quarta-feira, 7 de julho de 2010


BOA NOVA PARA HOJE




Quarta-feira, 7 de Julho 2010

Evangelho segundo S. Mateus 10, 1-7

Chamando para junto de si os seus doze discípulos, Jesus deu-lhes poder para expulsarem espíritos maus e curarem toda a espécie de doenças e achaques. São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e seu irmão André; Tiago, e seu irmão João, filhos de Zebedeu; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Nacionalista e Judas Iscariotes, aquele que atraiçoou Jesus. Jesus enviou estes doze com as seguintes instruções: "Não se desviem para o caminho dos pagãos, nem entrem em qualquer cidade dos samaritanos. Vão antes ter com as ovelhas perdidas de Israel. Pelo caminho anunciem que o Reino dos céus está a chegar.



  • Se sou discípulo de Jesus, também estas ordens são para mim. Será que posso ajudar outros a libertarem-se dos seus "demónios" sem começar (primeiro) por vasculhar os meus?

  • Como poderei anunciar o Senhor a quem por mim vai passando na vida?

    Que desafio! Que programão!

(Enviado pelo Nuno - Macau)

terça-feira, 6 de julho de 2010

A VISITA DOS NOSSOS CATEQUISTAS




OS NOSSOS CATEQUISTAS VISITAM A TERCEIRA


Lendo o Livro dos Actos dos Apóstolos, a certa altura deparamo-nos com o diálogo entre Filipe e o eunuco quando este lia a Sagrada Escritura “Entendes o que estás lendo? ” “Como o poderia, disse o eunuco, se alguém não me explicar?”


E Jesus instituiu na sua Igreja, o Ministério da Evangelização para que todos os povos, sem distinção, conhecessem a mensagem que Jesus veio trazer aos homens.

Fala-se muito da Nova Evangelização como um dos grandes frutos do Concílio Vaticano II. Pois o Caminho Neocatecumenal é um destes frutos que na Ilha Terceira conta desde 2007 com algumas Comunidades, a pedido do seu Bispo.


Os nossos Catequistas estão entre nós, a visitar as Comunidades. Eles , tal como Paulo estão em viagem de missão porque é o Espírito Santo que lhes toca e os envia e lhes fala: “Não temas. Continua a falar e não te cales. Eu estou contigo...”.


Estão de volta para nos reunir “... reuniu os discípulos, fez-lhes as suas recomendações... exortou demoradamente os fieis e, depois, chegou à Grécia, onde esteve três meses.” Precisamos de uma exortação, de mais instrução, porque como disse Jesus, agora estamos no meio de lobos: e estes aparecem na nossa família que se insurge com imensas saídas de casa, os amigos riem trocistas, os padres falam mal e queixam-se que as suas Igrejas ficam ainda mais vazias, os seminaristas falam daquilo que ouvem falar e tem vergonha de testemunhar...

Agora, o demónio tem muito campo para actuar! Agora é a hora de estamos unidos no Amor para que digam de nós “ olhai, como eles se amam...”.


Somos ainda muito frágeis, muito pequenos, precisamos daquele alimento mole, dado em quantidades mínimas e assíduas, para o podermos digerir e crescermos. Este alimento é a Palavra de Deus e quem no-lo dá é a equipa de Catequistas. Crescer na Fé, através da tribulação levada com paciência, esperança e alegria.


Sei que o Senhor tem uma missão para cada um de nós. Neste Caminho quero continuar a ser guiada por aqueles que o Senhor suscitou para me levarem até ao Céu e um dia poder pensar no meu íntimo, como S. Paulo:


... basta-me poder concluir a minha carreira e cumprir a missão que recebi do Senhor Jesus, dando testemunho do Evangelho da graça de Deus”.




segunda-feira, 5 de julho de 2010

Kiko Arguello en Fátima


(Eu também lá estava)



Kiko Arguello en Fátima con los jóvenes del
Camino Neocatecumenal e las
Comunidades de Portugal




D. Paulo Reis Godinho

Sat, 15 May 2010 16:01:00



CAMINEO.INFO.- El encuentro de jovenes del Camino Neocatecumenal empezó con la presentación de los obispos presentes y que iban llegando, ya que venían de la despedida del Santo Padre en Oporto. Estaban, además del Patriarca de Lisboa que presidió, los obispos de muchas diócesis portuguesas – Aveiro, Beja, Coimbra, Portalegre, Auxiliar de Lisboa, Oporto, Évora, Algarve, Leiria-Fátima, Guarda, Azores – y el obispo de Cabinda – Angola.

