segunda-feira, 12 de abril de 2010

BISPO DE ANGRA NO ENCONTRO DA "DOMUS GALILAEAE"





Domus Galilaeae, no Monte das Bem-Aventuranças




El Camino Neocatecumenal

reúne Obispos Franceses y de Latinoamérica

para discernir sobre la fe cristiana en sus diócesis.



JACOB BELLIDO RECODER

Sat, 10 Apr 2010 16:03:00



CAMINEO.INFO.- Galilea/TIERRA SANTA.- Durante estos días de la octava pascual, el Camino Neocatecumenal, de la mano de sus iniciadores Kiko Argüello, Carmen Hernández y el Padre Mario Pezzi, han organizado unauna convivenciade obispos de Francia y Latinoamerica con el fin de reflexionar sobre la nueva evangelización.

El encuentro se está llevando a cabo en el centro internacional 'Domus Galilaeae' situado en el Monte de las Bienaventuranzas (Israel) junto al lugar en el que Cristo envió a sus discípulos a anunciar el Evangelio después de la predicación del Sermón de la montaña.

Desde 1993 y propiciadas por la Santa Sede y los Papas Juan Pablo II y Benedicto XVI los iniciadores del Camino han realizado ya numerosas convivencias con Obispos de todo el mundo (América, África, Europa, Asia, Iglesia Oriental…) para conocer qué es exactamente el Neocatecumenado y la iniciación cristiana de adultos, y discernir lo que está sucediendo en Europa y el mundo occidental con la secularización y la correspondiente descristianización.

A este encuentro asisten más de 150 Obispos de Francia y Latinoamérica, y un centenar de presbíteros, muchos de ellos franceses, que enviados por sus Obispos van a gustar la nueva evangelización que el Camino Neocatecumenal propone a las parroquias a la luz del Concilio Vaticano II y que tantos frutos está aportando a la Iglesia.

(...)


FELIZ E SANTA CINQUENTENA PASCAL


É arriscado escrever sobre estas coisas – 3




Bento XVI é parte da solução, e não parte do problema, na crise que os casos de pedofilia abriram na Igreja Católica



Por José Manuel Fernandes

(continuação)



Bento XVI, que não despertou para este problema nas últimas semanas, não deverá precipitar decisões por causa desta polémica. No passado domingo, durante as cerimónias do Domingo de Ramos, pediu aos crentes para não se deixarem intimidar pelos "murmúrios da opinião dominante", e é natural que o tenha feito: se a Igreja tivesse deixado que a sua vida bimilenar fosse guiada pelo sentido volátil dos ventos há muito que teria desaparecido. 

Ao mesmo tempo, como assinalava John L. Allen, jornalista do National Catholic Reporter, em coluna de opinião no New York Times, "para todos os que conhecem a experiência recente do Vaticano nesta matéria, Bento XVI não é parte do problema, antes poderá ser boa parte da solução".

Uma demonstração disso mesmo pode ser encontrada na sua primeira encíclica, Deus Caritas Est, de 25 de Dezembro de 2005, ano em que foi eleito. ...

Se, como referia António Marujo na sua análise, o teólogo Hans Küng considera que existe uma "relação crispada" entre catolicismo e sexualidade, essa encíclica, ao recuperar o valor do "eros", mostra que Bento XVI conhece o mundo que pisa. 

Por isso eu, que nem sou crente, fui informar-me sobre os casos e sobre a doutrina e escrevi este texto que, nos dias inflamados que correm, se arrisca a atrair muita pedrada. Ela que venha. Jornalista"

(conclusão)


domingo, 11 de abril de 2010

É arriscado escrever sobre estas coisas – 2

(continuação)



Bento XVI é parte da solução, e não parte do problema, na crise que os casos de pedofilia abriram na Igreja Católica



Por José Manuel Fernandes



Depois, mal foi eleito Papa, Bento XVI continuou a agir com rapidez e, entre as suas primeiras decisões, há que assinalar a tomada de medidas disciplinares contra dois altos responsáveis que, há décadas, as conseguiam iludir por terem "protectores" nas altas esferas do Vaticano. A seguir escolheu os Estados Unidos - um dos países onde os casos de abusos cometidos por padres haviam atingido maiores proporções - para uma das suas primeiras deslocações ao estrangeiro e, aí (tal como, depois, na Austrália), tornou-se no primeiro chefe da Igreja de Roma a receber pessoalmente vítimas de abusos sexuais. Nessa visita não evitou o tema e referiu-se-lhe cinco vezes nas suas diferentes orações e discursos.

