segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

DESEJOS PARA 2008 - 10


Muda, para ajudares a mudar o Mundo!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

AS MÁSCARAS

HOJE

Há Máscaras bem bonitas!
Eu tenho muitas e bem diferentes que uso, conforme as ocasiões.
Uso Máscaras para parecer o que não sou, ou para fazer, dizer aquilo que noutras circunstâncias eu não era capaz de fazer ou dizer.

Sei que também usas algumas…

Por isso hoje, em pleno Carnaval vou propor – uma loucura? - que eu e tu, tiremos as Máscaras que usámos durante todo o ano e entremos na nossa verdade!


Vamos confrontarmo-nos! Enfrentarmo-nos:


QUEM SOU EU?


Somos de facto, muito frágeis, preconceituosos, medrosos...

Por que não haveremos de ser sinceros, verdadeiros connosco próprios?


TIREMOS A MÁSCARA!

VERDADE É HUMILDADE

É CARNAVAL



NÓS, AS MULHERES...


“Onze pessoas estavam penduradas numa corda de um helicóptero. Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era suficientemente forte para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.

Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda, alegando:
* que as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, mereceriam sobreviver pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...

Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas…

Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher... “

Internet: Sandra Madureira Alves

Desejo a todos os Amigos que se divirtam com as “danças” , “bailinhos” e cortejos, mas que não fiquem só a ver o espectáculo. Dancem e festejem também.
Eu estarei por aqui!

AS BEM-AVENTURANÇAS




"PRIMEIRO A DEVOÇÃO E DEPOIS A OBRIGAÇÃO"


Liturgia do IV Domingo do Tempo Comum

Sof 2,3;3, 12-13
Sl 145, 7.8-9ª.9bc-10
1Cor 1, 26-31
Mt 5, 1-12
Admonição
O Sermão da Montanha que S. Mateus apresenta hoje, no capítulo 5, não é mais do que a doutrina que Jesus nos propõe para sermos Felizes.
No Reino de Deus, FELIZES são os que seguem o Senhor e põe em prática esta Palavra de Vida eterna. A estes, os simples e humildes, a recompensa será grande no Céu.
Evangelho segundo S. Mateus 5,1-12.
Ao ver a multidão, Jesus subiu a um monte. Depois de se ter sentado, os discípulos aproximaram-se dele. Então tomou a palavra e começou a ensiná-los, dizendo:
«Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu.
Felizes os que choram, porque serão consolados.
Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.
Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu.
Felizes sereis, quando vos insultarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o género de calúnias contra vós, por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque grande será a vossa recompensa no Céu; pois também assim perseguiram os profetas que vos precederam.»
Palavra da Salvação.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

DIREITOS HUMANOS



DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
Artigo 16
" 3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem
direito à protecção da sociedade e do Estado."

APRESENTAÇÃO DO MENINO NO TEMPLO



Hoje a Igreja celebra :

Leituras:

Livro de Malaquias 3,1-4

Livro de Salmos 24,7.8.9.10
Carta aos Hebreus 2,14-18

Evangelho segundo S. Lucas 2,22-40

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

CONGRESSO MUNDIAL SOBRE A MULHER



Congresso mundial sobre mulher no Vaticano


Vinte anos depois da carta apostólica «Mulieris dignitatem»

Por Miriam Díez i Bosch

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008 (ZENIT.org).- Já foi publicado o programa do congresso que a Santa Sé organiza sobre a mulher, dedicado a comemorar os 20 anos da carta apostólica «Mulieris dignitatem» de João Paulo II.
O congresso, titulado «Mulher e homem, a totalidade do humanum», acontecerá em Roma, de 7 a 9 de Fevereiro.

Objectivo
O congresso, afirma à Zenit Rocío Figueroa, responsável do sector Mulher do Conselho Pontifício para os Leigos (www.laici.org), quer «realizar uma autêntica promoção da mulher» e se realizará «compreendendo o feminino a partir de uma antropologia que recupere o valor da pessoa e destaque a relação entre feminino e masculino».

