segunda-feira, 19 de julho de 2010

O Papa comenta o Evangelho de Domingo



O mais importante na vida


é escutar a Palavra de Deus, explica Papa



O pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo, onde o Papa Bento XVI passa alguns dias de repouso, ficou pequeno para acolher os inúmeros turistas e peregrinos para o Ângelus deste domingo, 18.

Acolhido com muita festa, o Santo Padre se dirigiu principalmente aos fiéis do hemisfério norte, que se encontram de férias, em pleno verão. "Também as atividades pastorais ficam reduzidas, e eu mesmo suspendi por um período as audiências", disse o Papa, afirmando se tratar, portanto, de um momento favorável para dar o lugar àquilo que efetivamente é mais importante na vida, ou seja, a escuta da Palavra do Senhor.

Isso fica claro na narração do Evangelho deste domingo, no célebre episódio da visita de Jesus à casa de Marta e Maria.

Maria se senta aos pés de Jesus e o ouve, enquanto Marta está muito atarefada com afazeres domésticos, devido certamente ao hóspede excepcional. Depois, Marta, evidentemente ressentida, não resiste mais e protesta, sentindo-se também no direito de criticar Jesus: "Senhor, a ti não importa que minha irmã me deixe assim sozinha a fazer o serviço? Dize-lhe, pois, que me ajude".

Jesus, ao invés, com grande calma, responde: "Marta, Marta, tu te inquietas e te agitas por muitas coisas; no entanto, pouca coisa é necessária, até mesmo uma só. Maria, com efeito, escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada" (Lc 10,41-42).

A palavra de Cristo é claríssima, diz o Papa: "Nem desprezo pela vida ativa, nem tampouco pela generosa hospitalidade; mas um chamado nítido ao fato de que a única coisa realmente necessária é outra: ouvir a Palavra do Senhor; e o Senhor, naquele momento, está ali, presente na Pessoa de Jesus! Todo o resto passará e nos será tirado, mas a Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir cotidiano".

Essa narração, afirma Bento XVI, é muito significativa no período das férias, porque evoca o fato de que a pessoa humana deve sim trabalhar, empenhar-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas necessita antes de tudo de Deus, que é luz interior de Amor e de Verdade.

"Sem amor, inclusive as atividades mais importantes perdem valor e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo o nosso fazer se reduz a ativismo estéril e desordenado. E quem nos dá o Amor e a Verdade senão Jesus Cristo? Aprendamos, portanto, a ajudar-nos uns aos outros, a colaborar, mas antes disso, a escolher juntos a melhor parte, que é e será o nosso bem maior."

Da Redação, com Rádio Vaticano

(Canção Nova)


domingo, 18 de julho de 2010

HOJE É O DIA DO SENHOR!




Disponibilidade e acolhimento


A Liturgia de hoje nos convida a refletir

sobre a HOSPITALIDADE e o Acolhimento.

Toda vez que nos reunimos para celebrar a Eucaristia,

o Senhor nos acolhe como hóspedes em sua casa e

nos oferece a "melhor parte": a sua Palavra e o Pão da vida.


As leituras apresentam pessoas, que acolheram o Senhor...


Na 1a Leitura, ABRAÃO acolhe com alegria três caminhantes desconhecidos e acolhe também o dom da vida, que Deus lhe oferece. (Gn 18,1-10a)


Abraão está sentado à porta de sua tenda em Mambré,

atento a quem passa e disposto a repartir com ele,

de forma gratuita, aquilo que tem de melhor...

Ao ver três homens, que se aproximam, o Patriarca corre ao encontro deles

e oferece-lhes com insistência hospedagem.

No final da refeição, como recompensa pela generosa hospitalidade,

recebe a promessa de um filho, apesar da idade avançada de Abraão e Sara.

Era o que mais desejava na vida... Seria o herdeiro das Promessas...

Deus sempre paga generosamente a hospitalidade.


* Antiga tradição cristã viu nestes três personagens,

dos quais só um fala, misteriosa figura da Trindade...


Na 2a Leitura, PAULO apresenta o próprio exemplo:

acolheu em sua vida Cristo, que deu sentido à sua vida e sua missão:

"É Cristo crucificado que vive em mim" (Cl 1,24-28)


* Missão do ministro é acolher o povo em seu coração

para que se sinta acolhido, amado e valorizado.

As pessoas não procuram tanto na Igreja uma boa organização,

mas serem ouvidas e receberem palavras que comuniquem o Amor de Deus.


No Evangelho, MARTA e MARIA acolhem Jesus em sua casa. (Lc 10,38-42)


- MARTA preocupa-se com os trabalhos

para acolher bem o visitante em sua CASA.

- MARIA, pelo contrário, SENTA-SE aos pés do Mestre

(posição típica de um discípulo diante do seu Mestre)

e acolhe a Palavra de Jesus em seu CORAÇÃO...


Duas formas sinceras de acolher... mas diante da reclamação de Marta,

Jesus afirma que a atitude de Maria lhe era mais agradável,

pois a escuta da sua palavra é o ponto de partida na caminhada da fé.


A Hospitalidade é um gesto sagrado desde o Antigo Testamento...

Não é só abrir a porta da casa, mas é também abrir os ouvidos e o coração,

para dar a nossa atenção àquele que veio ao nosso encontro.

Durante o diálogo, Maria permanece em silêncio,

sinal de meditação e interiorização da Palavra de Deus.

- Marta acolhe em sua casa um AMIGO muito querido...

