quarta-feira, 16 de julho de 2014

PALAVRA DE VIDA – JULHO



“Eu vos digo mais isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,19-20)

A meu ver, esta é uma das frases de Jesus que fazem exultar o coração. Quantas necessidades existem na vida, quantos desejos lícitos e bons que você não sabe como realizar, que não pode satisfazer! Você está profundamente convencido de que somente uma intervenção do Alto, uma graça do Céu, poderia proporcionar-lhe o que você almeja com todo o seu ser. E então, com esplêndida clareza, com uma certeza adamantina, você ouve o próprio Jesus lhe repetir as palavras promissoras e cheias de esperança:
“Eu vos digo mais isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.”
Você deve ter lido no Evangelho que Jesus várias vezes recomenda a oração e ensina o que devemos fazer para sermos atendidos. No entanto, esta oração que hoje estamos considerando é realmente original. Ela exige várias pessoas, uma comunidade, para se obter uma resposta do Céu. Ela diz: “Se dois de vós”. Dois. É o número mínimo capaz de formar uma comunidade. Logo, Jesus considera importante não tanto a quantidade de fiéis, mas o fato de eles serem uma pluralidade.
Também no judaísmo é notório, com talvez você saiba, que Deus estima a oração da coletividade; mas Jesus diz uma coisa nova: “Se dois de vós estiverem de acordo”. Quer que sejam mais de uma pessoa, porém quer que estejam unidas; coloca em relevo a sua unanimidade: Ele quer que sejam uma só voz.
É preciso que se coloquem de acordo quanto ao pedido a ser feito, certamente; mas esta solicitação deve basear-se sobretudo numa concórdia dos corações. Jesus afirma, na prática, que a condição para se obter aquilo que se pede é o amor mútuo entre as pessoas.
“Eu vos digo mais isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles”.
Você poderá perguntar: “Mas por que as orações feitas em unidade têm maior aceitação junto ao Pai?”
Talvez pelo motivo de que são mais purificadas. De fato, com frequência a oração acaba reduzindo-se a uma série de súplicas egoístas que mais lembram pedintes perante um rei, do que filhos diante de um pai.
Enquanto que, tudo o que se pede juntamente com outras pessoas é certamente menos contaminado por um interesse particular. Em contato com os outros somos mais levados a sentir também as suas necessidades e a compartilhá-las.
Não só: também é mais fácil que duas ou três pessoas consigam entender melhor o que pedir ao Pai.
Se quisermos, pois, que a nossa oração seja atendida, convém nos atermos exatamente ao que diz Jesus, isto é:
“Eu vos digo mais isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles”.
O próprio Jesus nos diz qual é o segredo da eficácia dessa oração. Resume-se naquele “reunidos em meu nome”. Quando estamos unidos dessa maneira, temos a Sua presença entre nós e tudo o que pedirmos com Ele será mais fácil de ser obtido. Com efeito, é o próprio Jesus, presente onde o amor recíproco une os corações, que conosco pede as graças ao Pai. E será possível imaginar que o Pai deixe de atender a Jesus? O Pai e Cristo são uma coisa só.
Não acha esplêndido tudo isso? Não lhe dá certeza? Não lhe inspira confiança?
“Eu vos digo mais isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles”.
A essa altura, certamente você gostaria de saber o que Jesus deseja que você peça.
Ele próprio o afirma claramente: “qualquer coisa”. Não existe, portanto, nenhum limite.
Então, coloque também esse tipo de oração no programa de sua vida. Talvez a sua família, você mesmo, os seus amigos, as associações de que faz parte, a sua pátria, o mundo que o rodeia deixem de receber inúmeras ajudas porque você não as pediu.
Coloque-se de acordo com seus parentes e amigos, com quem o compreende ou compartilha os seus ideais e – depois de terem-se disposto a se amarem como manda o Evangelho, estando unidos até merecerem a presença de Jesus entre vocês – peçam. Peçam o mais que puderem: peçam durante a assembleia litúrgica; peçam na igreja; peçam em qualquer lugar; peçam antes de tomar decisões; peçam qualquer coisa.
E, sobretudo, não façam com que Jesus fique decepcionado com o pouco caso de vocês, depois de Ele ter-lhes oferecido tantas possibilidades.
As pessoas haverão de sorrir mais, os doentes terão mais esperança; as crianças crescerão mais protegidas, os lares serão mais harmoniosos; os grandes problemas poderão ser enfrentados até mesmo no aconchego das casas… E vocês conquistarão o Paraíso, porque a oração pelas necessidades dos vivos e dos mortos também é uma daquelas obras de misericórdia sobre as quais deveremos prestar contas no exame final.

