sexta-feira, 23 de outubro de 2015

EXTRACTOS DE LA HOMILÍA DEL PAPA







"Tenemos esta libertad para juzgar lo que sucede fuera de nosotros. Pero para juzgar debemos conocer bien lo que sucede fuera de nosotros. ¿Y cómo se puede hacer esto? ¿Cómo se puede hacer esto, que la Iglesia llama ‘discernir los signos de los tiempos’? Los tiempos cambian. Es precisamente de la sabiduría cristiana conocer estos cambios, conocer los diversos tiempos y conocer los signos de los tiempos. Lo que significa una cosa y lo que significa otra cosa. Y hacer esto sin miedo, con libertad”.

"Este es un trabajo que nosotros no solemos hacer: nos conformamos, nos tranquilizamos con ‘me han dicho, he oído, la gente dice, he leído…’. Así estamos tranquilos… ¿Pero cuál es la verdad? ¿Cuál es el mensaje que el Señor quiere darme con aquel signo de los tiempos? Para entender los signos de los tiempos, ante todo es necesario el silencio: hacer silencio y observar. Y después reflexionar dentro de nosotros. Un ejemplo: ¿por qué hay tantas guerras ahora? ¿Por qué ha sucedido algo? Y rezar… Silencio, reflexión y oración. Sólo así podremos comprender los signos de los tiempos, y qué cosa quiere decirnos Jesús”.

"Los tiempos cambian y nosotros los cristianos debemos cambiar continuamente. Debemos cambiar firmes en la fe en Jesucristo, firmes en la verdad del Evangelio. Pero nuestra actitud debe  moverse continuamente según los signos de los tiempos. Somos libres. Somos libres por el don de la libertad que nos ha dado Jesucristo. Pero nuestro trabajo es ver qué sucede dentro de nosotros, discernir nuestros sentimientos, nuestros pensamientos; y ver qué sucede fuera de nosotros y discernir los signos de los tiempos. Con el silencio, con la reflexión y con la oración ”.

(Fuente, Radio Vaticana)

ATENÇÃO À HORA DE INVERNO


Relógios atrasam uma hora no domingo


Hoje às 09:45
Os relógios vão atrasar, na madrugada de domingo, uma hora, iniciando-se o horário de inverno: no continente e na Madeira atrasam 60 minutos às 2 horas e nos Açores à 1 hora.

(JN)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

RENASCIMENTO




(facebook)

Papa S. João Paulo II: faz hoje dez anos que passou para o Pai



S. João Paulo II, rogai por nós









































TEM UMA BOA TARDE COM A PROTECÇÃO DE S. JOÃO PAULO  II



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

NOTÍCIAS




Bashar al-Assad corre a Moscovo

Bashar al-Assad foi recebido em Moscovo, na terça-feira, por Vladimir Putin. O presidente sírio esteve na capital russa para um encontro que não tinha sido anunciado, a primeira viagem ao estrangeiro de Bashar al-Assad desde o início da guerra na Síria, em 2011.
Durante a reunião, transmitida pelas televisões russas, Bachar Al-Assad sublinhou que as operações militares de Moscovo na Síria impedem a expansão do terrorismo na região.
A Rússia tem na Síria pelo menos cinco mil soldados e afirma que os bombardeamentos aéreos que iniciou no dia 30 de setembro visam os jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico e “outros grupos terroristas”. Washington acusa Moscovo de, na realidade, estar a atacar os rebeldes que combatem as forças leais a Bachar Al-Assad.
A Rússia e os Estados Unidos assinaram na terça-feira um memorando para impedir incidentes entre os aviões dos dois países no espaço aéreo sírio.



