sábado, 28 de maio de 2011

FESTAS DO SENHOR SANTO CRISTO


Açores: 86 nacionalidades na procissão

do Senhor Santo Cristo



Festas são presididas por cardeal da Cúria Romana descendente de açorianos

Ponta Delgada, Açores, 28 mai 2011 (Ecclesia) – A principal procissão do Senhor Santo Cristo, que decorre na tarde deste domingo em Ponta Delgada, inclui representantes de 86 nacionalidades de imigrantes residentes no arquipélago dos Açores.


(PR/Agência Ecclesia | Imagem do Senhor Santo Cristo no Convento da Imaculada, Ponta Delgada, Açores)


sexta-feira, 27 de maio de 2011

O primeiro Concílio de Jerusalém



Continuamos a escutar as leituras dos Actos dos Apóstolos que nos apresentam, mais um conflito numa nova comunidade. É que as comunidades de cristãos são compostas de cristãos, mas todos nós somos de várias proveniências culturais, sociais, geográficas e até religiosas.

Cristãos vindos do paganismo ou de outras religiões, como refere a Leitura - Act 15,22-31 – naturalmente têm dificuldades de adaptação. Olhem para nós, gente “evoluída e civilizada” as dificuldades que temos em conviver e sermos um só coração e uma só alma, como quer Jesus que sejamos …

Alguns querem continuar nas suas tradições, costumes e têm dificuldade na mudança, em se desapegarem do homem velho e partir para uma nova realidade espiritual: a de Jesus Ressuscitado, luz das nações, que se deu na Cruz para termos Vida Eterna.


Como sempre o exemplo vem dos Apóstolos: como o problema tomou grandes proporções houve a necessidade de reunir os Apóstolos e os anciãos para estudarem e resolverem o que tanto preocupava os irmãos daquela comunidade. Foi o primeiro Concílio da História, em Jerusalém.


Decidiu-se então que os cristãos teriam de abrir-se ao Evangelho e seguir Jesus e deixar as “práticas simbólicas” usadas até então. O que nos marca como cristãos, filhos de Deus e membros da Igreja, é o Baptismo no Espírito Santo.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

E o sol ficou diferente!!!

Fátima, 13 de Maio de 2011


... passava pouco das 13.oo h,
não é verdade?


(De: cardinalseansblog)


terça-feira, 24 de maio de 2011

Dios no es invisible, se puede ver en Jesucristo




CAMINEO.INFO.- Dios no es invisible, “Dios mostró su rostro”. Lo afirmó el Papa este domingo, al introducir el rezo del Regina Coeli, con los peregrinos congregados en la Plaza de San Pedro. “El Nuevo Testamento puso fin a la invisibilidad del Padre”, afirmó Benedicto XVI “Dios se puede ver, es visible en Jesucristo”.

Creer en Dios y creer en Jesús “no son dos actos separados, sino un único acto de fe, la plena adhesión a la salvación realizada por Dios Padre mediante su Hijo Unigénito”, afirmó el Papa.

Jesús, de hecho, “con su encarnación, muerte y resurrección, nos liberó de la esclavitud del pecado para darnos la libertad de los hijos de Dios, y nos dio a conocer el rostro de Dios que es amor: Dios se puede ver, es visible en Jesucristo”.

Por tanto, continuó el Santo Padre “solo creyendo en Cristo, permaneciendo unidos a Él, los discípulos, entre quienes estamos también nosotros, pueden continuar su acción permanente en la historia”.

Sin embargo, esta presencia de Dios a veces pasa desapercibida: “Es propio del misterio de Dios actuar de modo oculto”, explicó el Papa.

“Sólo poco a poco Él construye en la gran historia de la humanidad su historia. Se hace hombre pero de manera que pueda ser ignorado por sus contemporáneos, por las fuerzas que cuentan en la historia”.

“Para los cristianos, para cada uno de nosotros, el Camino al Padre es dejarse guiar por Jesús, por su palabra de Verdad, y Vida”, finalizó.



Partilhar as maravilhas do Senhor





Não tenhas medo! Faz-te ao largo...





Temos vindo a “assistir” em todo o tempo desta cinquentena Pascal, ao ensinamento dos Apóstolos sobre a “construção” da sua Comunidade, baseados nos ensinamentos de Jesus.

Domingo passado escutámos como a primeira comunidade cristã resolveu o seu 1º conflito, advindo daí, como consequência, a instituição do Diaconado.

