domingo, 9 de agosto de 2009

HOJE É O DIA DO SENHOR




"Levanta e come"


A Liturgia de hoje nos fala da preocupação de Deus
em oferecer aos homens o "pão" da vida plena e definitiva.

Na 1aLeitura Elias recebe um pão do céu
para refazer as forças e continuar a sua missão. (1 Rs 19,4-8)

Ele acusara o Rei e a Rainha de serem a ruína de Israel,
desafiara e matara os profetas de Baal,
que davam sustentação à religião pagã da rainha Jesabel (± ano 450).
Por isso, a rainha decretara a morte do profeta.
Elias para se salvar foge para o deserto, senta-se debaixo de uma árvore e
pede a Deus a morte. Perseguido, faminto, sedento, desanimado adormece…
- Deus não o abandona, manda um anjo, que lhe diz: "Levanta e come"…
- Elias, sustentado por aquele alimento vindo do céu,
continua o seu caminho até o monte de Deus (Horeb).

* Esse pão vindo do céu prefigura o "Pão", oferecido por Jesus.
O seguidor de Cristo, que caminha pelo deserto da vida, pode sentir
o cansaço de fazer o bem e a tentação de deixa tudo.
Deve, como Elias, despertar do sono, comer do "Pão da Vida"
e, fortalecido, retomar o caminho até chegar ao monte santo.

Na 2ª Leitura, Paulo exorta os efésios a serem imitadores de Deus,
em sua bondade e misericórdia e arrancar tudo o que se opõe
ao Espírito Santo e à caridade.. (Ef 4, 30-5,2)

No Evangelho prossegue o discurso de Jesus em Cafarnaum,
onde Jesus se apresentara como o "Pão" descido do céu
para dar vida ao mundo. (Jo 6,41-51)

- Provoca uma forte REAÇÃO: "Os judeus murmuram" (como no deserto).
Daí nasce uma tremenda resistência e recusa…
- JESUS não desiste e reafirma:
"Eu sou o pão descido do céu… Quem come desse pão viverá eternamente"
E exige FÉ: "Quem crê, tem a vida eterna. Quem dele comer, não morrerá..."

"Comer a carne de Jesus"
- É assimilar na sua totalidade a pessoa e a Missão de Jesus e, como ele,
ter gestos de doação e de solidariedade em favor dos irmãos.
- É acolher Jesus na sua realidade divina e humana,
dom de Deus para a salvação da humanidade.
O pão que desceu do céu é alimento por sua Palavra, pela fé que suscita,
pela esperança que nos anima a caminhar no amor...

+ O que essas leituras bíblicas nos dizem no dia dos Pais?

- COMO SER PAI, HOJE,
num mundo que se transforma e enfrenta todo tipo de dificuldades?
Quantos pais se sentem cansados e desanimados, como Elias?
PAIS, não desanimem como Elias diante de situações difíceis e complicadas…
nem murmurem como os judeus diante do incompreensível…

SER PAI é uma Missão sublime…
- É participar do maravilhoso mistério da criação,
é iluminar o mundo com uma nova e insubstituível centelha de vida.
- É prosseguir na história e testemunhar a esperança
de um mundo sempre mais humano, fraterno e de paz…
Mas onde buscar força, quando parece tudo perdido?

O Evangelho de Hoje nos dá uma resposta…
Essa energia nos é dada no pão vivo descido do céu, que é CRISTO,
presente no meio de nós na EUCARISTIA.
E mais do que ninguém, o pai tem a missão de oferecer esse pão aos filhos…

SER PAI:

- É alimentar a vida dos filhos não apenas como o Pão material,
mas também o espiritual… também com a palavra amiga…
- É saber gastar tempo com os filhos:
Muitos pais puseram filhos ao mudo e não cresceram com os filhos;
depois talvez se queixam que não conseguem entender os filhos…

- É saber respeitar a liberdade dos filhos:
sendo uma presença certa na hora exata, respeitando a vocação de cada um...
- É saber confiar: As pessoas só confiam em que confiam nelas…
Pior que o erro, é perder essa confiança dos filhos...

FILHOS, O QUE É TER PAI?

- É saber descobrir a presença de Cristo
naquele que é responsável pelo progresso e felicidade da família…

- É saber respeitar e nas horas difíceis confiar…
Há dois momentos que nos ensinam o que é ter um pai:
- Quando não podemos mais tê-lo ao nosso lado…
- Quando um dia vocês forem pais responsáveis e
perceberem como é difícil ser um verdadeiro pai…

No dia de hoje, inicia também a Semana Nacional da Família,
com a qual a Igreja pretende fazer redescobrir os valores da família...

- Uma família nova que acredita no futuro... que vive de esperanças...
não apenas das lembranças do passado...
- Uma família, que a exemplo da sagrada família de Nazaré,
seja a família que Deus quer...
- Uma Família, onde os filhos encontram a paz e a segurança
tão desejada e tão necessária... Que assim seja!...


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

sábado, 8 de agosto de 2009

A LUZ QUE NÃO SE APAGA



O BAPTIZADO DO LOURENÇO





Quero partilhar convosco este acontecimento ocorrido há 11 anos, em Macau: o Baptizado do Lourenço.

Foi muito importante para mim participar num Baptizado celebrado segundo o ritual das primeiras comunidades cristãs de Jerusalém: uma tina de água onde o neófito é mergulhado, depois apresentado a toda a Comunidade vestindo de seguida, uma túnica branca como sinal de purificação.