Chiara Lubich

domingo, 13 de julho de 2014

HOJE É O DIA DO SENHOR



XV DOMINGO DO TEMPO COMUM




O Semeador

A Liturgia desse domingo nos convida a refletir
sobre a importância da PALAVRA DE DEUS e 
nos exorta a ser uma "terra boa" que acolha a Palavra
e produza frutos abundantes na vida de cada dia.

Na 1ª Leitura, o Profeta compara a Palavra de Deus à CHUVA.
"Não voltará, sem ter cumprido a sua missão". (Is 55,10-11)

* Ao Povo no exílio, já cansado e desiludido de voltar à sua terra,
o profeta anuncia que Deus é sempre fiel às suas promessas.
Sua Palavra é como a chuva e a neve:
caem do céu e não voltam sem terem produzido o efeito.
Deus não esquece o seu povo, sua Palavra nunca falha.

Na 2ª Leitura, Paulo ensina que o tempo da semeadura sempre é difícil,
sofre-se com a dor e a espera, mas não se trata de um grito de morte,
e sim do início de uma nova vida que vem chegando. (Rm 8,18-23)

No Evangelho, com a Parábola da SEMENTE e do SEMEADOR,
vemos que o fruto da Palavra de Deus depende da qualidade da terra. (Mt 13,1-23)

Com essa parábola, Mateus inicia o 3º Discurso de Cristo, composto
de sete Parábolas do REINO, que escutaremos nos próximos 3 domingos.

"O Semeador saiu a semear... a semente". Parte caiu:
  - no caminho... os pássaros vieram e as comeram...
  - no terreno pedregoso: brotou e logo secou.
  - no meio dos espinhos: os espinhos cresceram e sufocaram...
  - na terra boa: produziu 30, 60, 100 por um...

Jesus estava encontrando dificuldade na aceitação de sua Palavra.
- Havia gente que não acreditava...
- Havia gente que embora simpatizasse com Jesus, logo desistia de segui-lo.
- Havia gente que via a mensagem de Jesus como uma ameaça:
  devia mudar de vida, afastar-se do poder, largar as riquezas...
  Por isso, hostilizava e tramava a morte do próprio Jesus.
- No fim estavam ficando com ele só alguns discípulos.
   Até eles tinham as suas dúvidas...
   Será que a palavra de Jesus estava se tornando ineficaz, sem força?

JESUS responde com a Parábola:
Apesar dos obstáculos, a semente não perde a sua força.
Deus lança a sua semente em todas as direções, não recusa:
- nem aos pecadores endurecidos;
- nem às pessoas superficiais;
- nem às pessoas imersas nas preocupações do mundo (prazeres, negócios)...
  O Homem pode fechar-se à Palavra de Deus, rejeitá-la,
   mas sempre haverá terreno onde produzirá 30, 60, 100...
* O acolhimento do evangelho não depende nem da Semente, nem do Semeador,
   mas da QUALIDADE DA TERRA.
+ Diante da Palavra de Deus, há 4 TIPOS DE OUVINTES
   que existiam naquele tempo e que continuam existindo hoje:

- Há aqueles que têm um coração duro como a terra pisada de uma estrada:
não permitem que a semente da Palavra de Deus penetre em seu coração.
E Satanás se encarrega de eliminar os grãos caídos que sobraram no chão.

- Vem em seguida o coração inconstante, que se entusiasma com facilidade, mas depois desanima rapidamente diante das primeiras dificuldades.
A Palavra de Jesus não pode criar aí raízes profundas.  

- Há os que têm um coração materialista. São até "muito religiosos",
mas dão prioridade à riqueza e aos bens deste mundo.
Essas preocupações são como espinheiros que sufocam a semente da Palavra.

- Há também os que têm um coração aberto e disponível.
Neles, a Palavra de Jesus é acolhida e dá muito fruto.

+ A Parábola nos propõe TRÊS PERGUNTAS:

1. Que terreno somos nós ?
Muitas vezes questionamos o PREGADOR ("Semeador") da Palavra de Deus:
"Foi comprido, foi repetitivo... foi pesado..."
Qual tal questionar também a nossa atitude de OUVINTES?