- Maria acolhe o MESTRE que tem palavras de Vida...

- Paulo hospeda o REDENTOR, que redime os homens de seus pecados...

- Abraão acolhe naqueles viajantes o próprio DEUS...


Quem são as Martas e Marias, HOJE?


- Na Vida Prática: Você valoriza mais as pessoas,

ou as coisas, os trabalhos, a casa, os negócios?


- Na Família...

> Você, Esposa, costuma acolher com carinho, com atenção e com sorriso

o seu esposo que chega cansado do trabalho ou

o seu filho que retorna da escola?

> Você, Marido, mesmo cansado, escuta com interesse, sua esposa

que deseja lhe contar como foi o dia?

> E você, Jovem, sabe dar a devida atenção a seus pais,

que trabalham o dia todo por você?


- Na Comunidade...Você encontra tempo para "sentar aos pés de Jesus

e escutar a sua palavra"? Ou apenas se satisfaz em "fazer coisas"?

Fato decisivo para ser "Discípulo" de Cristo,

é estar disposto a escutar a sua Palavra...


- Na Sociedade... Você tem tempo para parar e escutar os que chegam até você,

reconhecendo neles a voz de Cristo (ou a visita de Deus)?

Ou apenas se contenta em oferecer "coisas"?


- Na Ação Pastoral... como servimos a Deus?

O Evangelho nos mostra dois modos: como Marta... e como Maria...

Damos o devido tempo entre Ação e Contemplação, Trabalho e Oração...


Ação, sem escuta da Palavra de Deus, torna-se vazia...

E Oração, sem ação, é estéril e alienante...


Que a nossa atitude não seja apenas a de Marta, nem apenas a de Maria...

mas a de Marta e de Maria, juntas, se completando em nós...

Cristo ainda hoje continua nos advertindo: "Marta, Marta..."


Cristo continua ainda hoje batendo à nossa porta.

Sua voz tem inúmeros timbres.

Procuremos reconhecê-la e abrir a porta sem fazê-lo esperar.

Para acolher Jesus, devemos encontrar tempo

para nos sentar a seus pés, escutá-lo e escutar os outros;

tempo para rezar; tempo para servir; um coração pronto e disponível.


- A Conferência de Aparecida fala em gastar mais tempo

para escutar as pessoas...


O que poderíamos fazer nesse sentido?

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 18.07.2010



sábado, 17 de julho de 2010

O “amor” visto pelas Crianças





«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»

Rebeca, 8 anos

«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»

Billy, 4 anos

«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»

Karl, 5 anos

«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»

Chrissy, 6 anos

«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»

Terri, 4 anos

«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»

Danny, 7 anos

«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim.

Emily, 8 anos

«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»

Noelle, 7 anos

«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.»

Tommy, 6 anos

«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»

Clare, 6 anos

«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»

Elaine, 5 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»

Chris, 7 anos

«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»

Mary Ann, 4 anos

«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.»

Karen, 7 anos

Um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse:

"Nada, só o ajudei a chorar".

(Do meu correio electrónico)


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dia de Festa em Angra do Heroísmo




Igreja do Colégio


LITURGIA DO DIA


NOSSA SENHORA DO CARMO



LEITURA I Is 38, 1-6.21-22.7-8
«Escutei a tua prece e vi as tuas lágrimas»


Admonição
Esta leitura apresenta um exemplo que confirma a doutrina das leituras dos dias anteriores: Deus salva sempre aquele que n’Ele põe a sua confiança. Por outro lado, ela mostra-nos que a oração do homem é escutada por Deus. Sempre? Sempre, mas com o fruto que só Deus, muito mais interessado pelo homem do que ele próprio, sabe conceder.

Leitura do Livro de Isaías


Naqueles dias, Ezequias, rei de Judá, contraiu doença mortal. O profeta Isaías, filho de Amós, foi visitá-lo e disse-lhe: «Assim fala o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque vais morrer e não viverás». Ezequias voltou o rosto para a parede e orou ao Senhor, dizendo: «Lembrai-Vos, Senhor, como tenho procedido fielmente e de coração sincero na vossa presença, como tenho feito sempre o que agrada aos vossos olhos». Depois, Ezequias rompeu num grande choro. Então a palavra do
Senhor foi dirigida a Isaías, com esta mensagem: «Vai dizer a Ezequias: Assim fala o Senhor, Deus de teu pai David: Escutei a tua prece e vi as tuas lágrimas. Vou acrescentar à tua vida mais quinze anos e hei-de livrar-te das mãos do rei da Assíria, a ti e a esta cidade, que Eu protegerei». Disse então Isaías: «Trazei um bolo de figos, aplicai-o sobre a chaga e o rei ficará curado». Ezequias perguntou: «Que sinal terei de que volto a subir ao templo do Senhor?». Isaías respondeu-lhe: «O sinal da parte do Senhor de que cumprirá a sua palavra é este: Vou fazer que a sombra do relógio de sol de Acaz volte para trás dez graus, que nele tinha avançado». E o sol desandou dez graus que avançara no quadrante.


Palavra do Senhor.