Palestinianos e israelitas mortos em novos ataques

Esta terça-feira ficou marcada por novos ataques mortíferos em Israel e nos territórios palestinianos.
Em dois incidentes distintos na cidade de Hebron, na Cisjordânia, três palestinianos foram mortos a tiro pelo Exército israelita depois de tentarem apunhalar elementos das forças armadas hebraicas.
Na localidade de Gush Etzion, um israelita perdeu a vida atropelado por um camião conduzido por um palestiniano. Segundo um fotógrafo presente no local, o homem teria tentado agredir com um bastão vários palestinianos que, segundo a polícia israelita, teriam atirado pedras contra a sua viatura.
A cidade de Belém voltou a ser palco de confrontos entre jovens palestinianos e militares israelitas. Junto à fronteira com a Faixa de Gaza, um militante palestiniano foi morto por soldados israelitas durante um protesto.

(euronews)


HOMILIA DO SANTO PADRE EM SANTA MARTA




Na homilia de hoje (2ª feira), o Papa advertiu sobre o risco da idolatria ao dinheiro: o problema não é a riqueza, mas o apego a ela.
 “Jesus não condena a riqueza, mas o apego à riqueza que divide as famílias e provoca as guerras”, disse o Papa Francisco, na Missa celebrada na manhã desta segunda-feira, 19, na Casa Santa Marta.

Segundo o Santo Padre, o apego às riquezas é uma idolatria. Ele recordou que não é possível servir a dois senhores: ou se serve a Deus ou ao dinheiro.

Jesus não é contra as riquezas, mas adverte sobre o risco de colocar a própria segurança no dinheiro, que pode fazer da religião uma agência de seguros.

Além do mais, o apego ao dinheiro divide, como diz o Evangelho que fala de dois irmãos que brigam por causa da herança.

Da Redação, com Rádio Vaticano

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Palavra de Vida – Outubro de 2015





“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” (Jo 13,35)

É esse o distintivo, o sinal de reconhecimento, a característica típica dos cristãos. Ou pelo menos deveria ser esse, porque foi assim que Jesus imaginou que seria a sua comunidade.
Um fascinante escrito dos primeiros séculos do cristianismo, a Carta a Diogneto, dá conta de que “os cristãos não se distinguem dos outros homens nem pelo território, nem pelo modo de falar, nem pelo modo de vestir. Com efeito, não moram em cidades diferentes, não usam alguma língua estranha, nem adotam um modo de vida especial”. São pessoas normais, como todas as outras. No entanto, possuem um segredo que as faz influir profundamente na sociedade, fazendo-as ser como que a sua alma (cf. cap. 5-6).
É um segredo que Jesus confiou aos seus discípulos pouco antes de morrer. Tal como os antigos sábios de Israel, ou como um pai diante de seu filho, também Ele, Mestre de sabedoria, deixou como herança a arte do saber viver, do viver bem. Ele a tinha colhido diretamente do Pai: “Porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15,15), e era esse o fruto da sua experiência na relação com Ele. Essa arte consiste na reciprocidade do amor. É essa a última vontade de Jesus, o seu testamento, a vida do Céu que Ele trouxe à terra, partilhando-a conosco a fim de que nós tenhamos a mesma vida.