La lluvia caía muy fuerte, pero
Kiko seguía lleno de ánimo las presentaciones, ahora de los países, empezando por los más lejanos: Venezuela, Brasil, Bielorrusia, Alemania, Francia, Suiza, Inglaterra, Irlanda, Italia, España y Portugal.

Los presbíteros presentes transportaron a la Virgen de Fátima en procesión hasta la presidencia en el recinto del Santuario de Fátima.

Antes de empezar
Kiko leyó una carta del Cardenal de Madrid, que le pedía para JMJ 2011 un CD con los cantos que Kiko había compuesto a la Virgen a lo largo de los años. Presentó con el coro el canto «Una gran señal» muy relacionado con el milagro del sol en Fátima y que sería el himno de esta jornada.

Después de esto leyó el inicio de la epístola a los Efesios y partiendo del texto anunció el Kerigma con fuerza. La lluvia caía con muchísima fuerza.

«Fuimos elegidos desde antes de los siglos para realizar las buenas obras que Dios de antemano, había predispuesto que en ellas anduviéramos» decía y seguía «estas obras son la nueva naturaleza, el amor al enemigo, el anuncio de la Buena Noticia a todo el mundo».

El
Padre Mario proclamó el evangelio y el obispo de Oporto hizo la homilía en español, en italiano y en portugués, hablando del amor de Dios que nos ha amado primero.

Carmen explicó el significado de la palabra Fátima y su importancia para la evangelización del mundo en el contexto del avance del Islamismo. Al final llamó las chicas a ofrecerse a Cristo, y a todos al matrimonio cristiano, a «santificarse» haciendo famílias cristianas.

Mario Pezzi llamó los chicos a donarse a Cristo como sus presbíteros, habló de la visita de Juan Pablo II en el 82 y, en un portugués todavía correctísimo – Mario fue el responsable por el Camino en Portugal hasta que Kiko lo llamó a su equipo – animó a todos a escuchar, y dijo que Cristo seguía hablando con fuerza a cada uno de nosotros.

Así 400 chicos se ofrecieron para el seminario y 350 chicas para los monasterios de clausura. Los obispos presentes y los presbíteros les impusieron las manos, después de que el obispo de Oporto – que ha abierto un
Seminario Redemptoris Mater – hubiera hecho sobre todos una bellísima oración.

Con el Padrenuestro, la paz y la bendición terminó este encuentro europeo de la juventud en torno al viaje del Santo Padre a Portugal.

Una Gran Señal


domingo, 4 de julho de 2010

HOJE É O DIA DO SENHOR!


MENSAGEIROS DA PAZ





ANO C
14º DOMINGO DO TEMPO COMUM
4 de Julho de 2010


Tema do 14º Domingo do Tempo Comum

Embora as leituras de hoje nos projectem em sentidos diversos, domina a temática do “envio”: na figura dos 72 discípulos do Evangelho, na figura do profeta anónimo que fala aos habitantes de Jerusalém do Deus que os ama, ou na figura do apóstolo Paulo que anuncia a glória da cruz, somos convidados a tomar consciência de que Deus nos envia a testemunhar o seu Reino.
É, sobretudo, no Evangelho que a temática do “envio” aparece mais desenvolvida. Os discípulos de Jesus são enviados ao mundo para continuar a obra libertadora que Jesus começou e para propor a Boa Nova do Reino aos homens de toda a terra, sem excepção; devem fazê-lo com urgência, com simplicidade e com amor. Na acção dos discípulos, torna-se realidade a vitória do Reino sobre tudo o que oprime e escraviza o homem.
Na primeira leitura, apresenta-se a palavra de um profeta anónimo, enviado a proclamar o amor de pai e de mãe que Deus tem pelo seu Povo. O profeta é sempre um enviado que, em nome de Deus, consola os homens, liberta-os do medo e acena-lhes com a esperança do mundo novo que está para chegar.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo deixa claro qual o caminho que o apóstolo deve percorrer: não o podem mover interesses de orgulho e de glória, mas apenas o testemunho da cruz – isto é, o testemunho desse Jesus, que amou radicalmente e fez da sua vida um dom a todos. Mesmo no sofrimento, o apóstolo tem de testemunhar, com a própria vida, o amor radical; é daí que nasce a vida nova do Homem Novo.


…...........


LEITURA I – Is 66,10-14c

Leitura do Livro de Isaías

Alegrai-vos com Jerusalém,
exultai com ela, todos vós que a amais.
Com ela enchei-vos de júbilo,
todos vós que participastes no seu luto.
Assim podereis beber e saciar-vos
com o leite das suas consolações,
podereis deliciar-vos no seio da sua magnificência.
Porque assim fala o Senhor:
«Farei correr para Jerusalém a paz como um rio
e a riqueza das nações como torrente transbordante.
Os seus meninos de peito serão levados ao colo
e acariciados sobre os joelhos.
Como a mãe que anima o seu filho,
também Eu vos confortarei:
em Jerusalém sereis consolados.
Quando o virdes, alegrar-se-á o vosso coração
e, como a verdura, retomarão vigor os vossos membros.
A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos.

