dedicó su Catequesis al Salmo 23 explicando que la figura del pastor y las imágenes que contiene han acompañado la historia del pueblo de Israel, y recordando que toda la fuerza evocativa del Salmo llega a su plenitud con Jesucristo, el Buen Pastor.


Texto completo de la Catequesis del Papa en la Audiencia del 5 de octubre de 2011:

Queridos hermanos y hermanas
Dirigirse al Señor en la oración implica siempre un radical acto de confianza, en la conciencia de encomendarse a Dios que es bueno «misericordioso y rico en piedad, lento a la ira y rico de amor y fidelidad» (Es 34,6-7; Sal 86,15; cfr Gl 2,13; Gn 4,2; Sal 103,8; 145,8; Ne 9,17).

Por ello hoy quisiera reflexionar con ustedes sobre un Salmo totalmente impregnado de confianza, en el que el Salmista expresa su serena certeza de que está guiado y protegido, puesto a salvo de todo peligro, porque el Señor es su pastor. Se trata del Salmo 23 - según la tradición greco-latina 22 - un texto familiar para todos y amado por todos.

«El Señor es mi Pastor, nada me falta»: así comienza esta bella oración, evocando el ambiente nómada de la pastoricia y la experiencia de conocimiento recíproco que se establece entre el pastor y las ovejas que componen su pequeño rebaño. La imagen evoca una atmosfera de confianza, intimidad y ternura: el pastor conoce a sus ovejitas una por una, las llama por su nombre y ellas lo siguen porque lo reconocen y se fían de él (cfr Jn 10,2-4). Él las cuida, las custodia como bienes preciosos, dispuesto a defenderlas, a garantizar su bienestar, a hacerlas vivir en la tranquilidad. Nada puede faltar si el pastor está con ellas. A esta experiencia se refiere el Salmista, llamando a Dios su pastor y dejándose guiar por Él hacia praderas seguras:«En verdes praderas me hace recostar, me conduce hacia fuentes tranquilas y repara mis fuerzas. Me guía por el sendero justo, por el honor de su nombre » (vv. 2-3).

La visión que se abre a nuestros ojos es la de praderas verdes y fuentes de agua límpida, oasis de paz hacia donde el pastor acompaña a la grey, símbolos de los lugares de vida hacia donde el Señor conduce al Salmista, el cual se siente como las ovejas recostadas sobre la yerba al lado de un manantial, en situación de reposo, no en tensión o en estado de alarma, sino confiadas y tranquilas, porque el lugar es seguro, el agua es fresca y el pastor vela sobre ellas. No olvidemos aquí que la escena evocada por el Salmo está ambientada en una tierra cuya amplia parte es desértica, abrasada por el sol, donde el pastor seminómada medio oriental, vive con su rebaño en las estepas resecas que se extienden alrededor de las aldeas. Pero el pastor sabre encontrar dónde están la yerba y el agua fresca, esenciales para la vida, sabe llevar al oasis en el que el alma “repara sus fuerzas” y es posible encontrar nuevas energías para reanudar la marcha.

Come dice el Salmista, Dios lo guía hacia «verdes praderas» y « fuentes tranquilas», donde todo es sobreabundante, todo es donado copiosamente. Si el Señor es el pastor, aun en el desierto, lugar de ausencia y de muerte, no falta la certeza de una radical presencia de vida, de forma que se puede decir: «nada me falta». El pastor, en efecto, anhela de corazón el bien de su grey, adecua sus propios ritmos y exigencias a las de sus ovejas, camina y vive con ellas, guiándolas por senderos “justos”, es decir adecuados para ellas, atento a sus necesidades y no a las propias. La seguridad de su rebaño es su prioridad y a ésa obedece cuando lo guía.

Queridos hermanos y hermanas, también nosotros, como el Salmista, si caminamos detrás del “Pastor bueno”, por cuán difíciles, tortuosos o largos puedan parecer los senderos de nuestra vida – a menudo también en una zona desértica espiritualmente, sin agua y con un sol de racionalismo abrasador - si seguimos la guía del Buen Pastor Cristo estemos seguros de que vamos por los senderos justos y que el Señor nos guía y está a nuestro lado siempre y que nada nos ha de faltar.

Por ello el Salmista puede afirmar una tranquilidad y una seguridad sin incertidumbres y sin temores:«Aunque camine por cañadas oscuras, nada temo, porque Tú vas conmigo. Tu vara y tu callado me sosiegan.» (v. 4).

El que va con el Señor aun en las cañadas oscuras del sufrimiento, de la incertidumbre de todos los problemas humanos, se siente seguro. Tú estas conmigo. Ésta es la certeza que nos impulsa.

