terça-feira, 17 de janeiro de 2012

CONVÍVIO MENSAL





Monte Tabor


No passado domingo, realizámos o nosso C.M. na “casa do folclore” na Freguesia das Doze Ribeiras. Estava um pouco de sol, mas muito frio dada a proximidade da Serra de Santa Bárbara.

O Convívio Mensal é uma das “pernas” que formam o tripé das Comunidades Neocatecumenais, sendo as outras, a Palavra e a Eucaristia/Sacramentos, respectivamente. Não podemos caminhar, cochos, por isso é igual a importância de cada uma, de per si.

Nestes Convívios, os irmãos reunem-se todos, num só coração e numa só alma, como tão bem o fizeram a 1ª Comunidade dos Apóstolos para louvar o Senhor por tudo quanto nos vai dar.
Por isso, é sempre com as Laudes que começamos o dia, louvando e bendizendo o Senhor com Salmos e Cânticos.

Este CM começou para mim, na 6ª feira anterior, com a sua preparação; digo-vos que as Laudes nunca me tinham tocado como naquele dia, porque eu escutei e vi, como o Senhor é: Ele guia e protege, quando afundo, Ele ergue-me com mão firme, não me deixa morrer porque quer que eu realize as obras que me estão destinadas e diz-me claramente que eu não tema, pois é a minha fortaleza; o Senhor também me apresentou o exemplo dos “três jovens” que crendo no Senhor Deus único e verdadeiro, deram a vida por Ele; quando se dá a vida pelo Senhor, Ele restitui-nos essa vida e foi por isso que os três jovens não morreram queimados na fornalha ardente: Deus salvou-os. Eu e todos os irmãos, fomos levados a dar uma resposta perante o grande amor com que Deus se nos revela e toda a Comunidade cantou ao ritmo das palmas “Louvai o Senhor”.

Almoçámos no meio de muita alegria porque estávamos ali reunidos por vontade do Senhor e após partilharmos as nossas vivências do mês, orámos por todos nós, demos a paz uns aos outros e regressámos às nossas casas, ao final da tarde.


PARA QUEM ESCOLHE VERDADEIRAMENTE O SENHOR,
ESTE, FOI O DIA DO SENHOR!



domingo, 15 de janeiro de 2012

HOJE É O DIA DO SENHOR




II Domingo do Tempo Comum



Mestre, onde moras?

Após as festas natalinas, iniciamos os domingos do Tempo Comum,
apresentando nas leituras do Evangelho, o início da vida pública de Jesus e
os primeiros encontros com os discípulos.

A Leituras falam do CHAMADO de Deus.

Na 1ª Leitura, SAMUEL, no silêncio da noite,
se ENCONTRA com Deus, que o "chama". (1Sm 3,3b-10-19)

- A Vocação é sempre uma iniciativa misteriosa e gratuita de Deus.
O Profeta torna-se profeta porque um dia escutou Deus
a chamá-lo pelo NOME e a confiar-lhe uma missão.
- A Voz de Deus se faz ouvir no silêncio da noite.
Longe das preocupações do dia a dia, o ambiente é mais favorável
para ESCUTAR os apelos e os desafios de Deus.
- Samuel não reconhece logo e sozinho a voz de Deus.
Só consegue após quatro vezes e com a ajuda do sacerdote Eli.
Deus não desiste diante de nossa surdez...
- Samuel responde:"Fala, Senhor, o teu servo escuta".
É a expressão de uma total disponibilidade, abertura e entrega
face aos desafios e aos apelos de Deus.
* A Vocação de Samuel ilustra a vocação de todos nós.

Na 2ª Leitura, Paulo afirma que, pelo Batismo,
o cristão se ENCONTROU com Cristo e se tornou templo do Espírito Santo.
Não podemos profanar esse templo. (1Cor 6,13c-15a.17-20)

No Evangelho, temos o ENCONTRO
dos PRIMEIROS DISCÍPULOS com Jesus. (Jo 1,35-42)

O Texto faz parte da semana inaugural no Evangelho de João e
apresenta um modelo de chamado e de seguimento de Jesus.
O chamado nasce do testemunho de João Batista,
a partir do qual formou-se uma corrente. Ninguém chega a Jesus sozinho...
- João Batista reconhece o Cristo que "passa" e
aponta a dois discípulos, André e Filipe: "Eis o Cordeiro de Deus…"
- Os Dois Discípulos seguem o Cristo de longe, timidamente.
- Cristo vai ao encontro deles e começa o Diálogo:
"Que procurais"? - "Mestre, onde moras"? "Vinde e vede"…
Foram e permaneceram com ele todo o dia…
- No dia seguinte: André leva o irmão Pedro até Cristo:
Felipe chama Natanael: "Encontramos o Cristo".

* Só podemos encontrar Jesus, se alguém nos fala dele.
O Batista introduziu seus discípulos a Jesus,
em seguida os discípulos procuraram outros candidatos.

VOCAÇÃO: Busca e Convite:
O Cristão é, antes de tudo, aquele que acolhe o chamado de Deus
para seguir Jesus Cristo. Esse seguimento tem um caminho a percorrer...

- "O que estais procurando?"
São as primeiras palavras de Jesus no evangelho de João.
Nós também estamos à PROCURA de algo e de alguém...
Como os discípulos, procuramos saber quem é Jesus...
* O que estais buscando na vida? Qual a razão principal que nos move?

- "Mestre, onde moras?"
A resposta dos discípulos é movida pelo desejo de comunhão.
Os discípulos não estão interessados em teorias sobre Jesus.
Querem, ao contrário, criar laços de intimidade com ele. "Onde moras?"

- "Vinde e Vede"
Para criar intimidade com Jesus, são convidados: "Vinde e vede".
É o encontro com Jesus na intimidade, na simplicidade e acolhimento...
E o resultado da experiência aparece:
"Então eles foram e viram onde Jesus morava.
E permaneceram com ele naquele dia".

* Discípulo de Jesus é aquele que é capaz de reconhecer
no Cristo que passa o Messias libertador,
que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega,
que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e
para viver em comunhão com ele,
que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá-lo aos outros irmãos.

- Samuel reconheceu a voz de Deus e acolheu prontamente...
- João Batista: reconheceu a presença de Cristo no meio da multidão e
o indicou como Salvador.
- Os Discípulos também reconheceram a presença de Cristo,
com alegria o anunciaram a seus amigos e o seguiram prontamente…

Deus também nos chama e convida
para fazer parte da Comunidade de Jesus...
- Temos a mesma disponibilidade de Samuel:
"Fala, Senhor, que teu servo escuta".
- Temos o mesmo ardor missionário dos primeiros discípulos,
que partiram com entusiasmo para anunciar aos amigos
o tesouro que encontraram?

Cristo conta com Você!...

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 15.01.2012


sábado, 14 de janeiro de 2012

“A Humildade é a Verdade”





Ao prepararmos ontem o Convívio mensal, uma irmã citou esta pequenina frase: “ a humildade é a verdade”, no contexto da sua ressonância.
Nunca pensei que fosse tão grande o seu conteúdo!

Neste caminhar, aprende-se todos os dias, precisamente nas coisas que achamos de menor valor e tem-se inúmeras surpresas relativamente às descobertas que fazemos à volta da Palavra de Deus, no seio da nossa Comunidade.

A humildade é a Verdade. A minha verdade! O que é a minha verdade? É aquilo que sou, sem tirar nem pôr! Mas isso é terrível, porque eu sou muito pecadora, tenho muito orgulho e gosto de muita coisa que não é boa! O melhor é esquecer, não pensar, continuar de nariz empinado ...
Aceitar, que sou pior do que aquele ou aquela de quem falo mal, que “prego” e não faço o que digo, que sou omissa para não ter inimigos, que sou uma luz de fósforo porque faz aparato mas rapidamente se apaga … E o meu prestígio, e o meu “nome”, a minha imagem?

A humildade é a Verdade! A humildade é aceitar a minha verdade!
Toda a “minha verdade” tem que vir à tona, completamente livre e com muita alegria, um dia. Esse dia chegará, se eu continuar caminhando. Então surgirão dons e graças que me darão ânimo e coragem para essa escalada que dói, mas cura.

Um dia, amigos, encontrar-nos-emos neste caminho e chegaremos juntos até à meta; parados é que não dá.

TEM UMA BOA TARDE

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Partilha







Há dias em que a secura é de tal ordem, que a minha cabeça parece que se esqueceu de pensar e o coração de bater.
Tenho andado esta semana como uma máquina a “fazer coisas” também precisas, mas que não deixam espaço para eu ter um momento de paragem, para ver e escutar.

Uma das coisas que me tem deixado preocupada, é o facto de estarmos a preparar o encontro de Pais dos Catequizandos da Paróquia. Há anos que se discute a falta de apoio dos mesmos aos filhos, na área da espiritualidade. É um facto que os pais não levam os filhos à Eucaristia nem aos Sacramentos, que as Igrejas estão vazias e que as famílias cristãs quase não existem … Todos os anos se repete esta lengalenga, dizendo-se as mesmas coisas, fazendo-se os mesmos projectos e tudo na mesma.

Por outro lado, toda a Diocese tem conhecimento de que vão acontecer de novo este ano, no final deste mês, aqui na Ilha Terceira, as Catequeses do Caminho Neocatecumenal e ninguém ligado à Igreja fala nisso, a não ser, nós os do Caminho. O Santo Padre exorta a que as Famílias adiram a esta iniciação cristã que é fruto do Espírito Santo .
No dia da Família – 30.12.2011 -, em Madrid, foi bem visível a festa que as Famílias da Europa viveram, dando o seu testemunho de fé cristã, sem medos nem vergonha de se assumirem católicos.


TEM UM BOM DIA


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

«Los paganos nos miran sorprendidos porque les llama la atención cómo nos amamos»






Autor/Fuente:
ALVARO DE JUANA / REVISTA MISIÓN
Fri, 06 Jan 2012 18:26:00



Viven como misioneros en una de las ciudades más frías del mundo desde hace cuatro años. Juan y Cecilia, de Barcelona y Madrid, respectivamente, residen en Barnaul, en la estepa siberiana. Acompañados de sus seis hijos (uno de ellos con Síndrome de Down) dejaron su acomodada vida en España para mostrar en Rusia cómo es una familia cristiana. En eso consiste su misión. Pero, ¿qué les llevó a hacerlo? Estos dos jóvenes pertenecen al Camino Neocatecumenal, una iniciación cristiana de adultos para formarse y madurar en la fe. “Si no hubiera sido porque nuestros padres escucharon hace ya casi cuarenta años las catequesis del Camino que se impartían en sus parroquias, nosotros hoy no estaríamos aquí”, explica Juan. La vida de ambos ha estado siempre ligada a esta realidad eclesial que recupera el itinerario que realizaban los primeros cristianos para madurar su fe.

En la Iglesia antigua, el catecumenado era recorrido por todo el que deseaba ser cristiano y bautizarse. Sin embargo, con el paso de los años la Iglesia percibió que esta iniciación no era tan necesaria debido a la expansión del cristianismo gracias, en parte, a la transmisión de la fe de padres a hijos. Pero ahora esta circunstancia ha vuelto a cambiar por el proceso actual de secularización que ha llevado a mucha gente a vivir su fe de manera superficial o, incluso, a alejarse de la Iglesia. Una de las respuestas del Concilio Vaticano II a esta nueva situación fue restaurar el catecumenado según los elementos rituales del Ordo initiationis christianae adultorum (OICA) aprobado en 1972.

Una comunidad de pobres
De forma paralela, en Madrid, comenzó a gestarse una nueva experiencia que desembocaría más tarde en el Neocatecumenado cuyos iniciado- res son los españoles Kiko Argüello y Carmen Hernández. Él, pintor de éxito en los años cincuenta y sesenta, tras sufrir una grave crisis existencial acudió a vivir junto a los pobres y gitanos del barrio madrileño de Palomeras Altas en 1964. En ellos descubrió a Cristo crucificado y comenzó a hablarles de Dios junto a Carmen Hernández. Se formó entonces una comunidad de personas que se reunían para escuchar la Palabra de Dios y que comenzaban a tener una respuesta concreta de la existencia de Dios en sus vidas. Tiempo más tarde, la Iglesia vería en el Neocatecumenado la oportunidad propicia para recuperar la iniciación cristiana de adultos que en los primeros siglos de cristianismo había dado tantos frutos.

Así, el Camino Neocatecumenal es un instrumento al servicio del obispo para desarrollar en las parroquias una iniciación que ayuda a las personas a descubrir qué es ser cristiano. Se propone, sobre todo a las personas ya bautizadas que no han recibido suficiente formación, y a los alejados de la Iglesia, con la particularidad de que no es un movimiento, ni una congregación, ni una asociación. Fue aprobado de forma definitiva por la Santa Sede en el 2008, y tanto Pablo vi como Juan Pablo ii y Benedicto xvi lo han conocido en profundidad.

El Camino comienza en las parroquias con unas catequesis iniciales que concluyen con la formación de una comunidad. Comienza entonces un itinerario articulado en las tres fases de la iniciación cristiana: Precatecumenado, Catecumenado y Elección, divididas a su vez por etapas. De esta forma los catequistas, enviados por el obispo, guían a la comunidad en comunión con el párroco y la ayudan a profundizar en la fe teniendo como base los tres elementos fundamentales de la vida cristiana: Palabra de Dios, Liturgia y Comunidad. Al final del itinerario, los neocatecúmenos renuevan de forma solemne las promesas bautismales y comienzan un proceso de educación permanente de la fe.

Los frutos de este itinerario postbautismal no se han hecho esperar. La renovación de las parroquias a través del Neocatecumenado ha suscitado un sorprendente impulso misionero que ha hecho que muchos catequistas y familias al completo estén dispuestos a ir a evangelizar a cualquier parte, como en el caso de Juan y Cecilia en Siberia, o de Jorge y Bárbara, que han estado 22 años anunciando a Cristo en su propio país, Chile. Misioneros son también los 86 seminarios diocesanos Redemptoris Mater diseminados por todo el mundo y que forman sacerdotes para la Nueva Evangelización. Otros frutos son las cuatro mil chicas que han abrazado la vida religiosa, las comunidades en misión y la llamada Missio ad Gentes, llevada adelante por familias que, acompañadas de un sacerdote, evangelizan zonas secularizadas haciendo presente una comunidad cristiana.

Argüello destaca que “uno de los dones más grandes que ha recibido el Camino de la Santa Virgen María es que nos ha inspirado para formar comunidades cristianas como la Sagrada Familia, donde vivir nuestra fe en humil- dad, sencillez y alabanza; donde el otro es Cristo”. “La comunidad es como un espejo que te pone frente a tu estatura de fe, puesto que siempre verifica la dificultad para amar al otro cuando es molesto y nos destruye”, aclara. Gracias a la Nueva Evangelización que promueve esta realidad eclesial “los paganos nos miran sorprendidos, porque les llama la atención cómo nos relacionamos entre nosotros y cómo nos amamos. Esta relación es fruto del Espíritu Santo”, subraya Argüello.

Entre dos papas
La primera vez que Juan Pablo ii recibió en privado a los iniciadores del Camino en 1979, el Pontífice les contó que pensando en ellos había visto ante sí "ateísmo, bautismo y catecumenado". En 1990, describió el Camino como un “itinerario de formación católica, válido para la sociedad y para los tiempos de hoy” y pidió al episcopado que valorase y ayudase "a esta obra para la Nueva Evangelización". Por su parte, Benedicto xvi conoció el Camino siendo cardenal y profesor en Ratisbona, y lo inició en Alemania. En enero del 2011, el Papa afirmó que “la Iglesia ha reconocido en el Camino un don particular sus- citado por el Espíritu Santo”, que “ayuda a saborear la vida divina, la vida celeste”.

Una sinfonía que evangeliza
Durante su experiencia entre los más pobres, Argüello vio la necesidad de componer cantos para hacer más comprensible la Palabra de Dios. Después de 40 años de Neocatecumenado, son muchos los cantos que ha compuesto basados en las Escrituras. Recientemente, el iniciador del Camino ha compuesto una sinfonía interpretada por 170 jóvenes músicos de las comunidades. Esta sinfonía catequética está basada en el sufrimiento de los inocentes y, en concreto, en el de la Virgen María al pie de la Cruz.

Nueva estética
La necesidad de que las estructuras de la Iglesia se renueven ha llevado a Argüello a idear una nueva estética siguiendo el espíritu del Concilio Vaticano II con espacios modernos que favorezcan la vida de fe y ayuden al hombre a sentirse amado. “Hemos visto la urgencia de que las estructuras de la Iglesia se renueven; como la parroquia, que, ante la ´aldea global´ de McLuhan, puede transformarse en una ´aldea celeste´, con una nueva estética: un catecumenium, con espacios modernos para el culto y para la vida de las pequeñas comunidades, un modelo social más humano, capaz de abrir espacios para una nueva cultura”, destacó el iniciador del Camino en el Sínodo de los Obispos para Europa de 1999. Junto a un equipo de pintores itinerantes, el también Premio Nacional Extraordinario de Pintura, ha recuperado la iconografía bizantina y su tradición adaptándola a la modernidad. Ha ideado una “Corona Mistérica” con los pasajes evangélicos más importantes de la vida de Cristo que “rodea toda la asamblea, de modo que mientras los hermanos están en la eucaristía, estarán viendo una corona que los arropa y los abraza”, explica Argüello. La Iglesia debe “recuperar una expresión artística cristiana capaz de reflejar el contenido de nuestra fe” porque “solo una nueva estética puede salvar la Iglesia”, aclara. 


(camineo.info)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Festa da Igreja : Baptismo do Senhor






Evangelho segundo S. Marcos 1,7-11.
“Naquele tempo, João começou a pregar dizendo: «Depois de mim vai chegar outro que é mais forte do que eu, diante do qual não sou digno de me inclinar para lhe desatar as correias das sandálias.
Eu baptizei-vos em água, mas Ele há-de baptizar-vos no Espírito Santo.»
Por aqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no Jordão.
Quando saía da água, viu serem rasgados os céus e o Espírito descer sobre Ele como uma pomba.
E do céu veio uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado, em ti pus todo o meu agrado.»


...............

Comentário ao Evangelho do dia feito por : Papa Bento XVI
Homilia de 10/01/2010 (trad. © Libreria Editrice Vaticana)


«Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu agrado»
Junto do Jordão, Jesus manifesta-Se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade do Menino colocado na manjedoura e antecipa os sentimentos pelos quais, no final dos Seus dias terrenos, chegará a lavar os pés dos discípulos e sofrerá a humilhação terrível da cruz. O Filho de Deus, Aquele que é sem pecado, coloca-Se entre os pecadores, mostra a proximidade de Deus em relação ao caminho de conversão do homem. Jesus carrega sobre os Seus ombros o peso da culpa da humanidade inteira, inicia a Sua missão pondo-Se no nosso lugar, no lugar dos pecadores, na perspectiva da cruz.


Quando, recolhido em oração depois do baptismo, sai da água, abrem-se os céus. É o momento esperado pela multidão dos profetas: «Se rasgásseis os céus e descêsseis!», tinha invocado Isaías (64, 1). Neste momento, parecia sugerir São Lucas, esse pedido é satisfeito. De facto, «o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu»; ouviram-se palavras nunca anteriormente pronunciadas: «Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu agrado». [...] O Pai, o Filho e o Espírito Santo descem entre os homens e revelam-nos o Seu amor que salva. Se foram os anjos que levaram aos pastores o anúncio do nascimento do Salvador e a estrela que o levou aos Magos vindos do Oriente, presentemente é a própria voz do Pai que indica aos homens a presença do Seu Filho no mundo, e que nos convida a voltarmo-nos para a ressurreição, para a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte.

(Evangelho Quotidiano)



domingo, 8 de janeiro de 2012

HOJE É O DIA DO SENHOR



Uma Estrela




Celebramos hoje a festa da Epifania e
a conclusão do tempo litúrgico do Natal,
lembrando a adoração de Jesus pelos Magos,
representantes das pessoas do mundo inteiro.
Toda liturgia de hoje é permeada pelo sentido universal da obra de Cristo.

A palavra "Epifania" significa: Manifestação de Deus aos homens.

A Liturgia desse domingo nos leva à manifestação de Jesus, como "Luz" que atrai a si TODOS os povos.
Essa "Luz" brilhou no meio da trevas do mundo e
iluminou os caminhos dos homens com uma proposta de salvação.

A 1a Leitura anuncia a chegada da Luz salvadora do Senhor,
que alegrará Jerusalém e que atrairá a ela povos de todo o mundo. (Is 60,1-6)

Jesus é a Luz que vence as trevas do pecado e da opressão e
que dá ao mundo um rosto mais brilhante de vida e de esperança.
Hoje a Igreja é a comunidade dos que aderiram a Jesus e acolheram essa Luz.
- Em nossas comunidades brilha a luz libertadora de Jesus?

A 2ª Leitura apresenta o projeto salvador de Deus, como uma realidade que vai atingir toda a humanidade
juntando JUDEUS e PAGÃOS, numa mesma comunidade de irmãos,
a comunidade de Jesus. (Ef 3,2-3a.5-6)

Evangelho apresenta Jesus como a LUZ,
que atrai para si todos os povos. (Mt 2,1-12)

Os MAGOS, representando todos os povos da terra, vão a Jerusalém,
ao encontro de Jesus, o aceitam como "Salvação de Deus" e o adoram.
A Salvação, rejeitada pelos habitantes de Jerusalém,
torna-se agora uma oferta universal.

- A narrativa, exclusiva de S. Mateus, tornou-se muito conhecida e popular...
No entanto, não estamos diante de uma reportagem jornalística
que faz a cobertura oficial de três chefes de estado a outro país.
Estamos diante de uma CATEQUESE sobre Jesus,
destinada a apresentar Jesus como Salvador de todos os homens.
- A Estrela, inventada por Mateus, não é um astro no céu, mas a pessoa de Jesus.
Ele é a "Luz" anunciada pelos profetas, que ilumina todos os povos e nações.
- Os Magos representam todos os homens que vão ao encontro de Jesus
e se deixam guiar pela sua mensagem de paz e de amor.
- Intenção de Mateus era apresentar Jesus como o Messias, o novo Moisés...
o ungido de Deus, recusado pelos judeus e aceito pelos pagãos
que formarão o novo Israel, o novo povo de Deus: a Igreja.
+ Duas atitudes diferentes vão se repetir ao longo de todo o Evangelho:
- O Povo de Israel rejeita Jesus, enquanto os "magos" (pagãos) O adoram;
- Herodes e Jerusalém "ficam perturbados" diante da notícia do nascimento
do menino e planeiam a sua morte,
enquanto os pagãos sentem uma grande alegria e
reconhecem em Jesus o seu salvador.
* Mateus mostra que Jesus vai ser rejeitado pelo seu Povo;
mas vai ser acolhido pelos pagãos, que formarão o novo Povo de Deus.

+ O Caminho seguido pelos Magos para encontrar Jesus
é o caminho a ser seguido por todos nós, em nossa procura de Deus:
- Estão atentos aos sinais (estrela),
- percebem que Jesus é a Luz que traz a Salvação,
- põem-se decididamente a caminho para o encontrar...
- perguntam aos judeus, que conhecem as Escrituras, o que fazer,
- encontram Jesus e o adoram como "Senhor".

* Nesse relato, descobrimos também as etapas do nosso caminho:
- Sensibilidade em distinguir os sinais de Deus…
- Generosidade em aceitar… "Vimos …e viemos…"

+ Com quem nos assemelhamos?
- Com os SACERDOTES, que conheciam bem a Religião,
mas se mostraram indiferentes aos sinais de Deus?
- Com HERODES, que aparentemente se mostra interessado,
mas na realidade é hostil ao Menino?
- Com os MAGOS, que estão atentos aos acontecimentos
e generosos em deixar tudo e se pôr ao seu encontro?
Os Magos representam todos os povos não judeus,
agora associados à História da Salvação.

Os magos aceitaram o convite e não perderam a esperança:
nem mesmo na incompreensão dos contemporâneos…
nas dificuldades da longa caminhada… na ignorância e maldade de Herodes...
na indiferença dos sacerdotes... nem estranharam o ambiente rústico do menino, procurado como rei dos judeus.

Se olharmos o mundo e os homens com os olhos da fé…
tudo será uma manifestação e presença de Deus… uma perene Epifania...

Os magos não se apresentam de mãos vazias…
Oferecem o que tinham de melhor.
O que podemos oferecer hoje ao menino de Belém?
Certamente ele gostaria de ganhar um pouco do nosso tempo,
um espaço em nosso coração, a partilha dos nossos dons...
Sejamos generosos!...

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 08.01.2011

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

KIKO SINFONIA A BETLEMME COMPLETA


Sinfonia-catequética "ESPADA": Actuação realizada em Belém, Terra Santa.

(In: youtube)

O Bruno está na Terceira...






e visitou Angra do Heroísmo


Hoje tive uma grande surpresa: conheci presencialmente o Bruno! Um irmão da Comunidade Neocatecumenal das Capelas. Já tínhamos ouvido falar um do outro, só que nunca nos tínhamos visto. E isto fez toda a diferença.

Marcámos encontro na Sé e, através de uma amiga soube que aquele moço barbudo que estava num banco da frente era o Bruno. Quando ele olhou para trás eu, desabridamente, pisquei-lhe o olho. O semblante dele abriu-se e a alegria brotou em nós os dois.

Éramos três à volta de uma mesa: um jovem e duas mulheres com mais de 60 anos. Todavia a nossa conversa não tinha idade nem teorias. Iguais na partilha da experiência de vida e nas vivências espirituais. “Caminhamos”, uns há mais tempo do que outros; porém com as mesmas tribulações, inquietações e esperança na vinda do Senhor que nos conduzirá à Terra Prometida.

E verificámos, mais uma vez que a Palavra que havíamos escutado na Eucaristia, fazia sentido nas nossas vidas:
“Caríssimos: Quem é o vencedor do mundo senão aquele que acredita que Jesus é o Filho de Deus? É o Espírito que dá testemunho, porque o Espírito é a Verdade. Quem acredita no Filho de Deus tem em si mesmo este testemunho. E o testemunho é este: Deus deu-nos a vida eterna e esta vida está em seu Filho.” 1Jo 5,5-13


“JERUSALÉM, LOUVA O TEU SENHOR”.

“COMO É MARAVILHOSO, ESTAR COM OS IRMÃOS!”





quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

GRUPO JUVENIL CATÓLICO: 60 ANOS



Angra do Heroísmo





O Grupo Juvenil Católico (G.J.C.) celebrou, no primeiro dia do novo ano, 60 anos sobre a sua fundação. Alguns dos seus elementos comemoraram a efeméride com a participação na Eucaristia, na Sé Catedral de Angra do Heroísmo pelas 18.00 horas. De seguida foi-lhes servido um porto de honra na Sala dos Cónegos, onde igualmente puderam apreciar uma exposição elucidativa de todo o percurso do GJC ao longo dos 20 anos de existência, nomeadamente ao nível cultural, desportivo e religioso.
Destacamos algumas fotos deste evento:















terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Partilha


Antes da Epifania




Dizei à filha de Sião: Eis que vem o teu Salvador e traz consigo a recompensa. Serão chamados “Povo santo”, “ Resgatados do Senhor”, Is 62,11-12.


O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Da sua plenitude todos nós recebemos.

Prece
Jesus, paciente, obediente, manso e humilde de coração, manifestai a todos os homens o poder e a beleza da humildade.


(In: Livro das Horas: dia 02 de Janeiro, da semana antes da Epifania)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Santa Maria Madre de Dios






Hoy es un día muy rico, hay muchas coincidencias, muchas cosas bonitas son las que celebramos hoy: celebramos el último día de la octava de Navidad, celebramos también la maternidad divina de María (María, Madre de Dios), la Jornada Mundial de la Paz, y el inicio del año civil. Y estas celebraciones las hacemos en un contexto de crisis, de cambio de modelo, de no saber muy bien hacia donde vamos socialmente...

Yo quisiera relacionar un poco todos estos aspectos que hoy celebramos y vivimos, y comunicar dos luces, dos ideas.

Quisiera comenzar relacionando el nacimiento de Jesús y María. El evangelio nos presenta María como una persona reflexiva (“María conservaba estos recuerdos en su corazón y los meditaba”) por tanto podemos pensar que María, como persona reflexiva, se hacía preguntas: ¿Por qué el Hijo de Dios ha querido nacer de una joven sencilla y humilde como yo? ¿Por qué el Hijo de Dios ha querido nacer en un establo, donde los pobres guardan el ganado? ¿Por qué ha querido tener como a primera visita la de unos pastores? (Imaginemos como eran los pastores de aquellos tiempos)

¿Por qué … por qué todo esto? María está delante del misterio de la pobreza de Dios. Dice el Papa en la homilía del 1 de enero del año 2009, hablando de María: “Comprendió que Dios se había hecho pobre por nosotros, para enriquecernos con su pobreza llena de amor, para exhortarnos a frenar la avaricia insaciable que suscita luchas y divisiones, para invitarnos a frenar el afán de poseer, estando así disponibles a compartir y a acogernos recíprocamente.”

La pobreza del nacimiento de Jesús no es una cosa anecdótica, o casual, o circunstancial. El Nacimiento de Jesús en un establo es providencial, forma parte del plan de Dios. Dios se está revelando con este nacimiento. Dios nos está hablando con este nacimiento pobre...

Dice el Papa: “La pobreza del nacimiento de Cristo en Belén,…, es escuela de vida para cada hombre”. ¡¡¡Escuela de vida!!! para frenar el afán de poseer, y entonces estar dispuestos a compartir y acoger.


Cuando hablo de contemplar el pesebre, de mirarlo, de rezar ante él es para que se convierta en escuela de vida. Es para que su pobreza le diga algo a nuestra vida, a nuestro estilo de vida, a nuestros viajes, a nuestras casas, a nuestros gastos, a nuestros coches...

¿Nos habla o no nos habla la pobreza del establo?

La segunda relación que quisiera establecer es entre nacimiento de Jesús y la crisis actual. Vivimos tiempos complejos, no es sólo una crisis lo que vivimos, hay un cambio de modelo de funcionamiento, y no sabemos demasiado bien donde iremos a parar... Pienso que el nacimiento de Jesús nos dice dos cosas:

1. Importancia de los valores: Veo una Europa muy centrada en establecer medidas concretas para salir de la crisis y muy poco en determinar los valores que queremos preservar. Y es a partir de los valores que queremos vivir que hemos de organizarnos. Corremos el riesgo de acabar pareciéndonos a los países asiáticos, que crecen cada año, pero donde los derechos laborales y humanos están bajo mínimos.... De Belén nacen, o reciben más fuerza, valores como la solidaridad, la justicia, el bien común, el valor inalienable de la persona, la opción preferencial por los pobres, etc...

2. El nacimiento de Jesús también nos dice otra cosa: lo que debe cambiar es el corazón del hombre. Es verdad que hemos de procurar cambiar las estructuras injustas, pero si el corazón del hombre no cambia no saldremos adelante.

Los indignados tienen muy buenas intenciones, pero sólo proponen cambios de estructuras, así no vamos a ningún lugar.

En cambio, el nacimiento de Jesús apunta en otra dirección: un nuevo corazón, una nueva humanidad. Lo expresa muy bellamente el Papa, en la misma homilía: “Por esto, el nacimiento de Jesús, que culminó en el misterio pascual, es el inicio de un mundo nuevo, porque inauguró realmente una nueva humanidad, capaz de llevar a cabo una "revolución" pacífica, siempre y sólo con la gracia de Cristo. Esta revolución no es ideológica, sino espiritual; no es utópica, sino real; y por eso requiere infinita paciencia, tiempos quizás muy largos, evitando todo atajo y recorriendo el camino más difícil: el de la maduración de la responsabilidad en las conciencias.”

¡Cuánta verdad!, ¡cuanta belleza hay en lo que plantea el cristianismo! Lo que le falta a este planteamiento es que ¡lo vivamos!

Nietzsche decía de nosotros: “Tendrían que cantarme cánticos mejores para que creyera en su Salvador. Tendría que verlos más salvados”. Nietzsche pone el dedo en la llaga, allí donde nos hace daño. Nos viene a decir: “Predicáis la salvación, ¡pero no os veo salvados!”

Más poéticamente el poeta cristiano Paul Mauriac, pero también bastante incisivo, dice: "Hemos robado al Señor, y el resto del mundo no sabe dónde lo hemos puesto."

Empezamos un nuevo año, momentos de propósitos, que en nosotros haya algún propósito para que la gracia de Cristo pueda entrar en nosotros más intensamente y transforme nuestro corazón de piedra en un corazón de carne. Amén. 
(In: camineo.info)





HOJE É O DIA DO SENHOR




Maria, Mãe de Deus

Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas.
Celebra-se a Solenidade de Santa Maria, MÃE DE DEUS:
somos convidados a contemplar a figura de Maria,
aquela mulher que, com o seu "sim" ao projeto de Deus,
nos ofereceu Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se também o DIA MUNDIAL DA PAZ: em 1968,
o Papa Paulo VI propôs que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo.
Celebra-se ainda o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada
percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama e
que todo o dia nos oferece a sua bênção e a vida em plenitude.

As leituras nos propõem esses temas:

A 1ª Leitura, sublinha a presença contínua de Deus em nossa caminhada
e recorda que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude. (Nm 6,22-27)

Era uma fórmula de Bênção usada no Templo de Jerusalém
para abençoar a comunidade, no final das celebrações litúrgicas,
antes de o Povo regressar a suas casas:
"O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a Paz".
* A Bênção de Deus sempre é uma garantia de sua presença e uma fonte de paz.
Fortalecidos pela nova luz que provêm da fé, queremos iniciar o novo Ano.

A 2ª Leitura evoca outra vez o amor de Deus,
que enviou o seu Filho ao encontro dos homens
para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus "filhos".
É nessa situação privilegiada de "filhos" livres e amados
que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe 'abbá" ("papai").
Cristo se "humaniza" para divinizar o homem. (Gl 4,4-7)

O Evangelho apresenta Maria, recebendo feliz a visita dos PASTORES...
e meditando em seu coração tudo o que falavam do Messias.
(Lc 2,16-21)
O texto não é uma reportagem do nascimento de Jesus;
mas uma catequese sobre quem é esse menino e qual a sua missão:
Jesus é o Messias libertador, enviado a trazer a paz.

- Quem são os Destinatários do anúncio?
Os Pastores, classe marginalizada, considerada impura, pecadora e
muito longe de Deus e da Salvação.

* A proposta de Jesus se destina de modo especial àqueles
que a teologia oficial excluía e condenava.
Deus os ama, conta com eles e os convoca para fazer parte da sua família..
- Como reagem?
Depois de escutarem a "boa nova" do nascimento do libertador,
dirigem-se "apressadamente" ao encontro do menino.
Sublinha a ânsia com que os pobres e os marginalizados esperam
a ação libertadora de Deus e apressam-se para ir ao seu encontro.
A disponibilidade de coração é a primeira coisa que Deus pede.
- Glorificam e louvam a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido:
é a alegria pela libertação que se converte em ação de graças.
Depois, vão correndo anunciar aos outros a sua grande alegria e
todos os que os escutam também ficam admirados...

- A Atitude de Maria:
Ela "conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração".
É a atitude de quem é capaz de abismar-se com a ação do Deus libertador,
com o amor que Ele manifesta nos seus gestos em favor dos homens.
A Maternidade de Maria não termina em Belém,
prolonga-se até a Cruz e a toda a Igreja.
- A atitude meditativa de Maria, que interioriza e aprofunda os acontecimentos, complementa a atitude "missionária" dos pastores,
que proclamam a ação salvadora de Deus, manifestada no nascimento de Jesus.
Estas duas atitudes são essenciais na existência de quem crê.

+ Hoje também é o 45º DIA MUNDIAL DA PAZ
dedicado ao tema: "Educar os jovens para a justiça e para a paz".
Durante as festas de Natal, ouvimos com frequência a palavra "Paz".
Maria é apresentada como aquela que gerou o "Principe da Paz".
A Igreja quer nos lembrar desde o primeiro dia do ano,
que a paz anunciada pelos anjos em Belém, é possível...
PAZ no coração, na família, na vizinhança, na comunidade, no trabalho...
O Papa, na Mensagem para o dia de hoje, aborda uma questão urgente:
"Escutar e valorizar as novas gerações na realização do bem comum e
na afirmação de uma ordem social justa e pacífica,
na qual possam ser plenamente manifestados e realizados
os direitos e liberdades fundamentnais do ser humano". (Bento XVI)

+ Mais um ano... que começa...
Desejo que o novo ano seja para todos vocês, cheio de Paz e Prosperidade,
com todas as bênçãos de Deus... Aproveitemos essa celebração para agradecer
a DEUS pelo dom da Vida, pela sua Graça, pela sua Força...
às PESSOAS, que nos ajudaram em nossa caminhada.
Peçamos Perdão pelas vezes que falhamos e façamos uma Prece,
para que Deus nos acompanhe sempre nesse ano que estamos iniciando.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 01.01.2012

sábado, 31 de dezembro de 2011

Hoje é o último dia do ano 2011







Que dizer? Que fazer? São os cumprimentos com frases tradicionais para os amigos.

Mais, faço desejos sinceros de que o próximo ano seja de maior entendimento da realidade da vida que nos rodeia.

Nada acontece por acaso, porque não andamos neste mundo “ao calhas”, perdidos. Os que assim pensam, suicidam-se, como já está a acontecer bem perto de nós, procuram ambiente ilusórios, consomem drogas para conseguirem viver sem pensar nem ver o caos das suas vidas...

Que neste próximo ano, eu e tu, consigamos sair da nossa apatia-preguiça e ir ao encontro desses irmãos, trazê-los para o nosso redil onde há tribulações mas também muita esperança e amor para partilhar.

E por todo este ano que passou convido-te a cantares comigo este Salmo de Louvor ao Senhor por tudo quanto nos deu, pois TUDO nos foi dado por amor, para nossa salvação.


(In: Bíblia de Jerusalém)



FELIZ ANO NOVO