EVANGELHO Mt 12, 1-8
«O Filho do homem é Senhor do sábado»

Admonição
A lei de Moisés era um guia para Cristo. Jesus, depois, não a destruiu, antes a levou até ao seu pleno cumprimento, porque Ele ultrapassa as figuras que O anunciavam e chega até onde a Lei queria conduzir, que é Ele próprio. Tudo isto foi difícil de ser compreendido pelos seus contemporâneos, como este episódio manifesta.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo seg. São Mateus


Naquele tempo, Jesus passou através das searas em dia de sábado e os discípulos, sentindo fome, começaram a apanhar e a comer espigas. Os fariseus viram e disseram a Jesus: «Vê como os teus discípulos estão a fazer o que não é permitido ao sábado». Jesus respondeu-lhes: «Não lestes o que fez David, quando ele e os seus companheiros sentiram fome? Entrou na casa de Deus e comeu dos pães da proposição, que não era permitido comer, nem a ele nem aos seus companheiros, mas somente aos sacerdotes. Também não lestes na Lei que, ao sábado, no templo, os sacerdotes violam o repouso sabático e ficam isentos de culpa? Eu vos digo que está aqui alguém que é maior que o templo. Se soubésseis o que significa: ‘Eu quero misericórdia e não sacrifício’, não condenaríeis os que não têm culpa. Porque o Filho do homem é Senhor do sábado».


Palavra da salvação.


(Ag Ecclesia)


Maria do Monte Carmelo





Nossa Senhora do Carmo:

Um pouco de história



A ordem dos Carmelitas tem como modelo o profeta Elias e caracteriza-se por uma profunda devoção a Maria. A Sagrada Escritura fala da beleza do Monte Carmelo, onde o profeta Elias defendeu a fé do povo de Israel no Deus vivo e verdadeiro. Carmelo em hebraico significa "vinha do Senhor".

Ali Elias enfrentou os profetas de Baal. Segundo o Livro das Instituições, Elias teve uma visão em que a Virgem lhe apareceu sob a figura de uma pequena nuvem que saía da terra e se dirigia ao Carmelo.

Em 93, os monges construíram sobre o Monte Carmelo uma capela em honra à Virgem Maria. As gerações de monges sucederam-se através dos tempos. Em 1205, o patriarca de Jerusalém deu-lhes uma Regra baseada no trabalho, na meditação das Escrituras, na devoção a Nossa Senhora, na vida contemplativa e mística.

Entretanto, ainda no século XIII, os muçulmanos invadiram a Terra Santa. Os eremitas do Monte Carmelo fugiram para a Europa. Nesta época, tinham como superior geral São Simão Stock. Enquanto rezava, pedindo a Nossa Senhora que fosse a protectora da Ordem dos Carmelitas, recebeu das mãos de Nossa Senhora do Carmo o escapulário: «Eis o privilégio que te dou à ti e a todos os filhos do Carmelo: "todo o que for revestido desse hábito será salvo".»

(Do: Evangelho Quotidiano)


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Só Tu, Senhor







O meu sentir


Tenho muito o hábito de usar esta expressão “só Tu, Senhor”, porque me dei conta de que nas horas de maior aflição e sofrimento eu ficava geralmente só, sem ninguém com quem partilhar, capaz de escutar o meu sentir.


As vivências espirituais do dia-a-dia foram-me levando Àquele que sabe escutar e que tudo faz gratuitamente por Amor infinito e eterno a quem lhe suplica sem fingimento.


Só Tu, Senhor sabes o que me vai no coração

Só Tu, Senhor para levares contigo a minha angústia e o meu pecado

Só Tu, Senhor és a minha rocha onde me agarro quando estou a afundar

Só Tu, Senhor me consolas da ingratidão daqueles que mais amo

Só Tu, Senhor és fiel ao amor, às promessas, à Aliança que fizemos e que eu traí

Só Tu, Senhor para me perdoares todos os dias quando desconfio do Teu amor

Só Tu, Senhor para te deixares morrer por minha causa, para morrerem Contigo os meus pecados

Só Tu, Senhor Ressuscitado para me dares a Vida Eterna

Só Tu, Senhor!

Só Tu, Senhor!


Senhor, eu te louvo e bendigo.


Senhor, Filho de Deus vivo, tem compaixão de mim que sou uma pecadora.



quarta-feira, 14 de julho de 2010

MENSAGEM DO DIA





Quarta-feira, 14 de Julho 2010

Mateus 11, 25-27

Em certa ocasião, Jesus exclamou: "Agradeço-te, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque mostraste aos simples as coisas que tinhas escondido aos sábios e entendidos. Sim, Pai, agradeço-te, por ter sido essa a tua vontade. Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser dar a conhecer".

  • Agradecer e louvar

Estas acções concretas fazem parte do meu dia a dia de oração?

  • Como cultivo a simplicidade na minha vida, nas minhas relações, nos meus pensamentos e desejos?


  • Jesus só quer e só faz a vontade do Pai. E eu?


(Enviado pelo Nuno - Macau)



terça-feira, 13 de julho de 2010

JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE: LOGO




Significado do Logotipo


Já no dia 30 de Julho de 2009, foi divulgado o logo que representará a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ2011), programada para Madrid, de 16 a 21 de Agosto de 2011.

Seu autor José Gil-Nogués, desenhista gráfico espanhol, explicou que o fundo do desenho simboliza “jovens de todo o mundo que se unem para celebrar sua fé junto ao Papa, ao pé da Cruz, e formam a coroa de Nossa Senhora de Almudena, patrona de Madrid”.
Na coroa, continua dizendo o criador, destaca o “m” de Maria, também inicial de Madrid, lugar do encontro.

A Cruz, sinal do cristão, preside o encontro do Papa com os jovens, que fazem visível com seu testemunho o tema da JMJ: “Arraigados e edificados em Cristo, firmes na fé”.

