quarta-feira, 20 de abril de 2011

A vida nem sempre é...



A vida nem sempre sorri
Os dias nem sempre são coloridos
Os sonhos nem sempre se concretizam
As estrelas nem sempre são visíveis
O amor nem sempre aparece
A lua nem sempre é nova
Os filmes nem sempre têm um final feliz
Mas a minha AMIZADE é sincera .
Gosto de ti, amiga!


(Enviou a Tina)


terça-feira, 19 de abril de 2011

OS ÚLTIMOS PASSOS DE JESUS

A figueira ressequida


Como é a nossa fé?


Depois da entrada na cidade de Jerusalém - Domingo de Ramos - em que Jesus é aclamado Rei e de ter passado o dia a ensinar, a fazer milagres e a anunciar a Palavra do Pai, Jesus pernoita, para recuperar forças, em casa do seu amigo Lázaro, em Betânia, a quem havia ressuscitado.(João 12, 1-11)

Estamos na Semana Maior, onde todos os acontecimentos passados com Jesus, são muito importantes e através deles devemos reflectir,e colocar-nos no lugar de um dos presentes que viram e escutaram Jesus!

Por isso as citações são relevantes para acompanharmos a última semana de Jesus na Terra.


Como é a nossa fé?


“Maria ungiu os pés de Jesus com perfume de nardo puro e enxugou-lhos com os seus cabelos.”. Judas, um dos Apóstolos, achou um desperdício de dinheiro!


“…tu darás a tua vida por mim? Eu te asseguro que não cantará o galo, antes de me teres negado três vezes.”. Pedro quase jura que será sempre fiel a Jesus, mas no momento de o provar, teve vergonha de se assumir seu amigo e negou conhecê-Lo!(Jo 13,36-38)


Durante a sua vida pública, para realizar milagres, Jesus pedia uma só coisa: fé.

E contam os Evangelhos que, em muitos lugares, não realizou prodígios,

porque às pessoas lhes faltava a fé.


«Olha, Mestre, a figueira que amaldiçoaste secou!» Jesus disse-lhes: «Tende fé em Deus. Em verdade vos digo, se alguém disser a este monte: “Tira-te daí e lança-te ao mar” e não vacilar em seu coração, mas acreditar que o que diz se vai realizar, assim acontecerá.»


- Como é a nossa fé?

Confiamos plenamente na palavra de Deus?

- "Aproximou-se da figueira, não achando senão folhas... " (Mt 21,19).

É assim na nossa vida? Vazia, sem dar fruto?


Ânimo! O Senhor está aqui para te resgatar! Para te dar confiança!

Deixa-O entrar no teu coração!



Maria, Redemptoris Mater


“Maria, Mãe nossa:

alcança-nos com a tua intercessão poderosa,

uma fé sincera,

uma esperança segura,

um amor ardente.”



segunda-feira, 18 de abril de 2011

Prece





"Senhor,
vós que subistes a Jerusalém

para sofrer a paixão e assim entrar na glória do pai,
conduzi a vossa Igreja à Pascoa da eternidade."


(LH - Semana santa)

Palavra de Vida




Não o que eu quero, porém o que tu queres.” (Mc 14, 36)


Jesus está no Horto das Oliveiras, na propriedade chamada Getsêmani. A hora tão esperada chegou. É o momento crucial de toda a sua existência. Ele se prostra por terra e suplica a Deus, chamando-o de “Pai”, numa confidência cheia de ternura, para “afastar dele esse cálice” (cf. Mt14, 36), expressão que se refere à sua Paixão e Morte. Jesus pede ao Pai que aquela hora passe… Mas, enfim, entrega-se completamente à vontade de Deus:

“Não o que eu quero, porém o que tu queres.”

Jesus sabe que a sua Paixão não é um acontecimento casual nem simplesmente uma decisão dos homens, mas é um plano de Deus. Ele será processado e rejeitado pelos homens; o “cálice”, porém, vem das mãos de Deus.

Jesus nos ensina que o Pai tem um plano de amor para cada um de nós, que Ele nos ama com um amor pessoal e, se acreditarmos nesse amor e correspondermos com o nosso amor – é essa a condição –, Ele fará com que tudo seja finalizado para o bem. Para Jesus, nada aconteceu por acaso, nem sequer a Paixão e a Morte.

Depois aconteceu a Ressurreição, cuja festividade solene celebramos neste mês.

