domingo, 11 de outubro de 2009

HOJE É DOMINGO



Algo mais

Nesse dias, enquanto preparava essa homilia,
ouvi a conversa de um paroquiano pechinchando com a secretária sobre o dízimo...
Queria estar em dia... mas com o mínimo...
Creio que é a realidade de muitos cristãos:
foram educados numa religião do mínimo: confessar uma vez por ano,
comungar só pela páscoa, uma missa aos domingos...

E a Liturgia de hoje nos lembra que devemos escolher sempre o melhor,
desejar sempre algo mais:

A 1a Leitura, fala da escolha feita por SALOMÃO: (Sb 7,7-11)

- Recém coroado, o jovem Rei vai ao templo oferecer um sacrifício a Deus.
- Deus, satisfeito, lhe diz: "Pede-me o que queres... e eu te darei..."
- Salomão: "Sou um adolescente... dai-me um coração sábio,
capaz de julgar o vosso povo e discernir entre o Bem e o Mal..."
- O pedido agradou a Deus:
"Já que não pediste nem vida longa, nem riquezas, nem a morte
de teus inimigos, mas sim inteligência para governar meu povo...
vou te dar o que pedes... e também o que não pediste..."

* Salomão escolheu a SABEDORIA como Bem maior, preferível ao poder e às riquezas...

A 2ª Leitura convida-nos a acolher a PALAVRA DE DEUS. (Hb 4,12-13)
"Ela é viva, eficaz e mais penetrante de qualquer espada de dois gumes".
Ela ajuda a discernir o bem e o mal e a fazer a escolha certa.

O Evangelho, narra a escolha do JOVEM RICO: (Mc 10,17-30)

- Jesus está a caminho, ensinando aos discípulos as exigências do Reino
e as condições para integrar a comunidade messiânica.
- Um jovem ajoelha-se diante de Jesus e pergunta:
"Que devo fazer para conseguir a vida eterna?"

- Inicialmente, Jesus lhe propõe os Mandamentos.
O Jovem responde que já observa tudo isso... Ele quer algo mais...

- Então Jesus o olha com amor, porque de fato praticava... e "queria mais"...
"Convida-o" a integrar a comunidade do Reino, apontando o caminho:
. Desfazer-se dos bens terrenos;
. Partilhar com os irmãos mais pobres.
. Seguir Jesus no seu caminho de amor e entrega.

- Era o "algo mais" que lhe faltava para passar da vivência tradicional
da religião, para uma vivência radical, mais generosa.
Mas o Jovem prefere a segurança da riqueza e recusa o "convite" de Jesus.
Não tem coragem de dar um passo a mais... e RETIRA-SE TRISTE...

- Jesus comenta: "Como é difícil a um rico entrar no Reino de Deus!"

* A reação do Jovem rico evidencia um fato: A riqueza é um obstáculo
no caminho do Reino, quando ela se torna a nossa segurança.
É incompatível com o "caminho do Reino", que é um caminho a ser percorrido no amor, na solidariedade, no serviço, na partilha, na verdade, no dom da vida aos irmãos...

- E os apóstolos não perderam a oportunidade:
"E nós que deixamos tudo?"
- Jesus garante:
"Vocês terão recompensa em bens e... perseguições... e a vida eterna..."

Quem é esse Jovem do Evangelho?
Posso ser eu. Pode ser você... São muitas pessoas que observam os Mandamentos e até "desejariam fazer mais"... Mas quando Deus pede algo mais... elas se retiram tristes, porque estão apegadas a muitas coisas, que amarram o seu coração e impedem de dar esse passo a mais.
Estão satisfeitas apenas com o "mínimo" necessário...
* E nós nos satisfazemos como o mínimo... ou procuramos oferecer "algo mais"?

Cristo nos dirige ainda hoje o mesmo convite:
"Vai e vende TUDO... dá aos pobres... e depois me segue".

* Todos nós temos alguma coisa para vender...
Quais são as "riquezas", de que devemos nos desfazer para esse algo mais
e que tornam o nosso coração materializado e insensível às coisas de Deus.

- Será que Cristo nos olha "com amor" ou nós "nos afastamos tristes?"

- Quantos pobres estão à espera de nossa oferta!...
Pobres da palavra de Deus, de conforto, de entusiasmo, de orientação,
educação... instrução religiosa...

E nesse mês de outubro, dedicado às missões, a Igreja nos lembra que todos devemos nos sentir responsáveis pelas missões.
Devemos distribuir as riquezas espirituais e materiais que possuímos, também aos que ainda vivem na miséria religiosa e social.

O Cristo ainda HOJE continua a convidar:
"Vai e vende tudo o que tens... e dá aos pobres... e depois vem e segue-me..."
Ele continua nos "olhando com amor"...

Ele conta com cada um de nós!...

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa


sábado, 10 de outubro de 2009

Não se esqueça de colocar "AÇÚCAR" em sua vida...

Açúcar


"Um certo dia, a professora perguntou às crianças quem saberia explicar quem é Deus?

Uma das crianças levantou o braço e disse:

- Deus é o nosso pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela;
nos fez como filhos dele.

A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:


- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca o viram?
A sala ficou toda em silêncio...

Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:

- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor.

Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não o vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica...sem sabor.

A professora sorriu, e disse:
- Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!

Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança.

A sabedoria está na vivência de DEUS em nossas vidas…


Tenha um bom dia e não se esqueça de colocar "AÇÚCAR" em sua vida...

(Do “Correio electronic”)

RIR FAZ BEM!




Humor de médicos


Los médicos estamos acostumbrados a que nos llamen por teléfono a cualquier hora. Una noche me despertó un hombre a cuya esposa ya había atendido antes.
- Siento molestarlo tan tarde -me dijo- pero creo que mi mujer tiene apendicitis.
Aún medio dormido, recordé que yo le había quitado el apéndice a su esposa dos años atrás.
- Nadie tiene un segundo apéndice - exclamé.
- Doctor, quizás usted no haya oído hablar de un segundo apéndice -contestó- pero si de que podemos tener una segunda esposa.

..........

Lo que dice el doctor, hay que respetar.
Una enfermera está empujando una camilla.
El paciente está palidísimo, con cara de pánico total, y le pregunta casi llorando a la enfermera:
- Por favor, ¿me podría llevar a urgencias?
- Ya le he dicho antes que no. Si el doctor dice que a la morgue, es a la morgue.

.........