Alguns Temas
- Abertura com o cardeal Antonio Cañizares, arcebispo de Toledo e primaz da Espanha, que faz um balanço dos vinte anos transcorridos desde a «Mulieris dignitatem».
- Hanna Bárbara Gerl-Falkovitz, catedrática de Filosofia das Religiões e de Ciência da Religião Comparada na Universidade Técnica de Dresde, reflectirá sobre o nexo e a continuidade entre a atitude de Cristo com as mulheres e a da comunidade cristã primitiva.
- «Hoje somos testemunhas de como a historiografia está realizando uma revisão metodológica de seu objecto e seu método, com o fim de captar uma visão mais universal e unitária do peregrinar humano», explica Figueroa.
O Congresso, através de um painel que se dedicará ao cristianismo e à promoção da mulher, buscará analisar tanto «a contribuição que mulheres concretas deram à Igreja e ao mundo» como «a contribuição do cristianismo na promoção da mulher», acrescenta esta leiga do Pontifício Conselho para os Leigos.
- Antonia Bel Bravo, Angela Ales Bello e Jack Scarisbrick, mostrarão como a história da Igreja, com seu conjunto de mártires, santas, doutoras, educadoras, fundadoras, ajuda a compreender o verdadeiro sentido teológico da história humana.
- O painel contará também com a presença de Grazia Loparco, e Carlota Rava.
- A contribuição teológica e antropológica que João Paulo II ofereceu na «Mulieris dignitatem» se desenvolverá em duas conferências. A primeira, dedicada aos relatos da criação e à relação entre pessoa, natureza e culturas. A segunda palestra buscará aprofundar na relação entre homem e mulher, com o título «Mulher e homem: criados um para o outro».

(Adaptado de "Zenit")

Daremos outras notícias, oportunamente.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

DESEJOS PARA 2008 - 9


CHINA E EVANGELIZAÇÃO



AFINAL QUAIS SÃO OS PAÍSES DE MISSÃO?


“Prova de prisão e ardor de evangelização: morre bispo chinês de Kinghsien


Por Marta Lago


ROMA, quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008 (ZENIT.org).


- Faleceu o bispo da diocese de Kinghsien (Jingxian/Hengshui) – província de Hebei, China continental –, Dom Mattia Chen Xilu, aos 79 anos, vinte dos quais sofreu privação de liberdade em seu país.
Há exactamente dois anos havia falecido o bispo a quem ele havia sucedido: Dom Pietro Fan Wen-Xing, médico, prisioneiro, sacerdote e sobretudo pastor, nascido em uma «cidade de santos»: Zhujiahe, aldeia da qual procedem cinco dos 120 mártires chineses canonizados em 1º de Outubro de 2000 pelo Servo de Deus João Paulo II.


A 300 quilómetros ao sudeste de Pequim, a diocese de Jingxian tem mais de 40.000 católicos, atendidos por 40 sacerdotes – em sua maioria jovens. Encarrega-se de 4 clínicas e de um asilo. Existem na circunscrição 30 paróquias e 40 lugares de culto. A comunidade é muito activa na assistência aos anciãos e enfermos, assim como nas visitas às famílias.


Membro de uma família católica, Mattia Chen Xilu nasceu em 6 de Fevereiro de 1928. Aos quinze anos ingressou no seminário menor de Jingxian; prosseguiu seus estudos nos Tianjin e Pequim; nesta última cidade foi professor de escola. Em 1950 entrou no seminário maior de Xangai.
Recebeu a ordenação sacerdotal das mãos de Dom Ignácio Kung Pigmei, que posteriormente seria criado cardeal.
Em 1996 foi ordenado bispo [coadjutor]; teria de suceder a Dom Pietro Fan Wen-xing três anos depois, até que em 2002 entrou em coma. Desde então não havia recobrado a consciência.


Na catedral de Jingxian velaram-se os restos mortais de Dom Mattia Chen Xilu, com a celebração diária da Santa Missa e a oração do Rosário. Na terça-feira passada se celebraram seus solenes funerais, presididos por Dom Pietro Feng Xinmao; participaram o bispo de Sienhsien (Xianxian) – Dom Giuseppe Li Liangui – e o bispo coadjutor de Yungping (Yongping/Tangshan) – Dom Pietro Fang Jianping.

Dois mil fiéis se uniram a todos os sacerdotes, religiosas e aos cem seminaristas da diocese na procissão fúnebre.”

(Transcrição)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

MENSAGEM DO PAPA PARA A QUARESMA 2008-1

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2008


«Cristo fez-Se pobre por vós» (cf. 2 Cor 8, 9)
(Conclusão)


4. Convidando-nos a ver a esmola com um olhar mais profundo que transcenda a dimensão meramente material, a Escritura ensina-nos que há mais alegria em dar do que em receber (cf. Act 20, 35). Quando agimos com amor, exprimimos a verdade do nosso ser: de facto, fomos criados a fim de vivermos não para nós próprios, mas para Deus e para os irmãos (cf. 2 Cor 5, 15). Todas as vezes que por amor de Deus partilhamos os nossos bens com o próximo necessitado, experimentamos que a plenitude de vida provém do amor e tudo nos retorna como bênção sob forma de paz, satisfação interior e alegria.

O Pai celeste recompensa as nossas esmolas com a sua alegria. Mais ainda: São Pedro cita, entre os frutos espirituais da esmola, o perdão dos pecados. «A caridade – escreve ele – cobre a multidão dos pecados» (1 Pd 4, 8). Como se repete com frequência na liturgia quaresmal, Deus oferece-nos, a nós pecadores, a possibilidade de sermos perdoados. O facto de partilhar com os pobres o que possuímos, predispõe-nos para recebermos tal dom. Penso, neste momento, em quantos experimentam o peso do mal praticado e, por isso mesmo, se sentem longe de Deus, receosos e quase incapazes de recorrer a Ele. A esmola, aproximando-nos dos outros, aproxima-nos de Deus também e pode tornar-se instrumento de autêntica conversão e reconciliação com Ele e com os irmãos.

5. A esmola educa para a generosidade do amor. São José Bento Cottolengo costumava recomendar: «Nunca conteis as moedas que dais, porque eu sempre digo: se ao dar a esmola a mão esquerda não há de saber o que faz a direita, também a direita não deve saber ela mesma o que faz » (Detti e pensieri, Edilibri, n. 201). A este propósito, é muito significativo o episódio evangélico da viúva que, da sua pobreza, lança no tesouro do templo «tudo o que tinha para viver» (Mc 12, 44). A sua pequena e insignificante moeda tornou-se um símbolo eloquente: esta viúva dá a Deus não o supérfluo, não tanto o que tem como sobretudo aquilo que é; entrega-se totalmente a si mesma.
Este episódio comovedor está inserido na descrição dos dias que precedem imediatamente a paixão e morte de Jesus, o Qual, como observa São Paulo, fez-Se pobre para nos enriquecer pela sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9); entregou-Se totalmente por nós.

A Quaresma, nomeadamente através da prática da esmola, impele-nos a seguir o seu exemplo. Na sua escola, podemos aprender a fazer da nossa vida um dom total; imitando-O, conseguimos tornar-nos disponíveis para dar não tanto algo do que possuímos, mas darmo-nos a nós próprios. Não se resume porventura todo o Evangelho no único mandamento da caridade? A prática quaresmal da esmola torna-se, portanto, um meio para aprofundar a nossa vocação cristã. Quando se oferece gratuitamente a si mesmo, o cristão testemunha que não é a riqueza material que dita as leis da existência, mas o amor. Deste modo, o que dá valor à esmola é o amor, que inspira formas diversas de doação, segundo as possibilidades e as condições de cada um.

6. Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma convida-nos a «treinar-nos» espiritualmente, nomeadamente através da prática da esmola, para crescermos na caridade e nos pobres reconhecermos o próprio Cristo. Nos Actos dos Apóstolos, conta-se que o apóstolo Pedro disse ao coxo que pedia esmola à porta do templo: «Não tenho ouro nem prata, mas vou dar-te o que tenho: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda» (Act 3, 6). Com a esmola, oferecemos algo de material, sinal do dom maior que podemos oferecer aos outros com o anúncio e o testemunho de Cristo, em cujo nome temos a vida verdadeira. Que este período se caracterize, portanto, por um esforço pessoal e comunitário de adesão a Cristo para sermos testemunhas do seu amor. Maria, Mãe e Serva fiel do Senhor, ajude os crentes a regerem o «combate espiritual» da Quaresma armados com a oração, o jejum e a prática da esmola, para chegarem às celebrações das Festas Pascais renovados no espírito. Com estes votos, de bom grado concedo a todos a Bênção Apostólica.


Vaticano, 30 de Outubro de 2007.

BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

MENSAGEM DO PAPA PARA A QUARESMA 2008



MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2008


«Cristo fez-Se pobre por vós» (cf. 2 Cor 8, 9)


Queridos irmãos e irmãs!


1. Todos os anos, a Quaresma oferece-nos uma providencial ocasião para aprofundar o sentido e o valor do nosso ser de cristãos, e estimula-nos a redescobrir a misericórdia de Deus a fim de nos tornarmos, por nossa vez, mais misericordiosos para com os irmãos. No tempo quaresmal, a Igreja tem o cuidado de propor alguns compromissos específicos que ajudem, concretamente, os fiéis neste processo de renovação interior: tais são a oração, o jejum e a esmola. Este ano, na habitual Mensagem quaresmal, desejo deter-me sobre a prática da esmola, que representa uma forma concreta de socorrer quem se encontra em necessidade e, ao mesmo tempo, uma prática ascética para se libertar da afeição aos bens terrenos. Jesus declara, de maneira peremptória, quão forte é a atracção das riquezas materiais e como deve ser clara a nossa decisão de não as idolatrar, quando afirma: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lc 16, 13). A esmola ajuda-nos a vencer esta incessante tentação, educando-nos para ir ao encontro das necessidades do próximo e partilhar com os outros aquilo que, por bondade divina, possuímos. Tal é a finalidade das colectas especiais para os pobres, que são promovidas em muitas partes do mundo durante a Quaresma. Desta forma, a purificação interior é corroborada por um gesto de comunhão eclesial, como acontecia já na Igreja primitiva. São Paulo fala disto mesmo quando, nas suas Cartas, se refere à colecta para a comunidade de Jerusalém (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27).


2. Segundo o ensinamento evangélico, não somos proprietários mas administradores dos bens que possuímos: assim, estes não devem ser considerados propriedade exclusiva, mas meios através dos quais o Senhor chama cada um de nós a fazer-se intermediário da sua providência junto do próximo. Como recorda o Catecismo da Igreja Católica, os bens materiais possuem um valor social, exigido pelo princípio do seu destino universal (cf. n. 2403).
É evidente, no Evangelho, a admoestação que Jesus faz a quem possui e usa só para si as riquezas terrenas. À vista das multidões carentes de tudo, que passam fome, adquirem o tom de forte reprovação estas palavras de São João: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus?» (1 Jo 3, 17). Entretanto, este apelo à partilha ressoa, com maior eloquência, nos Países cuja população é composta, na sua maioria, por cristãos, porque é ainda mais grave a sua responsabilidade face às multidões que penam na indigência e no abandono. Socorrê-las é um dever de justiça, ainda antes de ser um gesto de caridade.