O exemplo de Jesus, o Ressuscitado, serve de luz para a nossa vida. Devemos saber interpretar tudo o que vem ao nosso encontro, o que acontece, o que nos rodeia e também tudo o que nos faz sofrer, como vontade de Deus que nos ama ou como uma permissão de Deus que nos ama também assim. Então, tudo na vida terá sentido, tudo será extremamente útil, mesmo aquilo que, na hora, nos parece incompreensível e absurdo, mesmo aquilo que nos pode fazer precipitar numa angústia mortal, como aconteceu com Jesus. Será suficiente que, junto com ele, saibamos repetir, com um ato de confiança total no amor do Pai:

“Não o que eu quero, porém o que tu queres.”

A vontade dele é que vivamos, que lhe agradeçamos com alegria pelas dádivas da vida; mas, às vezes, ela certamente não corresponde ao que imaginamos. Não é, por exemplo, uma situação diante da qual temos de nos resignar, em especial quando deparamos com a dor, nem uma sucessão de atos monótonos espalhados ao longo da nossa vida.

A vontade de Deus é a sua voz que nos fala e nos convida continuamente, é o modo pelo qual ele nos expressa o seu amor, para nos dar a sua plenitude de Vida.

Poderíamos fazer uma representação disso com a imagem do Sol, cujos raios seriam a sua vontade para cada um de nós. Cada pessoa caminha ao longo de um raio, diferente do raio de quem está ao lado, mas sempre um raio de sol, ou seja, a vontade de Deus. Portanto, todos nós fazemos uma única vontade, a de Deus; no entanto, ela é diferente para cada um. Os raios, quanto mais se aproximam do Sol, mais se aproximam entre si. Também nós, quanto mais nos aproximamos de Deus, pela observância sempre mais perfeita da vontade divina, mais nos aproximamos entre nós… até sermos todos um.

Vivendo assim, tudo na nossa vida pode mudar. Em vez de procurarmos a quem gostamos e amar somente a eles, podemos dar atenção a todos aqueles que a vontade de Deus põe ao nosso lado. Em vez de procurarmos aquilo de que gostamos, podemos nos dedicar àquelas coisas que a vontade de Deus nos sugere e preferi-las. Se estivermos inteiramente projetados na vontade divina daquele momento (“o que tu queres”), seremos consequentemente levados ao desapego de todas as coisas e do nosso eu (“não o que eu quero”). Esse desapego não é tanto resultado de uma busca proposital, porque se deve buscar só a Deus, mas acontece de fato. Então a alegria será completa. Basta mergulharmos no momento que passa e cumprir naquele instante a vontade de Deus, repetindo:

“Não o que eu quero, porém o que tu queres.”

O momento que passou não existe mais; o momento futuro ainda não está em nosso poder. Acontece como a um passageiro no trem: para chegar ao destino, ele não fica andando para frente e para trás, mas fica sentado no seu lugar. Assim, devemos ficar firmes no presente; o trem do tempo viaja por si. Só podemos amar a Deus no momento presente que nos é dado, pronunciando o próprio “sim” vigoroso, radical, ativíssimo, à vontade dele.

Portanto, vamos amar aquele sorriso que temos a dar, aquele trabalho a ser executado, aquele carro a ser conduzido, aquela refeição a ser preparada, aquela atividade a ser organizada, aquela pessoa que sofre ao nosso lado.

Nem sequer a provação ou o sofrimento nos devem assustar se, com Jesus, soubermos reconhecer neles a vontade de Deus, ou seja, o seu amor para cada um de nós. Poderemos até mesmo rezar assim:

“Senhor, faze que eu nada tenha a temer, porque tudo o que vai acontecer será a tua vontade e nada mais! Senhor, faze que eu não tenha outro desejo, porque nada é mais desejável do que exclusivamente a tua vontade.

O que é importante na vida? Importante é a tua vontade.

Faze que nada me perturbe, porque tudo é a tua vontade. Faze que eu não me agite com nada, porque tudo é tua vontade.”

Chiara Lubich

(Focolares)



domingo, 17 de abril de 2011

Hoje é o dia do Senhor



Celebramos hoje o DOMINGO DE RAMOS.


A liturgia apresenta dois momentos bem distintos:

- A ENTRADA DE JESUS EM JERUSALÉM,

com a procissão de Ramos... num clima de alegria...

como GESTO de FÉ e de COMPROMISSO.


