sábado, 3 de janeiro de 2026

Hoje é celebrado o Santíssimo Nome de Jesus

 


Santíssimo Nome de Jesus ??
Santíssimo Nome de Jesus | ACI Digital
 

Hoje (3), a Igreja celebra do dia do Santíssimo Nome de Jesus. “Este é aquele santíssimo nome desejado pelos patriarcas, esperado com ansiedade, suplicado com gemidos, invocado com suspiros, requerido com lágrimas, dado ao chegar a plenitude da graça”, dizia são Bernardino de Sena.

A palavra Jesus é a forma latina do grego “Iesous”, que por sua vez é a transliteração do hebraico “Jeshua” ou “Joshua” ou também “Jehoshua”, que significa “Yahveh é salvação”.

O Santíssimo Nome de Jesus começou a ser venerado nas celebrações litúrgicas do século XIV. São Bernardino de Sena e seus discípulos propagaram o culto ao Nome de Jesus. Em 1530, o papa Clemente VI concedeu pela primeira vez à ordem franciscana a celebração do Ofício do Santíssimo Nome de Jesus.

São Bernardino costumava carregar uma pequena imagem que mostrava a Eucaristia com raios saindo dela e, no meio, via-se o monograma “IHS”, abreviação do Nome de Jesus em grego (ιησουσ).

Mais tarde, a tradição devocional acrescentou um significado às siglas: “I”, Iesus (Jesus); “H”, Hominum (dos homens); “S”, Salvator (Salvador). Juntos, querem dizer Jesus, Salvador dos Homens.

Santo Inácio de Loyola e os jesuítas fizeram deste monograma o emblema da Companhia de Jesus.

O nome de Jesus, invocado com confiança:

  • Oferece ajuda nas necessidades corporais, segundo a promessa de Cristo: “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados” (Mc 16,17-18). No Nome de Jesus, os Apóstolos deram força aos aleijados (At 3,6; 9,34) e vida aos mortos (At 9,40).

  • Dá confiança nas provações espirituais. O Nome de Jesus recorda ao pecador o “pai do filho pródigo” e o bom samaritano; ao justo, recorda o sofrimento e a morte do inocente Cordeiro de Deus.

  • Protege-nos de Satanás e de suas artimanhas, pois o diabo teme ao Nome de Jesus, quem o venceu na Cruz.

  • No Nome de Jesus, obtemos toda bênção e graça no tempo e na eternidade, pois Cristo disse: “O que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará” (Jo 16,23). Portanto, a Igreja termina todas as suas orações com as palavras: “Por Jesus Cristo, nosso Senhor”, etc. Assim, cumpre-se a palavra de São Paulo: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos” (Fl 2,10).

SANTO DO DIA - 03 DE DEZEMBRO: SÃO FRANCISCO XAVIER

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Laudes de 3 de Janeiro

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Angelus 01 de janeiro de 2026 - Papa Leão XIV

SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA MÃE DE DEUS
LIX DIA MUNDIAL DA PAZ

PAPA LEÃO XIV

ANGELUS

Praça de São Pedro
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026


Queridos irmãos e irmãs, feliz ano novo!

À medida que o ritmo dos meses se repete, o Senhor convida-nos a renovar o nosso tempo, inaugurando por fim uma era de paz e amizade entre todos os povos. Sem este desejo de bem, não faria sentido virar as páginas do calendário nem preencher as nossas agendas.

O Jubileu, que está prestes a terminar, ensinou-nos como cultivar a esperança de um mundo novo: convertendo o coração a Deus, de modo a transformar os erros em perdão, a dor em consolação, os propósitos de virtude em boas obras. Na verdade, é com este estilo que o próprio Deus habita a história e a salva do esquecimento, dando ao mundo o Redentor: Jesus. Ele é o Filho Unigénito que se torna nosso irmão, ilumina as consciências de boa vontade, para que possamos construir o futuro como um lar acolhedor para todo o homem e mulher que vêm à luz.

A este respeito, a festa do Natal dirige hoje o nosso olhar para Maria, que foi a primeira a sentir bater o coração de Cristo. No silêncio do seu ventre virginal, o Verbo da vida anuncia-se como um pulsar de graça.