Una francesa se lo hace estirar todo: la nariz, la piel de la cara, etc...
Finalmente, el cirujano le pregunta:
- ¿Desea la señora algo más? -
- Si. Quisiera tener los ojos más grandes y expresivos.
- Nada más fácil, señora. Enfermera: traiga la cuenta, por favor.

(pequenas semillitas)


TEM UM ALEGRE DIA


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

MENSAGEM DO DIA




O grande valor da comunhão espiritual
A Igreja convida os divorciados recasados
a unir-se a Cristo


A comunhão espiritual é um ato de desejo interior, consciencioso e sério, de receber a Sagrada Comunhão e, mais especificamente, de se unir ao Senhor. Ela pode ser feita por palavras ou por pensamentos interiores que nos levam a uma íntima união com Cristo, e Jesus não deixará de nos conceder as suas copiosas bênçãos.

Nos dias de hoje, pode-se fazer, com frequência, a comunhão espiritual como desejo de maior união e intimidade com Deus ao longo dos dias da nossa vida. Ela é e pode ser o único meio de união e intimidade com Deus para quem, por exemplo, não guardou uma hora de jejum eucarístico, vive numa situação de irregularidade perante a Igreja ou pratica outra religião.

A comunhão espiritual é o caminho para as pessoas que não podem recebê-la sacramentalmente na Missa, "mas podem recebê-la espriritualmente" na hora santa, ao entrar em uma igreja, quando estiver em casa ou no trabalho, ou nas situações de dificuldade pelas quais se passa na vida. "Senhor, que de Vós jamais me aparte" (Jo 6,35), pois, "Quem come deste pão viverá eternamente" (Jo 6,58).

É bom cultivar o desejo da plena união com Cristo através da prática da comunhão espiritual, recordada por João Paulo II e recomendada por santos mestres de vida espiritual (SC,55). Uma visita ao Santíssimo Sacramento é uma boa oportunidade para se fazer essa comunhão.

a) nos Documentos da Igreja

Um dos melhores meios para os divorciados recasados participarem ativamente da comunidade cristã é, segundo o ensinamento da Igreja, a comunhão espiritual.

Que o magistério reconheça a relação entre a graça e a comunhão espiritual que se deduz especialmente do convite que a mesma Igreja faz aos divorciados recasados de unir-se a Cristo pela comunhão espiritual.

Mais ainda: "Os fiéis devem ser ajudados na compreensão mais profunda do valor da participação ao sacrifício de Cristo na Missa, da comunhão espiritual, da oração, da meditação da Palavra de Deus, das obras de caridade e de justiça" (cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos,1994, n.6).

"A prática da comunhão espiritual, tão querida à tradição católica, poderia e deveria ser em maior medida promovida e explicada para ajudar os fiéis a melhor se comunicarem sacramentalmente, quer para servir de verdadeiro conforto a quantos não podem receber a comunhão do Corpo e do Sangue de Cristo, quer por várias razões. Pensamos que esta prática ajudaria as pessoas sozinhas, em particular os deficientes, idosos, presos e refugiados. Conhecemos – afirmam os bispos do Sínodo - a tristeza de quantos não podem ter acesso à comunhão sacramental devido a uma situação familiar sem conformidade com o mandamento do Senhor (cf. Mt 19, 3-9). Alguns divorciados que voltaram a casar-se aceitam com sofrimento o fato de não poderem receber a comunhão sacramental e oferecem-no a Deus. Outros não compreendem esta restrição e vivem uma frustração interior. Reafirmamos que, mesmo com irregularidade na sua situação (cf. CIC 2384), vocês não estão excluídos da vida da Igreja. Pedimos-lhes que participem na Santa Missa dominical e que se dediquem assiduamente à escuta da Palavra de Deus para que ela possa alimentar a sua vida de fé, caridade e partilha”

(MENSAGEM DA XI ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS AO POVO DE DEUS. Cidade do Vaticano, 21 de outubro de 2005).

A Exortação Apostólica pós-sinodal "Sacramentum caritatis", de 22 de fevereiro de 2007, confirma: "Mesmo quando não for possível abeirar-se da comunhão sacramental, a participação na Santa Missa permanece necessária, válida, significativa e frutuosa; neste caso, é bom cultivar o desejo da plena união com Cristo, por exemplo, através da prática da comunhão espiritual, recordada por João Paulo II (170) e recomendada por santos mestres de vida espiritual" (171) SC,55).

b) Na teologia

É importante, segundo o padre G. Muraro redescobrir a doutrina do desejo do sacramento - através da comunhão espiritual - para continuar a presença de Jesus na vida dos divorciados. Ele apela ao antigo princípio, segundo o qual o caminho sacramental não esgota todos os caminhos da graça.

O lugar teológico de referência para entender este caminho alternativo se encontra em Santo Tomás, o qual trata da comunhão espiritual.

Segundo a explicação de Santo Tomás, a realidade do sacramento pode ser obtida antes da recepção ritual do mesmo sacramento, somente pelo fato que se desejar recebê-lo (cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologicae, III, q. 80,a, 4).

O valor da comunhão espiritual como caminho extrasacramentário da graça encontra apoio no fato de que a Igreja "com firme confiança, crê que, mesmo aqueles afastatos do mandamento do Senhor e que vivem agora neste estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação se perseverarem na oração, na penitência e na caridade FC 84" (cf. G. Muraro, I divorziati risposati nella comunitá cristiana, Cinisello Balsamo, Paoline,1994 in Sc. Catt. art. cit. 564-565).

Dom Edvaldo, enfatizando o valor e o bem da comunhão espiritual, encoraja os casais em segunda união e os aconselha a fazer esta comunhão na Santa Missa, devidamente dispostos e desejosos de receber o Corpo de Cristo por uma oração sincera. Se sua fé e amor for tão intenso e apaixonado, é possível talvez que eles obtenham maior proveito espiritual do que aqueles que, por rotina e sem piedade alguma, recebem a sagrada hóstia em nossas celebrações sem nenhuma convicção e adequada preparação espiritual.

Padre Luciano Scampini
Sacerdote da paróquia N. S. Aparecida, da Arq. Campo Grande
(cancaonova)


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

PENSAMENTO DO DIA



PÁRA UM POUCO…


“NOSSA SENHORA, RAINHA DA PAZ E DO AMOR PELOS HOMENS, SEUS FILHOS,
VIVEU A PAZ EM SUBIDA GRANDEZA,
PORQUE TODA A SUA VIDA
FOI UM ACTO DE ACEITAÇÃO DE TODO O SACRIFÍCIO.”


