quinta-feira, 2 de março de 2023

Semana do Papa Francisco. 02 de março de 2023

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O Papa Francisco na Hungria, publicados lema e logotipo

 


A Sala de Imprensa vaticana divulga os símbolos da 41ª visita do Papa. "Cristo é nosso futuro" é o lema, enquanto no logotipo, o elemento central é a Ponte das Correntes em Budapeste, que representa a capital e o país 

Cristo é nosso futuro é o lema da viagem apostólica do Papa Francisco à Hungria, programada de 28 a 30 de abril de 2023. A frase pode ser lida no lado direito do logotipo da 41ª visita internacional do Pontífice. Ambos foram divulgados esta quarta-feira (1º/03) pela Sala de Imprensa vaticana.

No logotipo, o elemento central é a Ponte das Correntes em Budapeste, a mais antiga ponte da Hungria que atravessa o Danúbio. Símbolo da capital e do país, originalmente construída para ligar as cidades de Buda e Peste, quer evocar o pensamento, reiteradas vezes lembrado pelo Papa, sobre a importância de construir pontes entre os homens.


Nos dois pilares da ponte estão as cores da Santa Sé (amarelo e branco) e as cores nacionais húngaras (vermelho, branco e verde). O logotipo é delimitado por um círculo que simboliza a Eucaristia, mas também o mundo redimido por Cristo.


No lado esquerdo do círculo, uma cruz lembra o discurso proferido por Francisco em 12 de setembro de 2021 em Budapeste, no qual fazia votos de que a cruz se tornasse uma ponte entre o passado e o futuro.


Vatican News


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Hoje é celebrado são Simplício, papa defensor da doutrina católica

 


REDAÇÃO CENTRAL, 02 Mar. 23 / 05:00 am (ACI).- Simplício foi o papa número 47 da Igreja Católica – sucessor de Hilário –, cujo pontificado durou de 468 a 483, durante o qual foi destituído o imperador Rômulo Augusto e marcou-se o fim do império romano do Ocidente.

Em tempos da heresia do monofitismo no século V – que acreditava unicamente na natureza divina de Jesus Cristo –, este santo defendeu sempre a autoridade da Santa Sé e a independência da Igreja Católica diante do poder político, sobretudo, porque os governantes bizantinos queriam unificar ambas as esferas.

Por exemplo, no ano 476, quando o usurpador Flávio Basilisco se apoderou do trono do imperador romano do Oriente, Zenão, e publicou um edito religioso que rechaçava o Concílio de Calcedônia (451) – o qual condenava a heresia do monofitismo –, o papa Simplício fez todos os esforços para manter o dogma católico e as definições deste último concílio.

Concretamente, são Simplício exortou a ser fiéis à verdadeira fé em suas cartas enviadas a alguns membros do clero, ao bispo de Constantinopla (Acácio) e ao próprio usurpador Flávio Basilisco.

“Esta mesma norma de doutrina católica se mantém firmemente por seus sucessores (os de Pedro), a quem o Senhor confiou o cuidado de todo o rebanho de ovelhas, a quem prometeu não os deixar até o fim dos tempos”, disse o Papa Simplício em 10 de janeiro de 476.

O santo também exerceu um severo cuidado pastoral na Europa Ocidental, publicando decisões sobre questões eclesiásticas. Entre essas, nomeou o bispo de Sevilla como vigário papal na Espanha, de forma que os privilégios da Santa Sé puderam se exercer no próprio país.

Os contemporâneos do santo concordam que levou uma vida austera, de oração constante e mortificações. Morreu em 2 de março de 483


(acidigital)

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quarta-feira, 1 de março de 2023

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Santo do Dia : Santa Inês Cao Kuiying, mesmo engaiolada na China, não negou a fé

Viúva e mártir aos 35 anos [1821 – 1856] 


Origem

Santa Inês Cao Kuiying nasceu numa aldeia chinesa. Ainda bem novinha, foi para um orfanato depois da morte de seus pais, que eram católicos.