Desde sempre, Deus, criador bondoso, conhece o coração de Maria e o nosso coração. Fazendo-se homem, Ele revela-nos o seu. Por isso, o coração de Jesus bate por cada homem e cada mulher: por quem está preparado para o acolher, como os pastores, e por quem não o deseja, como Herodes. O seu coração não é indiferente àqueles que não têm coração para o próximo: pulsa pelos justos, para que perseverem na sua dedicação, e pelos injustos, para que mudem de vida e encontrem paz.

O Salvador vem ao mundo nascendo de uma mulher: paremos para adorar este acontecimento, que resplandece em Maria Santíssima e se reflete em cada nascituro, revelando a imagem divina impressa no nosso corpo.

Neste Dia, rezemos todos juntos pela paz. Em primeiro lugar, pela paz entre as nações ensanguentadas por conflitos e miséria, mas também pela paz nos nossos lares, nas famílias feridas pela violência e pela dor. Certos de que Cristo, nossa esperança, é o sol da justiça que jamais se põe, peçamos com confiança a intercessão de Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja.

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Depois do Angelus:

Queridos irmãos e irmãs,

Saúdo com afeto todos vós, reunidos na Praça de São Pedro neste primeiro dia do ano. Desejo-vos a paz e tudo de bom! Com viva gratidão, retribuo os votos ao Senhor Presidente da República Italiana, Sergio Mattarella.

Por vontade do Papa São Paulo VI, desde 1 de janeiro de 1968 celebra-se hoje o Dia Mundial da Paz. Na minha Mensagem, quis retomar o voto que o Senhor, ao chamar-me para este serviço, me sugeriu: «A paz esteja com todos vós!». Uma paz desarmada e desarmante, que vem de Deus, dom do seu amor incondicional, confiado à nossa responsabilidade.

Caríssimos, com a graça de Cristo, comecemos hoje a construir um ano de paz, desarmando os nossos corações e abstendo-nos de qualquer tipo de violência.

Desejo expressar o meu apreço pelas inúmeras iniciativas promovidas por esta ocasião em todo o mundo. Em particular, recordo a Marcha nacional que se realizou ontem à tarde em Catânia e saúdo os participantes naquela organizada hoje pela Comunidade de Sant’Egídio.

Saúdo também o grupo de estudantes e professores de Richland, New Jersey, e todos os romanos e peregrinos aqui presentes.

Neste início de ano, em que se comemora o oitavo centenário da morte de São Francisco, gostaria de transmitir a cada pessoa a sua bênção, retirada da Sagrada Escritura: «O Senhor te abençoe e te guarde; te mostre a sua face e tenha misericórdia de ti; volva para ti o seu olhar e te dê a paz».

Que a Santa Mãe de Deus nos guie no caminho do novo ano. Muitas felicidades para todos!

1 January 2026 Holy Mass for the Solemnity of Mary Mother of God - Pope ...

SANTA MISSA NA SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA, MÃE DE DEUS
LIX JORNADA MUNDIAL DA PAZ

CAPELLA PAPAL

HOMILIA DO SANTO PADRE LEÃO XIV

Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026


Queridos irmãos e irmãs,

Hoje, Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, início do novo ano civil, a Liturgia oferece-nos o texto de uma bênção belíssima: «O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te favoreça! O Senhor volte para ti a sua face e te dê a paz!» (Nm 6, 24-26).

Esta bênção encontra-se, no livro dos Números, a seguir às indicações sobre a consagração dos nazireus, para sublinhar, na relação entre Deus e o povo de Israel, a dimensão sagrada e fecunda do dom. O homem oferece tudo o que recebeu ao Criador, que responde voltando para ele o seu olhar benigno, tal como nos primórdios do mundo (cf. Gn 1, 31).

Graças à intervenção de Deus e à resposta generosa do seu servo Moisés, o povo de Israel, a quem esta bênção se dirigia, era um povo de libertos, de homens e mulheres renascidos após uma prolongada escravidão. Era um povo que no Egito tinha usufruído de algumas seguranças – não faltava comida, nem teto, nem uma certa estabilidade –, mas à custa de ser escravo, oprimido por uma tirania que exigia cada vez mais, dando cada vez menos (cf. Ex 5, 6-7). Agora, no deserto, muitas das certezas do passado tinham-se perdido, mas em troca havia a liberdade, que se concretizava num caminho aberto para o futuro, no dom de uma lei de sabedoria e na promessa de uma terra na qual fosse possível viver e crescer sem grilhões nem correntes; em suma, num renascimento.