O João Paulo e eu, segurámos a vela, sinal de Luz , a Luz do Espírito Santo que nunca se apaga e que permanecerá nele para sempre, lhe dará uma Vida Nova e iluminará todos os que tiverem em seu redor.

Esra cerimónia passou-se numa Celebração da Eucaristia, da primeira Comunidade Neocatecumenal portuguesa, de Macau em 1998.

Que o Lourenço deixe sempre brilhar esta Luz que recebeu no seu Baptismo, a fim de iluminar aqueles que teimam em viver na escuridão.

A PRAINHA

O SOL ENVERGONHOU-SE!

Hoje foi a minha estreia, deste ano, na Prainha, porque o tempo tem estado muito irregular. Ainda assim, consegui um pouco de sol, que me encorajou para uma banhoca na água, que por acaso estava bastante fria.

Registei estas fotos para ti, às 9.00 horas, na Prainha de Angra do Heroísmo.








QUE TENHAS UM DIA CHEIO DE LUZ!


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR



Hoje a Igreja celebra

a Solenidade da Transfiguração do Senhor



Introdução

A festa da Transfiguração, celebrada no Oriente desde o século V e no Ocidente a partir de 1457, faz-nos reviver um acontecimento importante da vida de Jesus, com reflexos na nossa vida.
Situada antes do anúncio da Paixão e da Morte, a Transfiguração foi uma manifestação da vida divina, que está em Jesus. A luz do Tabor é, porém, uma antecipação do esplendor, que encherá a noite da Páscoa. Por isso, os Apóstolos, contemplando a glória divina na Pessoa de Jesus, ficaram preparados para os dolorosos acontecimentos, que iriam pôr à prova a sua fé. Vendo Jesus na Sua condição de servo, já não poderão esquecer a Sua condição divina.
Anúncio da Páscoa, a Transfiguração encerra também uma promessa – a da nossa transfiguração. Jesus, com efeito, fez transparecer na Sua Humanidade a glória de que resplandecerá o seu Corpo Místico, a Igreja, na Sua vinda final.
A nossa vida cristã é, pois, um processo de lenta transformação em Cristo. Iniciado no nosso Baptismo, completa-se na Eucaristia, «penhor da futura glória», que opera a nossa transformação, até atingirmos a imagem de Cristo glorioso.

(solenidades)

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Aleluia, aleluia, aleluia. Eis meu Filho muito amado, nele está meu bem-querer, escutai-o, todos vós! (Mt 17,5).


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
(9,2-10)

2 "Jesus tomou consigo a Pedro, Tiago e João, e conduziu-os a sós a um alto monte. E
3 transfigurou-se diante deles. Suas vestes tornaram-se resplandecentes e de uma brancura tal, que nenhum lavadeiro sobre a terra as pode fazer assim tão brancas.
4 Apareceram-lhes Elias e Moisés, e falavam com Jesus.
5 Pedro tomou a palavra: Mestre, é bom para nós estarmos aqui; faremos três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias.
6 Com efeito, não sabia o que falava, porque estavam sobremaneira atemorizados.
7 Formou-se então uma nuvem que os encobriu com a sua sombra; e da nuvem veio uma voz: Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o.
8 E olhando eles logo em derredor, já não viram ninguém, senão só a Jesus com eles.
9 Ao descerem do monte, proibiu-lhes Jesus que contassem a quem quer que fosse o que tinham visto, até que o Filho do homem houvesse ressurgido dos mortos.
10 E guardaram esta recomendação consigo, perguntando entre si o que significaria: Ser ressuscitado dentre os mortos."

Palavra da Salvação.

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Comentário do Evangelho


A visão da transfiguração acontece quando Jesus e seus discípulos se dirigem a Jerusalém. Jesus já lhes falara sobre as provações por que passaria naquele centro religioso e político do judaísmo. Procurava esclarecer os discípulos que nutriam a falsa esperança, herdada da tradição messiânica do judaísmo, de que ele poderia ser um líder
restaurador da glória e do poder de Israel. A transfiguração revela a dimensão gloriosa da humanidade de Jesus, assumida pelo Pai. O sofrimento e a morte são passageiros. Os discípulos não o entendem logo. Após a crucifixão
é que perceberão o sentido da permanência de
Jesus entre eles.


(O comentário litúrgico é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)


Oração

Ó Deus, que na gloriosa transfiguração de vosso Filho confirmastes os mistérios da fé pelo testemunho de Moisés e Elias e manifestastes, de modo admirável, a nossa glória de filhos adotivos, concedei aos vossos servos e servas ouvir a voz do nosso filho amado e compartilhar da sua herança. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

(domtotal)


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

JESUS DISSE...




AOS SEUS DISCÍPULOS:



“No mundo tereis tribulações, mas tende coragem: eu venci o mundo.” Jo 16, 33b “Guardai-vos dos homens: eles vos entregarão aos sinédrios e vos flagelarão em suas sinagogas. E, por causa de mim, sereis conduzidos à presença de governantes e de reis, para dar testemunho perante eles e perante as nações. Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados em saber como ou o que haveis de falar. Naquele momento vos será indicado o que deveis falar, porque não sereis vós que estareis falando, mas o Espírito de vosso Pai é que falará em vós.” Mt 10, 17-20.


Gostaria de estar perto dos irmãos perseguidos, para lhes repetir baixinho estas palavras de Jesus. Sei que não sou digna de estar com eles, nem tão pouco de lhes recordar estes textos, porque eles estão vivenciando na carne e no coração, o Amor na dimensão da Cruz.
Todavia, fica para nós a Palavra do Senhor, para nos dar coragem nas tribulações tão minúsculas, mas que muito nos afligem e preenchem a nossa vida.

