segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

SEMANA DE ORAÇÃO DE UNIDADE DOS CRISTÃOS




«Apelo à conversão»


De 18 a 25 de Janeiro decorre a Semana de Oração
pela Unidade dos Cristãos.


O Senhor chama-nos a orar pela unidade! Por que somos cristãos o Espírito Santo impele-nos a sermos um só povo, o Povo de Deus e a vivermos como tal.

Jesus também rezou ao Pai pela unidade do Seu Povo, por nós que vivemos HOJE :

“Pai santo, guarda em teu nome os que me deste, para que sejam um como nós. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que sejam um, como nós somos um: Eu neles e tu em mim... .” Jo 17, 11b.21-23a.

Foi na e pela Cruz, que Jesus nos reconciliou com Deus e nos reconciliou uns aos outros, tornando-nos irmãos em Cristo.

domingo, 18 de janeiro de 2009

HOJE É O DIA DO SENHOR



Mestre, onde moras?


Após as festas natalinas, iniciamos os domingos do Tempo Comum, apresentando nas leituras do Evangelho, o início da vida pública de Jesus e os primeiros encontros com os discípulos.

A Liturgia de hoje nos propõe uma reflexão sobre a disponibilidade ao CHAMADO de Deus.

Na 1ª Leitura, temos o chamado de SAMUEL. (1Sm 3,3b-10-19)

- A Vocação é sempre uma iniciativa misteriosa e gratuita de Deus.
O Profeta torna-se profeta porque um dia escutou Deus a chamá-lo pelo NOME e a confiar-lhe uma missão.
- A Voz de Deus se faz ouvir no silêncio da noite. Longe das preocupações do dia a dia, o coração e a mente estão mais livres e disponíveis para escutar os apelos e os desafios de Deus.
- Samuel não reconhece logo e sozinho a voz de Deus. Só consegue após quatro vezes e com a ajuda do sacerdote Eli. Deus não desiste diante de nossa surdez...
- Samuel responde:"Fala, Senhor, o teu servo escuta". É a expressão de uma total disponibilidade, abertura e entrega face aos desafios e aos apelos de Deus.
* A Vocação de Samuel ilustra a vocação de todos nós.

Na 2ª Leitura, Paulo convida os cristãos a viverem de forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. (1Cor 6,13c-15a.17-20) Quem vive em comunhão com Cristo deve manifestar sempre a vida nova de Deus.

No Evangelho, temos o chamado dos PRIMEIROS DISCÍPULOS.
O Texto faz parte da semana inaugural no Evangelho de João e apresenta um modelo de chamado e de seguimento de Jesus. (Jo 1,35-42)

O chamado nasce do testemunho de João Batista, a partir do qual formou-se uma corrente. Ninguém chega a Jesus sozinho...
- João Batista reconhece o Cristo que "passa" e aponta a dois discípulos, André e Filipe: "Eis o Cordeiro de Deus…"
- Os Dois Discípulos seguem o Cristo de longe, timidamente.
- Cristo vai ao encontro deles e começa o Diálogo:
"Que procurais"? - "Mestre, onde moras"? ⇒ "Vinde e vede"…
Foram e ficaram com ele todo o dia…
- No dia seguinte: André leva o irmão Pedro até Cristo: Felipe chama Natanael: "Encontramos o Cristo".

Só podemos encontrar Jesus, se alguém nos fala dele. A Missão do discípulo é indicar a todos a pessoa de Jesus, o Cordeiro de Deus.


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 18.01.2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

Papa convida cristãos do Irã a dialogar com autoridades islâmicas

DIÁLOGO ENTRE RELIGIÕES


Bento XVI indica-lhes duas vias: o diálogo cultural e a ação caritativa


Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI agradeceu o trabalho dos cristãos na República Islâmica do Irã e lhes indicou duas vias para aprofundar em sua relação com as autoridades do país: o diálogo cultural e o exercício da caridade.

Em seu discurso aos bispos deste país do Oriente Médio, que foram a Roma por ocasião da quinquenal visita ad limina apostolorum, o Papa manifestou a «antiga presença» dos cristãos no Irã, em suas três comunidades, armênia, caldéia e latina, uma presença que se «desenvolveu e manteve ao longo do tempo».

O pontífice pôs de manifesto a importância do testemunho de «unidade na diversidade» que as três comunidades oferecem dentro da Igreja.