La oscuridad de la noche da miedo, con sus sombras cambiantes, la dificultad de distinguir los peligros, su silencio lleno de ruidos indescifrables. Si el rebaño se mueve después de la puesta del sol, cuando la visibilidad se vuelve incierta, es natural que las ovejas estén inquietas, hay riesgos de tropezar o de alejarse y perderse, así como el temor de que posibles agresores se escondan en la oscuridad. Para hablar de la cañada “oscura”, el Salmista usa una expresión hebraica que evoca las tinieblas de la muerte, por lo que la cañada que hay que atravesar es un lugar de angustia, de amenazas terribles, de peligro de muerte. Y, sin embargo, el orante procede seguro, sin miedo, porque sabe que el Señor está con él. Aquel « Tú vas conmigo» es una proclamación de confianza inquebrantable y sintetiza una experiencia de fe radical; la cercanía de Dios trasforma la realidad, el valle oscuro pierde todo peligro, se vacía de toda amenaza. Ahora eI rebaño puede caminar tranquilo, acompañado por el ruido familiar del bastón, que golpeando sobre la tierra, señala la presencia tranquilizadora del pastor.

Esta imagen confortante cierra la primera parte del Salmo y deja paso a una escena distinta. Estamos aún en el desierto, donde el pastor vive con su rebaño, pero ahora somos llevados debajo de su tienda, que se abre para dar hospitalidad: « Tú preparas ante mí una mesa, frente a mis enemigos; unges con óleo mi cabeza y mi copa rebosa». (v. 5).

Ahora el Señor viene presentado como Aquel que acoge al orante, con muestras de una hospitalidad generosa y llena de atenciones. El huésped divino prepara la comida sobre “la mensa”, un término que en lengua hebrea indica, en su sentido primitivo, la piel del animal que venía extendida en el suelo y sobre la cual se ponían las viandas para el ágape en común. Es un gesto de compartir no solamente la comida sino también la vida, en una ofrenda de comunión y de amistad que crea lazos y expresa solidaridad. Y luego está el don generoso del aceite perfumado sobre la cabeza, que le alivia del sol abrasador del desierto, refresca y suaviza la piel y eleva el espíritu con su fragancia. Por último, el vaso lleno le añade una nota de celebración, con su buen vino, compartido con generosidad abundante.

Comida, aceite y vino son los dones que hacen vivir y dan alegría porque van más allá de lo estrictamente necesario y expresan la gratuidad y la abundancia del amor. Proclama el Salmo 104, celebrando la bondad de la providencia del Señor: “Tú Haces brotar la hierba para el ganado y las plantas que el hombre cultiva, para sacar de la tierra el pan 15 y el vino que alegra el corazón del hombre, para que él haga brillar su rostro con el aceite y el pan reconforte su corazón. (vv. 14-15). El salmista es objeto de tanta atención, por lo que se le puede ver como un viajero que encuentra refugio en una tienda de campaña hospitalaria, mientras que sus enemigos tienen que pararse y mirar, sin poder intervenir, ya aquel que consideraban su presa ha sido puesto al seguro, y se ha convertido en huésped sagrado, intocable. El salmista somos nosotros si somos verdaderos creyentes en la comunión con Cristo. Cuando Dios abre su tienda de campaña para acogernos, nada puede hacernos daño.

Cuando después el viajero parte de nuevo, la protección divina se prolonga y lo acompaña en su viaje: “Tu bondad y tu gracia me acompañan a lo largo de mi vida; y habitaré en la Casa del Señor, por muy largo tiempo. (v. 6).

La bondad y la fidelidad de Dios son la escolta que acompañan al Salmista que sale de la tienda y vuelve a ponerse en camino. Pero es un camino que adquiere un nuevo sentido, y se convierte en peregrinación hacia el Templo del Señor, el lugar santo en el que el viajero quiere “habitar” para siempre y donde quiere también “volver”. El verbo en hebreo que tiene el significado de “volver”, con una pequeña modificación vocálica quiere decir “habitar”, y así viene expresado en las antiguas versiones y en la mayoría de las traducciones modernas. Ambos significados pueden ser mantenidos: volver al Templo y habitar en él es el deseo de cualquier israelita, porque es habitar cerca de Dios, estar cerca de Él y de bondad y el anhelo y el deseo de todo creyente es poder vivir verdaderamente donde está Dios, cerca de Dios. El seguimiento del Pastor lleva a su casa, es ella la meta de todos los caminos, oasis deseado en el desierto, tienda de refugio en la fuga de los enemigos, lugar de paz donde comprobar la bondad y el amor fiel de Dios, día tras día en la alegría serena de un tiempo sin fin.

Las imágenes de este Salmo, con su riqueza y profundidad, han acompañado toda la historia y la experiencia religiosa del pueblo de Israel y acompañan a los cristianos. La figura del Pastor, en particular, evoca el tiempo originario del Éxodo, el largo camino en el desierto, como un rebaño bajo la guía del Pastor divino (cfr Is 63,11-14; Sal 77,20-21; 78,52-54).