A mensagem do logo, acrescenta, “é uma catequese, uma oportunidade de evangelização: o caminho rápido e seguro para chegar a Cristo é a Virgem Maria, Mãe de Deus e dos homens. Os jovens têm, na fé de Maria, o exemplo e o modelo para chegar a Cristo e cumprir a finalidade prioritária da JMJ: dar a conhecer ao mundo sua mensagem”.

Sobre a forma, o desenhista esclareceu que “o símbolo possui um traço espontâneo e firme, como a juventude do século XXI. É próximo, afável, aberto. Alegre, descontraído e positivo”.

“O uso de uma paleta de cores quentes (vermelho, laranja e amarelo) transmite um calor inconfundível, sinal de identidade de uma cidade como Madrid, de um país como Espanha. Estas cores são reflexo também do ‘calor divino’, do Amor trinitário”, declara.

O logo foi escolhido através de um concurso restrito a desenhistas gráficos profissionais.

José Gil-Nogués (Valência, 1971), jornalista e desenhista, recebeu numerosos prémios e seu trabalho foi publicado e exposto nos cinco continentes.


Fonte: www.zenit.org


TELEFONES DE EMERGÊNCIA





Não consegues viver esta situação que tanto te aflige?

Então liga para Mt 14, 22-33



ASSIM TE FALA O SENHOR



... Jesus subiu ao monte, a fim de orar a sós.

Qd Jesus se dirigiu aos discípulos caminhando sobre as águas, eles pensavam estar a ver um fantasma e começaram a gritar. “ Mas Jesus disse logo: tende confiança, sou eu, não tenhais medo”. Pedro disse-lhe: “Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas. E Jesus respondeu: “VEM”. E Pedro foi ao encontro de Jesus. “Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar-se, gritou: Senhor, salva-me! Jesus estendeu a mão prontamente e o segurou, repreendendo-o: Homem fraco na fé, por que duvidaste? ” Mt 14,22-33.


(Esta Palavra é para mim e para ti, HOJE.Quantas vezes sou impelida para ir àquele lugar, fazer esta acção e/ou aceitar esta situação de aflição e não o faço por preguiça e medo de sofrer? Quantas vezes, tal como Pedro, a minha primeira reacção é ir, fazer, aceitar, mas depois de alguns segundos, recuo, penso nas minhas próprias forças e vacilo, duvido e vou ao fundo!

Senhor, se for da vossa vontade, leva-me para o deserto e aí, fala-me de Confiança e de Amor.



segunda-feira, 12 de julho de 2010

Encerramento do Ano Sacerdotal 3



La pérdida de la confesión - 3

Donde el sacerdote ya no es confesor,

se convierte en un trabajador social religioso.



Autor: Card. Joachim Meisner, arzobispo de Colonia | Fuente: www.temas.cl

(continuação)


11. El paso de la conversión a la misión puede mostrarse, en primer lugar, en el hecho de que yo paso de un lado al otro de la rejilla del confesionario, de la parte del penitente a la parte del confesor. La pérdida del sacramento de la Reconciliación es la raíz de muchos males en la vida de la Iglesia y en la vida del sacerdote. Y la así llamada crisis del sacramento de la Penitencia no se debe sólo a que la gente no vaya más a confesarse sino a que nosotros, sacerdotes, ya no estamos presentes en el confesionario. Un confesionario en que el está presente un sacerdote, en una iglesia vacía, es el símbolo más conmovedor de la paciencia de Dios que espera. Así es Dios. Él nos espera toda la vida.


12. Aquí el sacerdote está llamado a poner de su parte todos los trabajos exteriores de planificación de la pastoral de grupo para sumergirse en las necesidades personales de cada uno. Y aquí debe, sobre todo, escuchar más que hablar. Una herida purulenta en el cuerpo sólo puede sanar si puede sangrar hasta el final. Para el confesor es importante, primero que nada, no hablar sino escuchar. ¡Cuántos impulsos interiores experimenta y recibe el sacerdote, precisamente en la administración del sacramento de la confesión, que le sirven para su seguimiento de Cristo!


13. Si nos falta en gran parte este ámbito esencial del servicio sacerdotal, entonces caemos fácilmente en una mentalidad funcionalista o en el nivel de una mera técnica pastoral. Nuestro estar a ambos lados de la rejilla del confesionario nos lleva, a través de nuestro testimonio, a permitir que Cristo se haga perceptible para el pueblo. Para decirlo claramente, con un ejemplo negativo: quien entra en contacto con el material radioactivo, también él se vuelve radioactivo. Si luego se pone en contacto con otro, entonces también -éste quedará igualmente infectado por la radioactividad. Pero ahora volvamos al ejemplo positivo: aquellos que entran en contacto con Cristo, se vuelven “Cristo-activos”. Y si, entonces, el sacerdote, siendo “Cristo-activo”, se pone en contacto con otras personas, éstas ciertamente serán “infectadas” por su “Cristo-actividad”. Ésta es la misión, así como fue concebida y estuvo presente desde el comienzo del cristianismo. La gente se reunía en torno a la persona de Jesús para tocarlo, aunque sólo fuera el borde de su manto. Y quedaban sanados incluso cuando esto ocurría mientras Él estaba de espaldas: “porque salía de él una fuerza que sanaba a todos” (Lc. 6,19).