- O INÍCIO DA SEMANA SANTA, com a Leitura da Paixão do Senhor,

na missa, relembrando o caminho do sofrimento e da Cruz.

= Dois momentos distintos da vida de Jesus: Triunfo e Humilhação.

Jesus se apresenta em Jerusalém propondo a paz e recebe a violência...


As Leituras nos ajudam a viver o clima dos mistérios que celebramos:


A 1ª leitura apresenta um Profeta anónimo, chamado por Deus,

a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação.

Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e

concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. (Is 50,4-7)


* Os primeiros cristãos viram neste "servo sofredor" a figura de Jesus.

Ele é a Palavra de Deus feita carne, que oferece a sua vida

para trazer a salvação aos homens.


A 2ª Leitura é um lindo Hino Cristológico. (Fl 2,6-11)

Cristo é o princípio e o fim de todas as coisas, exemplo de toda criatura.

Enquanto a desobediência de Adão trouxe fracasso e morte,

a obediência de Cristo ao Pai trouxe exaltação e vida.

Ele se despojou de sua condição divina, assumiu com humildade

a condição humana, para servir, para dar a vida,

para revelar totalmente aos homens o ser e o amor do Pai.

Esse caminho não levará ao fracasso, mas à glória, à vida plena.

E é esse mesmo caminho de vida, que a Palavra de Deus nos propõe.


O Evangelho convida a contemplar a PAIXÃO e MORTE de Jesus,

segundo São Mateus. (Mt 26,14-27,66)


O texto nos introduz no clima espiritual da Semana Santa.

Não é apenas o relato dos fatos acontecidos com Jesus,

mas o anúncio de um mundo novo de justiça, de paz e de amor:


- Jesus passou pelos caminhos da Palestina "fazendo o bem" e anunciando

um mundo novo de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos.

- Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem os pecadores.

- Ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos,

não deviam ser marginalizados, pois não eram amaldiçoados por Deus.

- Ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus e

aqueles que tinham um coração mais disponível para acolher o "Reino";

- E avisou os "ricos" (os poderosos, os instalados), de que o egoísmo,

o orgulho, a auto-suficiência, o fechamento só podiam conduzir à morte.


 Esse projecto libertador de Jesus entrou em choque

com a atmosfera de egoísmo e de opressão que dominava o mundo.

- As autoridades políticas e religiosas sentiram-se incomodadas

com a denúncia de Jesus:

não estavam dispostas a renunciar aos mecanismos

que lhes asseguravam poder, influência, domínio, privilégios.

- Não estavam dispostas a arriscar, a desinstalar-se e

a aceitar a conversão proposta por Jesus.

- Por isso, prenderam e condenaram Jesus, pregando-o numa cruz.


A morte de Jesus é a consequência do anúncio do "Reino",

que provocou tensões e resistências entre os que dominavam o povo.

A morte de Jesus é o ponto mais alto de sua vida;

é a afirmação mais radical de tudo aquilo que pregou: o dom total.

Aprofundemos alguns dados que são exclusivos

da PAIXÃO SEGUNDO SÃO MATEUS:


- Mateus relaciona os fatos da Paixão como Cumprimento das Escrituras:

Mateus escreve para cristãos, provenientes do judaísmo...

por isso, quer demonstrar que Jesus é o Messias anunciado pelos profetas.


- No Getsêmani, Jesus condena a violência contra o servo do sacerdote...

O caminho do Pai passa pelo amor e pelo dom da vida.

Por isso, os discípulos não podem recorrer à violência.


- Só no Evangelho segundo Mateus aparece o relato da Morte de Judas.

O episódio deixa clara a falsidade do processo e a inocência de Jesus.

Mateus sublinha o desespero e o arrependimento de Judas, e

deixa clara a inocência de Jesus.


- Só Mateus fala do sonho da mulher de Pilatos e da lavagem das mãos.

Quer deixar claro que os pagãos reconhecem a inocência de Jesus e

o próprio povo o rejeita.


- Só Mateus descreve os fatos que acompanharam a morte de Jesus:

"O véu do Templo rasgou-se em duas partes... a terra tremeu e as rochas fenderam-se. Abriram-se os túmulos e muitos dos corpos, que tinham morrido saíram do sepulcro, entraram na cidade e apareceram a muitos".

Para Mateus, são sinais de que Deus está ali como o salvador e libertador

do seu Povo, apesar do aparente fracasso de Jesus,


- Finalmente, só Mateus narra o episódio da "guarda" do sepulcro.