Y en la Tierra Prometida era el rey quien tenía la tarea de apacentar la grey del Señor, como David, el pastor elegido por Dios y figura del Mesías (cfr 2Sam 5,1-2; 7,8; Sal 78,70-72).
Después, tras el exilio de Babilonia, casi en un nuevo Éxodo (cfr Is 40,3-5.9-11; 43,16-21), Israel vuelve a ser llevado a la patria como una oveja perdida y vuelta a encontrar, reconducida por Dios a los exuberantes pastos y lugares de descanso (cfr Ez 34,11-16.23-31).

Pero es en el Señor Jesús que toda la fuerza evocativa de nuestro Salmo se completa, encuentra su pleno significado: Jesús es el "Buen Pastor" que va en busca de la oveja perdida, que conoce a sus ovejas y da su vida por ellas (cfr Mt 18,12-14; Lc 15,4-7; Gv 10,2-4.11-18).

Él es el camino, el camino correcto que nos conduce a la vida (cf. Jn 14,6), la luz que ilumina el valle oscuro y vence todo nuestro miedo (cf. Jn 1,9, 8,12, 9,5, 12, 46). Él es el huésped generoso que nos acoge y nos pone a salvo de los enemigos preparando la mesa de su cuerpo y su sangre (cfr Mt 26,26-29; Mc 14,22-25; Lc 22,19-20) y aquella definitiva del banquete mesiánico en el Cielo (cfr Lc 14,15ss; Ap 3,20; 19,9). Él es el Pastor real, rey en la mansedumbre y en el perdón, entronizado en el madero glorioso de la cruz (cfr Gv 3,13-15; 12,32; 17,4-5).

Queridos hermanos y hermanas, el Salmo 23 nos invita a renovar nuestra fe en Dios, abandonándonos totalmente en sus manos. Pidamos, pues. con fe que el Señor nos conceda, también en los caminos difíciles de nuestro tiempo, caminar siempre sobre sus senderos como grey dócil y obediente, que nos acoja en su casa, en su mesa, y nos conduzca a «aguas tranquilas», para que, en la acogida del don de su Espíritu, podamos beber de sus fuentes, las fuentes de esa agua viva "que brota para la vida eterna" (Jn 4,14;. cf 7:37-39). Gracias.

RADIO VATICANA

Thu, 06 Oct 2011 07:02:00

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Oração de Vèsperas
















"Nós Vos damos graças, Senhor,
pelo dia que termina,
e imploramos a vossa misericórdia,
para que nos perdoais todas as faltas
que por fragilidade cometemos neste dia.
Por nosso Senhor. "

Telefones de Emergência



    - Sentes-te confuso num turbilhão de contradições em que estamos envolvidos nesta sociedade desencantada?

    Então liga para: Sl 95 (94)



ASSIM TE FALA O SENHOR



SE HOJE ESCUTARES A SUA VOZ
NÃO ENDUREÇAIS O CORAÇÃO.

Vinde, cantemos ao Senhor,
aclamemos o rochedo que nos salva;
Vamos à Sua presença dando graças,
aclamando-o com cânticos e salmos.

Porque o Senhor é um Deus grande,
maior que todos os deuses;
d`Ele é o mar, d`Ele é a terra,
d`Ele são os cimos dos montes.

Vinde, prostremos em terra,
bendizendo o Senhor nosso criador.
Porque Ele é o nosso Deus, e nós o seu povo,
somos o seu rebanho, as ovelhas que Ele conduz.

Oxalá! Oxalá escuteis hoje a Sua voz:
"Não endureceis o coração!
como em Meriba, como no dia de Massa no deserto,
onde vossos pais duvidaram de mim,
apesar de terem visto as minhas obras ..."

SE HOJE ESCUTARES A SUA VOZ
NÃO ENDUREÇAIS O CORAÇÃO.


(Como acabaste de ler, o Senhor pede que abras o teu coração para escutares o que Ele tem para te dizer. Não faças como aqueles que se fecham para não escutarem a Voz da verdade. Por que Deus sabe o que se passa contigo e mesmo assim Ele ama-te tal qual tu és. Não tenhas medo do amor. Abre-te à Sua Voz. Louva e agradece-lhe por te querer tanto!)



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ver y Creer: “Profeta en su patria”




CAMINEO.INFO.- Benedicto XVI estuvo en Alemania del 22 al 25 de septiembre. Allí, en su patria, pronunció trece alocuciones, entre discursos y homilías. Sus palabras permiten observar al Papa como un profeta de los tiempos post-modernos, como un hombre plenamente consciente de la crisis religiosa de estos tiempos y como un visionario. Enseguida, una selección de los textos:

-Discurso en Castillo Bellevue de Berlín con el presidente Christian Wulff: "Con relación a la religión hay en la sociedad una progresiva indiferencia que, en sus decisiones, considera la cuestión de la verdad más bien como un obstáculo, y da por el contrario la prioridad a consideraciones utilitaristas"

-Discurso ante Parlamento: La política debe ser un compromiso por la justicia y crear así las condiciones básicas para la paz. …Servir al derecho y combatir el dominio de la injusticia es y sigue siendo el deber fundamental del político".