Hoje, continuando com a leitura dos Actos dos Apóstolos, faz-nos presente o trabalho dos evangelizadores peregrinando pelas cidades a anunciar a Boa Notícia e criando novas Comunidades, exortando-as a crerem no Evangelho e a continuarem firmes na fé, apesar das perseguições, pois diziam: “temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus.” - Act 14, 19-28.

Seguia-se então as orações e jejuns e, impondo as mãos, procediam à ordenação de anciãos-presbíteros a quem era entregue a comunidade nascente. E muitas eram as conversões.


O texto refere ainda que, quando os evangelizadores se reuniam para as orações, a fracção do pão e a partilha entre os irmãos, contavam uns aos outros as maravilhas que o Senhor fizera durante o seu ministério. Esta partilha de vivências acontece também na nossa Comunidade e isso é um motivo de imensa alegria por constatarmos que o Senhor actua, está connosco, como Ele prometeu após a Sua Ressurreição e um estímulo para continuarmos nesta iniciação cristã, conduzida pelo Espírito Santo.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

“A Palavra de Deus é viva e eficaz!”



Quando você carrega uma Bíblia, Satanás fica com dor de cabeça...
Quando você abre a Bíblia, ele desmorona...
Quando ele vê você lendo a Bíblia, ele desmaia...
Quando ele vê você vivendo o que você lê, ele foge...
E quando você estiver a ponto de repassar esta mensagem...
ele tentará desencorajar você...
Eu acabei de vencer estes obstáculos, pela Graça de Deus!
Alguém mais?
Um teste : Será que Deus
está em primeiro lugar em sua vida ?
Se estiver pare tudo e envie
esta mensagem para todos ...

(Enviado pela Ana)



domingo, 22 de maio de 2011

Hoje é o dia do Senhor

IV Domingo de Páscoa



"Caminho, Verdade e Vida"


No Evangelho dos Domingos passados, vimos a preocupação de Jesus em formar uma Comunidade, que continuasse a sua obra.

Nós estamos aqui, porque pertencemos a essa Comunidade...

O que é mesmo uma Comunidade Cristã?


As Leituras bíblicas de hoje nos dão uma resposta:


A 1ª Leitura mostra o 1º Conflito na Comunidade de Jerusalém

e como resolveram o problema. (At 6,1-7)


- Os cristãos de origem grega queixam-se que as suas viúvas

não estão recebendo a mesma atenção do que as viúvas judaicas...

- Os Apóstolos propõem a escolha de sete homens honrados,

ficando eles mais livres para a Oração e para o serviço da Palavra.

Nascia assim o 1º Ministério na Igreja: o Diaconato. (Domingo dos ministérios)


* O episódio nos mostra que a IGREJA é:


- Uma Comunidade que sempre teve, tem e terá conflitos...

mas deve enfrentar as situações novas e difíceis

com sentido eclesial de unidade na pluralidade.


- Uma Comunidade hierárquica:

Ela recorre aos apóstolos, reza invocando o Espírito Santo e

busca uma solução para o problema. Partilham as responsabilidades...

A Comunidade escolhe... Os Apóstolos confirmam impondo as mãos...


- Uma Comunidade de Servidores.

Escolhe sete homens "cheios do Espírito Santo", para o serviço das mesas.

Assim a Igreja Apostólica, guiada pelo Espírito de Cristo Ressuscitado,

vai desenvolvendo os ministérios para realizar a sua tríplice missão:

o Serviço da Palavra, do Culto e da Caridade.


Na 2a Leitura, Pedro compara a Igreja a um Edifício Espiritual,

no qual Cristo é a "Pedra angular" e os cristãos "Pedras vivas".

O antigo templo de Jerusalém construído com pedras materiais

será substituído por esse novo templo formado de pedras vivas. (1Pd 2,4-9)


No Evangelho, a Igreja aparece como um Povo Peregrino

que caminha para Deus, guiado por Cristo,

que é o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA. (Jo 14,1-12)


O texto faz parte do "Discurso da despedida", na última ceia.

Lidas neste tempo litúrgico de Páscoa, as palavras do Senhor

nos orientam para a Ascensão ao Pai e são como seu testamento espiritual.

"Não vos preocupeis... vou preparar um lugar para vós... depois voltarei

e vos levarei comigo... Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida..."