Palavra do Senhor


LEITURA II – Gal 6,14-18

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas

Irmãos:
Longe de mim gloriar-me,
a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo,
pela qual o mundo está crucificado para mim
e eu para o mundo.
Pois nem a circuncisão nem a incircuncisão valem alguma coisa:
o que tem valor é a nova criatura.
Paz e misericórdia para quantos seguirem esta norma,
bem como para o Israel de Deus.
Doravante ninguém me importune,
porque eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus.
Irmãos, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
esteja com o vosso espírito. Amen.

Palavra do Senhor


EVANGELHO – Lc 10,1-12.17-20

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
designou o Senhor setenta e dois discípulos
e enviou-os dois a dois à sua frente,
a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir.
E dizia-lhes:
«A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Pedi ao dono da seara
que mande trabalhadores para a sua seara.
Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos.
Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias,
nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho.
Quando entrardes nalguma casa,
dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’.
E se lá houver gente de paz,
a vossa paz repousará sobre eles:
senão, ficará convosco.
Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem,
que o trabalhador merece o seu salário.
Não andeis de casa em casa.
Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem,
comei do que vos servirem,
curai os enfermos que nela houver
e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’.
Mas quando entrardes nalguma cidade e não vos receberem,
saí à praça pública e dizei:
‘Até o pó da vossa cidade que se pegou aos nossos pés
sacudimos para vós.
No entanto, ficai sabendo:
Está perto o reino de Deus’.
Eu vos digo:
Haverá mais tolerância, naquele dia, para Sodoma
do que para essa cidade».
Os setenta e dois discípulos voltaram cheios de alegria, dizendo:
«Senhor, até os demónios nos obedeciam em teu nome».
Jesus respondeu-lhes:
«Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago.
Dei-vos o poder de pisar serpentes e escorpiões
e dominar toda a força do inimigo;
nada poderá causar-vos dano.
Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem;
alegrai-vos antes
porque os vossos nomes estão escritos nos Céus».

Palavra da Salvação.


(Ag Ecclesia)



sábado, 3 de julho de 2010

COMO RECÉM-NASCIDOS!



Entendes o que estás lendo?











O Paulinho deixou cá hoje, um passarinho-bebé que encontrou na quinta, para eu cuidar, enquanto vai à Ilha de S. Jorge neste fim-de-semana. Veio numa gaiola, não que o bichinho precise pois está muito fraquinho e nem se mexe; disse-me do que comia e foi-se.


Penso que estou a participar na criação de um pássaro que esta Ilha quer ver erradicado ... mas isso é outra história.


Como é bebé a sua alimentação tem de ser adequada e assídua: comida pastosa, desfeita Por outro lado tem de ser alimentado muitas vezes ao dia, para crescer de uma forma progressiva e normal.


O que eu sei é que estes cuidados estão a dar resultado porque o passarinho já salta e quer sair da gaiola.


Isto é a lei da natureza. Acontece com todos, a nós também e de uma maneira especial Como somos feitos de corpo e espírito, precisamos de alimento duplo: para o corpo e outro, muito específico para o espírito.


A Bíblia diz “Dei-vos a beber leite, não alimento sólido, pois não o poderíeis suportar...”, 1Cor 3, 1-2a, ensinando-nos a que devemos “fazer-nos pequenos” para nos alimentarmos da Palavras de Deus, porque é aos pequenos e simples que o Senhor se revela. Como bebés, temos de nos deixar “alimentar”, ensinar , instruir pelos catequistas e presbíteros que o farão de uma forma simples, progressiva e persistente, tal como convém a “recém-nascidos” e o Conhecimento virá a cada um de nós, ao ritmo que o Senhor assim o entender. Esperar e confiar é inevitável!


Agora compreendes por que, se não te instruíres nunca conhecerás o Senhor e nunca O poderás amar?



Entendes o que estás lendo?

Como o poderia, se alguém não me explicar?”

Act 8, 30b- 31a”



Faz como eu: Já entrei nesta “escola”.




sexta-feira, 2 de julho de 2010

As “águas vivas”







Hoje, o dia amanheceu cheio de sol a convidar a um mergulho no mar. Fui à Prainha, que dista de minha casa, 5 minutos a pé.

Arrastei uma cadeira para junto da sombra de um guarda sol e comecei a fazer os preparativos para uma manhã de “bronze”...

Estranhei haver pouca gente na praia, mas ainda eram 9.30 h...

