quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Hoje é celebrado santo Adeodato I, papa


Hoje é celebrado santo Adeodato I, papa

Santo Adeodato I Santo Adeodato I
Redação central

Por Redação central

8 de nov de 2023 às 05:00

Santo Adeodato foi o papa número 68 de Igreja, que, segundo a tradição, usou pela primeira vez o selo papal nos documentos pontifícios. Do mesmo modo, diz-se que curava diferentes tipos de doenças apoiando apenas seus lábios nas feridas dos enfermos.

O Martirológio Romano menciona o fato de que certa vez curou um leproso ao beijar-lhe as feridas.

Foi eleito papa em 19 de outubro de 615, depois de ter sido sacerdote por 40 anos. Seu pontificado durou apenas três anos. Nasceu em Roma em um tempo em que a Itália estava a mercê dos lombardos e do Império Bizantino.

Santo Adeodato foi filho de um subdiácono chamado Estêvão. Quando jovem, ingressou no mosteiro beneditino de Roma dedicado a Santo Erasmo.

No século VII, Roma estava sendo assolada por desordem, guerras e uma mortal epidemia de peste. Se não bastasse isso, em agosto de 618, a Cidade Eterna foi vítima de um terremoto.

Diante das tragédias, Adeodato manteve a serenidade e preocupou-se em ajudar e consolar os danificados, os enfermos e os leprosos. É atribuída a ele a capacidade milagrosa de ter curado muitas pessoas da peste.

Morreu santamente em novembro de 618. 







Por Redação central


Santo Adeodato foi o papa número 68 de Igreja, que, segundo a tradição, usou pela primeira vez o selo papal nos documentos pontifícios. Do mesmo modo, diz-se que curava diferentes tipos de doenças apoiando apenas seus lábios nas feridas dos enfermos.

O Martirológio Romano menciona o fato de que certa vez curou um leproso ao beijar-lhe as feridas.

Foi eleito papa em 19 de outubro de 615, depois de ter sido sacerdote por 40 anos. Seu pontificado durou apenas três anos. Nasceu em Roma em um tempo em que a Itália estava a mercê dos lombardos e do Império Bizantino.

Santo Adeodato foi filho de um subdiácono chamado Estêvão. Quando jovem, ingressou no mosteiro beneditino de Roma dedicado a Santo Erasmo.

No século VII, Roma estava sendo assolada por desordem, guerras e uma mortal epidemia de peste. Se não bastasse isso, em agosto de 618, a Cidade Eterna foi vítima de um terremoto.

Diante das tragédias, Adeodato manteve a serenidade e preocupou-se em ajudar e consolar os danificados, os enfermos e os leprosos. É atribuída a ele a capacidade milagrosa de ter curado muitas pessoas da peste.

Morreu santamente em novembro de 618.

(acidigital)









Laudes de Quarta-feira da 31ª Semana do Tempo Comum

terça-feira, 7 de novembro de 2023

Missa desde a Basílica da Nossa Senhora do Rosário de Fátima 07.11.2023

Homilia Diária | Deus não se cansa de chamar-nos (Terça-feira da 31.ª Se...

Santo do Dia: São Vilibrordo, o bispo de Utrecht



Origens

São Vilibrordo nasceu em Nortúmbria, Alemanha, em 658. Pertencente a uma família cristã, foi enviado pelo pai como oblato, aos cinco anos, para o mosteiro de York, Inglaterra. Crescido, decidiu dedicar-se ao estado monástico. Ingressou para a Irlanda para aperfeiçoar sua cultura teológica sob guia do abade Egberto. Após nove anos de estudos, foi ordenado sacerdote.

Missionário na Holanda
No ano de 690, foi enviado como missionário acompanhado de onze companheiros para a Frísia, para a evangelização de bárbaros que viviam na Holanda. Escolhido pelo rei Franco Pepino, foi-lhe confiado como campo de apostolado a região ao leste, onde viviam povos hostis ao Evangelho e estavam em frequentes revoltas.