Ele quer que seja esta a identidade dos seus discípulos, que eles sejam reconhecidos como discípulos pelo amor mútuo:
“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”
Será que os discípulos de Jesus são reconhecidos pelo amor recíproco? “A história da Igreja é uma história de santidade”, escreveu João Paulo II. “No entanto, ela registra também numerosos episódios que constituem um contratestemunho para o cristianismo” (Incarnationis Mysterium, 11). Durante séculos os cristãos se combateram em nome de Jesus com guerras intermináveis, e persistem na divisão entre si. Ainda hoje há pessoas que identificam os cristãos com as Cruzadas, com os tribunais da Inquisição, ou os veem como defensores ferrenhos de uma moral antiquada, que se opõem ao progresso da ciência.
Não era isso que acontecia com os primeiros cristãos da comunidade nascente de Jerusalém. As pessoas ficavam admiradas pela comunhão dos bens que eles viviam, pela unidade que reinava, pela “alegria e simplicidade de coração” que os caracterizava (cf. At 2,46). “O povo estimava-os muito”, lemos ainda nos Atos dos Apóstolos, com a consequência de que a cada dia “crescia sempre mais o número dos que pela fé aderiam ao Senhor” (At 5,13-14). O testemunho de vida da comunidade tinha uma forte capacidade de atração. Por que também hoje não somos conhecidos como aqueles que se distinguem pelo amor? O que fizemos do mandamento de Jesus?
“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”
Tradicionalmente, em âmbito católico, o mês de outubro é dedicado à “missão”, à reflexão sobre a ordem dada por Jesus, de ir a todo o mundo anunciar o Evangelho, à oração e ao apoio àqueles que se encontram na linha de frente. Esta Palavra de Vida pode ajudar-nos todos a focalizar novamente a dimensão fundamental de todo anúncio cristão. Não se trata da imposição de uma fé, não é proselitismo, não é uma ajuda interesseira aos pobres para que se convertam. Não se trata sequer primeiramente de uma defesa exigente dos valores morais ou do posicionamento firme diante das injustiças e das guerras, embora essas atitudes sejam obrigatórias, das quais o cristão não pode se esquivar.
O anúncio cristão é acima de tudo um testemunho de vida que cada discípulo de Jesus deve oferecer pessoalmente: “O homem contemporâneo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres” (Evangelii nuntiandi, 41). Até mesmo quem é hostil à Igreja muitas vezes fica tocado pelo exemplo daqueles que dedicam suas vidas aos doentes e aos pobres, e estão dispostos a deixar a pátria para ir às frentes de emergência e oferecer ajuda e amizade aos últimos.
Mas Jesus pede sobretudo o testemunho de toda uma comunidade que mostre a veracidade do Evangelho. Ela deve evidenciar que a vida trazida por Ele pode realmente gerar uma sociedade nova, na qual se vivem relacionamentos de autêntica fraternidade, de ajuda e serviço mútuo, de uma atenção coletiva às pessoas mais frágeis e necessitadas.
A vida da Igreja conheceu esse tipo de testemunhos, como por exemplo as aldeias construídas pelos franciscanos e pelos jesuítas para os nativos na América do Sul (cf. as Reduções), ou os mosteiros com os povoados que surgiam ao seu redor. Também hoje, comunidades e movimentos eclesiais fazem surgir pequenas cidades de testemunho (cf. as Mariápolis permanentes) onde se podem ver os sinais de uma sociedade nova, fruto da vida evangélica, do amor mútuo.

“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”
Sem ter de abandonar os lugares em que moramos e as pessoas que frequentamos, se vivermos entre nós aquela unidade pela qual Jesus deu a vida, poderemos criar um modo de viver alternativo e semear ao nosso redor germes de esperança e de vida nova. Uma família que renova a cada dia o desejo de viver concretamente no amor mútuo pode se tornar um raio de luz na indiferença recíproca do condomínio ou da vizinhança. Uma “célula de ambiente”, ou seja, duas ou mais pessoas que se colocam de acordo para atuar com radicalismo as exigências do Evangelho no próprio campo de trabalho, na escola, na sede do sindicato, nos gabinetes administrativos, numa prisão, poderá romper a lógica da luta pelo poder, criar um clima de colaboração e favorecer o surgimento de uma fraternidade inesperada.
Não era isso que faziam os primeiros cristãos no tempo do império romano? Não foi desse modo que eles difundiram a novidade transformadora do cristianismo? Sejamos hoje nós “os primeiros cristãos”, chamados, como eles, a non perdoarmos, a nos vermos sempre novos, a nos ajudarmos; numa palavra, a nos amarmos intensamente como Jesus amou, na certeza de que a sua presença em nosso meio tem a força de envolver também os outros na lógica divina do amor.

Fabio Ciardi
(focolares)