Apareceram algumas crianças, mas nada de se molharem... Fui ver o que se passava: estava a orla da praia e todo o imenso mar “qualhado” de “águas vivas”; de facto, são muito bonitas, transparentes e parecem autênticas bailarinas a rodopiar no imenso salão azul marinho. Belas, mas com um “senão”: o seu interior é venenoso e por vezes mortífero.


Quanta beleza exterior , quanta luminosidade! tal como acontece connosco que nos preocupamos em produzir uma imagem, uma fachada que nos imprima poder e prestígio; porém o que se vê no nosso interior é muita escuridão, que por vezes nos leva ao desespero e até à “morte”.


Esqueçamos as bonitas “águas vivas” do mar e sejamos humildes águas vivas no seio da nossa casa, da nossa comunidade cristã e do nosso mundo.






Que nunca deixemos que aconteça a solidão e o desespero à nossa volta!




quinta-feira, 1 de julho de 2010

Papa a sacerdotes: "Dedicai tempo à Confissão



Propõe um novo modelo de sacerdote, São José Cafasso



"CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 30 de junho de 2010 (ZENIT.org) - O Papa Bento XVI instou hoje os sacerdotes a recordarem "a importância de dedicar tempo ao sacramento da Reconciliação e à direcção espiritual".

Dirigindo-se aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral, o Papa quis apresentar outro modelo para o Ano Sacerdotal que acaba de concluir: o italiano José Cafasso, formador de sacerdotes.

Quase contemporâneo ao Cura d'Ars, este santo já havia chamado a atenção de Pio XI, quem propôs ambos como figuras "providencialmente oportunas".

Cafasso, explicou o Papa, "não foi pároco, como o Cura d'Ars, mas sobretudo formador de párocos e de sacerdotes diocesanos, inclusive de sacerdotes santos, entre eles São João Bosco".

"Não fundou, como tantos outros sacerdotes do século XIX piemontês, institutos religiosos, porque sua ‘fundação' foi a ‘escola de vida e de santidade sacerdotal', que realizou, com seu exemplo e ensino, no Internato Eclesiástico de São Francisco de Assis, em Turim."

Cafasso, da sua cátedra de teologia moral, "educava para que fossem bons confessores e diretores espirituais, preocupados pelo verdadeiro bem espiritual da pessoa, incentivados por um grande equilíbrio em fazer sentir a misericórdia de Deus e, ao mesmo tempo, um agudo e vivo sentido do pecado".

"Três eram as principais virtudes do Cafasso professor, como recorda São João Bosco: calma, delicadeza e prudência", indicou o Papa.

O santo se entregava intensamente ao ministério da Confissão, "à qual ele mesmo dedicada muitas horas do dia; a ele se dirigiam bispos, sacerdotes, religiosos, leigos eminentes e pessoas simples: a todos sabia oferecer o tempo necessário".

...

"Seu ensino nunca era abstracto, baseado somente nos livros utilizados nessa época, mas nascia da experiência viva da misericórdia de Deus e do profundo conhecimento da alma humana, adquirido no longo tempo transcorrido no confessionário e na direcção espiritual."

Outro elemento da sua vida foi "a atenção aos últimos, em particular aos presos, que em Turim do século XIX viviam em lugares inumanos".

...

O Pontífice concluiu recordando que este santo foi proclamado por Pio XII modelo aos sacerdotes comprometidos na confissão e na direcção espiritual.

...."


ZP10063011 - 30-06-2010
Permalink: http://www.zenit.org/article-25372?l=portuguese

terça-feira, 29 de junho de 2010

O MEU S. PEDRO




Dia especial, hoje nas Lajes do Pico, onde a Festa tem lugar na Ermida de S. Pedro, a primeira Igreja a ser construída no Pico.

É o patrono da nossa Vila.

A figura de S. Pedro, sempre me cativou e vejo-o, carinhosamente como o Pescador que, embora ignorante e rude, deixou-se seduzido imediatamente pelo olhar de Jesus quando o convidou a segui-Lo, deixando tudo naquele instante e seguindo-O.
Foi o mesmo olhar de Jesus que, fixando-o, tocou fundo o seu coração e o fez arrepender-se amargamente de O ter negado por três, ele que havia confessado que Jesus era verdadeiramente o Messias, o Filho de Deus.
É este o Pastor, o Guia que Jesus escolheu para nos conduzir ao Redil do Senhor.

É este Pedro, a Pedra Viva do Templo do Senhor. É este Homem muito humano, tão frágil quanto nós, muito nosso, que veneramos hoje, em todo o mundo católico.





Ermida de S. Pedro




Símbolo do Espírito Santo.
O Pão abençoado, que é dado a todos.