Assim, no início do novo ano, a Liturgia recorda-nos que cada dia pode ser, para cada um de nós, o início de uma nova vida, graças ao amor generoso de Deus, à sua misericórdia e à resposta da nossa liberdade. É bonito pensar deste modo o ano que começa: como um caminho aberto, a descobrir, no qual por graça nos podemos aventurar, livres e portadores de liberdade, perdoados e doadores de perdão, confiantes na proximidade e na bondade do Senhor que sempre nos acompanha.

Tudo isto recordamos ao celebrar o mistério da Divina Maternidade de Maria, que com o seu “sim” contribuiu para dar à Fonte de toda a misericórdia e benevolência um rosto humano: o rosto de Jesus, através de cujos olhos de criança, depois jovem e homem, o amor do Pai nos alcança e transforma.

Por isso, no início do ano, encaminhando-nos para os dias novos e únicos que nos esperam, pedimos ao Senhor que em cada momento sintamos, à nossa volta e sobre nós, o calor do seu abraço paterno e a luz do seu olhar benevolente, para compreendermos sempre mais e termos constantemente presente quem somos e a que fim maravilhoso nos dirigimos (cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 41). Ao mesmo tempo, porém, também nós lhe damos glória, com a oração e a santidade de vida, tornando-nos, uns para os outros, espelho da sua bondade.

Santo Agostinho ensinava que em Maria «o criador do homem se fez homem, para que, embora Ele fosse o criador das estrelas, se alimentasse do seio de uma mulher; embora Ele fosse o pão (cf. Jo 6, 35), pudesse ter fome (cf. Mt 4,2); [...] para nos libertar, embora nós fossemos indignos» (Sermo 191, 1.1). Deste modo, ele recordava uma das características fundamentais do rosto de Deus: o da total gratuidade do seu amor, pelo qual Ele se nos apresenta – como quis sublinhar na Mensagem deste Dia Mundial da Paz – “desarmado e desarmante”, nu e indefeso, como um recém-nascido no berço. Tudo isto para nos ensinar que o mundo não se salva afiando espadas, julgando, oprimindo ou eliminando os irmãos, mas sim esforçando-se incansavelmente por compreender, perdoar, libertar e acolher todos, sem cálculos nem medos.

É este o rosto de Deus que Maria deixou que se formasse e crescesse no seu ventre, mudando completamente a sua vida. É o rosto que ela anunciou através da luz alegre e delicada dos seus olhos de mãe expectante; o rosto cuja beleza ela contemplou dia após dia, à medida que Jesus ia crescendo – criança, adolescente e jovem – na sua casa; e que depois acompanhou, com o seu coração de discípula humilde, enquanto Ele percorria os caminhos da sua missão, até à cruz e ressurreição. Para o fazer, também ela depôs todas as defesas, renunciando a expectativas, pretensões e garantias, como as mães sabem fazer, consagrando sem reservas a sua vida ao Filho que por graça tinha recebido, para que Ela, por sua vez, o doasse de novo ao mundo.

Na Maternidade Divina de Maria, observamos o encontro de duas realidades imensas e “desarmadas”: a de Deus, que renuncia a todos os privilégios da sua divindade para nascer segundo a carne (cf. Fil 2, 6-11), e a da pessoa que com confiança abraça totalmente a sua vontade, prestando-Lhe, num ato perfeito de amor, a homenagem do seu maior poder: a liberdade.

Meditando sobre este mistério, São João Paulo II convidava a contemplar o que os pastores encontraram em Belém: «a serena ternura do Menino, a surpreendente pobreza em que Ele se encontra, a humilde simplicidade de Maria e de José» transformaram a sua vida, tornando-os «mensageiros de salvação» (Homilia na Missa de Maria Santíssima, Mãe de Deus, XXXIV Dia Mundial da Paz, 1 de janeiro de 2001).