A IGREJA PERSEGUIDA

POR QUÊ? PARA QUÊ?


Padres perseguidos no Vietname e no Nepal


Dois padres e alguns leigos foram espancados por polícias, no Vietname, quando tentavam chegar a uma marcha de protesto. A notícia foi avançada pela Rádio Renascença.

Os padres Paul Nguyen Dinh Phu e Peter Nguyen The Binh estão em estado crítico depois dos ataques a que foram sujeitos. O primeiro tem costelas partidas e ferimentos na cabeça, e o segundo encontra-se em coma depois de ter sido lançado de um segundo andar.

Segundo a emissora católica portuguesa, estes últimos problemas tiveram início no dia 20 de Julho quando vários católicos se juntaram na Igreja de Tam Toa para erigir uma cruz e um altar.

A Igreja, que tem 120 anos, foi confiscada pelo Estado em 1968 e transformada num memorial dos crimes de guerra dos americanos. A população, sem dinheiro para fazer uma nova capela, continuou a reunir-se no local para as suas celebrações.

Quando se reuniram no passado dia 20 foram atacados por polícias. Vários ficaram feridos. Em resposta foi organizado um protesto que reuniu meio milhão de pessoas em marchas pacíficas em diversas cidades.

O Padre Dinh Phu Nguyen estava a caminho de Tam Toa para celebrar missa antes da marcha quando viu um grupo de homens e mulheres a serem agredidos por um bando que, alegadamente, incluía polícias à paisana. Tentou ajudar e foi por sua vez atacado enquanto cerca de 30 polícias fardados observavam sem intervir.

O mesmo bando cercou o hospital para onde foi levado e acabou por reconhecer Nguyen The Binh quando este o foi visitar, atacando-o também.

Por todo o país têm-se organizado vigílias para pedir ao Governo que cesse a sua perseguição à Igreja Católica.

A RR refere ainda que noutro ponto do Globo, o Nepal, vários sacerdotes têm recebido telefonemas anónimos a pedir-lhes que abandonem o país o mais rapidamente possível.

De acordo com um dos padres ameaçados, os interlocutores não têm feito outras exigências para além da saída do Nepal: “Não pediram dinheiro, nem nada do género”.

As pessoas em questão não se identificam por nome, mas dizem pertencer a um grupo fundamentalista hindu, o mesmo que terá assassinado recentemente o Pe. John Prakash e bombardeado a Igreja da Assunção, em Kathmandu, a capital do Nepal.

O vigário apostólico do Nepal, Mons. Anthony Sharma já apelou à prudência. Embora não tenha recebido nenhuma ameaça, fez saber que todas as outras estão a ser participadas às autoridades.

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Episcopado mexicano protesta contra invasão policial durante Missa

Narcotráfico volta a ensombrar vida das comunidades católicas no México



A Conferência Episcopal do México protestou contra a invasão da polícia numa igreja de Apatzingán, no Estado de Michoacán, durante a Missa do último domingo, para prender um narcotraficante.

"Os fins não justificam os meios utilizados neste e noutros casos. Nada explica este tipo de comportamento dentro de um recinto religioso, sobretudo num momento em que o México é visto pelo mundo como um país inseguro e violento”, ressaltaram os bispos, em comunicado citado pela Rádio Vaticano.

Os prelados pediram ao Governo para não permitir que este tipo de conduta seja realizada por aqueles que têm o dever de manter a segurança e a ordem. Além disso, a Conferência Episcopal Mexicana expressou a sua solidariedade ao bispo de Apatzingán, D. Miguel Patiño Velázquez, ao clero e aos fiéis que estão a sofrer as consequências da violência por causa do narcotráfico nessa região.

"Pedimos ao Espírito Santo para que renove os nossos corações neste momento em que a violência assola o nosso país. Apoiados na nossa fé, mantemos firmes a esperança de construir um México de paz, justiça e concórdia”, indicam.

No início deste mês, Bento XVI recebeu no Vaticano o novo embaixador do México junto da Santa Sé, Héctor Federico Ling Altamirano, tendo dirigido um discurso em que condenava o problema do narcotráfico no país americano.

Comentando a situação social mexicana, o Papa destacou o empenho das autoridades para enfrentar questões como a violência, o narcotráfico, as desigualdades e a pobreza, que são "campo fértil para a delinquência".

"É bem sabido que para uma solução eficaz e duradoura desses problemas, não são suficientes medidas técnicas ou de segurança. Requer-se visão e a eficiente conjunção de esforços, além de propiciar uma necessária renovação moral, a educação das consciências e a construção de uma verdadeira cultura da vida", defendeu Bento XVI.

(Ag Ecclesia)


terça-feira, 4 de agosto de 2009

O SOFRIMENTO FAZ CRESCER



Los guardias de la cárcel

me gritaban e insultaban

cuando me santiguaba


Autor:
Alex Navajas/ReL
Mon, 03 Aug 2009 19:00:00

CAMINEO.INFO.- Su delito fue creer en algo que los comunistas checoslovacos no podían ni ver ni tocar; materialistas ellos. Ahora vive en Nitra, una bellísima ciudad al sur de Eslovaquia, donde convive con un centenar de futuros sacerdotes en el seminario, que ha sido reconstruido gracias a la asociación «Ayuda a la Iglesia Necesitada».