Jesus é o CAMINHO porque é o único "Mediador" da Salvação;

é a VERDADE porque é o "Revelador" do projeto de Deus;

é a VIDA porque é o "Salvador", que nos dá a vida de Deus que ele possui.

Por isso: "Ninguém pode chegar ao Pai senão por mim".


* Resumindo, a Igreja é:


- É um POVO ORGANIZADO, em que os membros têm diferentes tarefas,

tais como o serviço da Caridade, da Palavra e do Culto.

- É um EDIFÍCIO ESPIRITUAL, em que Cristo é a Pedra fundamental e

nós Pedras vivas...

- É um POVO PEREGRINO que caminha para Deus, sob a guia de Cristo,

que é o Caminho, a Verdade e a Vida.


+ Que casa é esta, onde Jesus preparou muitas moradas?


- O Paraíso, onde teremos antecipadamente uma cadeira numerada?

- Não, a Casa do Pai é a Comunidade dos seguidores de Jesus (Igreja),

onde Cristo é a "Pedra angular" e nós devemos ser "Pedras Vivas".

É a Comunidade cristã, onde há "muitos lugares",

muitos serviços, muitas funções a serem desempenhadas...


- Ainda Hoje há muitas moradas nessa casa do Pai...

E muitos lugares de trabalho preparados por Jesus, continuam desocupados...

E "nessa casa", há vagas!...

Por que será? Desinteresse? Falta de oportunidade?


Cristo continua presente ainda hoje através da sua Igreja.


- Nela, somos, de fato, "Pedras vivas", atuantes... desempenhando nossa função?

- Somos uma Comunidade organizada, que partilha responsabilidades,

que procura ser uma resposta atual ao homem de hoje:

com um Conselho que planeja, revê, anima e dá oportunidade a todos,

com Pastorais atuantes,

com Movimentos que vivem uma espiritualidade própria,

mas em comunhão com a Comunidade...

com Ministérios que animam os diversos setores...


Cristo garante: "Estou convosco... Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida..."

Caminho que devemos percorrer com os irmãos;

Verdade que devemos proclamar ao mundo carente da Luz divina;

Vida que devemos defender e cuidar...


- Que tipo de Igreja estou ajudando a construir na minha Comunidade?

- Ou fico apenas olhando de longe, criticando... e não assumindo o meu lugar?


Pe, Antônio Geraldo Dalla Costa - 22.05.2011


sábado, 21 de maio de 2011

¿Hay un voto católico?


Monseñor Jesús Sanz Montes, ofm, Arzobispo de Oviedo

Wed, 18 May 2011 07:16:00



CAMINEO.INFO.- Queridos amigos y hermanos: Paz y Bien. Estamos ya en pleno fragor de campaña electoral, para la cita que tenemos el próximo domingo 22 de mayo, de cara a los comicios municipales y autonómicos. Hemos sido convocados y es menester responsable participar como ciudadanos y como cristianos a la hora de elegir a nuestros representantes democráticos.

¿Se presenta la Iglesia Católica a estas elecciones? Es una pregunta retórica, que es fácil responder. Incluso podemos dar la palabra al Beato Juan Pablo II, que lúcidamente abordó esta cuestión: la Iglesia «no propone sistemas o programas económicos y políticos, ni manifiesta preferencias por unos o por otros, con tal que la dignidad del hombre sea debidamente respetada y promovida, y ella goce del espacio necesario para ejercer su ministerio en el mundo. Pero la Iglesia es “experta en humanidad”, y esto la mueve a extender necesariamente su misión religiosa a los diversos campos en que los hombres y mujeres desarrollan sus actividades, en busca de la felicidad, aunque siempre relativa, que es posible en este mundo, de acuerdo con su dignidad de personas» (Juan Pablo II, Sollicitudo rei socialis, 41). Es así.

La Iglesia no tiene un partido que la represente, ni como tal nos presentamos detrás de unas siglas. Y esto vale absolutamente para todos los partidos, si bien no hay neutralidad cuando evaluamos la cercanía o la lejanía de sus programas y actuaciones, respecto a nuestra manera de entender la justicia y los derechos de las personas desde la doctrina social de la Iglesia. Como indicaba en ese mismo texto el Beato Juan Pablo II, «la doctrina social de la Iglesia no es, una “tercera vía” entre el capitalismo liberal y el colectivismo marxista, y ni siquiera una posible alternativa a otras soluciones menos contrapuestas radicalmente, sino que tiene una categoría propia. No es tampoco una ideología, sino la cuidadosa formulación del resultado de una atenta reflexión sobre las complejas realidades de la vida del hombre en la sociedad y en el contexto internacional, a la luz de la fe y de la tradición eclesial. Su objetivo principal es interpretar esas realidades, examinando su conformidad o diferencia con lo que el Evangelio enseña acerca del hombre y su vocación terrena y, a la vez, trascendente, para orientar en consecuencia la conducta cristiana».