Para os cristãos, o sepulcro vazio era a evidência de que Jesus tinha ressuscitado.


Os Ramos verdes, que hoje carregamos, recordam

a saudação de acolhida do Povo a Jesus, ao entrar em Jerusalém.


Nós também queremos saudar a vida que ele trouxe e

a misericórdia que encontramos em seu bondoso coração.


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 17.04.2011









ACLAMEMOS O AMOR DE CRISTO, DIA E NOITE,

TODOS OS DIAS DA NOSSA VIDA.


sábado, 16 de abril de 2011

ANÚNCIO DA PÁSCOA: HOJE, AQUI, JÁ É PÁSCOA!




O Senhor vem resgatar-nos dos nossos infernos.


Este Anúncio trouxe-nos uma Palavra forte que penetra bem fundo. É assim o Senhor: verdadeiro, directo; fiel, cumpre sempre as suas promessas.

Os nossos Catequistas propuseram-nos, neste Anúncio, uma Palavra desinstaladora que leva à conversão, que transforma -, logo que eu deixar.

Nesta noite, Deus trouxe-me aqui, porque me continua a chamar.

Nesta noite, o Senhor vem aqui transformar-me, santificar-me, dar-me uma nova vida!

Recebo esta vida nova, com este Anúncio, nesta Páscoa!










Ao Anúncio da Páscoa seguiu-se o ágape




TEM UM BOM DIA!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Primeira Comunidade Neocatecumenal de Macau



A Marca do Senhor!


Foi a 14 de Abril de 1996 - fez ontem 15 anos - que se iniciou na Paróquia da Sé de Macau, a primeira Comunidade Neocatecumenal Portuguesa.
O que apresento aqui são as celebrações mais marcantes na minha vida na Comunidade de Macau. Foi nele que eu aprendi a conhecer melhor o Amor materno do nosso Deus Criador, a gratuitidade do Amor de Cristo na dimensão da Cruz e a força renovadora do Espírito que nos concede o discernimento para "escolher" e saber aguardar com alegre esperança o socorro do Senhor.
É uma grande parte do meu coração que eu partilho contigo, para te dizer que vale a pena ter Esperança no Senhor, porque só Ele é Fiel e cumpre as Suas Promessas.




Anúncio da Nova Evangelização
Macau, 1996





Preparados para a primeira Eucaristia




Final da primeira Eucaristia do 1º Convívio.
O meu 1º Catequista, Francisco.




Confraternização no primeiro Jantar do 1º Convívio
da nossa
Comunidade




Senhor Padre Francisco, Pároco da Sé de Macau.
Benção durante o 1º Escrutínio da Comunidade.




Proclamação da Palavra, durante o 1º Escrutínio




Senhor Padre Octávio, italiano.
Sempre acompanhou a nossa Comunidade.
Faz parte da Equipa de Catequistas da China,

sediada em Taiwn.




O primeiro baptizado, na nossa Comunidade
do meu afilhado Lourenço.





Hong Kong era um destino habitual de encontros
das
Comunidades Neocatecumenais da China




Monte das Bem-Aventuranças - JMJ
2000: ano do meu regresso á Ilha Terceira


HOJE É DIA DO ANÚNCIO DA PÁSCOA




"Eu venho reunir

todas as Nações

virão e verão a minha glória.


Porei neles um sinal

e os enviarei às nações mais longínquas...

Glória, glória, glória!" Is 66,18



Os nossos Catequistas estão mais uma vez a reunir as Comunidades Neocatecumenais da Ilha Terceira, para o Anúncio da Páscoa. Eles estão marcados pelo sinal do Espírito de Deus e, dia e noite, incansáveis confessam como S. Paulo " Ai de mim se não anunciar o Evangelho...". É essa fé em Cristo Jesus que eles nos transmitem, é a alegria no Ressuscitado que eles vivem e proclamam. E é esta vivência que, como a primeira comunidade cristã, nós vamos assimilando; vacilando é certo, mas caminhando. Ainda a medo, porque é tamanha a dimensão espiritual que esta mensagem contém, que não conseguimos ainda digerir - somos ainda recém-nascidos e como tal o alimento tem de ser administrado muito lentamente para produzir efeito e ser interiorizado. É um Mistério!


Por isso é um dia especial, é uma graça de Deus receber a visita dos nossos Catequistas, que são Profetas de Deus.