Também explicou a transcendência do testemunho da caridade que os sacerdotes, religiosos e religiosas estão dando através da assistência aos mais necessitados e aos idosos, e especialmente «a bela contribuição da Igreja Católica, em particular através da Cáritas, na obra de reconstrução após o terrível terremoto que abalou a região de Bam».

«Não quero esquecer todos os católicos, cuja presença na terra de seus antepassados traz à mente a imagem bíblica do fermento na massa, que faz crescer o pão, lhe dá sabor e consistência.», acrescentou.

O Papa animou os cristãos a «permanecerem fiéis à fé de vossos pais e permanecer unidos à voss terra, para trabalhar conjuntamente no desenvolvimento da nação».

Para isso é necessário, explicou, «desenvolver relações harmoniosas com as instituições públicas, com a graça de Deus, que se aprofundem gradualmente e lhes permita desempenhar melhor sua missão de Igreja no respeito mútuo pelo bem de todos».

Para isso, o Papa lhes indicou dois caminhos, «o do diálogo cultural, riqueza plurimilenar do Irã, e o da caridade. Esta última iluminará a primeira e será seu motor».

Também pediu aos pastores que cuidem das vocações, que não são muito numerosas devido ao exíguo número de cristãos, e que fortaleçam os laços com os cristãos iranianos que migraram a outros países.

«O caminho que se abre perante vós requer muita paciência e constância. O exemplo de Deus, que é paciente e misericordioso com seu povo, será vosso modelo e vos ajudará a abrir o espaço necessário para o diálogo», acrescentou.

O Papa assegurou, por último, seu afeto e oração pelos cristãos iranianos: «Em minha oração, nunca esqueço vosso país e as comunidades católicas presentes em vosso território, e peço a Deus que as abençoe e auxilie».

«Eu agradeceria que, em vosso retorno, transmitais aos vossos sacerdotes, religiosos, religiosas e a todos os fiéis que o Papa está próximo deles e reza por eles», concluiu.

Dos mais de 65 milhões de habitantes do Irã, 98% são muçulmanos e 0,04% católicos (caldeus, armênios e latinos).

MENSAGEM DO DIA

Sei ajudar a quem precisa?


"Aquilo que as pessoas aprendem de nós vem do que somos – por meio de nosso testemunho de vida – e pouco permanecerá do que lhes fizermos.

É a vida que ensina: nosso olhar, o comportamento, o silêncio que somos capazes de fazer, a atenção que sabemos dispensar aos demais, o sorriso que a gente não nega, a esperança e o acolhimento que ofertamos...

Por essa razão, as pessoas são marcadas não tanto por aquilo que veem; seremos inesquecíveis e poderemos ajudar muito mais através daquilo que elas percebem em nós.


Com carinho e orações,

Seu irmão,
Ricardo Sá (cancaonova.com)


Tem um bom dia!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

VAMOS SORRIR


A MINHA AMIGA, VOTA!!!!

A minha amiga Alina tem uma ferramenta salva-vidas no carro, para cortar o
 cinto de segurança, se ficar presa nele, em caso de acidente.



Ela guarda a dita ferramenta, no porta-bagagem!!!!

CONFIE...SOMENTE!



As coisas acontecem na hora certa!


As coisas acontecem, exactamente quando devem acontecer!

Em momentos felizes, louve a Deus.

Em momentos difíceis, busque a Deus.

Em momentos silenciosos, adore a Deus.

Em momentos dolorosos, confie em Deus.


Em cada momento, agradeça a Deus.


(do meu correio electrónico)

(Confia sempre, como fazem as crianças...)

MENSAGEM DO DIA



SOBE COMIGO!


(Nesta ilha onde eu moro, é muito vulgar a manhã acordar envolta de uma neblina que atrofia o ânimo, por isso vou transcrever parte do Sl 99, para subir acima destas nuvens cinzentas e convido-te a subires comigo.)


“ Aclamai o Senhor, terra inteira...

Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
Somos o seu povo, ovelhas do seu rebanho.

Entrai pelas suas portas dando graças...

Porque o Senhor é bom,
Eterna é a sua misericórdia,
A sua fidelidade estende-se de geração em geração.”


Tem um bom dia.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O SOFRIMENTO FAZ CRESCER



TODOS TEMOS A NOSSA CRUZ

ESTA É O CAMINHO DA NOSSA SALVAÇÃO







Senhor, esta cruz é muito pesada. Não posso com ela...