Es normal que los diferentes partidos políticos intensifiquen en estos días sus diversos actos para explicar a los ciudadanos cuáles son los programas que quisieran poder desarrollar si obtuviesen el respaldo popular. Es deseable que haya una limpieza en la campaña, que no consiste en la destrucción del rival político, sino en la propuesta de lo que se desea llevar a cabo como un servicio al bien común, subrayando los retos más emergentes, saliendo al paso de las problemáticas sociales y humanas que tenemos ante nosotros y que condicionan la vida real de miles de conciudadanos.

Existen dificultades para escuchar sus propuestas o evaluar su propia gestión con quienes emplean la mentira como herramienta y el ataque visceral como talante. Engañar al electorado demagógicamente, tiene consecuencias tremendas a la hora de encontrar cauces de solución a los problemas. Tenemos ejemplos bien recientes, en donde la mentira irresponsable ha ahondado una crisis económica que afecta a un incontable número de personas y de familias.

Se trata de elegir a quienes creíblemente pondrán remedio con el justo empleo de los recursos y la gestión de los presupuestos; la defensa de la vida en todas sus fases, la maternidad y los retos de la familia; de la educación integral no entendida como cincel manipulador al servicio de una ideología; de los más desfavorecidos y sus situaciones de desempleo y vivienda, de la violencia y sus causas en una sociedad frívola y crispada; del desencanto de nuestros jóvenes y la atención social a los ancianos; de nuestra convivencia en un mundo culturalmente plural.

Es hermosa y noble la dedicación a la política cuando se entiende como un servicio real a las personas reales, sin injerencias indebidas y sin inhibiciones lamentables. El perfil cristiano del político también existe, viva o no con total coherencia las exigencias de nuestra fe. Y a él miramos cuando en lo que propone hacer o en lo que da cuenta de lo ya hecho, son reconocibles nuestros valores cristianos.
Recibid mi afecto y mi bendición.



"TUDO É VOSSO, VÓS SOIS DE CRISTO...

E CRISTO É DE DEUS. ALELUIA."





Deus criou-me e a ti também, para sermos felizes e O glorificarmos por todas as maravilhas que Ele fez por nós e nos deu. Já o Salmo 8 afirma que toda a Criação foi colocada sob a guarda do Homem para a utilizar e cuidar e ser feliz. De facto, TUDO É NOSSO!


Mas a obra maior e mais perfeita que Deus criou, foi o Seu Filho Jesus Cristo que nos deu uma Vida Nova, a eterna. Esta Vida não tem fim e é o colmatar da felicidade vivida aqui na terra. Seguir Jesus, ser de Jesus, leva-nos à verdadeira felicidade, porque Ele venceu a morte para nos ressuscitar e passarmos das trevas à luz. Ele deu-se por mim e por ti, morrendo inocente numa cruz, para salvar a Humanidade, Obra da Criação do Pai! Efectivamente, somos o homem novo criado por Cristo: NÓS SOMOS DE CRISTO!


S. João fala muito da unidade que existe entre Deus Pai Criador e Seu Filho Jesus Cristo: são uma só Pessoa na unidade do Espírito Santo. É um Mistério! Jesus suspenso na Cruz gloriosa, entrou na glória de Deus Pai onde nos vai preparar, para cada um de nós, “uma morada”. Cristo é de Deus! Cristo é Deus! VERDADEIRAMENTE CRISTO RESSUSCITOU. ALELUIA.


"Nenhum de nós vive para si mesmo.

Se vivemos, vivemos para o Senhor,

e se morremos, morremos para o Senhor.

Portanto, quer vivamos quer morramos,

pertencemos ao Senhor."

Rm 14, 7-9





sexta-feira, 20 de maio de 2011

Tiempo Pascual, Tiempo de esperanza

CAMINEO.INFO.- Estamos en tiempo pascual, el tiempo en el que cada año los cristianos celebramos la resurrección de Cristo. No se trata de rememorar un suceso del pasado, pues si Cristo ha resucitado ya no muere más y vive para siempre para salvarnos.