Al padre Rudolf Bosnák le tocó vivir una dolorosa contradicción: pasó de ser capellán de prisiones a convertirse en un preso más. «Me pusieron con los prisioneros a los que, hasta entonces, había atendido. Me recibieron muy bien, porque me conocían mucho y me apreciaban», relata el anciano sacerdote con una franca sonrisa dibujada en los labios. El padre Bosnák fue ordenado en 1942, y ocho años más tarde, cuando los comunistas tomaron el poder en Checoslovaquia, le encerraron. «Me acusaron de traición, pero en 1962, cuando me liberaron, me dijeron: Usted es inocente. No le debieron haber encarcelado », asegura sin perder la sonrisa.

Misa en las minas

Su voz a veces tiembla; otras veces se torna vigorosa y las palabras se suceden como un torrente sin control y es difícil seguirle. Pero su mente se mantiene aún lúcida. «Éramos 150 curas en la prisión, y no sabían qué hacer con nosotros. Nos metieron en una misma habitación con delincuentes y asesinos para que nos convirtieran , pero resultó lo contrario: que ellos se volvieron mejores, así que decidieron aislarnos», explica. «Cuando me santiguaba y bendecía la mesa, venía uno de los guardias, me amenazaba, me insultaba y me gritaba», asegura sacudiendo la mano.

Cuando salió de la cárcel no acabó su calvario. La política del Gobierno checoslovaco se decantaba por integrar a la fuerza a curas y monjas en la vida «normal», y les obligaban a trabajar en fábricas y talleres. Al padre Bosnák le tocó la mina. «Allí celebrábamos la misa en lo más profundo de las galerías sin que nos viesen, y la gente nos traía el vino y el pan», explica. «Los soldados sospechaban de nosotros y revolvían todo buscando misales para quemarlos», asegura. No tener los elementos litúrgicos necesarios no era impedimento para celebrar la eucaristía, ya que «como cáliz utilizábamos una cuchara». Para hacer el vino, cogían pasas y las metían en agua durante varios días, y luego lo guardaban en botellas de jarabe.

Cuando el padre Bosnák fue llevado a prisión por primera vez, le confinaron en una celda con un oficial del ejército. Al militar le dijeron que si se autoinculpaba por traición e implicaba a otros, quedaría libre. El oficial se negó y le fusilaron. «Antes de que le mataran, me pidió que le confesara -asegura el sacerdote-. Hace pocos años, sus familiares vinieron a agradecérmelo». No me resisto a preguntarle: «¿Y no perdió la fe en la cárcel? ¿Nunca le echó la culpa a Dios?». Me mira extrañado, casi ofendido. «Al contrario: mi fe se fortaleció más», me responde lentamente. «Fue un tiempo hermosísimo; los mejores años de mi.


(camineo.info)



Celebramos hoy a San Juan María Vianney,



El Cura de Ars, presbítero

Mc 14, 22-36 "Inmediatamente después Jesús mandó a los discípulos que subieran a la barca y que se adelantaran a la otra orilla, mientras él despedía a la gente. Y, despedida la multitud, subió al monte a orar a solas; y después de anochecer permanecía él solo allí. Entretanto la barca estaba ya alejada de tierra muchos estadios, batida por las olas, porque el viento le era contrario. En la cuarta vigilia de la noche vino hacia ellos caminando sobre el mar. Cuando le vieron los discípulos caminando sobre el mar, se turbaron y decían: Es un fantasma; y llenos de miedo empezaron a gritar. Pero al instante Jesús comenzó a decirles: Tened confianza, soy yo, no temáis. Entonces Pedro le respondió: Señor, si eres tú, manda que yo vaya a ti sobre las aguas. El le dijo: Ven. Y Pedro, bajando de la barca, comenzó a andar sobre las aguas hacia Jesús. Pero al ver que el viento era tan fuerte se atemorizó y, al empezar a hundirse, gritó diciendo: ¡Señor, sálvame! Al punto Jesús, extendiendo su mano, lo sostuvo y le dijo: Hombre de poca fe, ¿por qué has dudado? Y cuando subieron a la barca cesó el viento. Los que estaban en la barca le adoraron diciendo: Verdaderamente eres Hijo de Dios.

Terminada la travesía llegaron a tierra a la altura de Genesaret. Al reconocerlo los hombres de aquel lugar mandaron aviso a toda la comarca y le trajeron todos los enfermos, y le suplicaban poder tocar aunque sólo fuera el borde de su manto; y todos aquellos que lo tocaron quedaron sanos.
"