As crianças da Catequese participam na procissão,
vestindo-se de "pescadores" e transportando
uma rede com peixes...




Benção das rosquilhas de massa sovada
que irão
incorporar a procissão.




Após a Procissão estas rosquilhas serão entregues a todas
as pessoas presentes.


Tem um bom dia!


"Tu és Pedro"







Celebramos hoje a festa de dois Apóstolos

marcantes da Igreja primitiva: São Pedro e São Paulo.

- Diferentes: na vocação, no caráter, no estudo, na missão...

- Unidos: no Amor e na Fé a Cristo e à Igreja...


- PEDRO, a rocha firme, conhece Cristo às margens do lago,

o segue desde o começo durante toda a vida apostólica

e em Cesaréia de Filipe o reconhece como o "Cristo, o Filho do Deus vivo.

- PAULO, o anunciador incansável, não o conheceu pessoalmente.

Inicialmente até o perseguiu, porque anunciava um Deus diferente.

Um dia, iluminado por uma luz do alto, compreendeu que Jesus era o Messias. A partir de então mudou radicalmente sua vida...


Pedro e Paulo representam duas dimensões diferentes,

mas complementares e viveram com alegria a comunhão na diversidade...


As Leituras bíblicas falam desses dois Apóstolos:


Na 1a Leitura, SÃO PEDRO está preso, com data já marcada para morrer,

guardado como "perigosos" por 16 soldados.

A Comunidade reza... Deus intervém em favor do seu servo... (At 12, 1-11)


A libertação de Pedro foi um fato histórico, mas muitos pormenores

foram introduzidos apenas para dar mais vivacidade à narrativa.

O texto mostra duas coisas:

- Deus escuta a Oração da Comunidade e

- não abandona seus discípulos nos momentos de provação.


Na 2a Leitura, SÃO PAULO está preso, aguardando o julgamento final.

Escreve a Timóteo, seu companheiro no trabalho missionário.

Faz um balanço de sua vida. Compara-se a um atleta no estádio:

"Combati o bom combate, terminei a minha carreira, conservei a fé..."

Agora velho e cansado pelo trabalho e pelas lutas que teve de enfrentar,

confia no Senhor, justo Juiz e aguarda o prêmio merecido... (2 Tm 4,6-8.17-18)


* O texto mostra a serenidade e a confiança de Paulo, diante da morte iminente.


No Evangelho temos um episódio de Jesus com os apóstolos: (Mt, 16,13-19)


- A 1ª parte, de caráter cristológico, centra-se em JESUS e

na definição de sua identidade: "Quem sou eu?"

- A 2ª parte, de caráter eclesiológico, centra na IGREJA,

que Jesus convoca ao redor de Pedro:

"Sobre essa Pedra edificarei a minha Igreja".


1. Quem é JESUS?

Na perspectiva dos "homens", Jesus é, apenas, um homem bom e justo,

que escutou os apelos de Deus e se esforçou por ser um sinal vivo de Deus, como tantos outros homens antes dele. É muito, mas não é o suficiente.

Significa que os "homens" não entenderam a novidade do Messias,

nem a profundidade do mistério de Jesus.


Na opinião dos discípulos Jesus, vai muito além.

Pedro resume o sentir da Comunidade na expressão:

"Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo".

Para os membros da Comunidade, Jesus não é apenas o Messias esperado:

é também o "Filho de Deus".


* Quem é Jesus para mim?

É uma pergunta fundamental para a vida cristã.

Deve ecoar sempre em nossos ouvidos e em nosso coração.

Não bastam as respostas da catequese ou dos tratados de teologia.

Devemos interrogar o nosso coração e tentar perceber

qual é o lugar que Cristo ocupa em nossa existência...

Devemos gastar a vida inteira confrontando e purificando nossa resposta,

sempre de novo, no seguimento do Filho de Deus feito homem.


2. O que é a IGREJA?

O texto responde de forma clara: é a Comunidade dos discípulos

que reconhecem Jesus como "o messias, o Filho de Deus".

- É uma comunidade organizada, onde existem pessoas

que presidem e desempenham serviços.

A ela Cristo conferiu poderes de "ligar e desligar" e

a garantia de que nem "as portas do inferno terão vez contra ela".


Jesus não fundou muitas igrejas...

A verdadeira IGREJA, fundada por CRISTO,

foi confiada a Pedro e seus sucessores.

Por isso, no dia de hoje, celebramos também o DIA DO PAPA.


O Papa é Sinal de unidade, aquele que confirma a fé de seus irmãos.

O Papa continua sendo o chefe visível da Igreja na terra.

Sua missão é espinhosa, sobretudo hoje, pelas mudanças rápidas e violentas...

pelas contestações dentro e fora da Igreja...