Tornou-se Bispo pelo Papa Sérgio I
Realizou uma viagem para Roma, após sua experiência de apostolado, com o intuito de receber o apoio do Papa Sérgio I, que muito o animou e o presenteou com as relíquias de santos mártires para serem colocadas nas futuras igrejas. Voltou para Roma alguns anos mais tarde, a fim de relatar ao Papa seus sucessos, suas dificuldades e seus planos. Contente com seu empenho, o Papa decidiu torná-lo bispo, acrescentando ao seu nome um nome latino: Clemente.
São Vilibrorbo: o fundador de sedes episcopais e mosteiros

Sede episcopal em Utrecht
Em seu árduo apostolado, São Vilibrordo fundou sua primeira sede episcopal em Utrecht, conquistou a catedral, dedicando-a ao Santíssimo Redentor. Fez progressos na conversão da Frísia e, em seguida, na Dinamarca e na região da Turíngia.

O Afastamento de Frísia
Com a morte do rei Pepino, seu protetor, duque Ratbodo reconquistou parte do território que havia perdido na Frísia, obrigando São Vilibrordo a se afastar da região, ficando retirado perto de Treves, onde anteriormente havia fundado um mosteiro.

O Retorno
Retornou para a Frísia um tempo depois, após a morte de Ratbodo, ajudou São Bonifácio alguns anos no apostolado da Alemanha, conseguindo consolidar a evangelização entre os povos do norte da Europa.

Grande Homem
Descrito por muitos biógrafos com pequena estatura,  São Vilibrordo foi um homem grandioso em suas ações, sobretudo um grande organizador, com destacado senso de comando que lhe permitiu graças também à formação de muitos bispos.

Páscoa
Cansado pelas fadigas apostólicas  e debilitado pela idade, afastou-se no mosteiro de Echternach, onde faleceu no dia 7 de novembro de 739.

Minha oração

“Com grande alma formativa, soubeste ensinar o evangelho aos líderes tanto quanto aos mais simples, educai-nos para uma vida entregue a Deus na formação das nossas almas, assim como a daqueles que necessitam de orientação. Que sejamos fiéis conselheiros, sem medo da verdade e da caridade. Amém.”
São Vilibrordo, rogai por nós! 

(acidigital)

Laudes de Terça-feira da 31ª Semana do Tempo Comum

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

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E depois do Sínodo?

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 06.11.2023

Vatican Media Live - Português

ANGELUS (Texto)

PAPA FRANCESCO
ANGELUS
Praça São Pedro
Domingo, 5 de novembro de 2023

 
Estimados irmãos e irmãs, bom dia!


No Evangelho da liturgia de hoje, ouvimos algumas palavras de Jesus a respeito dos escribas e fariseus, isto é, dos chefes religiosos do povo. Em relação a estas autoridades, Jesus usa palavras muito duras, «porque dizem e não fazem» (Mt 23, 3) e «fazem todas as suas obras para serem admirados pelo povo» (v. 5). É isto que Jesus diz: dizem e não fazem, e tudo o que fazem é para aparecer.
Detenhamo-nos, pois, nestes dois aspetos: a distância entre o dizer e o fazer e o primado do exterior sobre o interior.
A distância entre o dizer e o fazer. A estes mestres de Israel, que pretendem ensinar aos outros a Palavra de Deus e ser respeitados como autoridades do Templo, Jesus contesta a duplicidade da vida deles: pregam uma coisa, mas vivem outra. Estas palavras de Jesus recordam as dos profetas, especialmente de Isaías: «Este povo aproxima-se de mim só com a boca e honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim» (Is 29, 13). É este o perigo a que devemos estar atentos: a duplicidade de coração. Também nós corremos este perigo: esta duplicidade de coração que põe em causa a autenticidade do nosso testemunho e também a nossa credibilidade como pessoas e como cristãos.
Todos nós experimentamos, devido à nossa fragilidade, uma certa distância entre o dizer e o fazer; mas outra coisa é ter um coração duplo, viver com “um pé em dois sapatos” sem fazer disso um problema. Sobretudo quando somos chamados - na vida, na sociedade ou na Igreja - a desempenhar um papel de responsabilidade, lembremo-nos disto: não à duplicidade! Para um sacerdote, um agente pastoral, um político, um professor ou um pai, aplica-se sempre esta regra: o que se diz, o que se prega aos outros, compromete-se a vivê-lo primeiro. Para ser um mestre com autoridade, é preciso primeiro ser uma testemunha credível.
O segundo aspeto é uma consequência: o primado do exterior sobre o interior. De facto, vivendo na duplicidade, os escribas e os fariseus preocupam-se em ter de esconder a sua incoerência para salvar a sua reputação exterior. Porque, se as pessoas soubessem o que deveras está no seu coração, ficariam envergonhadas e perderiam toda a credibilidade. Por isso, fazem obras para parecerem justos, para “salvar as aparências”, como se dizem. O truque é muito comum: pintam a cara, pintam a vida, pintam o coração. Estas pessoas “pintadas” não sabem viver a verdade. E muitas vezes também nós temos a tentação da duplicidade.
Irmãos e irmãs, aceitando esta advertência de Jesus, perguntemo-nos também a nós mesmos: procuramos praticar o que pregamos, ou vivemos na duplicidade? Dizemos uma coisa e fazemos outra? Preocupamo-nos apenas em mostrar-nos impecáveis por fora, pintados, ou cuidamos da nossa vida interior com sinceridade de coração?
Dirijamo-nos à Virgem Maria: ela que viveu com integridade e humildade de coração segundo a vontade de Deus, nos ajude a tornarmo-nos testemunhas credíveis do Evangelho.
_______________________
Depois do Angelus