Confianza en la oración

Celebramos hoy a San Juan María Vianney, el Cura de Ars. Conocido precisamente por este apelativo el "Cura de Ars", puesto que este santo sacerdote desarrolló su ministerio siempre en esa pequeña población francesa, de donde pretendió huir, pues se sentía indigno de su sacerdocio. Su obispo, sin embargo, lo mantuvo allí con intransigente fortaleza, desde donde desarrolló una inmensa labor apostólica para toda Francia y más allá de sus fronteras.
Habiendo proclamado el Santo Padre, Benedicto XVI, un Año Sacerdotal en la Iglesia, con ocasión del 150 aniversario de la muerte, "dies natalis", de San Juan María Vianney, nos unimos, junto al Papa, a la oración de todos los fieles cristianos, por la santidad de los sacerdotes. Rogamos asimismo a Nuestro Padre Dios que suscite los sacerdotes necesarios santos, para que su Pueblo camine seguro hasta la Casa del Cielo, único destino que puede consumar plenamente nuestra existencia terrena.
El Cura de Ars no era precisamente un dechado de cualidades intelectuales. Sus profesores y superiores tuvieron serias dudas de que pudiera ser apto para el ministerio que deseaba con pasión. Pero fue un hombre de oración. De una oración que le identificaba con Cristo Sacerdote, decidido a todo en favor de sus fieles. El sacerdote debe ser alma de oración y maestro de oración. Posiblemente nada más necesita hacer: rezar y enseñar a rezar. El sacerdote que quiere ser santo vive de la intimidad con Jesucristo y su propósito con los hombres no es otro buscar que tengan la mayor intimidad posible con Jesucristo.
"El Sacerdocio es el amor del corazón de Jesús", repetía con frecuencia el Santo Cura de Ars, y nos lo recuerda Benedicto XVI en su "Carta a los sacerdotes con motivo del Año Sacerdotal". Esta conmovedora expresión, insiste el Papa, nos da pie para reconocer con devoción y admiración el inmenso don que suponen los sacerdotes, no sólo para la Iglesia, sino también para la humanidad misma. El sacerdote, en efecto, puesto por Dios entre Él y los hombres, no es sino una manifestación de amor divino en favor nuestro, que nos facilita, más aún, que nos hace posible la intimidad divina, que es el mayor bien posible para el hombre. ¿Es posible no valorar al sacerdote? ¿Cómo cuidaremos al sacerdote, con qué oración rogaremos por su santidad, para que sea sacerdote y nada más que sacerdote?
Basten unas pocas palabras de este Santo, patrono de los párrocos y ejemplo de sacerdote, para confirmarnos en la tarea sublime que corresponde a los sacerdotes: El hombre tiene un hermoso deber y obligaciones: orar y amar. Si oráis y amáis, habéis hallado la felicidad en este mundo. Por el camino de la oración nos conducen los sacerdotes santos, el camino, por consiguiente, de la mayor felicidad en este mundo, el camino de la intimidad con Dios. Un camino para el que nos habíamos hecho indignos, recuerda el Cura de Ars, pero Dios, en su bondad, nos ha permitido hablar con Él.
El Cura de Ars era muy humilde, recuerda que el Papa, pero consciente de ser, como sacerdote, un inmenso don para su gente: "Un buen pastor, un pastor según el Corazón de Dios, es el tesoro más grande que el buen Dios puede conceder a una parroquia, y uno de los dones más preciosos de la misericordia divina". Hablaba del sacerdocio como si no fuera posible llegar a percibir toda la grandeza del don y de la tarea confiados a una criatura humana: "¡Oh, qué grande es el sacerdote! Si se diese cuenta, moriría... Dios le obedece: pronuncia dos palabras y Nuestro Señor baja del cielo al oír su voz y se encierra en una pequeña hostia...".
Sin embargo, reconoce Benedicto XVI, también hay situaciones, nunca bastante deploradas, en las que la Iglesia misma sufre por la infidelidad de algunos de sus ministros. En estos casos, es el mundo el que sufre el escándalo y el abandono. Ante estas situaciones, lo más conveniente para la Iglesia no es tanto resaltar escrupulosamente las debilidades de sus ministros, cuanto renovar el reconocimiento gozoso de la grandeza del don de Dios, plasmado en espléndidas figuras de Pastores generosos, religiosos llenos de amor a Dios y a las almas, directores espirituales clarividentes y pacientes.
Cada uno somos responsables de nuestra vida, sí; pero no estamos exentos de alguna responsabilidad de la vida de nuestro prójimo. De modo particular de quienes, por alguna razón, nos son más cercanos. Ante todo debemos rezar, llevando así también su peso: sus afanes nobles, de modo especial sus apostolados, su afán por reparar con mortificación los pecados del mundo, su acción de gracias por tantas grandezas divinas que hemos recibido los hombres y tal vez no valoramos. Llevad los unos las cargas de los otros y así cumpliréis la ley de Cristo, aseguraba San Pablo a los Gálatas y nos dice a cada uno.
Nadie, como nuestra Madre del Cielo, sabe de los afanes de amor del Corazón de Jesús. Nadie como Ella quiere y puede infundir esos mismos afanes en los sacerdotes –que son de modo especial otros Cristo– y en cada uno de los fieles. A Ella nos encomendamos e intercedemos de modo especial por todos los sacerdotes del mundo.

(www.fluvium.org/textos/novedades.htm)


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O CRISTO DA MANHENHA







No passado dia 18 de Julho, na Ermida da Senhora das Mercês, na Manhenha, Ilha do Pico, procedeu-se à bênção de um Crucifixo, oferecido pelas irmãs Medina de Ávila.

Foi uma cerimónia simples, enquadrada na Eucaristia dominical – celebrada pelo Sr Padre Paulo - , mas muito significativa para nós.

Desde que nascemos, e lá vão mais de 60 anos, que vimos para cá nos meses de Verão. Temos aqui muitas e muitas recordações. A Ermida era um ponto sagrado de oração e visitas quase diárias. Ainda me lembro que ao chegarmos fora da porta, a minha mãe entoava esta cantiga:

Ó Senhora das Mercês,
onde vens fazer morada!
no Terreiro da Manhenha,
perto da água salgada.

Hoje, resta-nos zelar com muita alegria, por este património deixado pelos nossos.

O MEU SENTIR...