(Maria da Conceição Pinto da Rocha
Instituto das Irmãs Reparadoras Missionárias da Santa Face)


DESEJO UM DIA DE PAZ.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Nuestra Señora la Virgen del Rosario



Evangelio: Lc 10, 38-42

" Cuando iban de camino entró en cierta aldea, y una mujer que se llamaba Marta le recibió en su casa. Tenía ésta una hermana llamada María que, sentada a los pies del Señor, escuchaba su palabra. Pero Marta andaba afanada con numerosos quehaceres y poniéndose delante dijo:

—Señor, ¿no te importa que mi hermana me deje sola en las tareas de servir? Dile entonces que me ayude.
Pero el Señor le respondió:

—Marta, Marta, tú te preocupas y te inquietas por muchas cosas. Pero una sola cosa es necesaria: María ha escogido la mejor parte, que no le será arrebatada."


Aprendiendo a querer

Dios mío, quisiera escucharte yo también, con mi oído interior atento, sin filtros de prejuicios. No vaya a ser que casi sólo oiga lo de siempre: lo mío, mis palabras, muy razonadas –eso sí–, pero no las tuyas. Necesito librarme de ese monólogo, casi permanente, aunque pierda la tranquilidad y la seguridad de no tener quien se me oponga.
María, nuestra Madre del Cielo, que es la misma inocencia y no desea otra cosa sino agradar a Dios, alienta sin cesar su disposición de servir a su Señor. Vive todos los días de la ilusión por complacerle en cada detalle, poniendo todo su ser en amarle. Se siente contemplada por su Creador y a la vez segura, sabiendo que Él conoce hasta el más delicado movimiento de su espíritu, mientras ella, llena de paz y alegre como nadie, va plasmando en sus obras el amor que le tiene.
María se turbó, dice el evangelista. Acababa de escuchar un singular saludo, que era la más grande alabanza jamás pronunciada. Con su clarísima inteligencia había entendido bien: era un saludo de parte de Dios, un saludo afectuoso a Ella de parte del Creador. Las palabras que escucha indican que el mensajero viene de parte del Altísimo, que conoce la intimidad habitual entre Dios y Ella; por eso se dirige a María, pero no por su nombre. En María, lo más propio, más aún que su nombre, es su plenitud de Gracia. Así la llama el Angel: Llena de Gracia. Es la criatura que tiene más de Dios, a quien el Creador más ha amado. Y María correspondió siempre, del todo y libremente, con su amor al amor divino.
A partir de la disposición de María el Angel le transmite su mensaje. Como afirmaba Juan Pablo II, Dios "busca al hombre movido por su corazón de Padre": no debemos temer a Dios. Las palabras de Gabriel –tan intensas– y lo inesperado del mensaje, posiblemente sobrecogieron a Nuestra Madre, pero no tenía por qué temer, le dice el Angel. Su presencia ante ella, por el contrario, era motivo de gran gozo: el Señor la había escogido entre todas las mujeres, entre todas las que habían existido y las que existirían: el Verbo Eterno iba a nacer como Hombre para redimir a la humanidad, y Ella sería su Madre.
¿Tenemos miedo a Dios? De Él sólo podemos esperar bondades, aunque nos supongan una cierta exigencia. ¿Tememos preguntarnos si nuestras conductas son de su agrado, no sea que debamos rectificar? Queramos mirar al Señor cara a cara, francamente, como mira un niño ilusionado el rostro de su padre, esperando siempre cariño, comprensión, consuelo, ayuda...
No se puede pensar en la respuesta de María como en algo independiente de sus disposiciones habituales. Su sí a Dios cuando contesta a Gabriel, vino a ser la formalización actual de lo que siempre había querido: agradar a su Creador.
Señor, que vea; te pido como Bartimeo, aquel ciego al que curaste. Que te vea. Que vea qué esperas de mí. Quiero escuchar tu llamada, en cada circunstancia de mi vida y, como María, para mi vida entera... Entiendo que conoces los detalles de mi andar terreno y prevés lo que llamo bueno y lo que llamo malo y que todo es ocasión de amarte. Ayúdame a intentarlo sinceramente, de verdad. Enséñame a hacer tu voluntad, porque eres mi Dios, te pido con el Salmista. Enséñame a confiar en tu Bondad omnipotente.
No temas, María –le dice Gabriel, antes incluso de manifestarle en detalle la Voluntad del Señor. Y, luego, el mensaje mismo incluye los motivos de seguridad y optimismo: que cuenta con todo el favor de Dios y que la concepción será obra del Espíritu Santo y mantendrá su virginidad... Finalmente, recibe también una prueba de otra acción poderosa de Dios: la fecundidad de Isabel, porque para Dios no hay nada imposible, concluye el arcángel.
Cuando nos habituamos a comtemplar a Dios, Señor de la historia –de la mía como y de la de todos– y presente en los sucesos de cada jornada, tenemos paz. Y lo sentimos como un Padre inspirando y protegiendo cada paso nuestro, queriéndonos muchísimo. Porque nos comprende y nos sonríe siempre con el cariño afectuoso. También cuando, quizá sin darnos mucha cuenta, intentamos rebajar la exigencia sin verdadero motivo, "escurriendo el bulto". Es que no es obligación, discurrimos. Y le escuhamos entonces en el fondo del alma: "¿Me quieres?" Y ya sabemos que a la pregunta por el amor se responde con la vida: "que obras son amores..."
Ayúdame, Señor, a decirte siempre que sí. Auméntame la fe para ver más claramente qué esperas de mí cada mañana y cada tarde. El "sí" de María, el día de la Anunciación, fue a ser Madre de Dios. Y el Verbo se hizo humano en sus entrañas, por el Espíritu Santo y su consentimiento. Nuestros "sí" a Dios de todos los días, se parecen a los que Nuestra Madre pronunciaba de continuo, amando a Dios en cada momento y circunstancia de la vida. Eran en María enamoradas afirmaciones –silenciosas casi siempre– de una conversación que no termina, como no terminan nunca las palabras de afecto en los enamorados, aunque sólo se contemplen. Madre mía enséñame a querer.

(el-domingo)

PELO MUNDO





Fundação AIS lança campanha de apoio

aos padres em Ano Sacerdotal

A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) associa-se à Santa Sé na divulgação do Ano Sacerdotal através da promoção do livro “Adoração Eucarística – pela santificação dos sacerdotes e maternidade espiritual”.

A secção portuguesa da organização católica internacional vai divulgar e distribuir de forma gratuita o livro, publicado pela Congregação para o Clero.