Aquel hombre, Jesús de Nazaret, que fue condenado a muerte por proclamarse el Mesías, el Hijo de Dios, murió en la cruz y fue sepultado pero resucitó al tercer día, tal como lo había anunciado y se apareció a sus discípulos que comprobaron que no era ningún fantasma sino el Señor resucitado.

Si no hubiera resucitado no pasaría de ser un personaje interesante de la antigüedad, pero si resucitó, tenemos la garantía de que cuanto dijo es verdad, que Dios nos ama, que está dispuesto siempre al perdón y la misericordia en la medida que amemos y perdonemos a los demás, que se ha quedado con nosotros como cabeza de la Iglesia, que nos alimenta con la Eucaristía, que siempre está a favor del pobre, del que sufre, del marginado, que Él mismo es el camino, la verdad y la vida. Seguirlo es alcanzar la vida eterna, la vida que no termina con la muerte sino en los brazos de Dios.

Los cristianos creemos en Cristo por el testimonio de aquellos discípulos que no dudaron en perder su vida por confesar que Jesús es el Señor. Su testimonio se ha ido transmitiendo en la Iglesia, de generación en generación, desde hace dos mil años.

Si leemos el libro de los Hechos de los Apóstoles, comprobaremos que aquellos hombres, miedosos y pusilánimes durante la pasión y muerte de Jesús, pierden el miedo y enseñan públicamente que aquel hombre condenado y muerto, ha resucitado porque era verdaderamente el Hijo de Dios. Las autoridades judías se opondrán a su predicación y los perseguirán, pero al huir de Jerusalén y dispersarse comienza la propagación del evangelio.

Mucha gente piensa que con la muerte todo se acaba, pero no obstante están empeñados en salvar al mundo con sus ideologías, con sus soluciones políticas, con sus revoluciones sociales. Vano empeño que se ha saldado muchas veces con más dolor, injusticia y muerte. De nada nos sirve luchar por un mundo en el que ya no estaremos.

En cambio el mensaje de amor que brota del evangelio, la esperanza a la que nos llama de una vida eterna y feliz, la fe que nos ayuda a mantener el rumbo mientras caminamos por este mundo, llena de sentido la vida de los cristianos dentro de la Iglesia.

Aunque en estos cincuenta días desde la Pascua celebremos especialmente la resurrección de Cristo, la celebramos todos los días del año en la Eucaristía, en la oración y en el amor a Dios y a los demás.



(camineo.info)





Ama-me, quando mais preciso!



(Enviado pela Ivone)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

El Papa incluye a Kiko Argüello en el Consejo para la Nueva Evangelización




CAMINEO.INFO.- El Santo Padre nombró Consultores del Pontificio Consejo para la Promoción de la Nueva Evangelización a :

Kiko Argüello (España), Responsable del Equipo Internacional del Camino Neocatecumenal; ...

El Pontificio Consejo para la Nueva Evangelización fue creado por Benedicto XVI en el año 2010 para llevar a cabo una "evangelización" en los países y territorios de antigua cristianización "que se encuentran más afectados por el fenómeno de la secularización".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Os "Neocatecumenais" são assim ...



50.000 neocatecumenales



se citan en Alemania



para invitar a muchos jóvenes



a la Jornada JMJ



JMJ 2011
Wed, 18 May 2011 07:06:00

CMAINEO.INFO.- No están interesados en su conocida cerveza de fermentación alta llamada Altbier, ni en su lujosa calle comercial Königsallee. Los más de 50.000 jóvenes de toda Europa pertenecientes al Camino Neocatecumenal que se darán cita el próximo 29 de mayo en la ciudad alemana de Düsseldorf tienen otro objetivo: evangelizar e invitar a acudir a Madrid para JMJ.

Quedan pocas semanas para que la gran fiesta de la juventud tenga lugar y los jóvenes de esta realidad eclesial quieren dar un último gran empujón. ¿Cómo lo harán? En autocar desde sus respectivos lugares de residencia peregrinarán por toda Alemania haciendo misión hasta el estadio Sprit Arena de Düsseldorf. Cada grupo evangelizará en una ciudad concreta e invitará por las calles y plazas a acudir en agosto a Madrid. Utilizarán pancartas y estarán acompañados de seminaristas que traducirán al alemán todo lo que hablen.