Demonstremos concretamente nosso amor para com ele,

"rezando" para que Deus...

- lhe dê muita LUZ... para apontar sempre o melhor caminho para a Igreja...

- e muita FORÇA... para enfrentar com otimismo e alegria

as contestações do mundo moderno...


Relembrando hoje o ardor missionário de São Pedro e São Paulo,

demonstramos o mesmo entusiasmo de "Discípulos e Missionários de Cristo"?


Relembrando o Nascimento da Igreja,

aceitamos uma Igreja REVELADA, fundada por Cristo,

ou preferimos uma "igreja" mais cômoda, CRIADA pelos homens?


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.07.2010




segunda-feira, 28 de junho de 2010

domingo, 27 de junho de 2010

HOJE É O DIA DO SENHOR!


A Caminho de Jerusalém






Ao longo da História, Deus sempre CHAMOU pessoas para realizar seus planos.



A Liturgia de hoje ilustra esse fato com vários exemplos:

Na 1ª Leitura, encontramos o Chamado de Eliseu: (RS 19,16b.19-21)


- O Profeta Elias, já idoso e cansado, recebeu a ordem de Deus

de consagrar profeta um rico agricultor chamado Eliseu. Desceu o monte e

o encontrou lavrando a terra. Passando junto dele, lançou-lhe às costas o manto.

Este gesto indicava a missão profética com que Elias investia Eliseu.

- A resposta foi pronta e generosa.

Foi em casa, sacrificou a junta de bois, que utilizava na antiga profissão.

"Cortou todas as amarras" para dar-se radicalmente ao projeto de Deus.


* Eliseu é um homem normal, com uma vida normal a quem Deus chama,

indo ao seu encontro na normalidade do trabalho diário,

para lhe apresentar o seu desafio.

Esse chamado de Deus chega até Eliseu através de Elias...


A 2ª Leitura afirma que o seguimento de Jesus é uma escolha LIVRE.

Seguir Cristo é nascer para a vida nova da Liberdade. (Gl 5,1.13-18)

O Evangelho encerra a etapa da missão de Jesus na Galileia

e inicia a "Caminhada" para Jerusalém. (Lc 9,51-62)


É um itinerário espiritual, ao longo do qual Jesus vai mostrando

aos discípulos os valores do Reino. Esse percurso converge para a cruz.

E os discípulos são exortados a seguir o mesmo caminho.

O texto apresenta a recusa dos samaritanos em acolher Jesus

e três candidatos a DISCÍPULOS:


+ A Recusa dos Samaritanos:

Os samaritanos não aceitavam a atitude religiosa dos judeus

que peregrinavam para Jerusalém, pois eles tinham o próprio templo.

Por isso queriam impedir a sua caminhada.

- A Reação de Tiago e João foi rápida e violenta:

"Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os consuma?"

- Jesus repreende a intolerância deles...

O caminho de Jesus não passa pela força e pela violência.


* As comunidades cristãs continuam enfrentando hostilidades.

O Discípulo não é chamado para lutar contra ninguém.

Diante dessas hostilidades, não deve ter nem intolerância... nem fanatismo...


+ 1º Chamado: Um desconhecido se oferece para segui-lo.

A fama de Jesus o entusiasmava e satisfazia os próprios interesses...

- A Resposta de Jesus foi desanimadora:

"As raposas têm tocas... e as aves têm ninhos..."

Não deve sonhar uma vida folgada. Não terá o conforto de uma morada.

O Discípulo deve despojar-se totalmente das preocupações materiais...

* Diante dessas palavras de Jesus, é possível aceitar atividades na comunidade

para obter vantagens e privilégios?


+ 2º Chamado: Um desconhecido é convidado por Jesus a segui-lo.

Ele aceita, mas pede para enterrar primeiro os pais.

- Jesus: "Deixa que os mortos enterrem os seus mortos

mas tu, vai anunciar o Reino de Deus."

O Discípulo deve desapegar-se até dos deveres e obrigações,

que impedem uma resposta imediata e radical ao reino.


+ 3º Chamado: Um terceiro se apresenta a Jesus. E Jesus: "Segue-me".

- Ele: "Eu te seguirei (no futuro...), mas..."

- Jesus: "Quem põe a mão no arado e olha para trás,

não é apto para o reino de Deus."

* O Discípulo deve ser LIVRE, sabendo se desapegar de tudo,

até da família, para fazer do Reino a sua prioridade fundamental...

Os três aceitaram o convite, mas a decisão foi parcial...


Cristo exige de seus seguidores três qualidades:

- Disponibilidade pronta e total

- Desprendimento: renunciar seguranças humanas

- Perseverança: Não voltar atrás...