...assim fica mais leve



Como é que eles conseguem levar a cruz tão pesada?

Senhor, ainda pesa muito...



Assim está melhor, mais leve...


Hum, como vou passar para o outro lado?







Há sempre uma razão para o peso da cruz que cada um carrega...

TELEFONES DE EMERGÊNCIA




Estás triste, porque murmuram de ti, liga o Salmo 27(26)


ASSIM TE FALA O SENHOR

“Iahweh é minha luz e minha salvação:
De quem terei medo?
Iahweh é a fortaleza de minha vida:
Frente a quem tremerei?

Quando os malfeitores avançam contra mim
Para devorar a minha carne,
São eles, meus adversários e meus inimigos,
Que tropeçam e caem.

Uma coisa peço a Iahweh
E a procuro:
É habitar na casa de Iahweh
Todos os dias da minha vida,
Para gozar a doçura de Iahweh
E meditar no seu templo.

Houve, Iahweh, meu grito de apelo,
E tem piedade de mim, e responde-me!
...”


(Junto a Deus, não há que temer!)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Homilía de acción de gracias por la aprobación del Estatuto del Camino Neocatecumenal


ACÇÃO DE GRAÇCAS PELA APROVAÇÃO DEFINITIVA
DOS ESTATUTOS

Por: Monseñor Carlos Osoro Sierra, Arzobispo de Oviedo

CAMINEO.INFO.- Queridos hermanos sacerdotes, queridos miembros del Camino, hermanas y hermanos:

Con gran alegría os doy la bienvenida y os deseo “la gracia y paz de parte de Dios nuestro Padre y del Señor Jesucristo” (cf. Rm 1, 7) a todos los que celebráis con gozo la aprobación del Estatuto del Camino Neocatecumenal.

En diversas ocasiones y de diversas maneras me habéis oído decir desde que soy vuestro Obispo que hay dos grandes columnas de exigencias de comunión: por una parte está el deber que tenemos de conservar el depósito de la fe en su pureza e integridad y por otra, y al mismo tiempo, mantener la unidad en torno a mí, como Obispo, y en comunión con todos los Obispos bajo la autoridad del Sucesor de Pedro. Es desde aquí desde donde hoy damos gracias a Dios al reconocer con el Papa Juan Pablo II y asumir en nuestra vida eclesial este don del Camino. Acojo de corazón para mí y para toda la Iglesia Diocesana esas palabras del Papa Juan Pablo II cuando nos dice: “Deseo vivamente que los Hermanos en el Episcopado valoricen y ayuden –junto con sus presbíteros- esta obra para la nueva evangelización, para que se realice según las líneas propuestas por los iniciadores, en espíritu de servicio al Ordinario del lugar y de comunión con él, y en el contexto de la unidad de la Iglesia particular con la Iglesia universal” (Juan Pablo II, epist. Ogniqualvolta, 30 de agosto 1990).

El Camino Neocatecumenal ni es un nuevo movimiento ni es una asociación nueva. No es nada de eso. Como nos dicen sus Estatutos, “es un itinerario de formación católica, válida para la sociedad y para los tiempos de hoy, está al servicio de los Obispos como una modalidad de realización diocesana de la iniciación cristiana y de la educación permanente de la fe”(cf. Estatutos, art. 1, 1 y 2). Es un instrumento al servicio de los Obispos para el redescubrimiento de la iniciación cristiana de los adultos bautizados, entre los cuales cabe distinguir: Los que se han alejado de la Iglesia, los que no han sido suficientemente evangelizados y catequizados, los que desean profundizar y madurar su fe, los que provienen de confesiones cristianas –no en plena comunión con la Iglesia católica– y los clérigos y religiosos que desean reavivar el don del Bautismo (Cf. art. 5, 1 y 2).

¡Con qué fuerza han sonado las palabras que el Señor nos ha dirigido en el Evangelio que acabamos de proclamar! ¡Qué actualidad tienen para todos los que seguís el itinerario del Camino! ¿No es el Camino un itinerario de redescubrimiento de la iniciación cristiana? Pues el evangelio que hemos proclamado nos está llamando a seguir y mantener viva esa ruta.

