terça-feira, 13 de março de 2012

OS IRMÃOS DO CAMINHO PRESTAM SERVIÇOS NA PARÓQUIA




Estamos sempre a aprender! Uma das vantagens da minha ida a Coimbra foi a de ter integrado uma Comunidade do Caminho Neocatecumenal, que passará a ser a “minha”Comunidade de Coimbra.
Nas Celebrações da Eucaristia, realizadas na Igreja da Paróquia e em que estive presente, incorporavam-se a 1ª Comunidade, fundada há 20 anos e a 2ª Comunidade, com a “idade” da minha de Angra.
Tudo na maior simplicidade, humildade e louvor a Deus. Nunca soube quais eram os irmãos que pertenciam à primeira ou há segunda Comunidade. Para nós, todos somos iguais. Deus não faz acepção de pessoas...
A vantagem da universalidade dos sinais, cânticos e ritos, fez com que eu me sentisse integrada, “em casa”, desde o início. Existia unidade no mesmo Espírito e muito carinho entre nós.

Para aqueles que acham que o Caminho é “fechado” e não “participa” nas acções da Paróquia, isso é um chavão e argumento falsos, usados como diversão. Tanto em Coimbra, como cá estão a realizar-se Catequeses, abertas a toda a gente. Estes irmãos que querem prosseguir nesta iniciação cristã, serão aqueles que mais tarde irão desempenhar os serviços na paróquia.
A Comunidade de Coimbra que me acolheu, presta serviço na sua Paróquia, aos seguintes níveis:

  • Ministro da Comunhão
  • Ministro da Palavra
  • Leitor
  • Coro
  • Acólito
  • Ostiaria
  • Voluntários

Penso que, continuar a falar neste assunto, não é inteligente!
Procurem fontes fidedignas. Há livros que podem esclarecer. Leiam os Estatutos do Caminho Neocatecumenal, à venda nas livrarias. Aproveitem os Catequistas que estão na Ilha já há um mês... Ânimo! Não tenham medo.



A PRECE DE AZARIAS

TEM UM BOM DIA

segunda-feira, 12 de março de 2012

sábado, 10 de março de 2012

Coimbra tem mais encantos, na hora da despedida.


Um dia nos resta para regressarmos a casa, por isso fomos depois do almoço dar uma volta por lugares onde há muito não passávamos.
Atravessámos a ponte e chegámos a Santa Clara para visitarmos, em ano de Festa à Rainha Santa Isabel, as Igrejas de Santa Clara-a-Nova e Santa Clara -a-Velha.

Apresento um pouco de “história” copiada da Wikipédia e fotos tiradas pelo meu telemóvel.

Convento de Santa Clara-a-Nova






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Convento de Santa Clara-a-Nova: altar principal da igreja.


"O Convento de Santa Clara-a-Nova localiza-se na freguesia de Santa Clara na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal.
Foi construído no século XVII em substituição ao antigo mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha, vítima das inundações periódicas do rio Mondego.
O mosteiro é um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e alberga os restos da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiro original.

O mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi originalmente fundado nos inícios do século XIV, perto das margens do rio Mondego. Isabel de Aragão, rainha de Portugal e esposa de D. Dinis, foi a principal benfeitora do mosteiro nos seus inícios, tendo-o escolhido como lugar de seu sepultamento.
As constantes inundações de que era vítima o velho mosteiro levaram à decisão de construir outro edifício para a comunidade de clarissas. Assim, as obras do actual mosteiro começaram em 1649, estando já a igreja e vários edifícios conventuais terminados em 1696, quando se mudaram as últimas monjas. O arquitecto responsável pelo projecto foi João Torriano, frade beneditino, engenheiro-mor do reino e professor de matemática da Universidade de Coimbra.
Na rica igreja maneirista, o lugar de honra cabe à urna de prata com óculos de cristal contendo o corpo incorrupto da Rainha Santa Isabel, instalado em 1696 e custeado pelo povo de Coimbra. O túmulo original, uma única pedra, mandado fazer pela própria rainha, jaz no coro baixo, onde painéis de madeira policromática contam a história da sua vida.
O grande claustro construído pelo húngaro Carlos Mardel, foi custeado por D. João V em 1733."


Igreja de Santa Clara-a-Velha







PASSA UM BOM DIA


sexta-feira, 9 de março de 2012

Cuida da Vinha do Senhor


TEM UM BOM DIA

La ayuda no cae del cielo


"... los Apóstoles partían el pan por las casas "



Wed, 07 Mar 2012 08:02:00



El Papa ha escrito el prólogo del libro del cardenal Paul Josef Cordes, presidente emérito del Consejo Pontificio “Cor Unum”, titulado “La ayuda no cae del cielo. Caritas y espiritualidad”.

Benedicto XVI escribe que en el segundo capítulo de los Hechos de los Apóstoles, san Lucas describe a la Iglesia naciente con las características que caracterizan la vida. A saber: “Acudían asiduamente a la enseñanza de los apóstoles, a la comunión, a la fracción del pan y a las oraciones” (Hch, 2, 42); “Acudían al Templo todos los días con perseverancia y con un mismo espíritu, partían el pan por las casas y tomaban el alimento con alegría y sencillez de corazón” (Hch, 2, 46). Y añade que la fracción del “pan”, nombrado dos veces, se presenta como elemento central de la comunidad cristiana y nos recuerda el encuentro del Resucitado con los discípulos de Emaús, que a su vez nos remite a la última cena. Se trata de una palabra que en la multiplicidad de sus significados deja entrever el centro portante y, al mismo tiempo, toda la amplitud de la existencia cristiana.