14. Con nosotros, en cambio, con frecuencia las personas huyen, ya no buscan nuestra cercanía para entrar en contacto con nosotros. Por el contrario, como dije, se nos escapan. Para evitar que esto suceda, debemos plantearnos la pregunta: ¿con quién entran en contacto cuando se ponen en contacto conmigo? ¿Con Jesucristo, en su infinito amor por la humanidad, o bien con alguna privada opinión teológica o alguna queja sobre la situación de la Iglesia y del mundo? A través de nosotros, ¿entran en contacto con Jesucristo? Si este es el caso, entonces las personas tendrán vida. Hablarán entre ellas de tal sacerdote. Se expresarán sobre él con términos similares: “Con él sí se puede hablar. Me entiende. Realmente puede ayudar”. Estoy profundamente convencido de que la gente tiene una profunda nostalgia de tales sacerdotes, en los cuales pueden encontrar auténticamente a Cristo, que los hace libres de todos los lazos y los vincula a su Persona.


15. Con la confesión se vuelve dentro del mismo movimiento del amor de Dios y del amor fraterno, en la unión con Dios y con la Iglesia, del cual nos había excluido el pecado. Si Dios nos ha enseñado a amar de un modo nuevo, podemos y debemos amar a todos los hombres. Si no fuese así, sería un signo de que no nos hemos confesado bien y que, por lo tanto, deberíamos confesarnos de nuevo.


Probablemente, el más grande sacerdote confesor de nuestra Iglesia es el Santo Cura de Ars. Gracias a él tenemos el Año Sacerdotal y, por lo tanto, nuestro actual encuentro como sacerdotes y obispos con el Santo Padre aquí en Roma. Con este santo párroco he reflexionado sobre el misterio de la santa confesión ya que su ministerio cotidiano de la reconciliación, en el confesionario de Ars, ha hecho que se convirtiera en un gran misionero para el mundo. Se ha dicho que, como sacerdote confesor, ha vencido espiritualmente a la Revolución francesa.


¡Amamos a todos, perdonamos a todos! ¡Hay que prestar atención, sin embargo, a no olvidar a una persona! Existe un ser, de hecho, que nos desilusiona y nos pesa, un ser con el que estamos constantemente insatisfechos. Y somos nosotros mismos. Con frecuencia tenemos bastante de nosotros. Estamos hartos de nuestra mediocridad y cansados de nuestra misma monotonía. Vivimos en un estado de ánimo frío e incluso con una increíble indiferencia hacia este prójimo más próximo que Dios nos ha confiado para que le hagamos tocar el perdón divino. Y este prójimo más próximo somos nosotros mismos. Está dicho, de hecho, que debemos amar a nuestro prójimo como a nosotros mismos (cfr. Lv. 19,18). Por lo tanto, debemos amarnos también a nosotros mismos así como tratamos de amar a nuestro prójimo. Entonces debemos pedir a Dios que nos enseñe que debemos perdonarnos: la rabia de nuestro orgullo, las desilusiones de nuestra ambición. Pidamos que la bondad, la ternura, la paciencia y la confianza indecible con la que Él nos perdona, nos conquiste hasta el punto de que nos liberemos del cansancio de nosotros mismos, que nos acompaña por todas partes, y con frecuencia incluso nos causa vergüenza. No somos capaces de reconocer el amor de Dios por nosotros sin modificar también la opinión que tenemos de nosotros mismos, sin reconocer a Dios mismo el derecho de amarnos. El perdón de Dios nos reconcilia con Él, con nosotros, con nuestros hermanos y hermanas, y con todo el mundo. Nos hace auténticos misioneros.


¿Lo creéis, queridos hermanos? ¡Probadlo, hoy mismo!


Catholic.net

(conclusão)



domingo, 11 de julho de 2010

HOJE É O DIA DO SENHOR!




Meu Próximo


Todos nós desejamos com segurança a Vida eterna.

Mas qual é o CAMINHO para conquistá-la.

As leituras bíblicas respondem: no amor a Deus e aos outros.


Na 1a leitura, MOISÉS convida o Povo a aderir aos MANDAMENTOS:

"Ouve a voz do Senhor, teu Deus, e observa todos os seus Mandamentos".

E acrescenta: "Esta lei não está acima de tuas forças... pelo contrário,

ela está bem perto de ti, está em tua boca e em teu CORAÇÃO" (Dt 30,10-14)


Os Mandamentos de Deus não são uma coleção de prescrições impostas,

que tolhem a nossa liberdade e prejudicam a nossa realização pessoal.

Pelo contrário, correspondem aos anseios profundos da pessoa humana,

são o caminho seguro, que nos conduz à Felicidade eterna desejada.

E Deus inscreveu esses preceitos em nosso próprio coração.


A 2ª Leitura mostra Cristo como o centro de toda a criação. (Cl 1,15-20)

É um hino cristológico, em que Paulo apresenta Cristo

como "imagem do Deus invisível" e o "primogênito de toda a criatura".


No Evangelho, CRISTO aponta o caminho da vida eterna,

respondendo a duas perguntas de um Mestre da Lei: (Lc 10,25-37)


1. "Que devo fazer para alcançar a vida eterna"?

- Jesus o questiona: "O que diz a Lei?"

- Ele resume os 613 preceitos em dois:

o Amor a Deus e o Amor ao Próximo... (Dt 6,5; Lev 19,18)

- Jesus concorda: "Respondeste bem... FAZE isto e viverás".

- E ele insiste com a segunda pergunta:


2. "E quem é o meu próximo?"

Na época de Jesus, "próximo" era o membro do Povo de Deus;

excluíam os inimigos, os pecadores e os não praticantes...

Jesus responde não com uma definição, mas com um exemplo prático...

com a maravilhosa Parábola do BOM SAMARITANO...