La vida en Cristo

Jesucristo Nuestro Señor nos dio su Vida en el Bautismo y quiere que nos mantengamos en ella. Desea que comprendamos la novedad absoluta que aporta a cada ser humano cuando la Vida propia de Cristo entra en la nuestra. Una vida que nos ha entregado el Señor no para conformarse a la que da este mundo. La suya es algo muy distinto, porque a menudo entra en contradicción con las formas de vivir del mundo. En ella no valen los egoísmos ni la existencia para uno mismo, ni la vida hecha a medida desde nosotros, que en general siempre se convierte en no–vida. Es una novedad que rompe esquemas, como la que entregaban aquellos primeros cristianos, que por su modo de existir quebraba los fundamentos del mundo pagano e instauraba otros diferentes basados en Jesucristo mismo. Ahí está la diferencia entre vivir sensatamente o neciamente.

Cada uno de nosotros puede ser como las vírgenes que salen en busca del esposo, tal como se nos relata en el evangelio que acabamos de proclamar. Cada uno hemos de identificarnos con unas o con otras, con las prudentes o las necias. Todas eran vírgenes y todas salían con la lámpara de la vida, que es la vida misma de Dios. Pero unas mantenían viva y encendida la lámpara y otras ni se dieron cuenta que les faltaba el aceite, es decir, que su vida no iluminaba y, por tanto, no decía nada a nadie.

Es necesario mantener la sensatez y mantener la lámpara encendida para ser signos limpios y claros, coherentes en este momento con el proyecto de Dios para los hombres. Como decía el Papa Juan XXIII en la Constitución Apostólica “Humanae salutis” con la que convocó el Concilio Vaticano II: “La Iglesia asiste en nuestros días a una grave crisis de humanidad, que traerá consigo profundas mutaciones. Un orden nuevo se está gestando, y la Iglesia tiene ante sí misiones inmensas, como en las épocas más grandes de la historia. Porque lo que se exige hoy a la Iglesia es que infunda en las venas de la humanidad actual la virtud perenne, vital y divina del Evangelio” (n.2). Ser sensato no es cuestión secundaria, tal y como nos dice el evangelio de hoy, es esencial para confesar y saber comunicar en nuestro tiempo las razones fundamentales que nos mueven como discípulos de Jesucristo.

Itinerario para un camino

El Camino Neocatecumenal es un itinerario de redescubrimiento de la iniciación cristiana, es un camino para mantenernos en la sensatez. Se realiza normalmente en la parroquia, que como nos dicen los Estatutos, es “el ámbito ordinario donde se nace y se crece en la fe, lugar privilegiado donde la Iglesia, madre y maestra, engendra en la fuente bautismal a los hijos de Dios y les gesta a la vida nueva” (cf. art. 6, 1). Y dentro de la parroquia es vivido en pequeña comunidad, denominada Comunidad Neocatecumenal (cf. art. 7, 1).

En este camino la experiencia de un Dios, que es verdadera sabiduría y que nos busca siempre para regalarnos la sabiduría, es clave. Es el Señor quien nos busca. Es Él quien nos da todo. Es el Señor quien nos va pidiendo siempre más compromiso. Es quien nos dice que no podemos ignorar la vida que Él nos da, su resurrección, su eternidad. Y con esta seguridad no tememos a nada ni a nadie. Con las mismas palabras del Santo Padre digo también: “Reconozco el Camino Neocatecumenal como un itinerario de formación católica, válida para la sociedad y para los tiempos de hoy” (Juan Pablo II, epist. Ogniqualvolta, 30 agosto 1990).

La aprobación de los Estatutos ha inaugurado una nueva etapa en la vida del Camino. La Iglesia os pide a todos los que seguís este itinerario de formación un compromiso aún más fuerte y generoso en la nueva evangelización.
Es Dios quien nos urge

No tengáis miedo. Hoy os digo una vez más: “¡Duc in altum!” “¡El amor de Dios nos urge!” “Brille así vuestra luz delante de los hombres, para que vean vuestras buenas obras y glorifiquen a vuestro Padre que está en los cielos” (Mt 5, 16). Encended el celo apostólico. Nunca temáis a quienes puedan decir, sin razones, que vivís un fundamentalismo por ser coherentes con la defensa de la vida, del matrimonio, de la familia. Temed, si es que pudieran decir que vivís para vosotros mismos, cuando digan que no servís a nadie, que no estáis disponibles para todos, que no practicáis con todos los que os encontráis por el camino el amor de Dios. Eso sí que sería fundamentalismo. Que os conozcan por vuestra entrega sincera a los pobres y marginados; por el diálogo que deseáis mantener con todos los hombres y mujeres de la tierra, por el testimonio de comunión eclesial, por la acción que lleváis con la juventud, con la familia, con las vocaciones, por la disponibilidad que mantenéis, por la generosidad con la que vivís, por cómo ponéis en común lo que tenéis. La aprobación de los Estatutos reitera, una vez más, el carácter eclesial del Camino Neocatecumenal como un itinerario de formación válido.