Que as nossas Comunidades, sujeitas às investidas do demónio, se abram a este Anúncio e deixem entrar a Palavra que o Senhor tem para cada um de nós.


Rezem por nós.



quarta-feira, 13 de abril de 2011

A SANTA SÉ NA INTERNET



(Encontrei por acaso o blogue da Santa Sé e fiquei encantada por encontrar este texto sobre a "LA SANTIDAD ES LA MEDIDA DE LA VIDA CRISTIANA" escrito pelo Santo Padre, de uma forma tão clara e profunda, capaz de penetrar no coração mais duro, como o meu. Por outro lado fascinou-me também a linguagem doce e convincente, quando se refere à nossa liberdade de escolha sempre respeitada por Deus! Deus não exige, mas... pede-nos que aceitemos... pede que nos deixemos transformar ... pede que ajustemos a nossa vontade, à vontade de Deus... É uma maravilha este nosso Papa.

Por isso resolvi partilhá-lo com vocês e ficarem visitas assíduas deste blogue)



LA SANTIDAD ES LA MEDIDA DE LA VIDA CRISTIANA



CIUDAD DEL VATICANO, 13 ABR 2011 (VIS).-Durante la audiencia general de los miércoles, Benedicto XVI concluyó el ciclo de catequesis que ha dedicado durante dos años a las figuras de tantos santos y santas “que por su fe, su caridad, y sus vidas fueron y siguen siendo faros para muchas generaciones”, y ofreció algunas reflexiones sobre la santidad.

“A menudo seguimos pensando -dijo el Papa- que la santidad sea una meta reservada a pocos elegidos”. Sin embargo, “la santidad, la plenitud de la vida cristiana, no consiste en llevar a cabo hazañas extraordinarias, sino en unirse a Cristo, (...) en hacer nuestras sus actitudes, (...) su comportamiento. (...) El Concilio Vaticano II, en la constitución sobre la Iglesia, habla con claridad sobre la llamada universal a la santidad, afirmando que ninguno está excluido”.

Pero una vida santa, prosiguió el pontífice, “no es principalmente el resultado de nuestro esfuerzo, porque Dios es (...) quien nos hace santos, es la acción de su Espíritu que nos anima desde dentro, es la misma vida de Cristo resucitado que se nos comunica y nos transforma. (...) La santidad, por tanto, tiene su última raíz en la gracia bautismal, en ser injertados en el misterio pascual de Cristo, con el que nos comunica su Espíritu, su vida de Resucitado. (...) Ahora bien, Dios siempre respeta nuestra libertad y nos pide que aceptamos este don y vivamos las exigencias que comporta, pide que nos dejemos transformar por la acción del Espíritu Santo, conformando nuestra voluntad a la voluntad de Dios”.

“¿Cómo puede suceder que nuestra forma de pensar y nuestras acciones se conviertan en el pensamiento y la acción de Cristo?”, se preguntó el Santo Padre. “Una vez más -dijo- el Concilio Vaticano II nos da una indicación clara; nos dice que la santidad cristiana no es más que la caridad plenamente vivida“. Pero para que la caridad “como una buena semilla, crezca en el alma y dé frutos, los fieles deben escuchar de buen grado la palabra de Dios y, con la ayuda de su gracia, cumplir con obras su voluntad, participando con frecuencia en los sacramentos, especialmente la Eucaristía (...) aplicarse a la oración, a la entrega de sí en el servicio de los hermanos y al ejercicio de todas las virtudes. (...) Por lo tanto, el verdadero discípulo de Cristo se caracteriza por la caridad, sea hacia Dios que hacia el prójimo”.

“La Iglesia, durante el año litúrgico, nos invita a recordar una serie de santos, es decir, a aquellos que vivieron plenamente la caridad, supieron amar y seguir a Cristo en su vida cotidiana. Todos ellos nos dicen que es posible para todos recorrer este camino. (...) Todos estamos llamados a la santidad: es la medida de la vida cristiana”.

Benedicto XVI concluyó invitando a todos a “abrirse a la acción del Espíritu Santo que transforma nuestras vidas, para ser también nosotros teselas del gran mosaico de santidad que Dios sigue creando en la historia”.


(visnews-es.blogspot.com)



Fidelidade e Verdade que liberta.



Quem crê, arrisca.

Tudo quanto Deus faz, é muito bom!