+ Deus ainda hoje continua chamando,

propondo aos seus seguidores o "caminho" de Jerusalém.

É um caminho exigente, que implica a renúncia a nós mesmos,

aos nossos interesses, ao nosso orgulho, e um compromisso com a cruz,

com a entrega da vida, com o amor até às últimas conseqüências.

- Jesus desaprova atitudes de violência à oposição e à hostilidade do mundo,

embora a Igreja, muitas vezes, tem trilhado caminhos de fanatismo e intolerância...


Dentro da comunidade, podemos ser chamados a um SERVIÇO, mandato...

Não será Elias... nem Jesus Cristo a nos chamar...

Deus poderá se servir de um fato, de uma necessidade, do convite de uma pessoa.

(Para um Retiro... para um Movimento... para uma Pastoral...)


Qual é a nossa resposta aos convites, aos chamados de Deus?

Será que ele pode contar de fato com cada um de nós?



Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa- 27.06.2010

Regressei, Amigos!

Pois é, Amigos regressei à Ilha Terceira, após de uma longa estada no continente português, que ultrapassou as nossas previsões.
Estive muito doente e isso atrasou imenso o nosso regresso.

Espero que estejam todos bem.


domingo, 2 de maio de 2010



ATÉ BREVE






HOJE É O DIA DO SENHOR!





A Despedida


Na Liturgia desses domingos de Páscoa, podemos perceber a preocupação de Cristo em formar a sua Igreja, que continuará a obra de salvação iniciada por ele:

- As aparições no Cenáculo e na pesca milagrosa...

- A imagem do Rebanho, do qual Cristo é o Bom Pastor...


Hoje nos fala do espírito que deve animar a nova Comunidade:

O AMOR MÚTUO.


A 1a Leitura mostra o final da 1a viagem missionária de São Paulo,

na qual fundou e organizou novas comunidades cristãs. (At 14,21b-27)


Nela podemos notar 3 elementos:


- O Anúncio da Palavra até os confins da terra:

anunciar o seu amor e o seu desejo de salvação para toda a humanidade.

- Os Conflitos são superados:

Os sofrimentos são indispensáveis para entrar no Reino, mas confirmam a autenticidade da mensagem e possibilitam sentir a presença de Deus na caminhada da comunidade.

- A Organização das Comunidades:

Paulo cria uma Instituição de Dirigentes ("Presbíteros"),

que aparecem aqui pela primeira vez fora da Igreja de Jerusalém.

É um ministério para administrar, vigiar e defender a comunidade.

São Paulo escolhe diretamente, após uma preparação de oração e jejum...


A 2ª Leitura mostra o rosto final dessa Comunidade de chamados a viver no amor. (Ap 21.1-5a)


Deus veio morar conosco. Cabe à Comunidade cristã transformar

a Babilônia em que vivemos em Nova Jerusalém.

A Igreja deve ser um anúncio dessa comunidade escatológica,

essa "noiva" bela, que caminha com amor

ao encontro de Deus, o Amado.


No Evangelho, Jesus, ao se despedir dos discípulos,

deixa em testamento à comunidade o "MANDAMENTO NOVO:

"Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei". (Jo 13,31-33a.34-35)


+ O AMOR MÚTUO:


- É SINAL da presença de Jesus na comunidade cristã.

Jesus continua sua presença e sua ação no amor mútuo dos discípulos.


- É o DISTINTIVO do verdadeiro cristão:

"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos,

se tiverdes amor uns para com os outros".


- É um MANDAMENTO NOVO:

> Mandamento: não é apenas conselho... convite...

> Novo: "Amar o próximo como a si mesmo" já existia no Antigo Testamento

(Lev 19,18). Onde está a novidade?

- A novidade está na medida, no modelo desse amor:

"Como EU vos tenho amado..."


Amar como Jesus:

Nós amamos quem "merece ser amado"...

Jesus ama os pobres, os doentes, os marginalizados... até os algozes...

Ele nos amou até o fim... de modo infinito, sem limites...

"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos".


Amar como Deus ama:

"Como o Pai me ama... assim também eu vos amo...!"

Com a grandeza do coração de Deus, à semelhança dele.

Amar como Deus ama! É o nosso desafio, a nossa vocação...

- Como amar o Pai sem amar os filhos?

Eles também são feitos à semelhança de Deus e como Deus devem amar.

Só quem ama, com as palavra e com a ação, é verdadeiro cristão...


+ O Distintivo da Nova Comunidade:

Os discípulos de Jesus não são os depositários de uma doutrina,

ou de uma ideologia, ou os observadores de leis,

ou os fiéis cumpridores de ritos:

Mas são aqueles que, pelo amor mútuo,

vão ser um sinal vivo do Deus que ama.