Agora, na carta que escreveu aos cristãos irlandeses, não só não se limitou a pedir perdão, como definiu claramente o comportamento dos abusadores como "um crime" e não apenas como "um pecado", ao contrário do que alguns têm escrito por Portugal. Ao aceitar a resignação do máximo responsável pela Igreja da Irlanda também deu outro importante sinal: a dureza com que o antigo responsável pela Congregação para a Doutrina da Fé passou a tratar os abusadores tem agora correspondência na dureza com que o Papa trata a hierarquia que não soube tratar do problema e pôr cobro aos crimes. 

De facto - e este aspecto é muito importante - a ocorrência destes casos de abusos sexuais obriga à tomada de medidas pelos diferentes episcopados. Quando isso acontece, a situação muda radicalmente. Nos Estados Unidos, país onde primeiro se conheceu a dimensão do problema, a Conferência de Dallas de 2002 adoptou uma "Carta para a Protecção de Menores de Abuso Sexual" que levaria à expulsão de 700 padres. No Reino Unido, na sequência do Relatório Nolan (2001), acabou-se de vez com a prática de tratar estes assuntos apenas no interior da Igreja, passando a ser obrigatório dar deles conta às autoridades judiciais. A partir de então, como notava esta semana, no The Times, William Rees-Mogg, a Igreja de Inglaterra e de Gales "optou pela reforma, pela abertura e pela perseguição dos abusadores em vez de persistir no segredo, na ocultação e na transferência de paróquia dos incriminados". 


(continua)


HOJE É O DIA DO SENHOR!





A Comunidade


Todo Domingo é Dia do Senhor Ressuscitado...

Vivendo ainda o clima de Páscoa,

nos reunimos hoje em nome de Jesus,

para proclamar a nossa fé na Ressurreição.


A liturgia nos mostra que a COMUNIDADE CRISTÃ

é um espaço privilegiado de "Encontro" com Jesus Ressuscitado.


A 1a Leitura apresenta um dos "Sumários", que "retrata"

a vida da Comunidade de Jerusalém, continuando a Missão de Jesus. (At 5,12-16)


- Era uma comunidade viva: "Todos os fiéis se reuniam, com muita união..."

- Eram pessoas estimadas: "O Povo estimava-os muito..."

- Exercia forte atração sobre todos: "Crescia sempre mais

o número dos que aderiam ao Senhor pela fé ..."


O que atraía? Os gestos concretos de libertação:

O Ressuscitado não podia mais ser visto pessoalmente,

mas havia algo que podia ser visto: a COMUNIDADE,

que, através de sua vida, dá testemunho de que Cristo está vivo.


* A comunidade cristã deve ser SINAL VISÍVEL de Cristo ressuscitado.

Se formos uma família unida e solidária, capaz de partilhar,

estaremos anunciando esse mundo novo que Jesus propôs.


A 2ª Leitura apresenta Jesus caminhando com a sua Igreja.

É nele que a COMUNIDADE encontra a força para caminhar e

para vencer as forças que se opõem à vida nova de Deus.

Por isso, os cristãos nada terão a temer. (Ap 1,9-11a.12-13.17-19)


+ No Evangelho, o CRISTO vivo e ressuscitado

é o Centro da Comunidade cristã. (Jo 20,19-31)

A Comunidade insegura e frágil, dominada pelo medo,

se estrutura ao redor de Cristo e dele recebe a vida que a anima

e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições.

Na vida da comunidade, encontramos as provas de que Jesus está vivo.


O texto apresenta dois encontros dos apóstolos com Cristo Ressuscitado:

Aprofundemos alguns DETALHES:


- "1o Dia da semana... Oito dias depois..." (Domingo)


* Lembra as celebrações dominicais da Comunidade primitiva

e mostra a nossa experiência pascal que se renova cada domingo.

O Domingo é o dia do "encontro" com o Ressuscitado.

É o dia em que a comunidade é convocada para celebrar a Eucaristia.

É no "encontro" com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos,

com a Palavra proclamada, com o pão de Jesus partilhado,

que se descobre Jesus ressuscitado.




- Na Comunidade:

A Assembléia dominical da Comunidade é o lugar privilegiado

para encontrar o Ressuscitado e ouvir a sua Palavra.