“Llevaremos, como es costumbre en el Camino, las guitarras para cantar y rezar. Daremos nuestro testimonio a todos”, explica Ana, una joven Valencia de 17 años que acudirá al encuentro. “Seguro que ayudaremos a la gente a replantearse muchas cosas, por lo que espero hablar de lo feliz que soy en la Iglesia y lo que me han ayudado siempre las Jornadas de la Juventud”, apunta Guillaume desde París.

Aunque la peregrinación será intensa y cansada esperan que sea un encuentro inolvidable. Han sido convocados por los iniciadores y responsables del Camino, Kiko Argüello, Carmen Hernández y el sacerdote Mario Pezzi y estará presidido por el Cardenal Arzobispo de Colonia, Joachi Meisner. Argüello, en una carta animando a los jóvenes a participar en el encuentro afirma que “Europa necesita una nueva juventud que haya tenido un encuentro con Jesucristo. Sólo Él nos cura, nos regenera, nos salva y nos da su amor”.


La razón de celebrar el acto en esta ciudad responde a un deseo de ayuda a la evangelización del país y como detalle hacia Benedicto XVI, que nació en Alemania. El Pontífice ya ha sido informado de la organización del encuentro.

Más de 200.000 neocatecumenales este agosto en Madrid
Los más de 200.000 jóvenes que han confirmado su presencia en la JMJ impulsarán también la nueva evangelización durante los días previos al encuentro personándose en diferentes ciudades de toda Europa para anunciar a Jesucristo. Así, un ‘ejército’ de 200.000 jóvenes misioneros de todo el mundo llegará a la capital de España tras esta experiencia.

Además, como es costumbre, el día posterior a la misa de clausura de la JMJ, el Camino celebrará un encuentro vocacional que estará presidido por el Cardenal Arzobispo de Madrid, Antonio María Rouco Varela y contará con la presencia de otros cardenales y numerosos obispos y sacerdotes. Al final del encuentro se recogerán ya los frutos de esta JMJ mediante la petición de vocaciones al sacerdocio y a la vida consagrada.


Madrid y el Camino Neocatecumenal
La ciudad de Madrid tiene una especial importancia en el Camino Neocatecumenal ya que esta iniciación cristiana de adultos –como ha sido reconocida por la Santa Sede- nació en la capital española en 1964 entre los pobres de las barracas del barrio de Palomeras Altas bajo el impulso del Concilio Vaticano II.

"En la Iglesia primitiva, cuando el mundo era pagano, el que quería hacerse cristiano debía iniciar un 'catecumenado', que era un itinerario de formación para prepararse al Bautismo.

Hoy, el proceso de secularización ha llevado a tantas personas a abandonar la fe y la Iglesia: por esto es necesario un itinerario de formación al cristianismo". (Estatuto Camino Neocatecumenal)



Pensamento do dia



"Mais vale uma boa discórdia,

do que uma falsa concórdia."


(São Tomás de Aquino)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sementes de Esperança



MEDITAÇÃO - MAIO


UM ANO DEPOIS DA VISITA DO PAPA BENTO XVI A PORTUGAL

Ocorre neste mês o aniversário da histórica visita Pastoral de Bento XVI a Portugal. Foi um momento de graça para a Igreja e mesmo para a nação portuguesa que assistiu, através dos seus mais altos representantes – o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-Ministro e o Governo, e outras instituições representativas do Estado e da Sociedade Portuguesa – a este momento de enorme transcendência espiritual e escutou as Palavras do Pastor Universal, palavras cheias de sabedoria, que nessa altura tocaram o coração dos católicos em Portugal, porque foram especialmente providenciais para aquele momento da nossa história colectiva. Nessa altura, vivíamos em plena crise mundial dos mercados, que afectava particularmente os portugueses e especialmente os mais carenciados, que são sempre os que mais sofrem com as crises por que passam os Estados e as sociedades. Foram palavras cheias de esperança, a recordar, não só os momentos mais marcantes da nossa história, de um povo que ofereceu novos mundos ao mundo, mas também, e a partir dessa memória, a projectar a nação portuguesa para o futuro, com uma enorme missão ainda por cumprir, a de oferecer, a partir do fundo humanista e cristão da sua história, uma nova alma ao mundo.