“Aclamai a Deus, nossa força”

Leituras de hoje

Num 11, 4b-15
Mt 14, 13-21

Temos vindo a escutar há já algumas semanas, leituras que nos falam de fome de pão e de Pão.
O maná que Deus enviou ao seu povo eleito no deserto, era o pão para saciar a fome. Apesar disso, o povo continuou a reclamar e a ter saudades da comida fornecida pelos egípcios, quando eram escravos no Egipto.
Jesus, com a multiplicação dos 2 peixes e dos 5 pães, matou a fome dos peregrinos que o seguiam.
Nós sempre reclamamos de tudo e de todos, porque estamos sempre insatisfeitos, com fome e uma fome que nunca saciamos.
Por isso Deus, nos enviou outro Pão com o qual nunca mais teremos fome. Jesus Cristo é esse Pão que, na Palavra e na Eucaristia se dá a todo o povo eleito e mata a nossa fome: fome de Amor, de paz, de alegria...
Basta que assim o queiramos. Jesus multiplicou os peixes e os pães, porque houve a contribuição do menino que lhos deu. Assim nós, temos que colaborar “com o que tivermos” e o Senhor fará a Sua parte. Basta que o nosso coração esteja disponível para fazer esta Aliança com o Senhor, para que não sintamos mais a angústia, a solidão, o medo de sofrer, a tristeza...

Senhor, nós queremos sempre deste Pão do Céu!


PARA TI, DESEJO UM DIA CHEIO DA PAZ DE CRISTO!


domingo, 2 de agosto de 2009

"... que creáis en el que Él ha enviado"





“Al vencedor le daré un maná escondido

y un nombre nuevo”

Autor: Mn. Francesc Jordana Soler




LITURGIA DA PALAVRA DE HOJE:
Apontamento em língua espanhola.



Ex 16,2-4.12-15: "Yo haré llover pan del cielo"
Sal 77: "El Señor les dio un trigo celeste"
Ef 4,17.20-24: "Vestíos de la nueva condición humana, creada a imagen de Dios"
Jn 6,24-35: "El que viene a mí no pasará hambre, y el que cree en mí no pasará sed"

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Queridos hermanos y hermanas,

Los fariseos habían convertido la relación con Dios en hacer cosas: el reposo del sábado, circuncidar los niños cuando nacían, hacer en el templo las ofrendas que manda la ley, pagar el diezmo, participar de las fiestas rituales, purificarse las manos antes de comer, y así hasta más de 250 prescripciones de lo que se tenía que hacer y de lo que no se tenía que hacer. Era una piedad muy externa, muy centrada en lo exterior y poco en una relación personal con Dios…

Por esto cuando sale un nuevo maestro, con una enseñanza diferente, que hace signos prodigiosos, que ha reunido alrededor suyo unos discípulos, a este hombre la gente del pueblo le hace una pregunta clave, central, determinante, para sus vidas: ¿Qué obras hemos de hacer para cumplir la voluntad de Dios? Lo que le están diciendo es: en medio de tantas prescripciones que es preciso cumplir, que muchas de ellas no entendemos y no nos dan la vida, tú ¿qué dices que hemos de hacer...?

La situación descrita y la respuesta de Jesús hace falta que iluminen nuestra manera de ser cristianos...

La respuesta de Jesús voltea los planteamientos de los interlocutores. Ellos esperaban que destacaría alguna de las prescripciones de la ley y no les responde con ninguna acción a hacer, con ninguna práctica religiosa, les dice: “La obra que Dios quiere es ésta: que creáis en el que Él ha enviado”. No se trata de hacer, se trata de una adhesión personal a Él mismo, a JC. Se trata de creer que JC es realmente, como nos dice hoy, el enviado del Padre, que viene para dar vida al mundo, para que no pasemos hambre y no tengamos sed, lo que significa que nuestros deseos más profundos, nuestra realización como personas encuentre en JC su fuente.

La carta de San Pablo a los cristianos de Éfeso nos ilumina qué quiere decir esta adhesión a JC, nos ilumina qué quiere decir ser cristianos:

“No andéis ya como los gentiles”
¿En que se diferencia mi vida de la de un no creyente? En que voy a misa el domingo, esto es muy poco. Nuestra vida ha de ser totalmente diferente de la del no creyente. A nosotros nos mueve el amor de Dios. ¿Somos movidos por el amor de Dios?

“Andan en la vaciedad de sus criterios”
Pensamos muchas veces como piensa el mundo y no como piensa JC. Hemos de revisar con qué criterios funcionamos, ponerlos bajo la luz del evangelio...

“Abandonar el anterior modo de vivir”
La fe no son unas ideas, no son unos ritos externos que hacemos de vez en cuando. La fe es una adhesión personal a JC que nos lleva a vivir la vida movidos por su amor.

“Abandonar el hombre viejo y corrompido”
En nuestra naturaleza tenemos una tendencia al pecado, al egoísmo, a la sensualidad, a ir a la nuestra, y JC nos quiere hacer participar de su naturaleza, de la naturaleza divina. San León Magno nos dice: “Reconoce cristiano tu divinidad”, es esencial conocer nuestra identidad (participamos de la vida de Dios) para poder profundizarla y vivirla.

“Vestiros de la nueva condición humana, creada a imagen de Dios” Nos quiere divinizar, nos quiere hacer participar de su naturaleza divina. Ser cristiano es mucho más que ser bueno y hacer el bien... Ser cristiano es tener esta relación con JC que va haciendo que su divinidad vaya entrando en nosotros... y todo nuestro ser va quedando transformado por la presencia del Espíritu de Jesús, el Espíritu santo, en nosotros...

Es entonces cuando podemos vivir lo que dice al final San Pablo: “llevad una vida justa, buena y santa de verdad”.

La manera más sublime e intensa para participar de la vida divina es tener una vivencia profunda de la eucaristía. Es necesario que la eucaristía sea la fuente de nuestra vida cristiana. Quien no entienda esto que lea el capítulo VI del evangelio de Juan. Donde Jesús mismo hace la mejor explicación de lo que es la eucaristía.

Es Él mismo quien se hace realmente presente para poder entrar en comunión con nosotros. Dos personas que se quieren desean estar unidas la una a la otra. Pues, a Jesús le pasa lo mismo. Se queda en un trocito de pan para poder entrar en comunión con nosotros... porqué nos ama...

Que no caigamos en la rutina y siempre vivamos de corazón nuestras eucaristías...

CAMINEO.INFO

HOJE É O DIA DO SENHOR


"Eu sou o Pão Vivo"

Nosso coração está sempre insatisfeito
do que é e do que tem... sempre está com fome de algo…
E Deus sempre intervém na vida dos homens,
saciando-nos de toda fome.

Na 1a Leitura, Deus alimenta o Povo no deserto com o MANÁ. (Ex 16,2-4.12-15)

- O povo de Deus está no deserto faminto, a caminho da terra Prometida.
Depois dos primeiros dias de entusiasmo pela liberdade conquistada,
o povo sente a dureza da marcha e a escassez de alimento e de água.
Começa, então, a reclamar de Moisés e Aarão.
No Egito era escravo sim, mas tinha comida em abundância.
E estavam dispostos a trocar a liberdade por um pouco de comida...
- Deus não o abandona, pelo contrário, oferece um alimento inesperado:
o Maná e codornizes para que possam fortalecidos prosseguir a caminhada.
O Maná é sinal de outro alimento, de que nos falará o evangelho...

A 2ª Leitura diz que aquele, que aceita Jesus como o "pão" da vida e adere a ele, deixa de ser homem velho e passa a ser homem novo. (Ef 4,17.20-24)

No Evangelho Jesus se apresenta como o "PÃO DA VIDA",
que desceu do céu para dar vida ao mundo. (Jo 6, 24-35)

Continua o capítulo 6º de João, introduzindo o sermão do pão da vida,
que Jesus pronunciou na sinagoga de Cafarnaum,
onde o povo o encontrou no dia seguinte à multiplicação dos pães…
Entusiasmado com aquele milagre estrondoso, o povo procura Jesus.
Poderia parecer um sucesso... Para Jesus, ao invés, foi um fracasso.
O povo não entendeu o sentido daquele gesto.

- Por que o povo está à sua procura?
Não foi para escutar as suas palavras e aprofundar a sua mensagem,
mas porque comeu pão em abundância e de graça e
esperava continuar tendo o pão garantido sem precisar trabalhar.

1) JESUS: critica essa procura fechada no interesse material e
sugere outra procura: a FÉ.
"Vocês estão me procurando porque comeram e ficaram satisfeitos.
Não busquem o alimento que perece, mas o pão que permanece
até a vida eterna."

Jesus não veio para transformar as pedras em pão,
mas para ensinar que o amor e a partilha produzem pão em abundância.
* Ainda hoje muitos o procuram, esperando alguma graça...
E quando não conseguem...passam para seitas que prometem milagres...
E Nós, quais são os motivos pelos quais procuramos a Cristo ?

2) Povo: "Que devemos fazer para conseguir esse alimento
que permanece até a vida eterna ?" (Apenas "obras boas"?)
Jesus: "Que acrediteis naquele que enviou...": CRER NO ENVIADO.
Crer: só uma adesão intelectual... ou antes uma adesão vivencial?

3) O Povo exige milagres para acreditar. Querem uma fé com garantias.
Não foi suficiente a multiplicação dos pães:
querem um sinal comparável ao de Moisés: Por isso, exigem :
"Que sinal tu fazes para que vejamos e creiamos em ti?"
Jesus: tenta explicar que foi Deus quem deu o Maná,
e que o mesmo Deus envia o novo e verdadeiro pão do céu,
que pode dar a vida verdadeira e sem fim.

4) E o Povo não entende a resposta de Jesus. Está ainda fixo
nos seus interesses materiais imediatos. Por isso, sem entender, pede:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".
Jesus, constrangido, esclarece:
"Eu sou o pão da vida… Quem vem a mim não terá mais fome
e quem crer em mim jamais terá sede".
Cristo, Palavra de Deus, é o único pão do céu que sacia plenamente
nossa fome de felicidade e de paz do homem.

No deserto, o Povo recebeu o Maná, um alimento para prosseguir a caminhada
para a Terra Prometida... mas assim mesmo morreu.
Hoje: Deus alimenta o seu povo com o pão da vida,
com a sua PALAVRA, que é Jesus Cristo de Nazaré...

+ E Nós o que buscamos?
O Povo procurou o pão do milagre, não o seu autor.
Não basta buscar o pão de cada dia.
É necessário buscar o pão que não perece e dura até a vida eterna.
O Pão da vida eterna está presente na bondade, no amor,
na luta pela justiça, na construção de um mundo novo..

O encontro dominical é um momento privilegiado em que Cristo
continua alimentar o seu povo, com sua palavra e seu pão...
Nós aceitamos o convite e estamos aqui nessa celebração à sua procura.
- É uma procura sincera de Deus, animada pela fé,
para um encontro pessoal com Cristo, "Pão da Vida"?
Ou é apenas um encontro social, movido por motivos humanos?

Peçamos que Deus aumente a nossa fé para perceber seus sinais de Deus
e seguir com generosidade seus apelos...
Façamos nosso (no bom sentido) o pedido do povo de ontem:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".

O primeiro domingo de agosto é dedicado à vocação sacerdotal.
Rezemos ao Senhor para que continue enviando sacerdotes
para o serviço da evangelização e da fraternidade.
Que ele continue abençoando e plenificando a vida de todos os sacerdotes,
sobretudo nesse ano sacerdotal.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

sábado, 1 de agosto de 2009

CARTAZ DAS FESTAS

A PRAIA DA VITÓRIA ESTÁ EM FESTA



Programa para esta tarde:


19:00 - Abertura da Feira Regional de Artesanato
Local – Largo Silvestre Ribeiro

– Torneio de Futebol de Praia Sub14
Local: Praia Grande da Praia da Vitória

20:30– Abertura da FUNZONE
Local – Zona Verde

21:30 – Abertura da Iluminação

Abertura Oficial das Festas da Praia da Vitória 2009 e Salva de Morteiros
21:45 – Discurso de Abertura do Presidente da CMPV

21:50 – Desfile da Filarmónica União Praiense

21:55 – Desfile da Marcha Oficial das Festas da Praia 2009

22:00 – Cortejo de Abertura “PRAIA DA VITÓRIA, CIDADE DO
ATLÂNTICO”

22:00 – Concerto da Banda ANGRAJAZZ
Local – Palco Musica do Mundo – Avenida

22:00 – Abertura da DreamZone

LITURGIA DAS HORAS: HORA MÉDIA



EM TODO O TEMPO E LUGAR,

SEJA LOUVADO
O NOME DO SENHOR

Hora Média

V. Vinde, ó Deus em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.

HINO

O louvor de Deus cantemos
com fervor no coração,
pois agora a hora sexta
nos convida à oração.

Nesta hora foi-nos dada
gloriosa salvação
pela morte do Cordeiro,
que na cruz trouxe o perdão.

Ante o brilho de tal luz
se faz sombra o meio-dia.
Tanta graça e tanto brilho
vinde haurir, com alegria.

Seja dada a glória ao Pai
e ao Unigênito também,
com o Espírito Paráclito,
pelos séculos. Amém.

Salmodia

Ant. Quem vos recebe, a mim recebe;
quem me recebe, ao Pai recebe.


Salmo 122(123)

Deus, esperança do seu povo
Dois cegos. começaram a gritar: Senhor, Filho de Davi, tem piedade de nós! (Mt 20,30).

–1 Eu levanto os meus olhos para vós, *
que habitais nos altos céus.
–2 Como os olhos dos escravos estão fitos *
nas mãos do seu senhor,

– como os olhos das escravas estão fitos *
nas mãos de sua senhora,
– assim os nossos olhos, no Senhor, *
até de nós ter piedade.

–3 Tende piedade, ó Senhor, tende piedade; *
já é demais esse desprezo!
–4 Estamos fartos do escárnio dos ricaços *
e do desprezo dos soberbos!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Salmo 123(124)

O nosso auxílio está no nome do Senhor
O Senhor disse a Paulo: Não tenhas medo, porque eu estou contigo (At 18,9-10).

–1 Se o Senhor não estivesse ao nosso lado, *
que o diga Israel neste momento;
–2 se o Senhor não estivesse ao nosso lado, *
quando os homens investiram contra nós,
–3 com certeza nos teriam devorado *
no furor de sua ira contra nós.

–4 Então as águas nos teriam submergido, *
a correnteza nos teria arrastado,
–5 e então, por sobre nós teriam passado *
essas águas sempre mais impetuosas.
–6 Bendito seja o Senhor, que não deixou *
cairmos como presa de seus dentes!

–7 Nossa alma como um pássaro escapou *
do laço que lhe armara o caçador;
– o laço arrebentou-se de repente, *
e assim nós conseguimos libertar-nos.
–8 O nosso auxílio está no nome do Senhor, *
do Senhor que fez o céu e fez a terra!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Salmo 124(125)

Deus, protetor de seu povo
A paz para o Israel de Deus (cf. Gl 6,16).

–1 Quem confia no Senhor é como o monte de Sião: *
nada o pode abalar, porque é firme para sempre.
=2 Tal e qual Jerusalém, toda cercada de montanhas, †
assim Deus cerca seu povo de carinho e proteção, *
desde agora e para sempre, pelos séculos afora.

=3 O Senhor não vai deixar prevalecer por muito tempo †
o domínio dos malvados sobre a sorte dos seus justos, *
para os justos não mancharem suas mãos na iniqüidade.

=4 Fazei o bem, Senhor, aos bons e aos que têm reto coração, †
5 mas os que seguem maus caminhos, castigai-os com os maus! *
Que venha a paz a Israel! Que venha a paz ao vosso povo!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. Quem vos recebe, a mim recebe;
quem me recebe, ao Pai recebe.

Leitura breve 1Tm 1,12

Agradeço àquele que me deu força, Cristo Jesus, nosso Senhor, a confiança que teve em
mim ao designar-me para o seu serviço.

V. Eu não me envergonho do Evangelho.
R.
É a força de Deus para salvar-nos.

Oração

Ó Deus, que suscitais continuamente em vossa Igreja novos exemplos de virtude, dai-nos seguir
de tal modo os passos do bispo Santo Afonso no zelo pela salvação de todos, que alcancemos
com ele a recompensa celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo.

Conclusão da Hora

V. Bendigamos ao Senhor.
R. Demos graças a Deus.