Pelo amor, serão no mundo Sinal do Pai.


A proposta cristã resume-se no amor.

O amor é o distintivo, que nos identifica;

quem não vive o amor, não integra a comunidade de Jesus.

O amor mútuo é a síntese de toda a Lei da Nova Aliança,

é o estatuto que fundamenta a Comunidade cristã.


A Comunidade de Jesus deve testemunhar

com gestos concretos o amor de Deus.

Deve também demonstrar que a utopia é possível

e que os homens podem ser irmãos.


- A nossa religião é a religião do amor,

ou é a religião das leis, das exigências, dos ritos externos?


- Em nossos gestos, as pessoas descobrem

a presença do Amor de Deus no Mundo?


Canto: amar como Jesus amou


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa -02.05.2010




sábado, 1 de maio de 2010

Palavra de Vida – maio de 2010

“Quem me ama será amado por meu Pai,

e eu o amarei e me manifestarei a ele.”

(Jo 14,21)




No último discurso de Jesus, é o amor que ocupa o centro: o amor do Pai pelo Filho, e o amor a Jesus, que consiste em cumprir os seus mandamentos.
Aqueles que escutavam Jesus não tinham dificuldades em reconhecer nas suas palavras um eco dos Livros sapienciais: “O amor é a observância de suas leis (Sb 6,18) e “facilmente é contemplada (a Sabedoria) por aqueles que a amam” (cf. Sb 6,12). E, sobretudo, o “manifestar-se a quem o ama” encontra um paralelo no Antigo Testamento em Sb 1,2, onde está escrito que o Senhor se manifestará àqueles que acreditam nele.
Ora, o sentido desta Palavra de Vida que propomos é: quem ama o Filho é amado pelo Pai, e é, por sua vez, também amado pelo Filho, que se manifesta a ele.

“Quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele”.

Essa manifestação de Jesus, porém, exige que estejamos no amor.
Não é concebível um cristão que não tenha esse dinamismo, essa carga de amor no coração. Um relógio não funciona, não marca a hora – e nem se pode dizer que é um relógio – se estiver com a bateria descarregada. Assim, um cristão que não está sempre na disposição de amar não merece ser chamado de cristão.
Isso porque todos os mandamentos de Jesus se resumem em um único mandamento: o amor a Deus e ao próximo, em quem devemos reconhecer e amar Jesus.
O amor não é mero sentimentalismo: ele se traduz em vida concreta, no serviço aos irmãos – principalmente os que estão ao nosso lado –, começando pelas pequenas coisas, pelos serviços mais humildes.
Diz Charles de Foucauld: “Quando amamos alguém, estamos de verdade nele, estamos nele com o amor, vivemos nele com o amor, não vivemos mais em nós mesmos, somos “desprendidos” de nós mesmos, “fora de nós mesmos” (Charles de Foucauld, Scritti Spirituali, VII, Città Nuova, Roma 1975, p. 110).
E é por causa desse amor que uma luz abre caminho em nós, a luz de Jesus, segundo a sua promessa: “Quem me ama... me manifestarei a ele” (cf. Jo 14,21). O amor é fonte de luz: amando compreende-se melhor a Deus, que é amor.
E isso faz com que se ame ainda mais e se aprofunde o relacionamento com o próximo.
Essa luz, esse conhecimento amoroso de Deus é, portanto, a marca, a prova do verdadeiro amor. E ela pode ser experimentada de vários modos, porque em cada um de nós ela assume uma cor, uma tonalidade própria. Mas essa luz possui algumas características comuns em todas as pessoas: ela nos ilumina sobre a vontade de Deus, nos dá paz, serenidade e uma compreensão sempre nova da Palavra de Deus. É uma luz quente que nos estimula a caminhar na estrada da vida de modo cada vez mais rápido e seguro. Quando as sombras da existência tornarem o nosso caminho inseguro, e até mesmo quando ficarmos paralizados pela escuridão, essa Palavra do Evangelho nos lembrará que a luz se acende com o amor e que bastará um gesto concreto de amor, ainda que pequeno (uma oração, um sorriso, uma palavra), para nos dar aquele tanto de luz que nos permitirá seguir adiante.
Quando andamos de bicicleta à noite (nas bicicletas antigas, com dínamo), se pararmos de pedalar precipitaremos na escuridão; mas se recomeçarmos a pedalar, o dínamo produzirá a energia necessária para iluminar o caminho.
O mesmo acontece na nossa vida: basta reativarmos o amor, o amor verdadeiro, aquele que dá sem esperar nada em troca, para que se reacenda em nós a fé e a esperança.

Chiara Lubich