É uma obra ilustrada com testemunhos de vidas que se destacaram na oração e entrega pela santificação dos sacerdotes. “Um óptimo instrumento para divulgar a importância do sacerdócio, suscitar vocações e acompanhar espiritualmente os sacerdotes”, refere a AIS.
..........

Bento XVI será «peregrino de Fátima»
em tempos de secularismo e relativismo

Conselho Permanente da CEP publica Nota Pastoral
sobre a visita do Papa a Portugal, em 2010


O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou esta Terça-feira uma Nota a respeito da visita que Bento XVI realizará ao nosso país, em Maio de 2010, apresentando o Papa como um “peregrino de Fátima” e alertando para os “desafios do secularismo e do relativismo doutrinal e ético”.

“O Santo Padre vem, essencialmente, como peregrino de Fátima, onde encontrará uma expressão viva de todas as Igrejas de Portugal”, pode ler-se.
...........

Diocese de Angra

Propor e transmitir a fé numa sociedade em crise
Início do Ano Pastoral na Diocese de Angra

A Diocese de Angra assinalou, no dia 4 de Outubro, o início do Ano Pastoral 2009/2010, sob o objectivo geral de “ Propor e transmitir a Fé na sociedade actual”, plano que cumpre o seu terceiro ano em prática.

De forma a lançar este objectivo a Diocese emitiu uma série de orientações Pastorais, contemplando um primeiro semestre (até 16 de Fevereiro de 2010) dedicado ao testemunho de uma vida entregue a Deus e um final de ano virado para o próximo, numa “caridade sem limites”.

A Diocese apela aos seus padres que este ano promovam eventos que levem o povo de Deus e a comunidade a rezar, meditar, festejar e prestar uma justa homenagem aos seus representantes.

Entre esses eventos são dados como exemplos a existência de um dia por semana para oração pelos sacerdotes e pelas vocações, a valorização da Semana dos Seminários e das Vocações e do Dia do Bom Pastor, o assinalar da data de ordenação sacerdotal de cada pároco, a celebração da festa de S. João Maria Vianney e dar a conhecer a vida de sacerdotes santos como é o caso do Padre João Baptista Machado, padroeiro da Diocese.
.............

Cimeira africana no Vaticano

Abertura dos trabalhos do Sínodo dos Bispos com referências às guerras, pandemias, mas também às potencialidades de África

Os mais de 200 participantes no II Sínodo dos Bispos para a África, que decorre no Vaticano, querem mostrar ao mundo uma nova face deste continente, ultrapassado as marcas das guerras e pandemias.

A “cimeira” africana iniciou os seus trabalhos com uma apresentação dos principais temas que serão trabalhados nos próximos dias. O Cardeal Peter Turkson, do Gana, apontou alguns dos problemas com a Igreja e a sociedade africanas se confrontam, como o tráfico de armas ou de droga, mudanças climáticas, a proliferação das seitas, os confrontos étnicos e as migrações.

"A África foi acusada por muito tempo pelos media de tudo aquilo que é repugnante para a humanidade. Pelo contrário, é o segundo mercado mundial emergente após a China, é o continente das oportunidades”, acrescentou.

Para o relator-geral do Sínodo, é tempo de “dizer a verdade sobre a África com amor, promovendo o desenvolvimento do continente que levará ao bem-estar do mundo inteiro”.
..........

«África tem medo e vive no medo»

Conflitos e relações entre Islão e Cristianismo foram alguns dos temas abordados nos discursos desta manhã do Sínodo dos Bispos para a África

«África tem medo e vive no medo», denunciou o arcebispo de Parakou (Benim), D. Fidele Agbatchi, durante a sua intervenção no Sínodo dos Bispos para a África. «Guardando para si mesma as conclusões das suas descobertas sobre o mundo e a natureza, deixa-se levar pela desconfiança, suspeita, autodefesa, agressão, logro (…) e sincretismo, fenómenos que contribuem para obscurecer a busca do Deus verdadeiro», declarou. «Espero deste Sínodo – continuou – um porvir pascal e, depois dos seus sofrimentos, a ressurreição de África».
..........

Igreja francesa indignada com série de suicídios no trabalho

A Igreja Católica em França publicou no site da Conferência Episcopal a sua posição sobre o problema dos suicídios no mundo do trabalho. O porta-voz do Episcopado, Pe. Bernard Podvin, convidou os envolvidos neste grave problema social a “deter o desespero perante o qual não se pode resignar”.

O debate abriu-se após o 24º suicídio registado nos últimos 18 meses na empresa France Telecom.

“Há dias que várias pessoas nos comunicam que se sentem muito abaladas pelo número de suicídios no trabalho. Um só suicídio já seria demais e bastaria para comover-nos”, explica Pe. Podvin, questionando a pressão exercida sobre os trabalhadores, e até que ponto o homem não vislumbra outra saída senão pôr fim aos seus dias.

Na sua declaração, o Pe. Bernard Podvin reitera que o trabalho humano é uma dimensão fundamental para o desenvolvimento da pessoa e para o bem comum: “Uma sociedade que não proporciona trabalho, ou que impõe algumas condições inaceitáveis, já não é digna de si mesma”. O porta-voz dos bispos conclui recordando que a vida é um dom e tem um valor inestimável.

(Ag Ecclesia)

TEM UM BOM DIA


terça-feira, 6 de outubro de 2009

PALAVRA DE VIDA: MÊS DE OUTUBRO



“É pela vossa perseverança

que conseguireis salvar a vossa vida!”

(Lc 21,19)



“Perseverança”. Essa é a tradução do termo original grego. Mas a palavra grega é rica de conteúdo, pois inclui também a paciência, a constância, a resistência, a confiança.
A perseverança é necessária e indispensável quando sofremos, quando somos tentados, quando tendemos a desanimar, quando nos sentimos atraídos pelas seduções do mundo, quando somos perseguidos.
Penso que também você se tenha encontrado em pelo menos uma dessas situações e tenha experimentado que, sem a perseverança, não teria sido possível resistir. Talvez você tenha cedido algumas vezes. Pode até ser que, justamente neste momento presente, você se encontre em alguma dessas circunstâncias dolorosas.

Pois bem, o que fazer?
Crie coragem e… persevere.

Caso contrário, você não é digno de ser chamado de cristão.
Você sabe: quem deseja seguir a Cristo deve tomar todo dia a própria cruz e – pelo menos com a vontade – deve amar a dor. A vocação cristã é uma vocação à perseverança.
Paulo, o Apóstolo, mostra à comunidade a perseverança dele como sinal de autenticidade cristã.
E não hesita colocá-la no mesmo plano dos milagres.
Se amarmos a cruz e perseverarmos, poderemos seguir a Cristo, que está no Céu, e então nos salvaremos.