O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro e exigiu que os seus súbditos o adorassem, inclusivamente três dos companheiros do profeta Daniel - Sidrac, Misac e Abdênago - , dizendo "Se não a adorardes, sereis logo lançados dentro da fornalha ardente. E qual o deus que poderá libertar-vos da minha mão?» ". Em resposta disseram ao rei: «Não vale a pena responder-te a propósito disto. Se isso assim é, o Deus que nós servimos pode livrar-nos da fornalha incandescente, e até mesmo, ó rei, da tua mão.
E ainda que o não faça, fica sabendo, ó rei, que não prestamos culto aos teus deuses e que não adoramos a estátua de ouro que tu levantaste.»
Então explodiu a fúria de Nabucodonosor contra Chadrac, Mechac e Abed-Nego; a expressão do seu rosto mudou e levantou a voz para mandar que se aquecesse a fornalha sete vezes mais que de costume."


Será que eu nesta quaresma alguma vez pensei que vivo "acorrentada e presa", não com cadeias de ferro, não numa penitenciária, mas a mim mesma? Será que já me dei conta que estou escrava dos meu pecados de orgulho, preguiça, auto-suficiência e prepotência? será que parei para pensar no poder que o dinheiro tem em mim, ao ponto de me escravizar e me pôr a contar os trocos e a arrecadar cada cêntimo para que não me falte nada...? Porque fico alegre quando a minha conta bancária, está ao nível que eu quero? Porque vivo aperreada? É preciso poupar! É preciso poupar! para quê? para ter mais dinheiro!


Mas em vez de ficarem em pânico como eu e tu ficaríamos, começaram, Sidrac, Misac e Abdênago a cantar louvores a Deus "... porque és justo em tudo o que nos fizeste...Bendito és tu, Senhor! Digno de louvor e de glória para sempre..." e oravam sem cessar "... não retires de nós a tua misericórdia... Não nos cubras de confusão, mas age connosco segundo a tua benignidade e segundo a abundância da tua misericórdia."

Então o rei Nabucodonosor, estupefacto, levantou-se repentinamente, dizendo para os seus conselheiros: «Não foram três homens, atados de pés e mãos, que lançámos ao fogo?» Responderam eles ao rei: «Com certeza».
«Pois bem –replicou o rei – vejo quatro homens soltos, que passeiam no meio do fogo, sem este lhes causar mal; o quarto tem o aspecto de um filho de Deus.»
Nabucodonosor, tomando a palavra, disse: «Bendito seja o Deus de Sidrac, Misac e Abdênago! Ele enviou o seu anjo para libertar os seus servos que, confiando nele, expuseram a vida, transgredindo as ordens do rei, antes que prostrarem-se em adoração diante de um outro deus que não fosse o Deus deles. (Dn 3,14-20.91-92.95.

A fidelidade do meu Deus, tal como "ontem", provê as minhas necessidades, por isso não necessito preocupar-me tanto com as coisas materiais, que só me escravizam e são origem da ganância, do egoísmo e de guerras e o coração não se abre ao Espírito de Deus. Por isso, a fidelidade que o Senhor quer que eu Lhe tenha, dar-me-á a liberdade de que eu preciso para Lhe cantar louvores e pedir que me converta.

Eu quero ser livre de preconceitos, de medos. Eu quero crer e viver, verdadeiramente no Senhor! Eu quero crer que TUDO quanto o Senhor me dá, é muito bom para mim, mesmo que eu não goste!


Senhor, liberta-me do meu pecado!

Faz-me uma mulher LIVRE , como Sidrac, Misac e Abdênago


terça-feira, 12 de abril de 2011

Até quando continuarei cega e surda, Senhor?

"Ouve, Pai, o grito do Teu Povo."




"A marcha é dura! Pai, manda o Salvador."



Escutámos há dias o Evangelho que narra o milagre da cura do paralítico que "vivia" na margem de uma piscina havia muitos anos, a aguardar que alguém o ajudasse a banhar-se nas suas águas milagrosas.


Hoje, falei com uma amiguinha de 98 anos que domingo passado ficou a aguardar no seu cantinho, que alguém a levasse ao Sacramento da Santa Unção administrado na nossa Sé Catedral.


O paralítico foi um sortudo, porque teve Jesus a seu lado. A minha amiga não teve ninguém que a levasse até à borda da piscina para se revigorar com a Água Viva. Nem eu, que a visito tive a preocupação de lhe proporcionar aquela "cura".


