domingo, 5 de novembro de 2023

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 05.11.2023

QUEM ERAM OS FILISTEUS: A HISTÓRIA DOS FILISTEUS NA BÍBLIA

BENEDICTUS - CAMINHO NEOCATECUMENAL

Hoje a Igreja celebra são Zacarias e santa Isabel, pais de João Batista

 



“Ambos eram justos diante de Deus e observavam irrepreensivelmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor”, afirma são Lucas em seu evangelho (Lc 1,6) sobre são Zacarias e santa Isabel – pais de são João Batista e tios de Jesus –, cuja festa litúrgica é celebrada hoje (5).

Conforme são Lucas descreve no primeiro capítulo de seu evangelho, Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e Isabel era descendente de Aarão. Ambos eram de idade avançada e não tinham filhos, pois Isabel era estéril.

Certo dia, coube a Zacarias ingressar no “Santuário do Senhor” para oferecer o perfume. Então, um anjo do Senhor apareceu e lhe disse que sua esposa lhe daria um filho ao qual chamaria João.

“Irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto”, disse o anjo a Zacarias.

Zacarias perguntou como poderia ter certeza disso, porque ele e sua esposa eram idosos. O anjo, então, respondeu que ele era Gabriel, o que está diante de Deus, e que tinha sido enviado para lhe falar e anunciar esta boa notícia. Em seguida, disse-lhe que ficaria mudo por não ter acreditado.

Quando Zacarias voltou para casa, sua esposa Isabel concebeu um filho e ela pensava: “Eis a graça que o Senhor me fez, quando lançou os olhos sobre mim para tirar o meu opróbrio dentre os homens”.

Depois que o anjo Gabriel apareceu à Virgem Maria, a Mãe de Deus foi ajudar Isabel, que ao vê-la exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas”.

Quando João nasceu, todos se alegraram da misericórdia de Deus. No dia da circuncisão, todos queriam chamá-lo como seu pai. Entretanto, Isabel comunicou que se chamaria João. Zacarias confirmou, escrevendo esse nome em uma tabuinha e imediatamente voltou a falar.

Finalmente, o pai de são João Batista, louvando a Deus, pronunciou o famoso “Cântico de Zacarias”, uma das orações que os sacerdotes e religiosos rezam todas as manhãs em suas orações chamadas ‘Laudes’.

(acidigital)

Laudes da Solenidade de Todos os Santos

sábado, 4 de novembro de 2023

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 04.11.2023

FLORA | SantoFlow Podcast #157

Homilia Diária | Uma vida gasta a serviço dos irmãos (Memória de São Car...

Hoje é celebrado são Carlos Borromeu, patrono de são João Paulo II



Por Redação central

 

 

Hoje (4), a Igreja celebra são Carlos Borromeu, o santo padroeiro de são João Paulo II e muito ligado à vida do pontífice polonês. Conheça a história do valente são Carlos, que também é padroeiro dos catequistas e seminaristas.

São Carlos Borromeu nasceu na Itália em 1538, em uma família muito rica. Era sobrinho do papa Pio IV e ocupou altos cargos eclesiásticos, chegando a ser arcebispo de Milão e Cardeal.

Sua participação no Concílio de Trento foi a chave para este chegar a um término, no qual foram aprovados muitos decretos dogmáticos e disciplinares.

São Carlos se preocupou bastante com a formação dos sacerdotes. Destituiu alguns presbíteros indignos e os substituiu por pessoas que restauraram a fé e os costumes do povo.

A vida de são Carlos Borromeu correu grave perigo quando a ordem religiosa dos Humiliati, que possuía muitos mosteiros, terras e membros corrompidos, tentou desprestigiá-lo para que o papa anulasse as disposições do santo. Não alcançando este objetivo, três priores da ordem armaram um complô para matá-lo.

Jerónimo Donati, um mau sacerdote da ordem, aceitou assassiná-lo por 20 moedas de ouro e disparou contra ele quando estava rezando na capela de sua casa, mas a bala só tocou a roupa e o manto do Cardeal.

Quando se propagou em Milão uma terrível peste, são Carlos se dedicou aos cuidados dos enfermos. Como seu clero não era o suficiente para atender as vítimas, pediu ajuda aos superiores das comunidades religiosas e imediatamente muitos religiosos se ofereceram como voluntários.

Borromeu não se contentou em rezar e atender pessoalmente os moribundos, mas também esgotou seus recursos para ajudar os necessitados e contraiu grandes dívidas.

Foi amigo de são Francisco de Borja, são Felipe Neri, são Pio V, são Félix de Cantalício, santo André Avelino e muitos outros. Chegou inclusive a dar a primeira comunhão ao adolescente são Luís Gonzaga.

Morreu no dia 4 de novembro de 1584, sendo pobre e dizendo: “Já vou, Senhor, já vou”.

São Carlos Borromeu e são João Paulo II

Embora tenham vivido em épocas diferentes, os dois estão unidos por ter histórias parecidas que o próprio são João Paulo II ressaltou em sua audiência de 4 de novembro de 1981.

A primeira semelhança está no nome. “Karol” Wojtyla em português é “Carlos”, nome com o qual João Paulo II foi batizado, estando sob a proteção do santo para crescer na missão de ser filho adotivo de Deus.

“Eis o papel que São Carlos desempenha na minha vida e na vida de todos aqueles que usam o seu nome”, disse.

A segunda semelhança é em uma arma. Assim como tentaram acabar com a vida do arcebispo de Milão, no século XVI, o papa peregrino enfatizou que o atentado que sofreu em maio de 1981 tinha lhe permitido “olhar para a vida de modo novo: esta vida cujo início anda unido à memória dos meus pais e ao mesmo tempo ao mistério do batismo e com o nome de são Carlos Borromeu”, assinalou.

O terceiro fato parecido está nos Concílios. São Borromeu participou no Concílio de Trento e são João Paulo II fez o mesmo no Vaticano II. Como seu padroeiro, o santo do século XX também introduziu os ensinamentos do Concílio em sua própria arquidiocese.

Por último, está o amor pelos pobres e os doentes. João Paulo II é lembrado por visitar os mais necessitados e Borromeu não hesitou em ajudar pessoalmente os afetados pela praga.

Diz-se que são Carlos Borromeu era tão amado em Milão que quase ninguém dormiu na noite em que ele agonizava. E João Paulo II manteve o mundo em oração antes de morrer.

“Olhando para a minha vida na perspectiva do batismo, olhando através do exemplo de são Carlos Borromeu, agradeço a todos os que, hoje, em todo o período passado e continuamente ainda agora, me sustentam com a oração e por vezes também com grande sacrifício pessoal”, disse naquela ocasião o santo polonês.

(acidigital)

Laudes da Memória de São Carlos Borromeu, bispo