 
Queridos irmãos e irmãs!
Continuo a pensar na grave situação da Palestina e de Israel, onde tantas pessoas perderam a vida. Peço-vos que pareis, em nome de Deus: cessar-fogo! Espero que todas as vias sejam seguidas para que se evite a todo o custo um agravamento do conflito, que os feridos possam ser socorridos e que a ajuda chegue à população de Gaza, onde a situação humanitária é muito grave. Os reféns devem ser libertados imediatamente. Entre eles há muitas crianças, deixem-nas regressar às suas famílias! Sim, pensemos nas crianças, em todas as crianças envolvidas nesta guerra, como na Ucrânia e noutros conflitos: assim está-se a matar o seu futuro. Rezemos para ter a força de dizer “basta”.
Estou próximo do povo do Nepal, que sofre com o terramoto; bem como dos refugiados afegãos que encontraram asilo no Paquistão, mas que agora já não sabem para onde ir. E rezo também pelas vítimas das tempestades e das inundações, em Itália e noutros países.
Saúdo com afeto todos vós, romanos e peregrinos provenientes de vários países. Saúdo em particular os fiéis de Viena e de Valência, o grupo paroquial de Cagliari, a banda e o coro de Longomoso, no Alto Adige. Saúdo os jovens de Rodengo Saiano, Ome e Padergnone; os catequistas de Cassina de’ Pecchi e os da paróquia de San Giovanni Bosco de Trieste; e saúdo o Comité “Fermare la guerra”.
Desejo a todos bom domingo. Por favor, não vos esqueçais de rezar por mim. Bom almoço e adeus!
 


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Hoje é celebrado são Leonardo de Noblac, padroeiro das parturientes e dos prisioneiros


Por Redação central


Hoje (6), a Igreja Católica celebra a festa de são Leonardo de Noblac, padroeiro dos prisioneiros e das parturientes. Em sua honra foram construídas centenas de igrejas e capelas.

São Leonardo nasceu em Galia, entre 491 e 518, em uma família nobre de Roma. São Remígio, bispo de Reims, o conduziu ao apostolado e à caridade.

Rechaçou o episcopado oferecido pelo rei Clóvis, retirou-se a um convento de Micy e depois a um bosque de Aquitania (França). Mais tarde, recebeu de um rei uma terra em Noblac.

São Leonardo conseguiu a libertação de vários prisioneiros graças a um privilégio que obteve do rei, assim como fazia são Remígio.

Em certa ocasião, ajudou a rainha, que de repente sentiu as dores de parto. As orações e cuidados de são Leonardo permitiram que desse à luz a criança sem complicações particulares. 

(acidigital)

Laudes de Segunda-feira da 31ª Semana do Tempo Comum