2. Que semeadores somos nós?
- Cuidamos do nosso terreno, retiramos as pedras e espinhos que atrapalham?
Procuramos aprimorar a semente que usamos, ou já tem validade vencida,
porque não estudamos, não nos informamos, não nos atualizamos?
(Na catequese, liturgia, canto, escola, família...)

3. Vale a Pena semear?
A parábola de Jesus é uma Parábola de ESPERANÇA:
Jesus é o Semeador, e nós também o somos, junto com ele...
Ele semeia em todos os terrenos, mesmo nos inférteis.
E algumas sementes acabam germinando...
O importante é semear o grão da esperança.
Semear o sorriso para que resplandeça ao redor de nós.
Semear nossas energias para enfrentar as batalhas da vida.
Semear nossa coragem para reerguer a coragem do outro.
Semear o nosso entusiasmo, a nossa fé, o nosso amor...

O Evangelho de hoje nos garante, que apesar do aparente fracasso,
o sucesso do "Reino" está garantido;
e o resultado final será algo de surpreendente e de maravilhoso.
Deus nos garante: "A palavra de Deus não voltará sem produzir o seu fruto"

  "Põe a semente na terra, não será em vão.
             Não te preocupe a colheita, plantas para o irmão..." (Canto)
                                            
      Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 13.07.2014


sábado, 12 de julho de 2014

Nicholas Winton, o herói anônimo da Segunda Guerra





ELE   SALVOU   6  6  9CRIANÇAS    DURANTE   A     
GUERRA    E   NÃO   SABIA   QUE   ELAS   ESTAVAM  SENTADAS
 AO   LADO   DELE

Sir Nicholas Winton tem uma das
histórias mais fantásticas que já passaram pelo Awebic.
Ele foi o responsável por organizar uma operação de resgate que salvou 669 crianças
de campos de concentração nazista. Elas foram levadas em segurança até a
Inglaterra entre os anos de 1938 e 1939.
Depois da 2ª Guerra Mundial o feito de Nicholas permaneceu desconhecido. Foi só em 1988 que
sua esposa Grete descobriu um velho livro de 1939 com os nomes e as fotos de
todas essas crianças.
A reportagem abaixo conta a história de Sir Nicholas. Destaque para o tempo de 6 minutos
e 31 segundos
do vídeo, quando ele recebe uma homenagem emocionante em um
programa de TV inglês.

(facebook)


































sexta-feira, 11 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dor de mãe




MEU DEUS E MEU PAI
"DESFEITO EM ÁTOMOS DE ÁGUA, PARTIU HOJE PARA O TEU INFINITO O FILHO QUE ME DESTE. GEREI-O COM AMOR, CRIEI-O COM CARINHO E EDUQUEI-O O MELHOR QUE SOUBE. FOI MEU COMPANHEIRO E MEU ARRIMO NAS MUITAS TEMPESTADES QUE TENHO ATRAVESSADO.
HOJE NÃO TENHO NADA.
O MUITO QUE TINHA FOI PARA JUNTO DE TI. A SUA ALMA DE MENINO E O QUE RESTOU DO SEU CORPO DE ANJO TAMBÉM JÁ FOI DESFEITO EM FUMO.
ESTOU SÓ.
TERRIVELMENTE SÓ.
SÓ COMO HÁ SÉCULOS QUANDO A TUA MÃE, NOSSA SENHORA, TE ACOLHEU NO REGAÇO DEPOIS DE TE DESPREGAREM DA CRUZ NO CALVÁRIO.
EU AGORA NADA TENHO.
NAS DISTORCIDAS IMAGENS QUE OS MEUS OLHOS RASOS DE LÁGRIMAS SALGADAS E JÁ SECAS, VEJO, NITIDAMENTE, O TEU ROSTO DE PAI MISERICORDIOSO.
NO PLANO INFINITO DA ETERNIDADE JÁ ESTÁ A TEU LADO O MEU MENINO. TAPA-O COM O TEU MANTO DIVINO QUE AS NOITES SÃO FRIAS PARA LÁ DO UNIVERSO,
ELE É UM BOM MENINO.
O MEU MENINO!
E SE VIRES QUE PODE MERECER ALGUMA COISA DA DOR DESTA PERDA SEM REMÉDIO, ROGO-TE, MEU PAI, QUE PRONTO ME LEVES A VÊ-LO, QUE NESTES DIAS AS SAUDADES APERTAM MAIS ESTE MEU CORAÇÃO TRESPASSADO PELA DOR.
EU SÓ FUI MÃE DESTE FILHO.
HOJE, JÁ NÃO SOU MAIS MÃE DE NINGUÉM."
(In: facebook)


domingo, 6 de julho de 2014

HOJE É O DIA DO SENHOR



XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM




Os Humildes


O Mundo de hoje se preocupa em mostrar
a grandeza dos Poderosos.
Deus demonstra a grandeza dos Humildes.