Redescubrir el Bautismo

Hermanos y hermanas ¿Cómo no dar gracias a Dios por los frutos producidos en los más de treinta años de existencia del Camino? ¿Cómo no dar gracias hoy a Dios por la aprobación de sus Estatutos y por la configuración y definición esencialmente eclesial de esta experiencia de fe?

En una sociedad secularizada, donde se propaga la indiferencia religiosa y a menudo se vive como si Dios no existiera, son muchos los que necesitan de un redescubrimiento de los sacramentos de la iniciación cristiana, especialmente del Bautismo. El Camino constituye, como dice el Papa Juan Pablo II, una de las respuestas providenciales a tan urgente necesidad. Basta contemplar las Comunidades Neocatecumenales para ver los descubrimientos de la belleza y grandeza de la vocación bautismal, el celo por anunciar el Evangelio –especialmente a los más alejados–, las vocaciones al sacerdocio y a la vida religiosa que surgen siguiendo este itinerario de formación cristiana.

Hoy bendecimos a Dios y todos los cristianos le damos gracias, uniéndonos a quienes seguís este itinerario de formación que es el Camino. Lo hacemos desde donde se pueden dar de verdad las gracias a Dios, junto a Dios mismo que se hace presente en el misterio de la Eucaristía. A Jesucristo, realmente presente en este misterio, unimos nuestra vida y desde Él y por Él y en Él damos gracias a Dios.

Encomiendo este momento de las Comunidades Neocatecumenales a la Santísima Virgen María. Dirijo la mirada a la Santa Cueva de Covadonga para decir a la Santina que este itinerario, que ha aprobado la Iglesia y que expresa la autenticidad de un carisma, lo guarde como Madre y que sea Ella quien nos impulse a todos a realizar la “nueva evangelización”.

Amén.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Bento XVI agradece a obra evangelizadora do Caminho Neocatecumenal



Alenta sua integração

na pastoral paroquial e diocesana


Por Jesús Colina

“CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI agradeceu a Deus na tarde desse sábado pela obra evangelizadora suscitada através do Caminho Neocatecumenal, em um encontro festivo por ocasião dos quarenta anos do início desta realidade eclesial na diocese de Roma.
Ao mesmo tempo, nas palavras que dirigiu a cerca de 25 mil membros do Caminho, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o pontífice os alentou a ser dóceis às diretivas dos bispos para viver em plenitude sua vocação eclesial.

Na celebração, animada pelos cantos que caracterizam os encontros do Caminho, participaram Kiko Arguello, que compôs alguns deles, Carmen Hernández e o padre Mario Pezzi, iniciadores deste itinerário de catecumenato para redescobrir o Batismo.

«Como não bendizer ao Senhor pelos frutos espirituais que, através do método de evangelização que vós aplicais, puderam-se recolher nestes anos?», perguntou o Papa.

«Quantas renovadas energias apostólicas se suscitaram tanto entre os sacerdotes como entre os leigos! Quantos homens e mulheres e quantas famílias que haviam se afastado da comunidade eclesial ou que haviam abandonado a prática da vida cristã foram ajudados a voltar a encontrar a alegria da fé e o entusiasmo do testemunho evangélico através do anúncio do kerygma e do itinerário de redescoberta do Batismo», afirmou.

O bispo de Roma reconheceu que a recente aprovação dos Estatutos do Caminho por parte do Conselho Pontifício para os Leigos «selou a estima e a benevolência com que a Santa Sé segue a obra que o Senhor suscitou através de seus iniciadores».

O pontífice reconheceu que a obra evangelizadora do Caminho encontrará sua plena realização com «dócil adesão às diretivas dos pastores», os bispos, «e de comunhão com todos os demais componentes do Povo de Deus».

«Esta unidade, dom do Espírito Santo e incessante busca dos crentes, faz de cada comunidade uma articulação viva e bem integrada no Corpo místico de Cristo», assegurou.