“É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!”

As pessoas podem ser distinguidas em duas categorias. À primeira pertencem aquelas que recebem o convite para serem verdadeiras cristãs, mas esse convite cai em suas almas como a semente entre as pedras. Muito entusiasmo, como o fogo de palha, mas depois não permanece nada.
Ao passo que as da segunda categoria acolhem o convite, assim como um bom terreno acolhe a semente. A vida cristã germina, cresce, supera dificuldades, resiste às tempestades.
Estas têm a perseverança e… “é pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!”
É claro que, se você quiser perseverar, não poderá contar apenas com suas próprias forças.
Será necessária a ajuda de Deus.
Paulo fala de Deus como “o Deus da perseverança” (Rm 15,5).
É a Ele, portanto, que você deve pedi-la e é Dele que a receberá.
Porque, se você é cristão, não pode satisfazer-se apenas com o fato de ter sido batizado, ou de fazer, vez por outra, alguma prática de culto e alguma obra de caridade. Você precisa crescer como cristão. E todo crescimento no campo espiritual não pode ocorrer senão em meio às provações, às dores, aos obstáculos, às batalhas.
Existe quem sabe perseverar de verdade: é aquele que ama. O amor não encontra obstáculos, não conhece dificuldades, não mede sacrifícios. E a perseverança é o amor provado.
Maria é a mulher da perseverança.
Peça a Deus que acenda em você o amor para com Ele e, por consequência, em todas as dificuldades da vida, você viverá a perseverança e, com ela, você salvará a sua vida.

“É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!”

Mas não é só isso. A perseverança é contagiosa. Quem é perseverante encoraja também os outros a levar as coisas até o fim.
Vamos almejar as coisas maiores. Temos uma só vida e, ainda por cima, breve. Vamos resistir, dia após dia, enfrentando uma dificuldade após a outra para seguirmos a Cristo… e salvaremos a nossa vida.

Chiara Lubich

domingo, 4 de outubro de 2009

HOJE É DOMINGO




A Família que Deus quer


Vivemos num tempo em que os Valores da família
são por muitos ignorados ou esquecidos.

As leituras falam da dignidade do Matrimônio cristão,
dentro do maravilhoso PLANO DE DEUS...

A 1a leitura apresenta Deus criando o Homem e a Mulher,
para se completarem, para se ajudarem, para se amarem. (Gn 2,18-24)

O texto não é uma reportagem de fatos passados, mas uma CATEQUESE:

1) A Origem da vida e do homem está em Deus...

2) A solidão é uma experiência terrível para a pessoa humana.
- ADÃO, apesar de possuir o domínio sobre todas as criaturas,
não está plenamente realizado. Sente profunda SOLIDÃO.
Falta-lhe alguém com quem compartilhar a vida e a felicidade.
- DEUS preenche sua solidão, criando então a mulher,
dotada da mesma natureza e da mesma dignidade.
É na partilha de suas vidas no amor, que o homem encontra
a realização plena de sua existência.

3) Homem e mulher são iguais em dignidade.
Eles são "da mesma carne", partícipes do mesmo destino.
Completam-se um ao outro e juntos complementam a obra do Criador.
Esta realidade exige que homem e mulher se respeitem
e exclui qualquer atitude egoísta de dominação.

4) Unidade: "Se tornarão uma só carne" = uma só pessoa...
Uma fusão não apenas dos corpos, mas na sua totalidade: corpo e alma:
com seus projetos, seus sentimentos, seus ideais, suas tendências,
suas esperanças, suas amizades... SUA FÉ...

A 2ª Leitura lembra a "qualidade" do amor de Deus pelos homens. (Hb 2,9-11)

Deus amou tanto os homens, que enviou ao mundo o seu Filho único.
O Filho solidarizou-se com os homens, partilhou a debilidade deles
e aceitou morrer na cruz para dizer aos homens
que a verdadeira vida está no amor, que se dá até às últimas conseqüências.

* O casal cristão deve também testemunhar,
com a sua doação sem limites e com a sua entrega total,
o amor de Deus pela humanidade.

No Evangelho, Jesus é perguntado sobre o DIVÓRCIO
permitido pela lei de Moisés em certos casos,
para proteger a mulher das arbitrariedades do marido. (Mc 10,2-6)

- Cristo responde: Moisés permitiu por causa da dureza do vosso coração…
Mas desde o começo da Criação, Deus os fez homem e mulher.

Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e os dois serão uma só carne...
Portanto, o que Deus uniu o homem não separe”.

- Diante da posição do Mestre, os discípulos ficam perplexos...
- E Jesus conclui:
"Quem despede sua mulher e se casa com outra, comete adultério"

* O Evangelho nos apresenta o projeto ideal de Deus
para o homem e para a mulher que se amam:
eles são convidados a viverem em comunhão total um com o outro,
dando-se um ao outro, partilhando a vida um com o outro,
unidos por um amor que é mais forte do que qualquer outro vínculo.
O amor de um homem e de uma mulher que se comprometem
diante de Deus e da sociedade deve ser um amor eterno e indestrutível,
que é reflexo desse amor que Deus tem pelos homens.

O divórcio e a poligamia não fazem parte do projeto de Deus.
Jesus reafirma a unidade e indissolubilidade do matrimônio
e condena o divórcio e a poligamia.
- Numa época, em que muitos procuram destruir ou desfigurar a família,
é urgente proclamar o Plano de Deus sobre o Matrimônio e a Família.
Não é uma norma da Igreja, é Plano de Deus, reafirmado por Cristo.

+ O texto finaliza com uma referência às CRIANÇAS,
as maiores vítimas de uma família fragmentada:

- As mães levam seus filhos até Jesus para que os abençoe.
- Os apóstolos impacientes tentam impedir…
- JESUS: "Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais,
porque o Reino de Deus é dos que são como elas…
Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos".

* Os esposos não podem pensar só em si mesmos, esquecendo os filhos…
A Missão dos pais é repetir o gesto das mães israelitas:
levar seus filhos a Jesus, para que, abençoadas por ele e
crescendo na sua escola, conservem a inocência
e sejam um dia recebidas no reino dos céus, preparado para elas.

+ Nossa atitude para com os divorciados:
- Acolher, integrar, compreender e ajudar aqueles a quem
as circunstâncias da vida impediram de viver o projeto ideal de Deus.
- Sem renunciar ao "ideal", que Deus propõe e Jesus reafirma no Evangelho.