* Não basta rezar em casa, assistir a missa pela TV...

Em casa podemos fazer a experiência de Deus, mas não a do Ressuscitado, porque esse se faz presente onde a Comunidade está reunida...


- "Com portas trancadas por medo dos judeus..."

Mais do que as portas e janelas, o coração deles estava fechado..

O Ressuscitado os liberta do medo e lhes traz a alegria...


* Retrata a situação de insegurança e fragilidade, que dominava a comunidade.


A essa comunidade fechada, com medo, mergulhada num mundo hostil,

ao aparecer "no meio deles", JESUS...


- Transmite o Dom da PAZ... do PERDÃO:

- "A Paz esteja convosco..."

- " A quem perdoardes os pecados..."


- Comunica o ESPÍRITO SANTO:

- "SOPROU... recebei o Espírito Santo..."

(Lembra o "sopro" de Deus na Criação)


- Envia em MISSÃO:

- "Como o Pai me enviou, eu também VOS ENVIO..."


+ O Episódio de Tomé

é uma CATEQUESE SOBRE A FÉ:


Inicialmente exige provas, só acredita vendo...

Não valoriza o testemunho da Comunidade.

Não percebe os sinais de vida nova que nela se manifestam...

Fora da comunidade, não encontra o Cristo ressuscitado.

Depois, voltando à comunidade, no "dia do Senhor" (Domingo),

o encontra e faz uma linda profissão de fé: "Meu Senhor e meu Deus".

Quem não encontrou o Ressuscitado na Comunidade

precisa de "provas" para acreditar.


As dúvidas de Tomé expressam a experiência da Comunidade apostólica.

Manifestam também a dificuldade de todos nós em nos inserir progressivamente

no mistério do Senhor ressuscitado.

Somos convidados à bem-aventurança dos que crêem ser ver...


- O que significa para nós

a EUCARISTIA na COMUNIDADE, no MEU DOMINGO?


Peçamos a Deus, nesta celebração, que a nossa vida, através de gestos concretos,

torne visível aos homens de nosso tempo, que Jesus está ainda vivo?


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa – 11.04.2010



sábado, 10 de abril de 2010

A CATEDRAL DE ANGRA EM TEMPO PASCAL

"Pela Cruz veio a alegria ao mundo inteiro."




FELIZ E SANTA CINQUENTENA PASCAL


É arriscado escrever sobre estas coisas – 1

(continuação)


Bento XVI é parte da solução, e não parte do problema, na crise que os casos de pedofilia abriram na Igreja Católica



Por José Manuel Fernandes



Uma segunda questão muito discutida é a de saber se existe uma relação entre o celibato e a ocorrência de abusos sexuais. Também aqui não só a evidência é a contrária - a esmagadora maioria dos abusos é praticada por familiares próximos das vítimas - como o tema do celibato é, antes do mais, um tema da Igreja e de quem o escolhe. Não existiu sempre como norma na Igreja de Roma e hoje esta aceita excepções (no clero do Oriente e entre os anglicanos convertidos). Pode ser que a norma mude um dia, mas provavelmente ninguém melhor do que o actual Papa para avaliar se esse momento é chegado - até porque talvez ninguém, no seio da Igreja Católica, tenha dedicado tanta atenção ao tema dos abusos sexuais e feito mudar tanta coisa como Bento XVI. 

Se algo choca na forma como têm vindo a ser noticiados estes "escândalos" é o modo como, incluindo no New York Times, se tem procurado atingir o Papa. Não tenho espaço, nem é relevante para esta discussão, para explicar as múltiplas deturpações e/ou omissões que têm permitido dirigir as setas das críticas contra Bento XVI, mas não posso deixar de recordar o que ele, primeiro como cardeal Ratzinger e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, depois como sucessor de João Paulo II, já fez neste domínio.

Até ao final do século XX o Vaticano não tinha qualquer responsabilidade no julgamento e punição dos padres acusados de abusos sexuais (e não apenas de pedofilia). A partir de 2001, por influência de Ratzinger, o Papa João Paulo II assinou um decreto – Motu proprio Sacramentorum Sanctitatis Tutela – de acordo com o qual todos os casos detectados passaram a ter de ser comunicados à Congregação para a Doutrina da Fé. Ratzinger enfrentou então muitas oposições, pois passou a tratar de forma muito mais expedita casos que, de acordo com instruções datadas de 1962, exigiam processos muito morosos. A nova política da Congregação para a Doutrina da Fé passou a ser a de considerar que era mais importante agir rapidamente do que preservar os formalismos legais da Igreja, o que lhe permitiu encerrar administrativamente 60 por cento dos casos e adoptar uma linha de "tolerância zero".