Fiquei de facto, muito triste por reconhecer tanto egoísmo e comodismo, tanta omissão e falta de amor da minha parte. Quanto distante estou, meu Deus! É um abismo que me separa da Tua Palavra! Triste fiquei também, por ver tristeza nos seus olhos e na sua cara.


Que Deus afaste de mim a tentação e faça passar pelo meu coração de pedra, a Sua Palavra que converte e vivifica.


Senhor, a Páscoa está a chegar ... e eu, continuarei cega? e surda? e muda?

Senhor, tem compaixão de mim e converte-me!



segunda-feira, 11 de abril de 2011

Encuentro en Fatima 2010-Nueva versión Oficial del Canto Una Gran Señal. A caminho das JMJ 2011

Prece




"Ensinai-nos, Senhor, os vossos caminhos."





"Deus de misericórdia,
que pelo Baptismo nos destes uma vida nova,
fazei que dia a dia
nos configuremos cada vez mais à vossa imagem."


(LH-Quaresma)

domingo, 10 de abril de 2011

Hoje é o dia do Senhor


V Domingo da Quaresma - A


Vida nova


A liturgia deste domingo continua

a Catequese Batismal da Quaresma.


Depois de apresentar:

- Cristo, ÁGUA para a nossa sede (Samaritana);

- Cristo, LUZ para as nossas trevas (Cura do cego);

Hoje nos fala de: - Cristo, Ressurreição para a VIDA (Lázaro).


A Liturgia responde à pergunta: "Como chegar a ser cristão?"

Começamos com a recepção do dom de Deus, na água viva da graça,

com uma iluminação e com uma ressurreição à vida verdadeira.


Na 1a leitura, Ezequiel anuncia VIDA NOVA. (Ez 37,12-14)


O Povo, exilado na Babilónia, desesperado e sem futuro,

vivia uma situação de Morte.

O profeta Ezequiel procurou alimentar a esperança dos exilados e

transmitir a certeza de que Deus não os abandonou.

O texto apresenta a famosa visão dos ossos ressequidos,

que saem dos "túmulos".

O Espírito do Senhor sopra sobre eles e eles ganham vida.

Deus vai transformar a morte em vida, o desespero em esperança,

a escravidão em libertação.

É Deus prometendo ao povo o regresso à sua terra,

restaurando a esperança dos exilados num futuro de felicidade e de Paz.


* O Espírito de Deus nos faz sair dos "túmulos" da desesperança, do medo.

Deus é o Deus da vida em plenitude.


Na 2ª Leitura, Paulo lembra que o Espírito de Deus ressuscitou Cristo

e o introduziu na glória do Pai.

No Batismo, nós recebemos o mesmo Espírito, que dá vida. (Rm 8,8-11)

No Evangelho, Jesus se apresenta como o SENHOR DA VIDA. (Jo 11,1-45)

- O Fato: Mandam dizer: "Lázaro está doente..."

- Jesus: aparentemente não se preocupa... Os apóstolos até estranham...

- Jesus tranquiliza: "Essa doença é para a glória de Deus...

Ele está dormindo" e fica com eles mais dois dias...


- No Encontro com Marta, Jesus se comove e chora...

Não é choro ruidoso, desesperado... mas de afeto e solidariedade...

O povo até comenta: "Vede como ele o amava".


- O Diálogo: - Jesus afirma: "Eu sou a ressurreição e a Vida.

Aquele que crer, ainda que estiver morto viverá... "Você crê nisso?"

- Marta professa sua fé: "Sim, eu creio", que tu és o Cristo..."


- No Sepulcro... "Tirai a pedra..."

(que separa o mundo dos vivos do mundo dos mortos...)

- A Oração: "Pai, eu te dou graças, porque me ouvistes..."

- A Ordem: "Lázaro, vem para fora...

Desatai-o... e deixai-o andar".

E Lázaro recupera a Vida.


Duas formas de SOLIDARIEDADE diante da Morte:



- Os amigos e vizinhos vão à casa de Marta e Maria, para dar os pêsames

e fazer lamentações em altos brados: Símbolo do desespero.

- Jesus nem entra na casa, nesse ambiente dominado pelo desespero.

Ele fica fora e chama para fora...

Os dois choram... mas muito diferente...


+ A Família de Betânia representa a Comunidade cristã,


formada por irmãos e irmãs, não tem pais...

Todos conhecem Jesus, são amigos de Jesus

e acolhem Jesus na sua casa e na sua vida.

Essa família faz a experiência da morte.