A felicidade de uma família só existe quando há COMUNHÃO:
- entre os esposos - com os filhos e - também com Deus…

Rezemos para que nossas famílias sejam a família que Deus quer:
"Santuário da vida" e "Berço do Amor e da Fé".


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.10.2009

sábado, 3 de outubro de 2009

Historia y significado del Rosario



CAMINEO.INFO.- Antes de Cristo, el pueblo judío tenía la costumbre de recitar en las sinagogas los ciento cincuenta salmos como alabanza a Dios. Esto fue heredado por los monjes, los más fervorosos de los cuales repetían los salmos en su oración en silencio o durante las actividades del día. Pero como muchos no sabían leer, sólo recitaban o cantaban los pasajes del salmo que recordaban o repetían los buenos pensamientos que esos pasajes les inspiraban. Luego rezaban el Padre Nuestro.

Para ir contando esas oraciones, los monjes se servían de ciento cincuenta piedrecitas que echaban en una bolsa de cuero. A medida que iban rezando una oración, sacaban una piedrecita, hasta que la bolsa quedaba vacía. Pero este método era engorroso y tenía la dificultad añadida de que había que volverlas a recoger. Para resolver esta dificultad se sirvieron de un cordón con ciento cincuenta nudos, se lo ataban a la cintura y así podían rezar con más facilidad. Con el paso del tiempo, se pasaría a las cuentas, muy parecidas a las que usamos ahora en el rosario.

Andando los siglos, se fue haciendo cada vez más común que los seglares rezasen 150 Padre Nuestros en lugar de los 150 salmos. Por ese mismo tiempo se fue popularizando el rezo del Avemaría, de modo que en el siglo doce se empezaron a rezar 50 ó 150 avemarías intercaladas con 5 ó 15 padrenuestros. El conjunto de las 150 avemarías terminó llamándose el “Salterio de la Virgen” y a mediados del siglo quince un hermano cartujo las llamó “Rosario”.

Cuando se cambió el rezo de los Salmos por los padrenuestros, no se dejaron de lado las lecturas de la Biblia, sino que los religiosos decidieron acompañarlas con textos sacados de los Evangelios. Santo Domingo de Guzmán usó con mucho fruto y eficacia este método para la evangelización y catequesis de la gente sencilla. Gracias al influjo de los cartujos y de los dominicos, el pueblo cristiano comenzó a rezar en el siglo quince el rosario con una forma muy similar a la actual. Los hijos de santo Domingo contribuyeron enormemente a su difusión. Lo utilizaron mucho en las misiones, hasta fechas muy recientes y han hecho grandes aportaciones para que sea una oración bien fundamentada y orientada.

A lo largo de los siglos ha servido para dar cauce a la devoción y a la meditación de tantas almas santas y piadosas. El Beato Juan XXIII y el venerado Juan Pablo II lo tuvieron mucha estima. Juan Pablo II estaba convencido de que “contemplando el rostro de Cristo con María” se está recorriendo un verdadero camino de santidad.

El último cambio importante lo introdujo, precisamente, este gran Papa, el cual, en su carta apostólica “El Rosario de la Virgen María” añadió los misterios luminosos a los que se venían rezando: los gozosos, dolorosos y gloriosos. Con los luminosos tenemos la oportunidad de meditar grandes momentos del ministerio público de Jesucristo.

No sabemos si futuros Pontífices u otras personas tendrán alguna idea feliz que añadir al modo actual de rezar el rosario. Lo que sí es claro es que una forma de oración que se ha mantenido durante tantos siglos y con tantos frutos, ha debido contar con una poderosa mediación. Yo estoy seguro de que ha sido nuestra Madre, la Santísima Virgen.

Ahora que llega el mes de Octubre, dedicado desde hace siglos al rosario y en el que celebramos la fiesta de Nuestra Señora del Rosario, animo a todos –especialmente a las familias- a servirse de esta oración, sencilla y honda, para pedir a la Virgen por tantas necesidades que experimentamos cada día. Especialmente, por la unidad y la paz de las familias, por la erradicación de la violencia, por la educación cristiana de los niños, por el aumento de vocaciones al sacerdocio y a la vida religiosa, y por la paz del mundo.


Mons. Francisco Gil Hellín, Arzobispo de Burgos
(camineo.info)

MENSAGEM DO DIA



Amor não é um simples sentimento

Fomos feitos por amor e para o amor.

Amar é a essência da vida.


Muita gente, porém, pensa que o amor é somente um sentimento e, que brota naturalmente sem que a gente precise fazer nada. Não! Amar é, antes de tudo, um ato de vontade. É necessário querer amar. É preciso tomar a decisão de amar, de expressar amor pelas pessoas com as quais vivemos; de querer envolvê-las com sinais de amor, até mesmo surpreendê-las com as nossas manifestações de amor.

Aqueles que não foram amados, que não receberam amor, que não tiveram um ambiente caloroso de amor; aqueles que não foram envolvidos nesse clima de afeto partilhado, freqüentemente não sabem amar, não sabem expressar amor, não conseguem traduzir o amor em gestos. Não é que não existia amor neles: todos nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus amor. Há amor em nós, em todos nós.

O que essas pessoas não sabem é expressar o amor que há nelas. Não conseguem se manifestar em gestos de amor. Encabulam-se, inibem-se. Amar é resultado de aprendizagem. É preciso aprender a amar. Eles não receberam, não experimentaram, por isso não sabem amar, não sabem expressar amor.
E como se rompe esse círculo vicioso?

Decidindo-se a amar. É preciso que aconteça esse momento em nossa vida: a hora de decidir-se a amar, a manifestar amor em gestos concretos.

A gente aprende a amar amando.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Anjos de Deus, nossos defensores

Deus nos dá a ajuda necessária

por intermédio dos Anjos.


Quantas dificuldades para que os anjos nos guardem no caminho. Como não dizer que os desafios não vão chegar nem que nada vai nos acontecer? Isso não existe e não é por isso que eles [anjos] existem, mas sim, para guardar o nosso caminho para o lugar prometido de Deus - não retirando as coisas difíceis, mas para irmos ao lugar a nós preparado por Deus: o céu.

Isso também não significa que devamos aceitar ajuda de qualquer “anjo”. Hoje há revistas sobre muitos anjos, mas não é desse tipo de “anjo” que estamos falando (anjos em forma de menino com asas, os quais flecham alguém para o amor). Como não havia como explicar o amor, então criaram o cupido para encher as pessoas de sentimentos. Mas os cupidos não são os santos anjos. Há também os anjos malvados que “ficam nos nossos ouvidos” e até o anjo da morte. Enfim, surgiu uma infinidade de anjos pelo mundo, mas não os santos anjos.