- Um homem é assaltado por ladrões...

que o deixam jogado meio morto à margem da estrada.

- Ali passa um SACERDOTE, que sabe tudo sobre a Lei:

vê o homem jogado, mas vai adiante.

- Passa também um LEVITA, que trabalha diariamente no templo,

mas não sabe nada de Deus: não tem misericórdia para aquele homem.

Vê o homem e vai em frente...

- Passa também um "SAMARITANO" que não sabia tão bem a Lei de Moisés.

Esse "pagão" sente "compaixão" (sentimento próprio de Deus).

Supera a hostilidade entre judeus e samaritanos,

esquece seus negócios, seus compromissos, seu cansaço, o medo...

"Aproxima-se dele, derrama óleo e vinho nas feridas.

Depois o coloca em seu animal e completa os cuidados na pensão".

- E Jesus concluiu: "Vai e faze tu o mesmo".


A Parábola nos diz que...


- A "Vida eterna" é encontrada no Amor a Deus,

concretizado no Amor ao Próximo.

Para ter a vida devemos fazer de quem está perto de nós o nosso próximo.

PRÓXIMO é todo irmão, que necessita de nossa ajuda e de nosso amor.

- Mais importante do que saber quem é o "próximo",

é tornar-se próximo de quem precisa...

PRÓXIMO é quem age com misericórdia e compaixão...

Cristo foi o verdadeiro Bom Samaritano, que antes de ensinar a Parábola

a fez realidade em sua vida acolhendo a todos.

E ele nos convida: "Vai e faze tu o mesmo..."

Esse gesto é um aspecto fundamental da missão da Igreja.


* A Parábola propõe Três PASSOS para realizar o amor misericordioso:

Ver, Ter compaixão e Agir...


+ Quem é o nosso Próximo, HOJE?

Só os amigos, os familiares? Os que nos ajudam? Gente do nosso grupo?


* Ainda hoje, há pessoas à beira das estradas,

assaltadas pela violência ou opressão... precisando de nossa ajuda...


- Qual é a nossa atitude para com elas?


* A do Sacerdote e do Levita, que olharam o 'coitado' e passaram à frente,

porque não tinham tempo, deviam cuidar dos seus trabalhos?


* Ou a figura simpática do Bom Samaritano,

que mesmo estando de viagem, soube parar... e oferecer a esse coitado

aquilo que estava ao seu alcance, para suavizar a sua situação?


- E nós, que aqui estamos reunidos nessa celebração

para fortalecer a nossa fé e o nosso amor,

sabemos quem é o nosso próximo?


- Reconhecemos de fato a presença de Cristo nas pessoas

que encontramos ao longo dos caminhos do mundo?

Ou preferimos não perder tempo e seguir o nosso caminho,

deixando o nosso próximo na sarjeta do abandono?


Enquanto Cristo aguarda uma resposta,

professemos publicamente a nossa fé no Cristo

que ainda hoje muitas vezes encontramos

abandonado e espoliado, ao longo de nosso caminho...


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 11.07.2010



sábado, 10 de julho de 2010

Encerramento do Ano Sacerdotal 2



La pérdida de la confesión - 2

Donde el sacerdote ya no es confesor,

se convierte en un trabajador social religioso.



Autor: Card. Joachim Meisner, arzobispo de Colonia | Fuente: www.temas.cl

(continuação)


7. El fin de la confesión no es que nosotros, olvidando los pecados, no pensemos más en Dios. La confesión nos permite el acceso a una vida donde no se puede pensar en nada más que en Dios. Dios nos dice en el interior: “La única razón por la que has pecado es porque no puedes creer que yo te amo lo suficiente, que estás realmente en mi corazón, que encuentras en mí la ternura de la que tienes necesidad, que me alegro por el mínimo gesto que me ofreces, como testimonio de tu consentimiento, para perdonarte todo aquello que me traes en la confesión”. Sabiendo de tal perdón, de tal amor, entonces seremos inundados de alegría y de gratitud. De este modo, perderemos progresivamente el deseo del pecado, y el sacramento de la Reconciliación se convertirá en una cita fija de la alegría en nuestra vida. Confesarse significa dejarse elevar por el Señor a su nivel divino.


8. El hijo pródigo abandona la casa paterna porque se ha vuelto incrédulo. Ya no tiene confianza en el amor del Padre, que lo satisface, y exige su parte de herencia para resolver por sí sólo todo lo que a él concierne. Cuando se decide a volver y pedir perdón, su corazón está aún muerto. Cree que ya no será amado, que ya no será considerado hijo. Vuelve sólo para no morir de hambre. ¡Esto es lo que llamamos contrición imperfecta! Pero hacía tiempo que el padre lo esperaba. Hacía tiempo que no tenía pensamiento que le diera más alegría que el de creer que el hijo podría volver un día a casa. Tan pronto lo ve, corre al encuentro, lo abraza, no le da tiempo ni siquiera para terminar su confesión, y llama a los sirvientes para hacerlo vestir, alimentar y curar. Dado que se le muestra un amor tan grande, el hijo, en ese momento, comienza también a sentirlo nuevamente, dejándose colmar. Un arrepentimiento inesperado le sobreviene. Esta es la contrición perfecta. Sólo cuando el padre lo abraza, él mide toda su ingratitud, su insolencia y su injusticia. Sólo entonces retorna verdaderamente, se vuelve a convertir en hijo, abierto y confidente con el padre, reencuentra la vida: “Es justo que haya fiesta y alegría, porque tu hermano estaba muerto y ha vuelto a la vida, estaba perdido y ha sido encontrado” (Lc. 15,32), dice el padre, al respecto, al hijo que había permanecido en la casa.