-Discurso a representantes de comunidad judía: "Judíos y cristianos tienen una responsabilidad común para el desarrollo de la sociedad, que entraña siempre una dimensión religiosa. Que todos los interesados continúen juntos este camino".

-Homilía en Estadio olímpico de Berlín: "Algunos miran a la Iglesia, quedándose en su apariencia exterior. De este modo, la Iglesia aparece únicamente como una organización más en una sociedad democrática, a tenor de cuyas normas y leyes se juzga y se trata una figura tan difícil de comprender como es la Iglesia. Si a esto se añade también la experiencia dolorosa de que en la Iglesia hay peces buenos y malos, grano y cizaña, y si la mirada se fija sólo en las cosas negativas, entonces ya no se revela el misterio grande y profundo de la Iglesia".

-Discurso a representantes de comunidades musulmanas: "Es posible una colaboración fecunda entre cristianos y musulmanes, por ejemplo en la tutela de la familia fundada sobre el matrimonio, en el respeto de la vida en cada fase de su desarrollo natural o en la promoción de una justicia social más amplia".

-Homilía en Celebración ecuménica con evangélicos y protestantes: "En este tiempo, nuestro primer servicio ecuménico debe ser el testimoniar juntos la presencia del Dios vivo y dar así al mundo la respuesta que necesita".

-Discurso en convento de Martín Lutero a representantes del Consejo de Iglesia Evangélica: "Fue un error de la edad confesional haber visto mayormente aquello que nos separa, y no haber percibido en modo esencial lo que tenemos en común en las grandes pautas de la Sagrada Escritura y en las profesiones de fe del cristianismo antiguo".

-Homilía en Santuario de la Virgen de Etzelbach: "La devoción mariana se concentra en la contemplación de la relación entre la Madre y su divino Hijo. Los fieles han encontrado siempre nuevos aspectos y títulos que nos pueden esclarecer este misterio como, por ejemplo, la imagen del Corazón Inmaculado de María, símbolo de la unidad profunda y sin reserva con Cristo en el amor".

-Discurso a representantes ortodoxos: "Es igualmente importante continuar el trabajo para aclarar las diferencias teológicas, porque su superación es indispensable para el restablecimiento de la plena unidad, que deseamos y por la que oramos. Hemos de continuar nuestros esfuerzos de diálogo en la cuestión del primado, para su justa comprensión".

-Discurso al Comité de católicos alemanes: "Vivimos en un tiempo caracterizado en gran parte por un relativismo subliminal que penetra todos los ambientes de la vida. A veces, este relativismo llega a ser batallador, dirigiéndose contra quienes afirman saber dónde se encuentra la verdad o el sentido de la vida. Y notamos cómo este relativismo ejerce cada vez más un influjo sobre las relaciones humanas y sobre la sociedad".

-Homilía de la Misa en aeropuerto de Friburgo: "Profesamos nuestra fe en Dios Todopoderoso, Creador del cielo y de la tierra. Nos alegramos y agradecemos que Él sea todopoderoso. Pero, al mismo tiempo, debemos darnos cuenta de que Él ejerce su poder de manera distinta a como suelen hacer los hombres. Él mismo ha puesto un límite a su poder al reconocer la libertad de sus creaturas".

-Discurso a católicos comprometidos: "Desde hace decenios, asistimos a una disminución de la práctica religiosa, constatamos un creciente distanciamiento de una notable parte de los bautizados de la vida de la Iglesia. …A la beata Madre Teresa le preguntaron una vez cuál sería, según ella, lo primero que se debería cambiar en la Iglesia. Su respuesta fue: -usted y yo-".

-Discurso de despedida en aeropuerto de Lahr: "De esta experiencia crece al final la certeza de que Donde está Dios, allí hay futuro. …Regreso ahora a Roma con muchas experiencias y recuerdos de estos días en mi patria profundamente grabados."



Roberto O´Farrill Corona

Sat, 01 Oct 2011 15:01:00



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Desprendimiento de los bienes materiales


Conmemoramos hoy a san Francisco de Asís que, entre sus muchas virtudes, nos da ejemplo especialmente notorio de la virtud de la pobreza. Como es sabido, Francisco, de familia acomodada y con un futuro "prometedor", en el sentido humano y material de la palabra, quiso desprenderse de su hacienda y de los posibles proyectos de progreso mundano, para dedicarse a Dios y a la difusión del Evangelio. Esa opción suya, que podría parecer para los ojos de muchos un ideal poco interesante, resultó, en cambio, enormemente atractiva para cientos y miles que, siguiendo su ejemplo, se han desprendido de los bienes terrenos para seguir más libremente a Dios, animando a todos a descubrir en Él el auténtico valor para los hombres.