(continua)


sexta-feira, 9 de abril de 2010

É arriscado escrever sobre estas coisas...


Não estão na moda



Bento XVI é parte da solução, e não parte do problema, na crise que os casos de pedofilia abriram na Igreja Católica



Por José Manuel Fernandes



Não sou crente. Educado na fé católica, passei pelo ateísmo militante e hoje defino-me como agnóstico. Talvez não devesse, por isso, pôr-me a discutir os chamados "escândalos de pedofilia" na Igreja Católica. Até porque não sei se, como escreveu António Marujo neste jornal – no texto mais informado publicado sobre o tema em jornais portugueses –, estamos ou não perante "A maior crise da Igreja Católica dos últimos 100 anos".

Tendo porém a concordar com um outro agnóstico, Marcello Pera, filósofo e membro do Senado italiano, que escreveu no Corriere della Sera que se, sob o comunismo e o nazismo, "a destruição da religião comportou a destruição da razão", a guerra hoje aberta visa de novo a destruição da religião e isso "não significará o triunfo da razão laica, mas uma nova barbárie". Por isso acho importante contrariar muitas das ideias feitas que têm marcado um debate inquinado por muita informação errada ou manipulada.

Vale por isso a pena começar por tentar saber se o problema da pedofilia e dos abusos sexuais - um problema cuja gravidade ninguém contesta, ocorram num colégio católico, na Casa Pia ou na residência de um embaixador - tem uma incidência especial em instituições da Igreja Católica. Os dados disponíveis não indicam que tenha: de acordo com os dados recolhidos por Thomas Plante, professor nas universidades de Stanford e Santa Clara, a ocorrência de relações sexuais com menores de 18 anos entre o clero do sexo masculino é, em proporção, metade da registada entre os homens adultos. É mesmo assim um crime imenso, pois não deveria existir um só caso, mas permite perceber que o problema não só não é mais frequente nas instituições católicas, como até é menos comum. Tem é muito mais visibilidade ao atingir instituições católicas.


(continua)


quinta-feira, 8 de abril de 2010

“Era necessário que se cumprisse tudo quanto a meu respeito está escrito”



«Tocai-Me e olhai»



Comentário ao Evangelho do dia – Lc 24, 35-48 - feito por : Santo António de Lisboa (c. 1195-1231), franciscano, Doutor da Igreja - Sermões para o domingo e as festas dos santos (a partir da trad. Eds. Franciscaines 1944, p. 139)



«Vede as Minhas mãos e os Meus pés: sou Eu mesmo». A meu ver, são quatro as razões pelas quais o Senhor mostra o lado, as mãos e os pés aos apóstolos. Em primeiro lugar, para mostrar que tinha ressuscitado verdadeiramente e afastar qualquer espécie de dúvida do nosso espírito. Em segundo lugar, para que «a pomba», ou seja, a Igreja ou a alma fiel, fizesse o ninho nas Suas chagas como «nos recessos dos rochedos» (Ct 2, 14) e aí encontrasse abrigo contra o gavião que a espreita. Em terceiro lugar, para imprimir no nosso coração, quais insígnias, as marcas da Sua Paixão. Em quarto lugar, para nos advertir e nos pedir que tivéssemos piedade Dele e não O trespassássemos de novo com os cravos dos nossos pecados.


Ele mostra-nos as mãos e os pés: «Eis as mãos que vos formaram», diz-nos (cf Sl 118, 73): vede os cravos que as trespassaram. Eis o Meu coração, onde nascestes, vós, os fiéis, vós, a Minha Igreja, como Eva nasceu do lado de Adão: vede a lança que o abriu, a fim de que vos fosse aberta a porta do Paraíso, que o Querubim de fogo mantinha encerrada. O sangue que correu do Meu lado afastou este anjo, embotou-lhe a espada: a água extinguiu o fogo (cf Jo 19, 34). [...] Escutai com atenção, ouvi estas palavras, e tereis paz em vós. “


(Do: Evangelho Quotidiano)



FELIZ E SANTA CINQUENTENA PASCAL



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Tempo de Paz!