«A integração orgânica do Caminho na pastoral diocesana e sua unidade com as demais realidades eclesiais beneficiarão todo o povo cristão e farão mais fecundo o esforço da diocese a favor de um anúncio renovado do Evangelho em nossa cidade», indicou.

Por último, o Papa agradeceu a Deus por outro dos grandes frutos suscitados pelo Caminho Neocatecumenal: «o grande número de sacerdotes e de pessoas consagradas que o Senhor suscitou em vossas comunidades».

No encontro, tomou a palavra Kiko Arguello para apresentar algumas realidades presentes, como as mais de 200 famílias que partirão por todo o mundo para anunciar o Evangelho (unindo-se às 500 que já partiram em anos anteriores); os 700 itinerantes que abriram no mundo a experiência do Caminho; as novas 15 «missio ad gentes», às quais se acrescentam sete que começaram esta experiência.

A «missio ad gentes» está constituída por um grupo de três ou quatro famílias com numerosos filhos e um presbítero. Irão viver em cidades descristianizadas da Alemanha e de outros países, por exemplo, entre aborígenes australianos.

Kiko Arguello apresentou ao Papa, por último, algumas comunidades que terminaram o itinerário e que irão para paróquias dos arredores de Roma que experimentam situações sociais difíceis. Entre elas, as primeiras comunidades da paróquia dos Mártires Canadenses de Roma, a primeira desta diocese onde o Caminho começou.

As «comunitates in missio» são outra das novidades nos últimos anos: comunidades inteiras que terminaram o Caminho Neocatecumenal se põem à disposição para se mudar para outras paróquias da diocese que o requeiram. A experiência começou em Paris, na paróquia da «Bonne Nouvelle».

O Papa abençoou estes novos missionários, a quem fez entrega, a alguns pessoalmente, de uma cruz prateada, sinal da missão que lhes foi encomendada. O encontro concluiu com um Te Deum de ação de graças.

O Caminho está presente em 120 países de 5 continentes, formando 20 mil comunidades em mais de 5.500 paróquias.”

FOTOS DO ENCONTRO DO PAPA EM ROMA...



... COM O CAMINHO NEOCATECUMENAL

10.01.2009





O CAMINHO NEOCATECUMENAL

CELEBRA OS SEUS 40 ANOS

EM ROMA COM BENTO XVI

(caminayven.com)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Papa explica importância do Batismo das crianças



«Não são propriedade privada dos pais,
estes devem ajudá-las a ser filhas de Deus»


Por Inma Alvarez


CIDADE DO VATICANO, domingo, 11 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O Papa explicou a importância do Batismo das crianças, ao batizar hoje 13 bebês na Capela Sixtina, como é tradição na Solenidade do Batismo do Senhor, e afirmou que com ele «restituímos a Deus o que veio d'Ele».

«A criança não é propriedade dos pais, mas foi confiada pelo Criador a sua responsabilidade, livremente e de uma forma sempre nova, para que estes as ajudem a ser livres filhas de Deus», explicou o Papa.

Sobre estas crianças, afirmou, «pousa hoje a “complacência” de Deus».

«Desde quando o Filho unigênito do Pai se fez batizar, o céu se abriu realmente e continua se abrindo, e podemos confiar cada nova vida que nasce às mãos d'Aquele que é mais poderoso que os poderes obscuros do mal», afirmou o Papa.

Em primeiro lugar, Bento XVI assinalou a importância de que Deus se tenha feito uma criança pequena, que é precisamente o centro da celebração do tempo litúrgico do Natal, que se encerra com a Solenidade do Batismo do Senhor.

«O Criador assumiu em Jesus as dimensões de uma criança, de um ser humano como nós, para poder fazer-se ver e tocar. Ao mesmo tempo, abaixando-se até a impotência inerme do amor, Ele nos mostra o que é a verdadeira grandeza, o que quer dizer ser Deus», afirmou.

Agradecendo a oportunidade de poder batizar nesta ocasião, o Papa fez notar sobretudo a importância do papel dos pais e dos padrinhos para fazê-los compreender o sacramento que um dia receberam.

«Só se os pais amadurecerem esta consciência conseguirão encontrar o justo equilíbrio entre a pretensão de poder dispor dos próprios filhos como se fossem uma propriedade privada, formando-os em base às próprias idéias e desejos, e a postura libertadora que se expressa em deixá-los crescer em autonomia plena, satisfazendo cada um de seus desejos e aspirações», explicou.