Meditamos, pues, en la contingencia y fragilidad de los bienes terrenos y en el ejemplo de pobreza que nos ofrece este gran santo que hoy celebramos, a quien podemos encomendarnos para que el Señor nos conceda amar esta virtud –la pobreza–, que él calificaba de "señora" para significar su importancia. Las cosas, incluso las que se nos presentan con su atractivo más atrayente, no dejan en ningún caso de ser caducas; bienes que nos llenan –y sólo hasta cierto punto– hoy o durante una temporada; tal vez en algún caso, por "toda la vida", pero nada más. Y es que, para un hombre con fe, esto es muy poco, porque es muy poco "toda la vida". Sería, por tanto, un contrasentido incoherente proponerse, como objetivo de nuestra vida entera, la felicidad que puedan proporcionar las riquezas.

Por lo demás, cuando las riquezas se valoran en sí mismas, se conviertan en un poderoso obstáculo para la santidad, para la posesión de Dios, único objetivo que puede colmarnos en plenitud. Se hace necesario, por tanto, un efectivo desprendimiento de los bienes terrenos –que san Francisco practicó con heroísmo– y es condición para la Caridad: para el amor a Dios, en que consiste la santidad: Nadie puede servir a dos señores, porque o tendrá aversión al uno y amor al otro, o prestará su adhesión al primero y menospreciará al segundo: no podéis servir a Dios y a las riquezas. Así se expresaba Jesús, para dejarnos claro que la preocupación por los bienes materiales, en sí mismos, no es compatible con la salvación. Agradezcamos al Señor los medios materiales de que disponemos, fomentando incluso la ilusión de poder contar con más y mejores medios, pero que sean instrumentos para servirle mejor.

Recordemos lo que decía Jesús, Señor nuestro, en otra ocasión: La sal es buena; pero si hasta la sal se desvirtúa, ¿con qué se la salará? No es útil ni para la tierra ni para el estercolero; la tiran fuera. Quien tenga oídos para oír, que oiga. El dinero es bueno, podríamos decir: lo que poseo y aquello que me ilusiona lograr es bueno, pero si se desvirtúa porque lo amo en sí mismo y no para servir mejor a Dios, para la santidad, que es mi fin en la vida, entonces resulta inútil; más aún, nefasto, por cuanto se interpone como obstáculo entre Dios y yo. En cambio, si busco en Dios mis riquezas: esos tesoros a los que nos anima Jesús de diversos modos, entonces no sólo mantengo el "capital" sino que lo incremento asombrosamente: No amontonéis tesoros en la tierra, donde la polilla y la herrumbre los corroen y donde los ladrones socavan y los roban. Amontonad en cambio tesoros en el Cielo, donde ni polilla ni herrumbre corroen, y donde los ladrones no socavan ni roban. Porque donde está tu tesoro allí estará tu corazón.

Conviene, por consiguiente, que nos preguntemos si tenemos la impresión de gastar para Dios, de invertir propiamente en el Cielo. San Francisco, dándonos un ejemplo heroico, abandonó todos sus bienes, cuando su familia y amigos esperaban que administrara con acierto su fortuna. Sólo él consideró que su mejor negocio sería "invertir" en la Vida Eterna propia y en la Vida Eterna de los demás. Es, en efecto, muy importante, por una parte, conocer el veradero valor de los bienes materiales: escaso en realidad en sí mismo, por grande que sea su atractivo; muy útiles, en cambio, como instrumentos imprescindibles para servir a Dios, en nuestra condición de seres corpóreos. Por otra parte, es preciso tener claro en qué consiste ser rico de verdad: en la posesión de Dios, en la Bienaventuranza. Dios no espera de todos, sin embargo, un abandono absoluto de las posesiones, ya que se necesitan de ordinario para desenvolverse de un modo normal en la sociedad. Nos pide, en cambio, que no pongamos nuestro corazón en las cosas, pues sabe Dios que nada distinto de Él puede darnos la felicidad.

Aprendamos, de la mano de Nuestra Madre, esta lección que Nuestro Padre Dios enseña a sus hijos pequeños, porque queremos hacernos y aprender como niños.


( NOVEDADES FLUVIUM)


Chegam hoje a Timor-Leste


Para assinalar o Ano Europeu do Voluntariado.


lcm_20111001Chamam-se Joana, Celina e Antonieta. Uma é psicóloga, tem 30 anos, deixa o emprego, a família e a terra natal, Barcelos; Outra é professora reformada, tem 58 anos, deixa as duas filhas, a colaboração na Fundação João XXIII e a paróquia de Lourinhã, onde o padre Batalha sempre tem contado com ela; a outra, de 45 anos, deixa Cabeceiras de Basto, os irmãos e sobrinhos.

Prepararam-se durante um ano, com o apoio da FEC (Fundação de Evangelização e Culturas) e dos LCM (Leigos Capuchinhos em Missão), em cursos de formação, retiros espirituais, jornadas de voluntariado e diversas experiências pastorais. Laleia, na diocese de Baucau, é o destino destas missionárias leigas que vão actuar especialmente nos campos da educação, assistência social, apoio materno-infantil e pastoral paroquial. Gesto profético e bem eloquente, de 3 “voluntárias”.


Escrito por Manuel Rito Sábado, 01 Outubro 2011 00:10


NOTA: Curiosamente jantei com a Joana e a Antonieta, na véspera do seu embarque, nos "Capuchinhos", em Fátima. Desejo a toda a Comunidade de Laleia um trabalho profícuo ao serviço do Senhor da Messe.


Hoje festejamos S. Francisco de Assis



Um pouco de história


Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182. Pertencia à burguesia e dessa condição tirava todos os proveitos. Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a ideia por não sentir vocação para tal. Sonhou, então, com as glórias militares, procurando, desta maneira, alcançar o ‘status’ que sua condição exigia. Contudo, em 1206, para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou a vida fácil, passando a andar errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa. Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total a todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos. Com Santa Clara, sua dilecta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida, nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados. O Pobrezinho de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso. Amava os animais, as plantas e toda a Natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas. A sua alegria, a sua simplicidade, a sua ternura granjearam-lhe estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares e queridos dos nossos dias.


Liturgia da Palavra


LEITURA I Jonas 3, 1-10«Os habitantes de Nínive converteram-se do seu mau caminho
e Deus compadeceu-Se deles»

SALMO RESPONSORIAL Salmo 129, 1-2.3-4ab.7-8
Refrão: Se olhais para os nossos pecados,
Senhor, quem poderá salvar-se?


ALELUIA Lc 11, 28
Refrão: Aleluia, Aleluia.
Felizes os que ouvem a palavra de Deus
e a põem em prática.


EVANGELHO Lc 10, 38-42
«Marta recebeu Jesus em sua casa.
Maria escolheu a melhor parte»

@ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus entrou em certa povoação
e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa.
Ela tinha uma irmã chamada Maria,
que, sentada aos pés de Jesus,
ouvia a sua palavra.
Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço.
Interveio então e disse:
«Senhor, não Te importas
que minha irmã me deixe sozinha a servir?
Diz-lhe que venha ajudar-me».
O Senhor respondeu-lhe:
«Marta, Marta,
andas inquieta e preocupada com muitas coisas,
quando uma só é necessária.
Maria escolheu a melhor parte,
que não lhe será tirada».


Palavra da salvação.

(In: Solenidades)


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Se empiezan a apreciar los primeros frutos de la Jornada Mundial de la Juventud









CAMINEO.INFO.- Junio de 2011. Belén tiene 23 años, y padece la típica crisis de los jóvenes de su edad: terminar la carrera, no encontrar trabajo y no saber qué hacer con su vida. A Jesús García, 47 años, también le preocupa estar en el paro, pero más aún encontrar a alguien con quien casarse y formar una familia. Jesús Trujillo comparte su tiempo entre la universidad y su trabajo voluntario en la Diócesis de Sevilla, y le inquieta hallar su verdadera vocación.

Septiembre de 2011. Belén ha conseguido saber a qué quiere dedicar su vida. Jesús García se ha comprometido para casarse. Jesús Trujillo ha ingresado en el Seminario Municipal de Sevilla. A todos les ha cambiado la vida durante este verano. Y es que, a poco más de un mes de la despedida de Benedicto XVI en Madrid, se empiezan a apreciar los primeros frutos de la Jornada Mundial de la Juventud.

Belén Manrique pertenece a una familia muy católica, y en su crisis existencial le había pedido a Dios que la orientara para saber qué puede hacer una chica recién graduada de periodista, como ella, sin trabajo en Madrid. Con este deseo, se apuntó como voluntaria para la JMJ: «Estaba esperando escuchar lo que Dios tenía que decirme esa semana», cuenta. Ha asistido a la JMJ de Colonia (2005) y a la de Sidney (2008). Pero, como ella misma dice, en esas ocasiones no se enteró «de absolutamente nada» de lo que había dicho el Papa, en parte porque hablaba otro idioma y también porque ella había ido más por pasar un rato divertido y por conocer el país que por escuchar mensajes religiosos. Sin embargo, esta vez ha sido diferente: «He sentido que Benedicto ha venido a verme a mí, y no he tenido que gastarme ni un duro. Además, ha hablado en mi idioma. Algo tenía que decirme Dios».

Cuando la llama se encendió
La respuesta llegó en Cuatro Vientos, durante la vigilia. Belén estaba trabajando como voluntaria. El sábado 20 de agosto, después de una larga jornada bajo el sol, decidió salir a descansar. Pero a las 8 de la tarde, cuando quiso entrar de nuevo para escuchar el discurso, ya habían cerrado las puertas y no dejaban entrar a nadie. A peregrinos de todo el mundo, que se agolpaban en las puertas, les fue negado el acceso, y Belén estaba entre ellos. Cuando ya se resignaba a no escuchar el mensaje del Papa, llegó una voluntaria polaca suplicando al guardia de seguridad que la dejara entrar porque había dejado a sus niños solos dentro, y además tenía una medicación que debía tomar urgentemente. Pero el guardia no entendía inglés, así que Belén se acercó y sirvió de traductora. «Convencí al policía. Nos dejaron pasar a ella y a mí, justo en el momento en el que estaba llegando Benedicto. Ella fue a por la medicina. Y yo me quedé escuchando». Para ella fue una señal: «Cuando era imposible entrar, Dios me metió en la vigilia a través de esta chica polaca y pude escuchar al Papa fenomenal». A diferencia de otras ocasiones, esta vez Belén estaba sola, y pudo prestar atención. «Fue un momento de escuchar a Jesús dentro de mí, que estaba allí conmigo y que me quería. Nunca le había sentido tan intensamente», cuenta. Ese día, algo había cambiado dentro de ella.

El lunes 22 de agosto
Kiko Argüello, líder del movimiento católico «Camino neocatecumenal», hizo un encuentro vocacional en la plaza de Cibeles. Belén asistió, temerosa porque quizá se sentiría llamada para ser monja. En este tipo de actos, normalmente Kiko hace una oración colectiva para que Dios encienda la llama de quienes deseen convertirse en misioneras de Cristo, y pide que quienes sean llamados suban a la tarima. Belén tenía miedo: «A mí lo de las monjas siempre me ha parecido una cosa de otro siglo, algo horrible. Pero con todo lo que Dios me había dado esa semana, no podía ser tan egoísta y decirle que no si sentía que me llamaba». Esta vez Kiko pidió que subieran «nuevas misioneras dedicadas a la vida consagrada». Y Belén en ese instante despertó: «Sentí que eso era lo que yo quería hacer con mi vida, se me quitaron el miedo y la vergüenza, salté una valla que tenía delante y subí entre las primeras». El 1 de noviembre se marcha a Etiopía a cumplir su recién descubierto sueño: convertirse en misionera.

A más de 500 kilómetros de distancia, vive otro joven que encontró también su vocación en la JMJ. Jesús Trujillo cumple hoy una semana desde que ingresó en el Seminario Municipal de Sevilla. Hace un año, mientras cursaba el último curso de filología inglesa en la universidad de esa ciudad, ni se lo hubiera planteado. Pero desde septiembre de 2010 empezó a trabajar como voluntario en la Diócesis, en la organización de acogidas de las Jornadas Mundiales de la Juventud, y esa experiencia lo marcó para siempre. «Fui conociendo a los peregrinos a través de los correos electrónicos que intercambiábamos, me di cuenta de todo el empeño que ponían en conseguir el dinero para venir a España, y la ilusión que tenían. Además, fue muy estimulante porque era la primera vez que podía poner en práctica mi profesión, pues podía hablar y escribir en inglés», relata.

Desde abril, justo después de la Semana Santa, empezó a sentirse atraído por la idea de consagrarse. «Fue mi acercamiento a los voluntarios, y mi trabajo coordinando las acogidas, lo que me dio el empuje», explica. Después hizo un curso de discernimiento y en junio ya tenía la decisión tomada. Ya la propia semana de la JMJ le sirvió de «reafirmación». La experiencia más intensa ocurrió del 11 al 14 de agosto, en los llamados «días de la Diócesis», una actividad previa a la JMJ en la que los peregrinos se reúnen para conocer más de cerca la Diócesis. El último día se juntaron en la plaza del Triunfo más de 5.000 personas para la celebración de la Eucaristía. «Y entonces sentí que la Iglesia estaba viva», relató.

Pequeñas y grandes cosechas
En los confesionarios al aire libre situados en el parque del Retiro también hubo cosechas de fe. Un sacerdote que estuvo allí comentó que en sus 36 años de trayectoria religiosa nunca había «escuchado confesiones como esas». Un voluntario que trabajó en el parque estimulando a la gente al acto de contrición relata que intentó convencer a una señora mayor, pero ella replicaba que «no tenía pecados». Y al día siguiente volvió y lo hizo. Una china turista que paseaba por el lugar salía al día siguiente hacia Roma, y decidió cambiar su vuelo: «Me gustaría conocer al Papa», dijo. Cambios como estos se aprecian pronto, pero las cosechas más grandes llevan más tiempo. A mes y medio de la JMJ, hemos recopilado algunas. En unos meses, o en años, veremos.


TIBISAY ZEA / ABC

Sun, 02 Oct 2011 18:47:00



domingo, 2 de outubro de 2011

Hoje é o dia do Senhor

27º Domingo do Tempo Comum – Ano “A”






A Vinha do Senhor...


Estamos no mês de Outubro, dedicado ao ROSÁRIO

e às MISSÕES, com o Tema: "MISSÃO na Ecologia".

A Liturgia continua o tema da VINHA,

que representa Israel, o povo eleito,

precursor da Igreja, o novo Povo de Deus.


Na 1ª Leitura, Isaías, com o "Cântico da Vinha",

narra a História do amor de Deus e a infidelidade do seu Povo. (Is 5,1-7)


É um lindo poema composto pelo profeta,

talvez a partir de uma canção de vindima.

Através do profeta (o trovador), Deus (o Amigo) julga seu povo (a vinha), descrevendo o amor de Deus e a resposta do Povo.


- Um agricultor escolheu o terreno mais adequado,

escolheu cepas da melhor qualidade, tomou todos os cuidados necessários.

- O sonho dele era a colheita dos FRUTOS do seu trabalho...

- Mas a decepção foi grande: só deu uvas azedas...

"Que mais poderia eu ter feito por minha vinha e não fiz?"

- Reação: Seu amor se transforma em ódio: derruba o muro de proteção,

permite que os transeuntes a pisem livremente e que o inço tome conta...


* Os Frutos, que o Senhor esperava, eram "o direito e a justiça",

respeito pelos Mandamentos e fidelidade à Aliança.

Ao invés, viu "sangue derramado" e "gritos de horror":

infidelidade, injustiça, corrupção, violência...

Muitas manifestações religiosas solenes, sem uma verdadeira adesão a Deus.

Daí o castigo de Deus: a invasão dos assírios e depois dos babilônios,

que destruíram a vinha e deportaram os israelitas como escravos.

* Hoje há ainda "sangue derramado" e Gritos de horror"?


Na 2ª Leitura, Paulo apresenta virtudes concretas,

que os cristãos devem cultivar na própria Vinha.

São esses os frutos que Deus espera da sua "Vinha". (Fl 4,6-9)


No Evangelho, Jesus retoma e desenvolve o poema da VINHA. (Mt 21,33-43)


- Um Senhor planta uma vinha com todo o cuidado e tecnologia necessária e

a confia a uns vinhateiros, conhecedores da profissão.

- Chega o tempo da vindima, manda buscar a colheita e vem a surpresa.

Não entregam os frutos e maltratam os enviados...

Não respeitam nem o próprio filho do dono. Chegam a matá-lo.

- A "Vinha" não será destruída, mas os trabalhadores serão substituídos...


* A parábola é uma releitura da História da Salvação:

ilustra a recusa de ISRAEL ao projeto de salvação de Deus.

- A Vinha é o Povo de Deus (Israel).

- O Dono é Deus, que manifestou muito amor pela sua vinha.

- Os vinhateiros são os líderes do povo judeu...

- Os enviados são os profetas... o próprio Cristo "morto fora da vinha".


- Resultado: A "vinha" será retirada e confiada a outros trabalhadores,

que ofereçam ao "Senhor" os frutos devidos e acolham o "Filho" enviado.

- Reação do Povo: tentam prender Jesus,

pois percebem que a Parábola se refere a eles...


+ Quem são esses "outros", aos quais é entregue a Vinha?

Somos todos nós, membros do novo Povo de Deus, a Igreja,

que tem a missão de produzir seus frutos,

para não frustrar as esperanças do Senhor na hora da colheita.

- Que tipo de frutos está faltando?


Os homens do tempo de Isaías e também de Jesus eram muito piedosos,

zelosos nas práticas religiosas, no respeito do sábado...

Mas não foi da falta disso que Deus se queixou...


- Isaías resume a queixa de Deus nas palavras do dono da vinha:

"Esperei deles justiça, e houve sangue derramado;

esperei retidão de conduta e o que ouço são os gritos de socorro

de gente que foi explorada e maltratada..."


* Será que isso acontecia só no passado?


Ainda hoje devemos testemunhar diante do mundo,

em gestos de amor, de acolhimento, de compreensão, de misericórdia,

de partilha, de serviço, a realidade do Reino, que Jesus veio propor.

Não podemos reduzir tudo a apenas umas práticas religiosas?


+ Os guardas da vinha quiseram até se transformar em "Donos"...


* Esse perigo não pode estar presente ainda hoje em nossas comunidades?

Não somos "donos", mas apenas administradores...


+ Deus nunca desiste de sua obra de amor e salvação!

Uma Verdade consoladora, mas também um Alerta:

Diante do fracasso com alguns... Deus não desiste...

Mas Ele recomeça com outros...

- Será que Deus está satisfeito dos frutos que estamos produzindo?


+ Missão na ecologia!...

Nesse Mês missionário, somos convidados a renovar com Deus a Aliança.

- Que frutos estamos produzindo para a realização do Reino de Deus?

Se hoje não somos missionários, não é esse um sinal

de que estamos sendo maus vinhateiros.

Não significa um desprezo para com a Vinha do Senhor?


Nesse caso: "O Reino também nos será tirado e

entregue a outros que produzam frutos".


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa – 02.10.2011