As Leituras Bíblicas confirmam essa verdade.

A 1a Leitura descreve a volta do Rei vitorioso a Jerusalém. (Zc 9,9-10)

O povo aguardava uma entrada triunfal e
o profeta Zacarias anuncia uma entrada humilde e pacífica,
montando não um cavalo de guerra, mas um jumento.

* Esta profecia faz lembrar a entrada de Jesus em Jerusalém.
O povo esperava um Rei messiânico poderoso.
E Jesus não se impõe pelo luxo ou pela força de um exército poderoso,
mas montando um jumentinho, levando a todos a paz.
Com este gesto, provará que conquistará o coração dos homens,
com o seu amor... não pelas armas.

Na 2ª Leitura, Paulo ensina que a vida "segundo a carne" gera morte;
e que a vida "segundo o Espírito", que recebemos no Batismo,
gera vida. (Rm 8,9.11-13)

O Evangelho narra o retorno dos Apóstolos
da 1a Missão Apostólica. (Mt 11,25-30)    

- Os Apóstolos voltam cansados, mas alegres e exultantes,
   por terem expulsado até os demônios.
- Jesus os escuta com muita atenção e interesse:
   muitos aceitaram sua pregação... outros não...
- Jesus faz uma oração de louvor, porque a proposta de salvação
   encontrou acolhimento no coração dos humildes:
"Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra,
porque escondestes estas coisas aos sábios e inteligentes
e os revelastes aos pequeninos."

* Os Grandes e poderosos, os sábios e inteligentes não perceberam
   a presença do Reino de Deus e não acolheram a sua mensagem...
   Os Pequenos, os pobres, os humildes, os marginalizados
   acolheram com entusiasmo a sua palavra e o seu Reino.

   Deus nega-se aos doutos ensoberbecidos pela própria ciência,
   e se revela aos simples, conscientes da própria pequenez.
   Deus goza com os humildes, por pobres e pecadores que sejam...
   e resiste aos soberbos, por mais santos que imaginem ser.

+ E Jesus acrescenta: "SIM PAI, porque assim foi do teu agrado" :

    Oração despercebida, mas lema de vida para muitos (inclusive meu)...
    - Sim Pai: atitude de Cristo: sua vida foi um contínuo SIM PAI...
- mesmo agora que desejava que todos acolhessem a boa nova...
- no horto das Oliveiras...     
- no Pai Nosso...

    - Sim Pai deve ser também o nosso caminho da Salvação.
      É a vontade de Deus, vivida como se manifesta a cada momento...
      Dizendo Sim Pai, algo maravilhoso vai acontecer.
      Será o princípio de uma vida nova e a origem de um novo amor.
    - Quem vive esse SIM PAI: encontra a Paz, que Cristo veio trazer.

+ E Jesus faz um CONVITE:
"Venham a mim todos vocês que estão cansados de carregar
o peso do seu fardo, e eu lhes darei descanso...
porque a minha carga é suave e o meu fardo é leve".

Jesus vai tirar a carga pesada que os sábios e inteligentes
haviam criado para o povo.
Em troca, ele traz um novo modo de viver na justiça e na misericórdia.

Cansados e aflitos são todos os que sofrem na vida.
São os pobres de Deus, aos quais Jesus dirige sua alegre notícia
e entre os quais ele se sente como um deles.

Na vida quanta miséria humana: quantos problemas, quantos sofrimentos
quanta desilusão e quanto amor negado!
Há problemas que não tem solução, há dor que nenhum analgésico cura,
há escuridão onde a luz não penetra! E Cristo nos repete:
"Venham a mim vocês todos que estão cansados... e eu os aliviarei..."
Só ele poderá aliviar o peso de nossos sofrimentos...

Quando os planos de Deus não correspondem aos nossos, rezemos
com generosidade: "SIM PAI, porque assim foi do teu agrado..."
Estou convencido que muito mais Paz começará a reinar em nosso coração...
                     
Senhor abre nossos ouvidos e nossos olhos
para que possamos ver e ouvir o que é bom e justo.
Clareia a nossa mente para podermos entender
o significado profundo de nossa existência.
Fazei que busquemos a sabedoria que vem de vós.
Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso!     



Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 06.07.2014