El Papa escribe que la expresión “partir el pan” en la Iglesia naciente designó la Eucaristía, es decir, lo que la caracterizó y la tuvo unida como nueva comunidad. Mientras los cristianos ahora pueden ver en el acto de partir el pan realizado por Jesús una imagen de la hospitalidad de Dios, en la cual el Hijo encarnado se entrega a sí mismo como pan de vida. En consecuencia, la fracción del pan eucarístico debe proseguir en el “partir el pan” de la vida diaria, en la disponibilidad a compartir cuanto se posee, en donar y así unir.

Porque como escribe el Santo Padre “es sencillamente el amor en toda su inmensidad el que se manifiesta en este gesto, y con él el nuevo concepto cristiano de culto y de atención por el prójimo: la Eucaristía debe llegar a ser “partir el pan” en todos los niveles, de lo contrario su significado no se cumple. Debe llegar a ser diaconía, servicio y don en la vida cotidiana. Y de modo especular, la premura social de la “caritas” jamás es sólo obrar de modo pragmático, sino que surge de las raíces profundas de la comunión con el Señor que se da, de la dinámica del amor partícipe de Dios por nosotros.

Benedicto XVI se alegra por el hecho de que el Cardenal Cordes haya recopilado y explicado, “con gran energía”, el impulso que el mismo Santo Padre ha tratado de dar con su encíclica Deus caritas est. Por esta razón manifiesta sus mejores deseos por la fatiga del purpurado que ha escrito este libro “La ayuda no cae del cielo. Caritas y espiritualidad”, en el que muestra desde diversos puntos de vista cuanto contiene la palabra fundamental “caritas – amor”. Por esta razón manifiesta su deseo de que esta obra sea leída atentamente y penetre en los corazones incluso más allá de la recepción y de la lectura, para que conduzca “a obrar con amor” y en “una comunión más profunda con Jesucristo”. 

(camineo.info)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Olá Amigos




...Entretanto fui ao Porto visitar familiares e amigos. Passei também pelos centros comerciais e pela baixa. Vi uma linda colecção de pintura e escultura.
Foi muito bom este reencontro com pessoas que eu amo.
Partilho duas fotos contigo.



O velhinho Mercado do Bulhão em tempo de crise




Entre o almoço e o jantar


PASSA UM BOM DIA





segunda-feira, 5 de março de 2012

Palavra de Vida - Mês de Março




“A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).

Jesus falava do Reino de Deus às multidões que acorriam. Fazia isso com palavras simples, com parábolas tiradas do dia a dia. E, no entanto, o seu falar exercia um fascínio especial. O povo se encantava com o seu ensinamento, porque ele ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas. Inclusive os guardas enviados para prendê-lo, ao serem questionados pelos sumos sacerdotes e pelos fariseus por não terem cumprido as ordens, responderam: “Ninguém jamais falou como este homem” (Jo 7,46).
O Evangelho de João nos apresenta também luminosos diálogos individuais, com pessoas como Nicodemos ou a samaritana. Com os seus apóstolos, Jesus vai ainda mais em profundidade: fala abertamente do Pai e das coisas do Céu, não mais recorrendo a figuras; eles sentem-se conquistados, e não voltam atrás nem mesmo quando não compreendem completamente as suas palavras, ou quando elas parecem ser exigentes demais.
“Esta palavra é dura” (Jo 6,60), responderam-lhe alguns discípulos quando o ouviram dizer que lhes daria o seu corpo para comer e o seu sangue para beber.
Jesus, vendo que os discípulos se retiravam e não iam mais com ele, dirigiu-se aos doze Apóstolos: “Vós também quereis ir embora?” (Jo 6,67)
Pedro, que já se sentia vinculado a Jesus para sempre, fascinado pelas palavras que tinha ouvido pronunciar por Ele desde o dia em que o encontrara, respondeu em nome de todos:
“A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna.”
Pedro tinha entendido que as palavras do seu Mestre eram diferentes das palavras dos outros mestres. As palavras que vão da terra para a terra pertencem à terra e têm o destino da terra. As palavras de Jesus são espírito e vida porque vêm do Céu. Elas são uma luz que desce do Alto e tem a potência do Alto. As suas palavras possuem uma densidade e uma profundidade que as outras palavras não têm, sejam elas de filósofos, de políticos, ou de poetas. São “palavras de vida eterna” (Jo 6,68) porque contêm, expressam e transmitem a plenitude daquela vida que não tem fim, porque é a própria vida de Deus.
Jesus ressuscitou e vive. E as suas palavras, embora pronunciadas no passado, não são uma simples recordação, mas são palavras que Ele dirige hoje a todos nós e a cada pessoa de todos os tempos e de todas as culturas. São palavras universais, eternas.
As palavras de Jesus! