sábado, 19 de janeiro de 2008

SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS

2º dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos


CIDADE DO VATICANO: Publicamos os textos bíblicos escolhidos para o 2º dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, em 19 de Janeiro.


O texto faz parte dos materiais distribuídos pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Ecuménico das Igrejas e do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.


Textos bíblicos e oração


Orai sempre, não tenhais confiança em mais ninguém senão em Deus

Conservai-vos em constante acção de graças (1 Tes 5, 18)

1 Rs 18, 20-40: O Senhor é Deus
Sal 23: O Senhor é meu pastor
1 Tes 5(12a)13b-18: Conservai-vos em constante acção de graças

Oração

Deus de toda criação, escutai vossos filhos em oração. Ajudai-nos a conservar nossa fé e nossa confiança em vós. Ensinai-nos a dar-vos graças em toda circunstância, a ter confiança em vossa misericórdia. Dai-nos a verdade e a sabedoria, para que vossa Igreja nasça à nova vida na comunhão. Só vós sois nossa esperança. Amém.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS


1º dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos


CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008 (ZENIT.org)


Publicamos os textos bíblicos, e orações para o dia


1º dia: Orai sempre “Orai sem cessar” (1 Tes 5, 17)


Is 55, 6-9: Buscai o Senhor enquanto Ele se deixa encontrar


Sal 34: Chamei o Senhor e Ele me respondeu


1 Tes 5, 13b-18: Orai sem cessar


Lc 18, 1-8: Orar constantemente e sem desfalecer


Oração


Senhor da unidade, Pai, Filho e Espírito Santo, nós vos pedimos sem cessar que todos sejam um como vós sois um. Pai, ouvi nosso chamado quando vos buscamos. Cristo, conduzi-nos à unidade que desejais para nós. Espírito Santo, fazei que nunca nos desanimemos.
Amém.

DESEJOS PARA 2008 - 3


Apague a luz que não utiliza

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS


"PAI SANTO, GUARDA-OS...PARA QUE SEJAM UM COMO NÓS."

Cidade do Vaticano.
Na próxima sexta-feira começa a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que tradicionalmente se celebra de 18 a 25 de Janeiro.
O tema escolhido para 2008 é: "Não cesseis de orar" (1 Tes 5,17). Os textos foram preparados conjuntamente pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e a Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas.

(In: José Luis Turiel - CAMINEO.INFO.)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

O TEMPO COMUM



O TEMPO COMUM OU ORDINÁRIO


Passadas que são as Solenidades Natalícias, a Liturgia da Igreja convida-nos agora a entrar numa Reflexão não menos importante, que denominou, “Tempo Comum ou Ordinário”.


Ordinário não significa de pouca importância, insonso, incolor… Apenas com este nome se quer distingui-lo dos “tempos fortes”, que são o ciclo da Pascoa e o do Natal com a sua respectiva preparação.


É o tempo mais antigo da organização do ano cristão. Por outro lado, ocupa a maior parte do ano: 33 a 34 semanas, das 52 que existem. O Tempo Comum tem a graça particular de ser o tempo propício para pedir, buscar a Deus com todas as forças da nossa vida.


Assim como neste Tempo Comum vemos um Cristo já maduro, responsável perante a missão que lhe o Pai lhe confiou: vemo-lo crescer em idade, sabedoria e graça diante de Deus seu Pai e dos homens, o vemo-lo evangelizar, para cumprir a Vontade de seu Pai, …assim também nós neste Tempo devemos buscar, crescer e amadurecer a nossa fé, a nossa esperança e o nosso amor, e sobretudo, cumprir com alegria a Vontade de Deus.


Esta é a graça que vamos procurar e implorar de Deus durante estas 33 semanas do Tempo Comum.


(In Catholic net)

ESPANHA: O DEBATE DA FAMÍLIA - 4




“O matrimónio já não
existe legalmente

(Conclusão)

Por: JUAN A. MARTÍNEZ CAMINO*


(Tentei traduzir)


Em Espanha, (agora) chamar esposo ou esposa a uma pessoa e tê-la como tal é algo pertencente ao mundo privado, dos afectos, dos gostos mas não um bem jurídico publicamente defendivel.
Prova disso é o caso seguinte.

Uma menina de seis anos vem do colégio e conta a sua mãe, que a professora lhe dissera que se poderia casar com a sua amiguita Verónica. A mãe, horrorizada, trata de explicar-lhe um pouco as coisas. No dia seguinte, a menina voltou do colégio chorando e chamando a sua mãe de mentirosa porque a professora lhe havia explicado de novo que se poderia casar com Verónica e que a sua mãe estava antiquada e é «homofoba».

Poderia esta mãe tratar de defender legalmente a realidade da sua filha como futura esposa do seu futuro esposo e exigir à professora que deixe de tratar de tirar da cabecita da sua filha os conceitos sagrados de «esposo» y «esposa»?
Não. Não poderia, porque os promotores da actual legislação sobre o matrimónio lhe tiraram esse direito.

Em resumo: a actual legislação espanhola não reconhece nem protege o matrimónio e, portanto, supõe um retrocesso histórico a respeito da Declaração Universal dos Direitos
Humanos de 1948, da que este ano celebramos o sexagésimo aniversario.
A sociedade deve reagir energicamente ante este estado de coisas. Graças a Deus, o está fazendo já.

A Igreja nunca se confrontou com una legislação sobre o matrimónio como a que agora temos em Espanha. O desafio é grande. Há que responder a ele de maneira proporcionada.

O que está em jogo não são tanto os direitos da Igreja, quanto os direitos fundamentais do ser humano.



(*) S. J. Secretario de la Conferencia Episcopal
Española. Doctor en Teología. Catedrático
de Cristología en la Facultad de San Dámaso,
antes Profesor en Comillas. Recién nombrado
Obispo auxiliar de Madrid ( su ordenación
tendrá lugar el próximo 19 de enero)
......................
Foi uma informação que recebi e quis partilhá-la. Esta realidade pode acontecer também aqui no nosso pais - aliás, outras parecidas já existem em Portugal.
Foi um ALERTA, para estarmos mais atentos ao que os políticos que elegemos, estão a fazer com os nossos valores e princípios.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

CORRECÇÃO FRATERNA



A correcção fraterna


"A prática da correcção fraterna – que tem tradição evangélica – é uma manifestação de carinho sobrenatural e de confiança.


Agradece-a quando a receberes, e não deixes de praticá-la com quem convives.


Não vos oculto que, quando tenho que corrigir ou tomar uma decisão que fará sofrer alguém, padeço antes, durante e depois; e não sou um sentimental. Consola-me pensar que só os animais não choram; nós, os homens, filhos de Deus, choramos.

Sei que em determinados momentos, também vós tereis que sofrer, se vos esforçardes por levar a cabo fielmente o vosso dever. Não vos esqueçais de que é mais cómodo – mas é um descaminho – evitar o sofrimento a todo o custo, com o pretexto de não magoar o próximo;

frequentemente o que se esconde por trás desta omissão é uma vergonhosa fuga ao sofrimento próprio, porque normalmente não é agradável fazer uma advertência séria a alguém.

Meus filhos, lembrai-vos de que o inferno está cheio de bocas fechadas."

(Transcrição)

DESEJOS PARA 2008 - 2


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

ESPANHA: O DEBATE DA FAMÍLIA - 3



“O matrimónio já não
existe legalmente
(Continuação)

Por: JUAN A. MARTÍNEZ CAMINO*

(Tentei traduzir)


O matrimónio, pois, foi equiparado a uma união assexuada de «cônjuges» e/ou de «progenitores».

A dissolução do matrimónio como figura jurídica própria não é uma pura subtileza conceptual. É um gravíssimo acontecimento que traz consigo consequências muito negativas para a vida de todos os espanhóis. Significa que o matrimónio não está nem reconhecido nem protegido pela lei enquanto tal.

Mas, enquanto se retirou protecção legal a essa realidade humana tão determinante do presente e do futuro da sociedade que é o matrimónio, o nicho ecológico da vida humana, continua a ser o valor principal da identidade das pessoas, da cultura e da paz.

Tratemos, pois, de verificar o que dissemos com um só exemplo que mostra como todos ficam afectados pela falta de protecção jurídica do matrimónio.

Não há nenhum espanhol que não se veja relacionado pelos significados reais das palavras «pai», «mãe», «esposo» ou «esposa». Pois bem, estas realidades são agora olimpicamente ignoradas pela Lei. Nada pode fazer com que a Lei proteja a qualidade de esposo ou de esposa, de pai ou de mãe, pela simples razão de que esses conceitos foram eliminados do Código Civil (espanhol).

(*) S. J. Secretario de la Conferencia Episcopal
Española. Doctor en Teología. Catedrático
de Cristología en la Facultad de San Dámaso,
antes Profesor en Comillas. Recién nombrado
Obispo auxiliar de Madrid ( su ordenación
tendrá lugar el próximo 19 de enero)

domingo, 13 de janeiro de 2008

ESPANHA: O DEBATE DA FAMÍLIA -2




“O matrimónio já não existe legalmente
(Continuação)

Por: JUAN A. MARTÍNEZ CAMINO*



De modo que, não é exagerado dizer que em Espanha, o matrimónio deixou de existir legalmente, posto que, em virtude desse nome, o Código Civil actual entende a união de quaisquer pessoas, independentemente da sua identidade sexual.

Noutros países (pouquíssimos) equiparou-se as uniões de pessoas do mesmo sexo ao matrimónio. Não é que nos pareça tampouco justo, Mas é certamente outra coisa. Ali o matrimónio segue sendo a união de um homem e de uma mulher, do esposo e da esposa, e as leis se limitaram a declarar que as uniões de pessoas do mesmo sexo gozam plenamente dos mesmos direitos que o matrimónio.

A mencionada Lei de Reforma do Código Civil da Espanha permitiu esvaziar o conteúdo específico do contrato matrimonial por um método tão simples quanto devastador. A saber: eliminando do título correspondente do Código as palavras «esposo/esposa» ou «marido/ mulher» e substituindo-as por «cônjuges», um termo genérico que ressalta da diferença qualitativa entre o homem e a mulher. A mesma sorte ocorreu com as palavras «pai» e «mãe», que são substituídas pela palavra «progenitor».
Logo, houve que precisar algo mais e quantificar o que antes eram qualidades distintas; nos registos civis lemos (agora) «cônjuge A» e «cônjuge B», no lugar de esposo e esposa.
Procedimento ridículo e triste, mas necessário para evitar essas palavras sagradas, que se tornaram repugnantes para a ideologia de género das leis espanholas.

(*) S. J. Secretario de la Conferencia Episcopal
Española. Doctor en Teología. Catedrático
de Cristología en la Facultad de San Dámaso,
antes Profesor en Comillas. Recién nombrado
Obispo auxiliar de Madrid ( su ordenación
tendrá lugar el próximo 19 de enero)

LITURGIA DO DIA: BAPTISMO DO SENHOR


(Transcrição)

"Admonição Ambiental


Depois de crescer na obscuridade, Cristo inicia a Sua vida pública através do baptismo pela água do Jordão. Um Baptismo que é no Espírito! E tal como com Cristo, o Espírito Santo também nos “ungiu” no momento do nosso baptismo.


Cristo ao anunciar a Boa Nova desafia a implantação da verdadeira justiça! Justiça para todos que levará também à Paz duradoura!... E nós? Qual o nosso papel como actuais ungidos pelo espírito do Senhor, nas comunidades em que estamos inseridos??


Tal como Cristo deveríamos passar fazendo o bem ...., mas seremos mais realistas se assumirmos, que passamos boa parte da nossa vida a fazer o mal, como ... falando menos verdades, injuriando, tendo inveja e por vezes ódio aos outros, egoísmos e rancores, obter vantagens ilicitamente, e as muitas atitudes que tomamos para nos evidenciarmos e capitalizarmos na nossa procura desenfreada das benesses deste mundo, não olhando a meios para atingirmos os nossos fins pessoais! E se fazemos algum bem muito provavelmente não fazemos tudo o que está ao nosso alcance!