9. El hijo mayor, “el justo”, ha vivido un cambio similar - así, al menos, quisiéramos esperar que continúe la parábola. El caso de este hijo es, sin embargo, mucho más difícil. ¡No se puede decir que Dios ama a los pecadores más que a los justos!

Tiene paciencia con todos. El Padre tiene paciencia también con el hijo que se ha quedado en la casa. Le ruega y le habla con bondad: “Hijo mío, tú estás siempre conmigo, y todo lo mío es tuyo” (Lc. 15,31). El perdón de la insensibilidad del hijo mayor no es expresado aquí pero está implícito. ¡Qué grande debe ser la vergüenza del hijo mayor frente a tal clemencia! Había previsto todo pero no ciertamente esta humilde ternura del padre. De repente, se encuentra desarmado, confundido, copartícipe de la alegría común. Y se pregunta cómo pudo pensar en quedarse a un lado, cómo pudo, aunque por un solo instante, preferir ser infeliz solo mientras todos los otros se amaban y se perdonaban mutuamente. Afortunadamente, el padre está allí y lo trata a tiempo. Afortunadamente, ¡el padre no es como él! Afortunadamente, el padre es mucho mejor que todos los otros juntos. Sólo Dios puede perdonar los pecados. Sólo Él puede realizar este gesto de gracia, de alegría y de abundancia de amor. Por eso, el sacramento de la Penitencia es la fuente de permanente renovación y de revitalización de nuestra existencia sacerdotal.


10. Por eso, para mí, la madurez espiritual de un candidato al sacerdocio, para recibir la ordenación sacerdotal, se hace evidente en el hecho de que reciba regularmente -al menos, en la frecuencia de una vez al mes- el sacramento de la Reconciliación. De hecho, es en el sacramento de la Penitencia donde encuentro al Padre misericordioso con los dones más preciosos que ha de dar, y esto es el donarse (Vergabung), el perdón y la gracia.

(continua)



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Caminho Neocatecumenal



AINDA A VISITA DOS NOSSOS CATEQUISTAS


Tivemos mais um Encontro com os nossos Catequistas, neste último dia de estada na Ilha Terceira, cujo tema central foi a Preparação dos Jovens do Caminho Neocatecumenal para as próximas Jornadas Mundiais da Juventude, a realizar em Agosto de 2010 em Madrid, Espanha.

Esta viagem não é mais um passeio de turismo. É sim uma peregrinação, por isso, a sua preparação começa agora.


É o Espírito Santo quem nos impele e nos conduz neste caminhar.

Não temos nesta terra, cidade permanente, por isso somos peregrinos e queremos ir testemunhar a nossa fé, juntos com o nosso Papa até Madrid, unidos no mesmo Espírito, celebrando o mesmo Amor em Jesus Cristo Ressuscitado.


Rezem por nós, para que o Senhor nos dê mais Fé e humildade porque é dos pequeninos o Reino dos Céus “... dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes.”




Encerramento do Ano Sacerdotal 1

La pérdida de la confesión - 1

Donde el sacerdote ya no es confesor,

se convierte en un trabajador social religioso.



Autor: Card. Joachim Meisner, arzobispo de Colonia | Fuente: www.temas.cl

(continuação)

3. Por eso no es suficiente que en nuestro trabajo pastoral queramos aportar correcciones sólo a las estructuras de nuestra Iglesia para poder mostrarla más atractiva. ¡No basta! Tenemos necesidad de un cambio del corazón, de mi corazón. Sólo un Pablo convertido pudo cambiar el mundo, no un ingeniero de estructuras eclesiásticas. El sacerdote, a través de su ser en el estilo de vida de Jesús, está de tal modo habitado por Él que el mismo Jesús, en el sacerdote, se hace perceptible para los otros. Dios habita en todos lados. El mundo es como una gran iglesia de Dios, pero el corazón del sacerdote es como un tabernáculo en la iglesia. Allí, Dios habita de un modo misterioso y particular.


4. El mayor obstáculo para permitir que Cristo sea percibido por los otros a través nuestro es el pecado. Este impide la presencia del Señor en nuestra existencia y, por eso, para nosotros no hay nada más necesario que la conversión, también en orden a la misión. Se trata, por decirlo sintéticamente, del sacramento de la Penitencia. Un sacerdote que no se encuentra, con frecuencia, tanto de un lado como del otro de la rejilla del confesionario, sufre daños permanentes en su alma y en su misión. Cuando el sacerdote se aleja del confesionario, entra en una grave crisis de identidad. El sacramento de la Penitencia es el lugar privilegiado para la profundización de la identidad del sacerdote, el cual está llamado a hacer que él mismo y los creyentes se acerquen a la plenitud de Cristo.



5. Ahora debemos preguntarnos: ¿no hemos experimentado todavía la alegría de reconocer un error, admitirlo y pedir perdón a quien hemos ofendido? “Me levantaré e iré a la casa de mi padre y le diré: “Padre, pequé contra el Cielo y contra ti” (Lc 15,18). ¿No conocemos la alegría de ver, entonces, cómo el Otro abre los brazos como el padre del hijo pródigo: “su padre lo vio y se conmovió profundamente, corrió a su encuentro, lo abrazó y lo besó” (Lc 15,20)? ¿No podemos imaginar, entonces, la alegría del padre, que nos ha vuelto a encontrar: “Y comenzó la fiesta” (Lc 15,24)? Si sabemos que esta fiesta es celebrada en el Cielo cada vez que nos convertimos, ¿por qué, entonces, no nos convertimos más frecuentemente? ¿Por qué - y aquí hablo de un modo muy humano - somos tan mezquinos con Dios y con los santos del Cielo al punto de dejarlos tan raramente celebrar una fiesta por el hecho de que nos hemos dejado abrazar por el corazón del Señor, del Padre?