Disse-o no final do Grande Jubileu do ano 2000, com palavras que nos podem fazer refletir também a nós: «Quantos dons – afirmava – e quantas ocasiões extraordinárias o grande Jubileu ofereceu aos fiéis! Na experiência do dom recebido e concedido, na recordação dos mártires, na escuta do brado dos pobres do mundo […] também nós entrevimos a presença salvífica de Deus na história. Quase tocámos com a mão o seu amor que renova a face da terra» (ibid.), e concluía: «Como aos pastores que acorreram para o adorar, Cristo pede aos fiéis, aos quais concedeu a alegria do Seu encontro, uma corajosa disponibilidade a partir de novo para anunciar o seu Evangelho, antigo e sempre novo. Convida-os a vivificar a história e as culturas dos homens com a sua mensagem salvífica» (ibid.).

Queridos irmãos e irmãs, nesta Festa solene, no início do novo ano, prestes a concluir o Jubileu da Esperança, abeiremo-nos com fé do Presépio, qual lugar por excelência da paz “desarmada e desarmante”, lugar de bênção, no qual podemos recordar os prodígios que o Senhor realizou na história da salvação e na nossa existência, para depois partirmos, como os humildes testemunhas da gruta, «glorificando e louvando a Deus» (Lc 2, 20) por tudo o que vimos e ouvimos. Que seja este o nosso compromisso e propósito para os próximos meses e para toda a nossa vida cristã.

Hoje a Igreja celebra a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

 


Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
 

A solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (Theotokos) é a mais antiga que se conhece no Ocidente. Nas Catacumbas ou antiquíssimos subterrâneos de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Santa Missa, encontram-se pinturas com esta inscrição.

Segundo um antigo testemunho escrito no século III, os cristãos do Egito se dirigiam a Maria com a seguinte oração: “Sob seu amparo nos acolhemos, Santa Mãe de Deus: não desprezeis a oração de seus filhos necessitados; livra-nos de todo perigo, oh sempre Virgem gloriosa e bendita” (Liturgia das Horas).

No século IV, o termo Theotokos era usado frequentemente no Oriente e Ocidente porque já fazia parte do patrimônio da fé da Igreja.

Entretanto, no século V, o herege Nestório se atreveu a dizer que Maria não era Mãe de Deus, afirmando: “Então Deus tem uma mãe? Pois então não condenemos a mitologia grega, que atribui uma mãe aos deuses”.

Nestório havia caído em um engano devido a sua dificuldade para admitir a unidade da pessoa de Cristo e sua interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas – divina e humana – presentes Nele.

Os bispos, por sua parte, reunidos no Concílio de Éfeso (ano 431), afirmaram a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho. Por sua vez, declararam: “A Virgem Maria sim é Mãe de Deus porque seu Filho, Cristo, é Deus”.

Logo, acompanhados pelo povo e levando tochas acesas, fizeram uma grande procissão cantando: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém”.

São João Paulo II, em novembro de 1996, refletiu sobre as objeções expostas por Nestório para que se compreenda melhor o título “Maria, Mãe de Deus”.

“A expressão Theotokos, que literalmente significa ‘aquela que gerou Deus’, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina”, disse o papa.

“O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz por Maria”, acrescentou.

Do mesmo modo, afirmou que a maternidade da Maria “não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana”. Além disso, “uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, mas da pessoa que ela gera”, disse são João Paulo II.

Por fim, é importante recordar que Maria não é só Mãe de Deus, mas também nossa porque assim quis Jesus Cristo na cruz, quando a confiou a São João. Por isso, ao começar o novo ano, peçamos a Maria que nos ajude a ser cada vez mais como seu Filho e iniciemos o ano saudando a Virgem Maria.

Saudação à Mãe de Deus

Salve, ó Senhora santa, Rainha santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja,
eleita pelo santíssimo Pai celestial,
que vos consagrou por seu santíssimo
e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito!
Em vós residiu e reside toda a plenitude
da graça e todo o bem!
Salve, ó palácio do Senhor! Salve,
ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó Mãe do Senhor,
e salve vós todas, ó santas virtudes
derramadas, pela graça e iluminação
do Espírito Santo,
nos corações dos fiéis
transformando-os de infiéis
em servos fiéis de Deus!

Laudes da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus