terça-feira, 2 de julho de 2024

Novas normas para funcionários do Vaticano: tatuagens e piercings proibidos


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Imagem ilustrativa do Vaticano. | Crédito: Daniel Ibáñez / EWTN News.

O papa Francisco ordenou que os funcionários da Fábrica de São Pedro devem professar a fé católica, viver de acordo com ela, usar roupas decentes e adequadas, e não podem ter tatuagens ou piercings.

A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou um comunicado com o Quirógrafo do papa Francisco sobre o Estatuto e Regulamento do Capítulo da Basílica de São Pedro no Vaticano, com o qual determina novas normas para os funcionários da Fábrica de São Pedro, entidade que cuida de tudo o que se refere à basílica de São Pedro.

Todos os funcionários devem cumpri-lo, inclusive os chamados “sampietrini”, responsáveis ​​pela recepção, vigilância, limpeza e manutenção da basílica vaticana.

O documento, publicado no sábado (29), estabelece que devem “cuidar da aparência externa de acordo com as exigências e costumes do ambiente de trabalho”.

Francisco determina que “são proibidas tatuagens visíveis na pele e piercings”. Também devem “usar roupas decentes e adequadas à atividade que vão realizar”.

Será também obrigatório “professar a fé católica e viver de acordo com os seus princípios”, assim como demonstrar que são casados ​​na Igreja apresentando a “certidão de casamento canônica”, a certidão de batismo e de crisma e demonstrar que não têm registro criminal.

O Quirógrafo diz ainda que os funcionários da Fábrica “comprometem-se a observar uma conduta religiosa e moral exemplar, inclusive na vida privada e familiar, de acordo com a Doutrina da Igreja”.

“Os funcionários são obrigados a comportar-se educadamente durante o serviço, respeitar o local sagrado e ser corretos com os demais e com o meio ambiente”, diz o documento.

O artigo 10 estabelece que os funcionários são obrigados a observar estritamente a confidencialidade e não podem “fornecer a quem não tenha o direito a isso, informações sobre acontecimentos ou notícias que tenham tido conhecimento em virtude do seu trabalho ou serviço”.

“Será tomado especial cuidado na observância do segredo pontifício, de acordo com as normas vigentes”, continua.

Sem autorização prévia, “ninguém poderá emitir declarações e entrevistas, nem mesmo por meio de instrumentos e plataformas digitais, relacionadas às pessoas, atividades, ambientes e orientações da Fábrica”.

 

Dom Sorrentino: Assis se prepara para a canonização de Carlos Acutis


Dom Sorrentino: "No Santuário da Espoliação, Francisco e Carlos formam uma equipe excepcional para o anúncio do Evangelho." Está saindo a nova edição do livro "Originais não fotocópias, Carlos Acutis e Francisco de Assis".

Vatican News

“Estamos felizes que o Papa tenha anunciado, junto com muitos outros santos, a canonização do Beato Carlos Acutis, cujos restos mortais estão preservados no Santuário da Espoliação em Assis. A data ainda não está definida, mas temos a certeza de que o Santo Padre vai escolher uma ocasião significativa, imaginamos no próximo ano jubilar, para que o testemunho do nosso Carlos continue impactando as consciências, especialmente dos jovens e adolescentes, mas não só, suscitando um grande amor por Jesus Eucaristia e um grande desejo de santidade em suas pegadas e nas dos Santos que o inspiraram, de modo especial Francisco de Assis”.

Foi o que disse o bispo da diocese de Assis – Nocera Umbra – Gualdo Tadino e Foligno, dom Domenico Sorrentino, após o Consistório realizado nesta segunda-feira, 1º de julho, durante o qual o Papa decretou que o Beato Manuel Ruiz López e sete companheiros, Francesco Mooti e Raffaele Massabki, Giuseppe Allamano, Marie-Léonie Paradis e Elena Guerra sejam inscritos no Álbum dos Santos no domingo, 20 de outubro de 2024, enquanto o Beato Carlos Acutis será inscrito em data a ser determinada.

“Nestes meses – continuou o bispo – a nossa Igreja de Assis fará o possível para acolher tantos peregrinos e devotos que se multiplicam no mundo. Francisco e Carlos juntos formam uma equipe excepcional para o anúncio do Evangelho, mostrando a verdade daquilo que o Beato Carlos gostava de dizer aos jovens: “Só Jesus é capaz de tornar originais e não fotocópias, enchendo de alegria a nossa vida”.

O livro que estou republicando (Originais não fotocópias, Carlos Acutis e Francisco de Assis, Edições Franciscanas Italianas) integrada e aumentada - acrescentou dom Sorrentino - mostra isso de modo convincente, porém, mais ainda mostram isso os rostos dos jovens e dos peregrinos que vêm ao nosso Santuário e que, a partir do contato com os restos mortais de Carlos e atravessando a porta de Francisco, sentem-se impelidos a rever a própria existência na direção do Evangelho. Este lugar - concluiu o bispo - se converteu em pouco tempo num verdadeiro vulcão em erupção de graça e santidade".

No final de maio, o Papa Francisco reconheceu um novo milagre por intercessão de Carlos Acutis, autorizando o Dicastério para as Causas dos Santos a publicar o respectivo decreto. Trata-se do milagre alcançado por Valéria, uma jovem da Costa Rica e estudante universitária em Florença, que em julho de 2022 caiu da bicicleta e entrou em coma irreversível. No Hospital Careggi ela foi diagnosticada com um traumatismo craniano muito grave e suas esperanças de vida eram nulas. Sua mãe, Liliana, foi a Assis seis dias depois para recomendar sua filha ao Beato Carlos e passou o dia inteiro ajoelhada diante de seu túmulo. À noite, ela recebeu um telefonema do hospital informando-a da melhora repentina e inexplicável de sua filha: Valéria voltou a respirar espontaneamente e, no dia seguinte, começou a se mover e a falar parcialmente. Em setembro, junto com sua mãe, Valéria foi a Assis para rezar no túmulo de Carlos e agradecer pelo milagre recebido.

Em 2020, Carlos Acutis foi declarado Beato pela Congregação para as Causas dos Santos que examinou outro milagre por sua intercessão, ocorrido em outubro de 2013 na igreja de São Sebastião em Campo Grande, Brasil: após ter tocado uma relíquia do jovem, um pedaço de camisa apoiado em seu corpo, um menino de seis anos chamado Matheus, que sofria de uma grave anomalia no pâncreas, ficou completamente curado.

Assis, 1° de julho de 2024

(vaticannews)

 

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Hoje a Igreja celebra cinco missionários jesuítas de diferentes épocas


São Bernardino Realino e outros santos jesuítas São Bernardino Realino e outros santos jesuítas

Hoje (2), a Igreja celebra cinco membros da Companhia de Jesus que, apesar de terem vivido em diferentes épocas, santificaram-se nas missões populares rurais da Europa: são Bernardino Realino, são João Francisco Régis, são Francisco de Gerônimo, beato Julião Maunoir e beato Antonio Baldinucci.

São Bernardino Realino nasceu em Carpi (Itália – 1530), em uma família nobre. Aprendeu com sua mãe uma terna devoção à Virgem Maria. Estudou medicina, mas logo mudou de carreira e acabou fazendo doutorado em Direito canônico e civil.

Aos poucos, foi adquirindo cargos públicos importantes em diversos lugares e em todos eles desempenhou de maneira correta sua função, com bastante habilidade para os negócios, buscando sempre a paz e defendendo os mais necessitados.

Ficou impressionado ao conhecer alguns alegres jesuítas que chegaram a Nápoles e, depois de um tempo de muita oração e reflexão, decidiu ingressar na Ordem. Em poucos anos, foi ordenado sacerdote e nomeado mestre de noviços.

Foi enviado para a cidade de Lecce, centro de uma comarca rica em vinhedos e oliveiras, onde os moradores desejavam há algum tempo um colégio jesuíta. Ali, dedicou-se à educação e à confissão de muitos fiéis.

Diz-se que certo dia, padre Realino estava tremendo de frio enquanto atendia confissões e seu superior mandou que fosse descansar. O santo obedeceu, colocou-se a meditar o mistério do Natal e viu uma luz que encheu com grande esplendor o quarto.

A Virgem apareceu a ele e com uma ternura indescritível estendeu os braços e lhe entregou o Menino Jesus. Por isso, é representado em algumas imagens com o Menino Jesus.

Por volta de 1616, sua saúde foi ficando fraca. Em seu leito de morte, o prefeito da cidade e magistrados pediram formalmente ao padre Bernardino Realino que fosse o defensor e protetor de Lecce no céu e o santo aceitou.

Partiu para a Casa do Pai em 2 de julho, invocando a Santíssima Virgem. Foi canonizado em 1947 pelo papa Pio XII.

Hoje também são celebrados os sacerdotes jesuítas:

  • São Francisco de Gerônimo: Nasceu em 1642, na Itália, e morreu em 11 de maio de 1716. Foi canonizado por Gregório XVI em 1839.

  • Beato Julião Maunoir: Nasceu em 1606, na França, e morreu em 28 de janeiro de 1683. Foi beatificado por Pio XII em 1951.

  • Beato Antonio Balinucci:Nasceu em 1665, na Itália, e morreu em 7 de novembro de 1717. Foi beatificado por Leão XIII em 1893.

 

Laudes de Terça-feira da 13ª Semana do Tempo Comum

segunda-feira, 1 de julho de 2024

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Qual era a língua de Afonso Henriques?

NALDO JOSÉ | SantoFlow Podcast #221

ANGELUS (Texto)

PAPA FRANCISCO

ANGELUS

Praça São Pedro
Domingo, 30 de junho de 2024


Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!

O Evangelho da liturgia de hoje fala-nos de dois milagres que parecem estar ligados entre si. Enquanto Jesus se dirige a casa de Jairo, um dos chefes da sinagoga, porque a sua filha está gravemente doente, no caminho uma hemorroíssa toca no seu manto e ele pára para a curar. Entretanto, anunciam que a filha de Jairo está morta, mas Jesus não pára, entra em casa, vai ao quarto da menina, toma-a pela mão e levanta-a, ressuscitando-a (Mc 5, 21-43). Dois milagres, um de cura e outro de ressurreição.

Estas duas curas são relatadas num único episódio. Ambas ocorrem por contacto físico. De facto, a mulher toca no manto de Jesus e Jesus toma a jovem pela mão. Porque é importante este “tocar”? Porque estas duas mulheres - uma porque está a sangrar e a outra porque está morta - são consideradas impuras e, por isso, não pode haver contacto físico com elas. Todavia, Jesus deixa-se tocar e não tem medo de tocar. Jesus deixa-se tocar e não tem medo de tocar. Ainda antes da cura física, Ele desafia uma conceção religiosa errada, segundo a qual Deus separa os puros de um lado e os impuros do outro. Pelo contrário, Deus não faz essa separação, porque todos somos seus filhos, e a impureza não vem da comida, da doença ou até da morte, mas a impureza vem de um coração impuro.

Aprendamos isto: perante os sofrimentos do corpo e do espírito, perante as feridas da alma, perante as situações que nos esmagam, e inclusive perante o pecado, Deus não nos mantém à distância, Deus não se envergonha de nós, Deus não nos julga; pelo contrário, aproxima-se para se deixar tocar e para nos tocar, e levanta-nos sempre da morte. Pega-nos sempre pela mão para nos dizer: filha, filho, levanta-te! (cf. Mc 5, 41), caminha, vai em frente! “Senhor, sou pecador” – “Vai em frente, eu fiz-me pecado por ti, para te salvar” – “Mas tu, Senhor, não és pecador” – “Não, mas eu sofri todas as consequências do pecado para te salvar”. Isto é maravilhoso!

Fixemos no nosso coração esta imagem que Jesus nos entrega: Deus é aquele que te pega pela mão e te levanta, aquele que se deixa tocar pela tua dor e te toca para te curar e te dar de novo a vida. Ele não discrimina ninguém porque ama todos.

E então podemos perguntar-nos: acreditamos que Deus é assim? Deixamo-nos tocar pelo Senhor, pela sua Palavra, pelo seu amor? Entramos em relação com os nossos irmãos e irmãs, dando-lhes a mão para se levantarem, ou mantemo-nos à distância e classificamos as pessoas segundo os nossos gostos e preferências? Nós classificamos as pessoas. Faço-vos uma pergunta: Deus, o Senhor Jesus, classifica as pessoas? Que cada um responda a si próprio. Deus classifica as pessoas? E eu, vivo constantemente a classificar as pessoas?

Irmãos e irmãs, olhemos para o coração de Deus, para que a Igreja e a sociedade não excluam ninguém, não tratem ninguém como “impuro”, para que cada um, com a sua história, seja acolhido e amado sem etiquetas, sem preconceitos, seja amado sem adjetivos.

Oremos à Virgem Maria: ela que é Mãe da ternura, interceda por nós e pelo mundo inteiro.

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Depois do Angelus

Estimados irmãos e irmãs!

Saúdo-vos a todos, romanos e peregrinos de vários países!

Saúdo em particular as crianças do Círculo Missionário “Misyjna Jutrzenka” de Skoczów, Polónia; e os fiéis da Califórnia e da Costa Rica.

Saúdo as irmãs Filhas da Igreja, que nestes dias, juntamente com um grupo de leigos, viveram uma peregrinação nas pegadas da sua fundadora, a Venerável Maria Oliva Bonaldo. E saúdo os jovens de Gonzaga, perto de Mântua.

Hoje fazemos memória dos Protomártires romanos. Também nós vivemos num tempo de martírio, mais ainda do que nos primeiros séculos. Em várias partes do mundo, muitos dos nossos irmãos e irmãs sofrem discriminações e perseguições por causa da fé, fecundando assim a Igreja. Outros enfrentam depois o martírio “com luvas brancas”. Apoiemo-los e deixemo-nos inspirar pelo seu testemunho de amor a Cristo.

Neste último dia de junho, imploremos ao Sagrado Coração de Jesus que toque os corações daqueles que querem a guerra, para que se convertam a projetos de diálogo e de paz.

Irmãos e irmãs, não esqueçamos a atormentada Ucrânia, a Palestina, Israel, Myanmar e muitos outros lugares onde se sofre tanto por causa da guerra!

Desejo a todos bom domingo. Por favor, não vos esqueçais de rezar por mim. Bom almoço e até à vista! Obrigado.



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Hoje é celebrado são Junípero Serra, o apóstolo da Califórnia


São Junípero Serra São Junípero Serra

“Sempre avante”, este foi o lema que inspirou os passos e plasmou a vida de são Junípero Serra, cuja festa é celebrada hoje (1º). “Esta foi a maneira que Junípero encontrou para viver a alegria do Evangelho, para que não se anestesiasse o seu coração”, disse o papa Francisco ao canonizá-lo em 2015.

Junípero Serra Ferrer, conhecido como o apóstolo da Califórnia, nasceu em Petra na ilha de Maiorca (Espanha), em 24 de novembro de 1713, filho de Antônio Serra e Margarida Ferrer, exemplares pelos costumes e piedade, embora pessoas de pouca instrução.

Foi batizado com o nome de Miguel José e crismado com apenas dois anos, por ocasião da visita do bispo de Maiorca, Atanasio Esterripa. Ajudava os pais nos trabalhos do campo e frequentou a escola anexa ao convento franciscano de são Bernardino, dando provas de inteligência viva e aberta. Desta forma, pôde ser encaminhado para fazer estudos superiores.

Depois de um ano de estudos filosóficos no convento de são Francisco de Palma, com 17 anos, vestiu o hábito franciscano no convento Santa Maria de Jesus. No dia 15 de setembro de 1731, emitiu os votos religiosos mudando o nome de batismo para o de Junípero, devido à grande admiração que tinha para com Frei Junípero, um dos primeiros companheiros de são Francisco.

Aos 35 anos, obedecendo a um chamado interior, partiu rumo às missões da América junto com seu discípulo, frei Francisco Palòu. Os dois permaneceram juntos por toda a vida.

Partiram no dia 13 de abril de 1749, de Málaga. Após uma dramática travessia, chegaram a San Juan de Porto Rico no dia 18 de outubro e, em 7 de dezembro, alcançaram Vera Cruz, na costa sul do México. Prosseguiram a pé até a cidade do México.

Em solo mexicano, exerceu apostolado junto aos indígenas falando em sua língua. Fez um catecismo na língua do povo e ensinava ciência e técnicas a respeito do trabalho da terra.

Em junho de 1767, depois da expulsão dos jesuítas dos domínios do vice-reino de Espanha por decisão de Carlos III, as missões da Baixa Califórnia foram confiadas aos franciscanos e Frei Junípero foi nomeado seu superior. Em 1º de abril de 1768, junto com 14 companheiros, empreendeu a corajosa e extenuante viagem rumo à península da Baixa Califórnia.

Após dois anos, pôde fundar a primeira missão californiana de São Diego de Alcalà. Deslocou-se na direção da Alta Califórnia e fundou as Missões de São Carlos Borromeu, de Santo Antônio de Pádua, São Gabriel e de São Luis e muitas outras.

No final da vida, retirou-se para Monterrey, na Califórnia, com seu confrade fiel, o qual escreveu a biografia do santo como testemunha ocular.

Junípero Serra, segundo o site dos franciscanos no Brasil, foi definido como um colosso de evangelizador. Durante dezessete anos, precisamente de 1767 a 1784 percorreu, apenas na Califórnia, cerca de 9.900km a pé, 5.400 em embarcação, não obstante a idade e as enfermidades. Fundou 9 missões, das quais derivam os nomes franciscanos de cidades californianas muito importantes, como São Francisco, São Diego, Los Angeles, etc.

Em 28 de agosto de 1784, partiu para a Casa do Pai, aos 71 anos, sendo que 36 deles foram dedicados à missão.

Considerado o pai dos índios, foi honrado como herói nacional. Desde 1º de março de 1931, a sua estátua representando o Estado da Califórnia está entre as outras dos Pais fundadores dos Estados Unidos na Sala do Congresso de Washington, estátua única de um religioso no santuário dos americanos ilustres.

Junípero Serra foi beatificado pelo papa são João Paulo II em 25 de setembro de 1988, e canonizado pelo papa Francisco durante sua visita aos Estados Unidos, em 23 de setembro de 2015.

“Foi sempre avante, porque o Senhor espera; sempre avante, porque o irmão espera; sempre avante por tudo aquilo que ainda tinha para viver; foi sempre avante. Como ele então, possamos também nós hoje dizer: sempre avante”, expressou Francisco na ocasião.

 

Palavra de Deus | Um cristianismo sem ilusões (Mt 8,18-22) Ir. Maria Raq...

Laudes de Segunda-feira da 13ª Semana do Tempo Comum