Passou-se um ano: a crise financeira global do mundo não só não foi superada como se agravou e, no caso da nação portuguesa, se adensou com a crise política que conduziu à demissão do Primeiro-ministro e por conseguinte do governo de Portugal. Os cristãos e muito concretamente os católicos conscientes e empenhados não podem demitir-se dos seus deveres e das suas obrigações para com a sociedade. Se não se empenharem activamente, no campo da política, da economia e da ética, - os núcleos essenciais em torno dos quais gravitam e se estruturam os grandes valores de uma sociedade -, ninguém o fará por eles. Se hoje se fala da crise de valores e de ideais na nossa sociedade, isso não se deve apenas a razões estruturais ou de conjuntura da evolução das sociedades modernas, mas também à omissão dos católicos e dos homens bons. Ser católico não pode de modo nenhum reduzir-se a uma fé ou a uma religião sem incidência na coisa pública que a todos deve dizer respeito. Interessar-se pela coisa pública é um dever que decorre do mandamento da lei de Deus a respeito do amor do próximo. Dizer que a Igreja não se deve meter na política só tem sentido na acepção da luta partidária ou do sistema representativo das democracias modernas. A Igreja, ou seja, neste caso, os seus representantes mais autorizados – bispos e sacerdotes – não devem tomar partido, isso é evidente; mas a sociedade não se reduz aos partidos. E neste sentido o interesse pela coisa pública está inscrito nas preocupações da Igreja, como a riquíssima tradição do empenhamento social o documenta e, do ponto de vista teórico e sistemático, a doutrina social da Igreja, desde Leão XIII até Bento XVI. Infelizmente a doutrina social da Igreja está hoje tão esquecida. Mas se a hierarquia não se deve misturar na luta política, o mesmo não se diz dos leigos, cuja vocação e missão secular passa por aqui. E aqui o pecado da omissão e da demissão é seguramente dos mais graves, mesmo mortal.

Não podemos deixar apenas aos partidos e às organizações sindicais e outras a responsabilidade pela solução das questões que dizem respeito à coisa pública e à sociedade. Tudo o que é verdadeiramente humano interessa à Igreja e aos católicos, pois em última instância para a Igreja e para os católicos em particular, seja qual for a sua condição ou o seu lugar e o seu grau de responsabilidade na Igreja, não há em rigor questões religiosas, mas apenas e tão só questões humanas.

Mas é evidente que a Igreja e o catolicismo não se reduzem a um simples humanismo. A sua inspiração é colhida no mistério da Incarnação, no mistério de Cristo, o qual é a cabeça da Igreja, o esposo, do qual a Igreja é corpo e esposa. Somos todos membros do corpo místico de Cristo, verdade ensinada por S. Paulo, e que hoje parece estar um pouco esquecida. E grande mistério é este, que a oração e os sacrifícios de uns podem contribuir para a salvação dos outros; como o pecado e as omissões de uns, podem prejudicar e fazer mal aos outros.

Na homilia que Bento XVI fez na celebração eucarística em Fátima, no dia 13 de Maio, recordou o essencial da mensagem de Fátima, no que diz respeito à experiência mística dos pastorinhos: o sentido da Igreja corpo místico de Cristo, em todos, mas especialmente na Jacinta; o sentido da presença do mistério de Deus, em todos, mas especialmente no Francisco. E o que aconteceu nos Pastorinhos é um sinal e exemplo e testemunho do que pode e deve acontecer em todos os Peregrinos. E concluía dizendo que se enganam aqueles que pensam que o segredo de Fátima – precisamente nesta sua dimensão mística de vivência do mistério da Santíssima Trindade – pertence ao passado ou é algo que se esgotou; pelo contrário, o segredo de Fátima continua, como desafio e como missão, a cumprir-se em Portugal e a irradiar para o mundo. Num certo sentido, pode dizer-se que o segredo de Fátima contém em si a missão do catolicismo português para o mundo, no sentido mesmo de dar ao mundo uma alma nova.

Nessa altura, como hoje, no meio da crise, - que é mais do que política ou financeira, mesmo se esta é grave, pois é uma crise de sentido e de vazio que estamos a viver -, o Papa recordava que é preciso olhar para o alto, para o Senhor do qual nos pode vir ao auxílio (cf. Sl 121), e que, no meio da crise ou pela crise podemos aprender que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.


P. José Jacinto de Farias, scj

Assistente Eclesiástico da Fundação AIS