Neste Tempo Pascal que começámos a viver , façamo-lo com profundidade e em paz, aquela Paz que o Ressuscitado entregou aos discípulos quando se apresentou pela primeira vez. Este Tempo é para ser vivido como um “noviciado”, em que tudo é puro, inocente, novidade, surpresa, leitura dos textos sobre a Ressurreição do Senhor e do Livro dos Actos dos Apóstolos e aprendizagem com o exemplo da vivência da primeira comunidade cristã.


Depois da Ressurreição, Jesus Cristo apareceu aos “seus” e esteve com eles durante muitos dias, continuando a ensinar e a preparar a sua ida definitiva para o Pai, com vista a perpetuar a Sua Missão na terra. Jesus cria assim, a primeira Família, comunidade de cristãos, ou seja, a Igreja! Com estrutura própria, nomeando Pedro, Seu continuador e os Apóstolos, com poderes de baptizar, perdoar e fazer memória da Sua Paixão-Morte e Ressurreição. Recomendou-lhes também que fossem pelo mundo espalhar a Boa Notícia a todos os povos. Esta primeira comunidade, vivia muito unida no mesmo sentimento, ligada pela oração perseverante e pela fracção do pão, aguardando a vinda do Espírito Santo prometido por Jesus.


Eu gostaria que vocês me acompanhassem, de hoje até ao Pentecostes, a viver como os Apóstolos nesta primeira comunidade: Jesus está com eles e connosco, vivendo no Amor, na unidade, na oração e na celebração da Eucaristia.


FELIZ E SANTA CINQUENTENA PASCAL


terça-feira, 6 de abril de 2010

CRISTO, VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU!



Os discípulos foram instruídos por Jesus, durante cerca de três anos: conviveram com Ele, viram os seus prodígios, escutaram as catequeses, foram chamados à atenção quando pensavam ou faziam coisas menos correctas, comeram com Ele, viveram como Jesus vivia. Tudo lhes foi transmitido por Jesus, inclusivamente, que iria sofrer, morrer e ao terceiro dia ressuscitar.

Mas quando chegou ao momento crucial,

acreditaram na Palavra de Jesus?


Os discípulos não se achavam preparados para a revelação pascal, apesar dos ensinamentos de Jesus. Depois da Paixão do Senhor, fecharam-se em casa cheios de medo. Não estavam alegres aguardando a Ressurreição de Jesus, tal como Ele prometera que iria acontecer.


Por isso, quando as mulheres se depararam com o túmulo vazio, lê-se as expressões: perplexas, medo, lembraram-se do que dissera Jesus quando anunciou a sua Paixão … . Em Mateus diz-se: ficaram com “medo e alegria”- sente alegria quem crê.

Quanto aos discípulos, perante a narração das Mulheres, não creram no que escutaram. Pedro e outro apóstolo, foram ao sepulcro e só depois de o verem vazio e apenas os lençóis, acreditaram.



E nós, que fazemos parte dos discípulos de Jesus, cremos:


Como as Mulheres?

Ou

Como os discípulos?



segunda-feira, 5 de abril de 2010

CAMINHO NEOCATECUMENAL: 1ª Vigília Pascal da Comunidade de Angra

VIGÍLIA PASCAL

DAS COMUNIDADES NEOCATECUMENAIS

DA ILHA TERCEIRA



A Sala de Vigília Pascal





"O Canto das Crianças"

Por que é que esta Noite é diferente
de todas as outras noites?



Tiempo Pascual


Los cincuenta días
que van desde el domingo de resurrección
hasta el domingo de Pentecostés

Autor: Teresa Fernández

(catholic.net)


El Domingo de Resurrección o de Pascua

es la fiesta más importante para todos los

católicos, ya que con la Resurrección

de Jesús es cuando adquiere sentido

toda nuestra religión.


Cristo triunfó sobre la muerte y con esto

nos abrió las puertas del Cielo.

En la Misa dominical recordamos

de una manera especial esta gran alegría.

Se enciende el Cirio Pascual que representa la

luz de Cristo resucitado y que permanecerá

prendido hasta el día de la Ascensión,

cuando Jesús sube al Cielo.


La Resurrección de Jesús es un

hecho histórico, cuyas pruebas entre otras,

son el sepulcro vacío y las numerosas

apariciones de Jesucristo a sus apóstoles.


Cuando celebramos la Resurrección de

Cristo, estamos celebrando también

nuestra propia liberación.

Celebramos la derrota del pecado y de la muerte.


En la resurrección encontramos la clave

de la esperanza cristiana:

si Jesús está vivo y está junto a nosotros,

¿qué podemos temer?, ¿qué nos puede preocupar?


Cualquier sufrimiento adquiere sentido

con la Resurrección, pues podemos

estar seguros de que, después de una

corta vida en la tierra, si hemos sido fieles,

llegaremos a una vida nueva y eterna,

en la que gozaremos de Dios para siempre.

(...)

La Resurrección es fuente de profunda alegría.

A partir de ella, los cristianos no podemos vivir

más con caras tristes.

Debemos tener cara de resucitados,

demostrar al mundo nuestra alegría porque

Jesús ha vencido a la muerte.


La Resurrección es una luz para los hombres

y cada cristiano debe irradiar esa misma luz

a todos los hombres haciéndolos partícipes

de la alegría de la Resurrección por medio

de sus palabras, su testimonio y su trabajo apostólico.


Debemos estar verdaderamente alegres

por la Resurrección de Jesucristo,

nuestro Señor. En este tiempo de Pascua

que comienza, debemos aprovechar

todas las gracias que Dios nos da para crecer

en nuestra fe y ser mejores cristianos.

Vivamos con profundidad este tiempo.


Con el Domingo de Resurrección

comienza un Tiempo pascual, en el que

recordamos el tiempo que Jesús

permaneció con los apóstoles

antes de subir a los cielos,

durante la fiesta de la Ascensión.


La fiesta de la Pascua es tan importante,

que un solo día no nos alcanza para festejarla.

Por eso la Iglesia ha fijado un Tiempo Pascual

(cincuenta días) para seguir festejando

la Resurrección del Señor.”

(…)




“Diz-nos, Maria, que viste no caminho?”


Comentário ao Evangelho do dia
- Mateus 28,8-15 -
feito por : Liturgia romana



«Jesus saiu ao seu encontro»



À Vítima pascal

ofereçam os cristãos sacrifícios de louvor.


O Cordeiro resgatou as ovelhas;

Cristo, o Inocente,

reconciliou com o Pai os pecadores.


A morte e a vida

travaram um admirável combate;

depois de morto,

vive e reina o Autor da vida.


Diz-nos, Maria, que viste no caminho?

Vi o sepulcro de Cristo vivo

e a glória do Ressuscitado.

Vi as testemunhas dos Anjos,

vi o sudário e a mortalha.

Ressuscitou Cristo, minha esperança;

precederá os Seus discípulos na Galileia.


Nós sabemos e acreditamos:

Cristo ressuscitou dos mortos.

Ó Rei vitorioso,

tende piedade de nós.


(Evangelho quotidiano)

….........

domingo, 4 de abril de 2010

O TÚMULO VAZIO



CRISTO RESSUSCITOU!





VERDADEIRAMENTE, RESSUSCITOU!




sábado, 3 de abril de 2010

ESTA, É A NOITE!

ESTA NOITE É DIFERENTE







Deixando o Sábado Santo, dia do silêncio, da meditação nos Mistérios da nossa Salvação, entramos na GRANDE NOITE.


A Igreja está toda engalanada, cheia de flores, com lindas toalhas e os melhores paramentos porque,

esta NOITE É DIFERENTE!


Também nós vestimos roupa de festa, apropriada para o Banquete; colocamos os adornos mais bonitos que temos porque,

esta NOITE É DIFERENTE!



Esta, é a NOITE das Noites


A Noite de Jesus Cristo Ressuscitado: o Povo de Deus, nós os Cristãos, aguardamos com expectativa e esperamos a Ressurreição! Sabemos que Deus é fiel e cumpre o que promete.

É a Noite em que os pais passam a Fé aos filhos.

É a Noite dos Catecúmenos.


Irmãos, reconheçamos que o Senhor nos preparou para esta NOITE, porque fazemos parte do povo escolhido, do povo santo. Esta NOITE é Santa!


ESTA NOITE, DEUS DÁ-NOS A SALVAÇÃO!


Esta, é a GRANDE NOITE!

É a NOITE DA SALVAÇÃO!



"Ó NOITE maravilhosa

só tu conheceste a hora

em que Cristo ressuscitou!


Ó NOITE que destróis o pecado

e lavas todas as nossas culpas!


Esta, é a NOITE

em que Cristo venceu a morte

e do inferno retorna vitorioso.”