Fraternidade católica

Quando jovem, mudou-se para Xingyi (China) em busca de trabalho. Lá, conheceu uma mulher, também católica, que a acolheu em sua casa. Foi nesse tempo que a jovem Inês se encontrou, pela primeira vez, com o Bispo Bai, que estava de passagem por aquela cidade.

Intervenção da Providência

Assim que o Bispo descobriu que aquela jovem não tinha família, quis ajudá-la inserindo-a na paróquia local. Ele a levou para participar de um aprofundamento de fé que acontecia na paróquia da cidade, e logo se impressionou com os rápidos progressos que Inês fazia.

Santa Inês Cao Kuiying e o difícil casamento


Matrimônio e provações

Ao completar dezoito anos, ela se casou com um homem daquela região que trabalhava numa fazenda. Após o casamento, ela o descobriu muito violento. A partir daí, a jovem Inês enfrentou novas dificuldades. Seu cunhado e sua cunhada também passaram a tratá-la com desprezo por ser cristã. Este tratamento foi piorando cada vez mais, a ponto de Inês passar fome dentro da própria casa.

Viuvez

Infelizmente, a situação ficou bem pior depois do falecimento de seu marido: foi expulsa de casa. Para não passar fome, Inês fez trabalhos temporários em casas de família. Por causa desses trabalhos, conheceu uma piedosa viúva católica que a convidou para morar com ela. Em pouco tempo, era nítido o progresso espiritual que Inês vivia, ajudada por aquela mulher que a acolheu em casa.

Sacramentos

Por graça de Deus, a patroa de Inês Cao Kuiying sempre recebia em sua casa a visita de um sacerdote que ministrava para ela o Sacramento da Reconciliação (confissão) e a Eucaristia (celebrava a Santa Missa). Com isso, Inês cultivou com grande esmero a sua própria espiritualidade.

Atitude missionária e vida ativa

Ensinava o catecismo

Certa vez, Inês Cao Kuiying conheceu um missionário que, encantado com o conhecimento que ela possuía sobre a fé católica, a convenceu sair em missão para ensinar a Palavra de Deus. Ela então mudou-se para Baijiazhai, em 1852, onde passou a ensinar o catecismo. De um lado para o outro, Inês pregava a Palavra de Deus e transmitia a fé católica. Em seus tempos livres, ela cozinhava, cuidava de uma casa de família e ainda fazia trabalhos de babá.

Perseguição cristã

O governo local adotou posturas cada vez mais intransigentes com os cristãos. Inês e muitos outros católicos foram levados sob custódia. Embora muitos daqueles cristãos presos tivessem sido libertados pouco tempo depois, Inês e mais um sacerdote, foram mantidos no cárcere.

Engaiolada, manteve-se firme na fé

O julgamento

O Juiz daquela forania ainda tentou persuadir Inês a negar sua fé. Porém, ela manteve-se firme. Ele fez ameaças ainda mais duras ao dizer que ela seria torturada se não negasse sua fé. Mais uma vez, a jovem não demonstrou medo. Por fim, o magistrado a trancou em uma gaiola tão pequena, de modo que ela não conseguia se mexer. Do seu interior brotou a seguinte oração: “Deus, tenha misericórdia de mim; Jesus me salve!”.

Páscoa

Em 1º de março de 1856, ela gritou forte: “Meu Deus, me ajude!” e expirou aos 35 anos. O Papa Leão XIII a proclamou bem-aventurada em 27 de maio de 1900, e no dia 1º de outubro de 2000, o Papa João Paulo II a canonizou com mais 120 mártires da China.

Minha oração

“Senhor, as situações que vivemos tentam nos engaiolar e, cada vez mais, o cerco se fecha para os cristãos. Dai-nos a coragem necessária para, diante das perseguições do tempo presente, não negarmos a Cristo. Assim seja.”

Santa Inês Cao Kuiying, rogai por nós!



(cancaonova)

Laudes de Quarta-feira da 1ª Semana da Quaresma