6. A menudo no amamos este perdón explícito. Y, sin embargo, Dios nunca se muestra tanto como Dios como cuando perdona. ¡Dios es amor! ¡Él es el donarse en persona! Él da la gracia del perdón. Pero el amor más fuerte es aquel amor que supera el obstáculo principal al amor, es decir, el pecado. La gracia más grande es el ser perdonados (die Begnadigung), y el don más precioso es el darse (die Vergabung), es el perdón. Si no hubiese pecadores, que tuvieran más necesidad del perdón que del pan cotidiano, no podríamos conocer la profundidad del Corazón divino. El Señor lo subraya de modo explícito: “Les aseguro que, de la misma manera, habrá más alegría en el cielo por un solo pecador que se convierta, que por noventa y nueve justos que no necesitan convertirse” (Lc. 15,7). ¿Cómo es posible - preguntémonos una vez más - que un sacramento, que evoca tan gran alegría en el Cielo, suscita tanta antipatía sobre la tierra? Esto se debe a nuestra soberbia, a la constante tendencia de nuestro corazón a atrincherarse, a satisfacerse a sí mismo, a aislarse, a cerrarse sobre sí. En realidad, ¿qué preferimos?: ¿ser pecadores, a los que Dios perdona, o aparentar estar sin pecado, viviendo en la ilusión de presumirnos justos, dejando de lado la manifestación del amor de Dios? ¿Basta realmente con estar satisfechos de nosotros mismos? ¿Pero qué somos sin Dios? Sólo la humildad de un niño, como la han vivido los santos, nos deja soportar con alegría la diferencia entre nuestra indignidad y la magnificencia de Dios.

(continua)



quinta-feira, 8 de julho de 2010

Encerramento do Ano Sacerdotal

La pérdida de la confesión



Donde el sacerdote ya no es confesor,

se convierte en un trabajador social religioso.



Autor: Card. Joachim Meisner, arzobispo de Colonia | Fuente: www.temas.cl



(Por considerar o tema muito actual e de grande importância, vou salientar algumas frases proferidas pelo sr Cardial Joachim Meisner, dado que o texto original é muito extenso, por altura do encerramento do Ano Sacerdotal.)


Ciertamente no trataré de brindar una nueva exposición sobre la teología de la penitencia y de la misión. Pero quisiera dejarme guiar por el Evangelio hacia la conversión, para luego ser enviados por el Espíritu Santo a llevar a los hombres la buena noticia de Cristo, dijo a los sacerdotes que peregrinaron a Roma con motivo del fin del Año Sacerdotal.


En este camino, quisiera ahora recorrer 15 puntos de reflexión.


1. Debemos convertirnos nuevamente en una “Iglesia en camino a los hombres”. Esto, sin embargo, no puede ocurrir por un mandato. A esto nos debe mover el Espíritu Santo.


Una de las pérdidas más trágicas que nuestra Iglesia ha sufrido en la segunda mitad del siglo XX es la pérdida del Espíritu Santo en el sacramento de la Reconciliación. Para nosotros, los sacerdotes, esto ha causado una tremenda pérdida de perfil interior. Allí donde el sacerdote ya no es confesor, se convierte en un trabajador social religioso. En el confesionario, el sacerdote puede echar una mirada al corazón de muchas personas y de esto le surgen impulsos, estímulos e inspiraciones para el propio seguimiento de Cristo.


2. A las puertas de Damasco, un pequeño hombre enfermo, san Pablo, es tirado al suelo y queda ciego. En la segunda Carta a los Corintios, él mismo nos habla de la impresión que sus adversarios tenían de su persona: era físicamente insignificante y de retórica débil (cfr. 2 Cor 10,10). A las ciudades del Asia Menor y de Europa, sin embargo, a través de este pequeño hombre enfermo, será anunciado, en los años venideros, el Evangelio. Las maravillas de Dios no ocurren nunca bajo los “reflectores” de la historia mundial. Estas se realizan siempre a un lado; precisamente, a las puertas de la ciudad como también en el secreto del confesionario. Forma parte de la estrategia de Dios: obtener, mediante pequeñas causas, efectos de grandes dimensiones. Pablo, derrotado a las puertas de Damasco, se convierte en el conquistador de las ciudades del Asia Menor y de Europa. Su misión es la de reunir a los llamados en la Iglesia, dentro de la “Ecclesia” de Dios. Aún si -vista desde fuera- es sólo una pequeña y oprimida minoría, es impulsada desde dentro, y Pablo la compara al cuerpo de Cristo, más aún, la identifica con el cuerpo de Cristo, que es la Iglesia. Esta posibilidad de “recibir de las manos del Señor”, en nuestra experiencia humana, se llama “conversión”. La Iglesia es la “Ecclesia semper reformanda” y, en ella, tanto el sacerdote como el obispo son un “semper reformandus” que, como Pablo en Damasco, deben ser tirados a tierra desde el caballo siempre de nuevo para caer en los brazos de Dios misericordioso, que luego nos envía al mundo.

    (continua)