É o momento de, conscientes que também somos Filhos do Senhor, passemos a assumir posições que demonstrem aos outros que nos rodeiam, aquilo que somos: Cristãos!!"

sábado, 12 de janeiro de 2008

ESPANHA: O DEBATE DA FAMÍLIA



"O MATRIMÓNIO JÁ NÃO EXISTE LEGALMENTE"


Por: JUAN A. MARTÍNEZ CAMINO*


"O secretario geral da Conferencia Episcopal expõe
a verdadeira transcendência que têm as
reformas jurídicas sobre o matrimónio, que nos
últimos dias levaram às ruas a Igreja Católica
em discordância com o Governo.


(Tentei traduzir)


Os promotores da actual legislação espanhola sobre o matrimónio pretendem fazer crer às pessoas que ela é a melhor que existe no mundo, dado que “estenderam o direito” a contrair matrimónio a quem quiser fazê-lo com outra pessoa do mesmo sexo. Deste modo as «uniões homossexuais» foram por fim equiparadas ao matrimónio.


São frases que podem soar bem, mas que falseiam uma lacerante realidade, muito distinta.


Não é verdade que as uniões homossexuais tenham sido equiparadas ao matrimónio. A Lei da Reforma do Código Civil em Matéria de Matrimónio (13/2005) fez justamente o contrario: equiparou o matrimónio às uniões de pessoas do mesmo sexo. E aqui, a ordem de factores altera radicalmente a situação.


O «matrimónio» resultante dessa operação legal já não é a união de um homem e de uma mulher, mas a união de quaisquer cidadãos.


Fica assim, completamente sem efeito na sua especificidade, o contrato ao que todas as legislações do mundo chamaram matrimónio, antes e depois de Cristo."


(Continua)

(*) S. J. Secretario de la Conferencia Episcopal
Española. Doctor en Teología. Catedrático
de Cristología en la Facultad de San Dámaso,
antes Profesor en Comillas. Recién nombrado
Obispo auxiliar de Madrid ( su ordenación
tendrá lugar el próximo 19 de enero)

DESEJOS PARA 2008

1 - Economize Água

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

SAL DA TERRA

(Transcrição)

“Há-de urgir-te a caridade de Cristo”



Tens necessidade de vida interior e de formação doutrinal. Exige-te!


– Tu, cavalheiro cristão, mulher cristã, tens de ser sal da terra e luz do mundo, porque estás obrigado a dar exemplo com um santo descaramento.


Há-de urgir-te a caridade de Cristo e, ao sentires-te e saberes-te outro Cristo a partir do momento em que lhe disseste que o seguias, não te separarás dos teus semelhantes – os teus parentes, os teus amigos, os teus colegas –, da mesma maneira que o sal não se separa do alimento que condimenta.


A tua vida interior e a tua formação abrangem a piedade e o critério que deve ter um filho de Deus, para temperar tudo com a sua presença activa.


Pede ao Senhor para seres sempre esse bom condimento na vida dos outros.
(Forja, 450)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Macau


Macau tem primeira licenciatura oficial em Teologia

LISBOA, quinta-feira, 10 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).-
O Curso de Estudos do Cristianismo, primeira licenciatura oficial em Teologia no espaço chinês, arrancou no Instituto Inter-Universitário da Católica de Macau.

Segundo informa «Renascença», a licenciatura, estruturada pela Universidade Católica de Lisboa, conta com 70 alunos, todos de origem chinesa e pertencentes a congregações religiosas.
A China aprovou em apenas duas semanas esta licenciatura, que tem uma duração de cinco anos cumprindo todas as regras canônicas.

Em entrevista à «Renascença», o reitor do Instituto Inter-Universitário de Macau, Ruben Cabral, considera que este é um grande sinal de boa vontade do regime de Pequim para melhorar as relações com a Santa Sé.

O curso respeita as exigências canônicas e tem em conta também a realidade chinesa, explicou Dennis Rochford, diretor do novo curso de Teologia de Macau.

Para o Padre Peter Stilwell, diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, esta é uma forma da Igreja Católica valorizar a sua presença na China, apesar das conhecidas e assumidas divergências entre Pequim e o Vaticano.

O sacerdote desloca-se este mês a Macau para fazer com as autoridades chinesas um ponto de situação em relação a esta licenciatura em Teologia para candidatos ao sacerdócio oriundos da China.
(In ZENIT)