3. O Evangelho ressalta uma característica típica da esmola cristã: deve ficar escondida. «Que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita», diz Jesus, «a fim de que a tua esmola permaneça em segredo» (Mt 6, 3-4). E, pouco antes, tinha dito que não devemos vangloriar-nos das nossas boas acções, para não corrermos o risco de ficar privados da recompensa celeste (cf. Mt 6, 1-2). A preocupação do discípulo é que tudo seja para a maior glória de Deus. Jesus admoesta: «Brilhe a vossa luz diante dos homens de modo que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem vosso Pai que está nos Céus» (Mt 5, 16). Portanto, tudo deve ser realizado para glória de Deus, e não nossa. Queridos irmãos e irmãs, que esta consciência acompanhe cada gesto de ajuda ao próximo evitando que se transforme num meio de nos pormos em destaque. Se, ao praticarmos uma boa acção, não tivermos como finalidade a glória de Deus e o verdadeiro bem dos irmãos, mas visarmos antes uma compensação de interesse pessoal ou simplesmente de louvor, colocamo-nos fora da lógica evangélica. Na moderna sociedade da imagem, é preciso redobrar de atenção, dado que esta tentação é frequente. A esmola evangélica não é simples filantropia: trata-se antes de uma expressão concreta da caridade, virtude teologal que exige a conversão interior ao amor de Deus e dos irmãos, à imitação de Jesus Cristo, que, ao morrer na cruz, Se entregou totalmente por nós. Como não agradecer a Deus por tantas pessoas que no silêncio, longe dos reflectores da sociedade mediática, realizam com este espírito generosas acções de apoio ao próximo em dificuldade? De pouco serve dar os próprios bens aos outros, se o coração se ensoberbece com isso: tal é o motivo por que não procura um reconhecimento humano para as obras de misericórdia realizadas quem sabe que Deus «vê no segredo» e no segredo recompensará.


Vaticano 30.01.2008
(Continua)

AOS ASSISTENTES SOCIAIS




"Caros Colegas

O prazo para a inscrição na Conferência a realizar no Brasil é dia 31 de Janeiro, pelo que devem fazer a vossa inscrição on line com a maior brevidade.

A GEOTUR irá enviar-me dentro de dias o preço para viagem e hotel, o que divulgarei de imediato.No entanto façam já a inscrição na Conferência.

Mais informo que para apresentação dos resumos de "comunicações" o prazo é dia 9 de Fevereiro.

Cumprimentos"


(Transcrição)

DESEJOS PARA 2008 - 8


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

DISCURSO DO SANTO PADRE - 9


Discurso do Santo Padre, Bento XVI, preparado para a visita à Universidade “La Sapienza”

( Conclusão)

"Dito do ponto de vista da estrutura da universidade: existe o perigo que a filosofia, não se sentindo já capaz de levar a cabo a sua verdadeira tarefa, se degrade em positivismo; que a teologia com a sua mensagem remexida pela razão, fique confinada à esfera privada de um grupo mais ou menos grande. Se porém, a razão – solicitada pela sua presuntiva pureza – se torna surda à grande mensagem que lhe vem da fé cristã e da sua sapiência, seca como uma árvore, cujas raízes não chegam à agua que lhe dá a vida. Perde a coragem da verdade e assim não engrandece, mas torna-se mais pequena. Aplicado à nossa cultura europeia isto significa: se ela quer só auto-construir-se com base no círculo dos próprios argumentos e no que no momento a convence e – preocupada com a sua laicidade – se destaca das raízes das quais vive, então deixa de se tornar mais razoável e mais pura, mas desorganiza-se e despedaça-se. Com isto retorno ao ponto de partida.
O que é que o Papa há de fazer ou dizer na universidade?

Seguramente não deve procurar impôr aos outros de modo autoritário a fé, que só pode ser
dada em liberdade. Do seu ministério de Pastor na Igreja e com base na natureza intrínseca deste seu ministério pastoral é sua tarefa manter a sensibilidade pela verdade; convidar sempre de novo a razão a pôr-se em busca do verdadeiro, do bem, de Deus e, neste caminho, solicitá-la a distinguir as luzes úteis recebidas como herança ao longo da história da fé cristã e a perceber assim Jesus Cristo como a Luz que ilumina a história e ajuda a encontrar o caminho em direcção ao futuro.

Do Vaticano, 17 de Janeiro de 2008"

DESEJOS PARA 2008 - 7