Mas os amigos de Jesus sabem que Ele é a Ressurreição e a Vida,

e que dá a vida plena aos seus.

A morte é apenas a passagem para a vida plena.


+ Ressurreição de Lázaro é um SINAL: (7º e último antes da Paixão)



- A Ressurreição de Lázaro é uma prefiguração da Ressurreição de Cristo.

O Batismo é um morrer e ressuscitar com Cristo.

- O "Sinal" de Betânia é também um convite a crer na Vida

e a lutar por ela em todas as expressões.

- O discípulo de Jesus, renascido à Vida no Batismo,

carrega em si o germe da verdadeira Vida.


+ O Prefácio resume o sentido do fato:


"Verdadeiro homem, Jesus chorou o amigo Lázaro;

Deus e Senhor da Vida, o tirou do túmulo;

hoje estende a toda a humanidade a sua misericórdia e

com os seus sacramentos nos faz passar da morte à Vida"


A liturgia da Palavra nesta Quaresma é uma retomada

de nossa "iniciação batismal", que certamente precisa ser aprofundada:

Um ENCONTRO com Cristo,

um DIÁLOGO

e uma PROFISSÃO DE FÉ, a exemplo da Samaritana, do Cego e de Marta.


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 10.04.2011



sábado, 9 de abril de 2011

"É O MESSIAS"




A profundidade do Amor


(Este comentário ao evangelho de hoje tocou-me profundamente porque eu nunca interiorizei como agora que Jesus sofreu de tal ordem que foi digno de pena, de compaixão e de misericórdia, como tenho com qualquer pessoa que sei ou vejo sofrer muito. Só que, nem eu nem ninguém pensou assim! Vendo, não sentiram, não reagiram, não protestaram; ou presenciaram o espectáculo ou fugiram para não se incomodarem com a situação! Ó meu Deus, quantas vezes eu procedi assim com os que encarnam o Teu sofrimento!

"O Senhor instruiu-me e eu entendi. E então vi com clareza o seu proceder para comigo.", Jr 11,18-20.

Pai do Céu, em nome de Jesus vos peço: Tem compaixão de mim que sou uma pecadora.)

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Comentário ao Evangelho do dia - Jo 7,40-53 - feito por : João Paulo II - Enciclica «Dives in misericordia», 7 (trad. © Libreria Editrice Vaticana)


«É o Messias»



O verdadeiro significado da misericórdia não consiste apenas no olhar, por mais penetrante e mais cheio de compaixão que ele seja. [...] A misericórdia manifesta-se quando [...] tira o bem, de todas as formas de mal existentes no mundo e no homem. Entendida desta maneira, constitui o conteúdo fundamental da mensagem messiânica de Cristo. [...] A mensagem messiânica de Cristo e a Sua actividade entre os homens terminam com a Cruz e a Ressurreição. [...] A dimensão divina da Redenção permite-nos descobrir [...] a profundidade do amor que não retrocede diante do extraordinário sacrifício do Filho, para satisfazer a fidelidade do Criador e Pai para com os homens. [...]


Os acontecimentos de Sexta-Feira Santa e, ainda antes, a oração no Getsémani, introduzem uma mudança fundamental em todo o processo de revelação do amor e da misericórdia na missão messiânica de Cristo. Aquele que «passou fazendo o bem e curando a todos», e «sarando toda a espécie de doenças e enfermidades» (Act 10, 38; Mt 9, 35), mostra-Se agora, Ele próprio, digno da maior misericórdia, e parece apelar para a misericórdia quando é preso, ultrajado, condenado, flagelado, coroado de espinhos, pregado na cruz e expira no meio de tormentos atrozes. É então que Ele Se apresenta particularmente merecedor da misericórdia dos homens, a quem fez o bem; mas não a recebe. Nem aqueles que mais de perto contactaram com Ele têm a coragem de O proteger e O arrancar à mão dos Seus opressores. Na fase final do desempenho da função messiânica, cumprem-se em Cristo as palavras dos profetas, e sobretudo as de Isaías, proferidas a respeito do Servo de Javé: «Fomos curados pelas suas chagas» (53, 5). [...]

«Aquele que não conhecera o pecado, Deus tratou-O por nós, como pecado», escrevia São Paulo (2Cor 5, 21), resumindo em poucas palavras toda a profundidade do mistério da Cruz e a dimensão divina da realidade da Redenção. É precisamente a Redenção a última e definitiva revelação da santidade de Deus, que é a plenitude absoluta da perfeição.