Os santos anjos foram criados para nos guiar para o céu. Existem os anjos enviados por Deus e há também os que combatem a nosso favor. Assim como o Senhor nos fala: o anjo que habita sobre a proteção do Altíssimo. Eles são os “carteiros divinos”, os que trazem uma mensagem que não é deles, mas do Senhor.

Quantas vezes chamamos as pessoas que são nossas amigas com a palavra “anjo”, não é assim? Quando digo que alguém é um anjo é porque é uma boa pessoa e uma boa amiga, alguém que me ajuda a crescer.

Os anjos são aqueles que contemplam Deus face a face. Contemplam-No porque a partir da contemplação aprendem a louvar. Eles lutam com a acção de graças ao Todo-poderoso, essa é a arma deles.

O Senhor nos apresenta – na Liturgia de hoje -, a criança como modelo, como a maior no Reino do Céu, pois essa santa inocência é que nos leva ao céu. Do desejo de depender somente do Todo-poderoso, assim como as crianças dependem dos pais, esse é o desejo do Senhor. Quando dependemos de alguém que é capaz de realizar o que promete, então, ficamos tranquilos. E quem não quer depender do Senhor entra no desespero.

Sabemos que dependemos do Senhor, mas não tem como saber do tempo de Deus. Quantas vezes temos nossas vontades e nosso próprio tempo? Mas, sem reconhecer a dependência do Senhor, nós nos revoltamos e nos desesperamos. Nesses momentos, os anjos que disseram “sim” a Deus vêm em nosso auxílio.

Ainda dá tempo de voltar atrás e de recomeçar. Não se entregue! A resposta de Deus: “Porque o meu anjo irá adiante de ti, e te levará aos amorreus, e aos heteus, e aos perizeus, e aos cananeus, heveus e jebuseus; e eu os destruirei” (Êxodo 23,23). Quando acaba a nossa força, o Senhor nos dá a ajuda necessária por intermédio desses seres celestes. Mas é preciso confiar. Tenha fé e olhe que a vida não acabou e estamos caminhando.

Quantas vezes encontramos, nas Sagradas Escrituras, os anjos que vêm em nosso auxílio, como, por exemplo, ao soltarem Pedro e Paulo, pois estão presentes o tempo todo. E como no Salmo 90, 1: “Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.”

Não tenha medo!

Padre Xavier
Comunidade Canção Nova

SANTOS ANJOS DA GUARDA




"Os anjos, dizia Bossuet, oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até os nossos desejos, fazem valer diante de Deus também os nossos pensamentos. Sejamos felizes de ter amigos tão prestativos, intercessores tão fiéis, intérpretes tão caridosos."
Os anjos são mencionados mais de trezentas vezes no Antigo e no Novo Testamento. São testemunhas da Ressurreição, assistem a Igreja que nasce. São eles que prepararam o juízo final e executarão a sentença, separando os bons dos maus, e formarão uma coroa ao Cristo triunfante.
A Igreja diz-nos que cada cristão, desde o momento do baptismo, é confiado ao seu próprio anjo, que tem a incumbência de guardá-lo, guiá-lo no caminho do bem, inspirando bons sentimentos, proporcionando a livre escolha que tem como meta Deus, Supremo Bem.

LITURGIA DA PALAVRA

LEITURA I Ex 23, 20-23a
«O meu Anjo irá à tua frente»

SALMO RESPONSORIAL Salmo 90 1-6. 10-11

EVANGELHO Mt 18, 1-5. 10
«Os seus Anjos vêem nos Céus continuamente
o rosto de meu Pai que está nos Céus»

(solenidades.blogs)


SANTO ANJO DO SENHOR
MEU ZELOSO GUARDADOR
POIS A TI, ME CONFIOU
A PIEDADE DIVINA.

HOJE E SEMPRE ME REGE,
GUARDA, GOVERNA, ILUMINA.

AMEN


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

TELÉFONO DE LA ORACIÓN






Llama al Teléfono de la Oración:
todos los días
de las 10 PM a las 11 PM horas en España


Puedes pedir oración de intercesiónadoar200206b.jpg personalmente. .Varias personas estarán rezando en la hora de atención telefónica. Quien responda a tu llamada te escuchará y orará por lo que hayas planteado.

Telf.: 938103137

Si telefoneas de otro país que no sea España debes poner delante los prefijos internacionales que te indique tu compañía telefónica. Para conocer la hora actual española pincha en el enlace y situa el puntero del ratón sobre el mapa de España. CONSULTAR HORA.

El telefóno de la oración es anónimo y gratuito. Sólo se paga el coste de establicimiento de llamada y de duración que determinan las tarifas de las empresas telefónicas de cada usuario. La Comunidad Familia, Evangelio y Vida no ingresa ninguna cantidad de dinero por este servicio.

Por Internet también puedes pedir oración hablando a través del programa Skype, llamando a una de las dos direcciones:

comunidadfamiliaevangelioyvida2

o

comunidadfamiliaevangelioyvida1

Las llamadas entre ordenadores que disponen del programa Skype son gratuitas y sin ningún coste. Nuestro teléfono de la oración dispone de dos ordenadores con el programa correpondiente y por tanto si tú nos telefoneas por este medio no tendrás ningún coste. Si no dispones del programa Skype puedes descargarlo gratuitamente .

(Zenit)

Día 1 Santa Teresa del Niño Jesús



INTRODUÇÃO


Santa Teresinha do Menino Jesus - ou simplesmente Santa Teresinha - é uma das santas mais populares, em todo o mundo católico. Teresa Martin, seu nome de baptismo, nasceu em Aleçon, França, em 1873. Morreu em 1897, com apenas 24 anos de idade. Menina ainda, em 1881, começou a frequentar, como semi-interna, as Irmãs Beneditinas de Lisieux. Em 1888, vencendo grande resistência das autoridades eclesiásticas, ingressou no Carmelo de Lisieux, onde passou nove anos, até à sua morte, causada por uma tuberculose pulmonar. O seu itinerário espiritual - o caminho da "infância espiritual" - está descrito no seu famoso livro “História de uma Alma”, cujo segredo é o reconhecimento de nossa pequenez diante de Deus: diante do Senhor Deus nosso Pai, devemos assumir uma atitude de criança. Ou seja, amar a simplicidade, confiar sem limites, cultivar a humildade que é a verdade, servir de modo desinteressado, viver a pobreza evangélica ...
Como os grandes místicos, Santa Teresinha passou por difíceis provas espirituais: aridez espiritual, angústias, especialmente durante os últimos dezoito meses de sua doença.

(solenidades.blogs)



Evangelio: Lc 10, 1-12: Después de esto designó el Señor a otros setenta y dos, y los envió de dos en dos delante de él a toda ciudad y lugar adonde él había de ir. Y les decía:
—La mies es mucha, pero los obreros pocos. Rogad, por tanto, al señor de la mies que envíe obreros a su mies. Id: mirad que yo os envío como corderos en medio de lobos. No llevéis bolsa ni alforja ni sandalias, y no saludéis a nadie por el camino. En la casa en que entréis decid primero: "Paz a esta casa". Y si allí hubiera algún hijo de la paz, descansará sobre él vuestra paz; de lo contrario, retornará a vosotros. Permaneced en la misma casa comiendo y bebiendo de lo que tengan, porque el que trabaja merece su salario. No vayáis de casa en casa. Y en la ciudad donde entréis y os reciban, comed lo que os pongan; curad a los enfermos que haya en ella y decidles: "El Reino de Dios está cerca de vosotros". Pero en la ciudad donde entréis y no os acojan, salid a sus plazas y decid: "Hasta el polvo de vuestra ciudad que se nos ha pegado a los pies lo sacudimos contra vosotros; pero sabed esto: el Reino de Dios está cerca". Os digo que en aquel día Sodoma será tratada con menos rigor que aquella ciudad.



La fuerza imprescindible y suficiente de la oración


Comenzamos el mes de octubre conmemorando a santa Teresa de Lisieux, Carmelita Descalza, conocida también por santa Teresita del Niño Jesús. Se trata de una religiosa que dedicó su vida a la oración contemplativa, que nos puede enseñar la primacía de la intimidad con Dios para que tenga sentido cualquiera de nuestros quehaceres. Como es sabido, el Santo Padre Juan Pablo II, proclamó a esta santa Doctora de Iglesia.

 Esta religiosa, que, fiel a su regla, no abandonó su convento en Francia, es, sin embargo, patrona de las misiones. Podría pensarse que muchos otros santos –los hay con la vida cargada de movimiento apostólico, visible y conocido– serían más apropiados que la santa de Lisieux para ser presentados como ejemplo de espíritu misionero, y como intercerores ante Dios para esta importante tarea. De hecho, el afán por llevar a los hombres al calor de la fe y a la riqueza incomparable de la posesión de Dios, posiblemente queda más claro en algunos santos llenos de actividad exterior. Pero la Iglesia ha querido reconocer ante el mundo, pensando en Teresa de Lisieux como patrona del movimiento misionero, que el secreto y fundamento de toda eficacia apostólica es, ante todo, la oración. 

 Teresa de Lisieux, sin salir de su convento, consagró su vida a rezar y sacrificarse por las misiones. En su coloquio con Dios vibraba impaciente por tantos lugares donde debía aún implantarse la fe, ofreciendo al Señor el “precio” de sus sacrificios y súplicas por gentes lejanas, desconocidas muchas veces. Otras, encomendaba expresamente a Dios la tarea evangelizadora de algún misionero que conocía. Siguiendo al pie de la letra la advertencia del Señor a sus Apóstoles –sin Mí no podéis hacer nada–, intercedía por los que lejos se fatigaban por Cristo y por la felicidad de otros al abrazar la fe. En su oración y sacrificio encontraba la fuerza para la fatiga de aquellos que, muy distantes casi siempre de Francia, hablaban de Dios y de su salvación a la gente. También en la oración conseguía luz para las inteligencias de cuantos oían por primera vez hablar de Cristo.

 Primero, oración; después, expiación; en tercer lugar, muy en “tercer lugar”, acción. Así se expresaba san Josemaría en Camino, y así son las cosas en la vida de todos los que desean ser verdaderos apóstoles de Nuestro Señor. Preguntémonos cuánto rezamos para que mejoren esas personas –perfectamente conocidas, tal vez– que deben enmendarse, que provocan nuestra crítica, aunque sólo sea interior… ¿Cómo nos unimos a la oración del Santo Padre por las necesidades de la Iglesia y del mundo? ¿Ofrecemos sacrificios por los demás?

 Los que siguen a Cristo, por el mundo o, como esta santa, apartados de los afanes mundanos, son impulsados en todo caso por el propio Cristo a difundir su enseñanza. El Hijo del Hombre no tiene dónde reclinar su cabeza, nos advierte el Señor; y esa es también la suerte del discípulo que le acompaña, apartado del mundo o metido de lleno en los afanes terrenos. No es el discípulo más que su maestro, ni el siervo más que su señor, aclararía Jesús en otro momento. Una existencia incómoda y un trabajo intenso están garantizados para el discípulo de Cristo. Comparte así con El su misma calidad de vida. Pero, precisamente por esto, ya que viven siempre juntos, quien sigue al Señor para el apostolado cuenta, donde quiera que se encuentre, con su compañía: el discípulo tampoco tiene dónde reclinar su cabeza, pero jamás se siente solo. Tiene, por el contrario, el inapreciable tesoro de su Dios junto a sí.

 Nos conviene –y es, por otra parte, manifestación de realismo– considerar habitualmente la seguridad que, como cristianos, debemos sentir con el mismo Dios, que no nos abandona un solo instante. Es bueno librarse de la pesadumbre imaginaria por una vida marcada con la cruz. No, ciertamente, eliminando de nuestra vida lo que cuesta, ni fomentando compensaciones humanas que contrarresten la dureza de caminar con Cristo. Se tratará, más bien, de perderle el miedo al dolor. Perderle el miedo al dolor por la oración: contemplando al Señor con nosotros, de nuestra parte, queriéndonos; y, no de cualquier modo, porque quiere y puede hacernos verdaderamente felices. Sólo la oración que contempla es capaz de descubrir, en el misterio de Dios, su poder y su bondad para hacernos felices, aunque no tengamos dónde reclinar la cabeza. La dureza del seguimiento del Señor nunca me será insoportable, con su ayuda que nuna falta, pues todo lo puedo en Aquel que me conforta, como decía san Pablo.

 ¡Que el ejemplo y la intercesión de santa Teresita nos animen! Pidámosle amar de corazón a Dios y a muchas almas, y ser felices contemplando la grandeza de una vida así. Que será quizá, sin embargo, sencilla, como la de Nuestra Madre, Santa María.

(ELDOMINGO)