Por outro lado, batizar as crianças pequenas, explicou o Papa, não é «fazer uma violência», mas «dar-lhes a riqueza da vida divina na qual se enraíza a verdadeira liberdade que é própria dos filhos de Deus».

Esta liberdade, acrescentou, «deverá ser educada e formada com o amadurecer dos anos, para que as faça capazes de eleições pessoais responsáveis».

Com respeito à educação na fé dos pequenos, o Papa explicou que «se com este sacramento, o batizando se converte em filho adotivo de Deus, objeto de seu amor infinito que o tutela e defende das forças obscuras do maligno, é necessário ensiná-los a reconhecer a Deus como seu Pai e a saber se relacionar com Deus com atitude de filho».

Também, o batismo, afirmou, introduz as crianças em «uma nova família, maior e estável, mais aberta e numerosa que a vossa: refiro-me à família dos crentes, à Igreja, uma família que tem Deus por Pai e na qual todos se reconhecem irmãos em Jesus Cristo».

Confiando estas crianças «à bondade de Deus, que é potência de luz e de amor», estas, «ainda nas dificuldades da vida, não se sentirão abandonadas, se permanecerem unidas a Ele».

«Preocupados portanto em educá-las na fé, em ensiná-las a rezar e a crescer como fazia Jesus e com sua ajuda, em sabedoria, idade e graça perante Deus e os homens», concluiu.

Depois, durante sua alocução no Ângelus, o Papa voltou a assinalar a importância deste sacramento, pelo qual o homem «recebe a vida eterna».

«Esta é a estupenda realidade: a pessoa humana, mediante o Batismo, insere-se na relação única e singular de Jesus com o Pai, de forma que as palavras que ressoaram no céu sobre o Filho Unigênito se fazem verdadeiras para cada homem e toda mulher que renasce na água e do Espírito Santo: Tu és meu Filho, o amado», acrescentou.

BAPTISMO DE JESUS



HOJE FESTEJAMOS O BAPTISMO DO SENHOR

“Depois das festas de Natal, a Liturgia nos apresenta o início da atividade pública de Jesus.

As Leituras falam de um Plano salvador de Deus:

A 1ª Leitura - Is 42,1-4.6-7 - anuncia um misterioso "Servo", escolhido por Deus e enviado aos homens para instaurar um mundo de justiça e de paz sem fim…Investido do Espírito de Deus, ele concretizará essa missão.

Essa figura misteriosa do "Servo" evidencia a figura de Jesus…
Ele é esse "eleito de Deus", que recebeu a plenitude do Espírito, que veio ao encontro dos homens com a missão de trazer a justiça e a paz, que sofreu e morreu para ser fiel a essa missão que o Pai lhe confiou.

A 2ª Leitura - At 10,34-38 - São Pedro resume a ação messiânica de Cristo e acrescenta que tudo começou na Galiléia, quando João batizava no Jordão.
É uma catequese como os discípulos continuaram o Plano salvador do Pai e o levaram a todos os homens.
Convocado pelo Espírito, Pedro entra em casa de Cornélio, expõe uma breve síntese da vida de Jesus e batiza ele e toda a sua família.
É o primeiro pagão a ser admitido ao cristianismo por um dos Doze: significa que a vida nova que nasce de Jesus se destina a todos os homens

O Evangelho – Mc 1,7-11- apresenta a concretização da promessa profética, no Batismo de Jesus no Rio Jordão. “

Evangelho segundo S. Marcos

E pregava assim: «Depois de mim vai chegar outro que é mais forte do que eu, diante do qual não sou digno de me inclinar para lhe desatar as correias das sandálias. Eu baptizei-vos em água, mas Ele há-de baptizar-vos no Espírito Santo.» Por aqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no Jordão. Quando saía da água, viu serem rasgados os céus e o Espírito descer sobre Ele como uma pomba. E do céu veio uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado, em ti pus todo o meu agrado.» 



Palavra da Salvação.


(Adaptado de: Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 11.01.2009)

sábado, 10 de janeiro de 2009

HOJE O CAMINHO NEOCATECUMENAL É FESTEJADO PELO PAPA



Sábado en la basílica

de San Pedro

Benedicto XVI celebra

los 40 años del

Camino Neocatecumenal

Vejam em:

www.telepace.it

www.sat2000.it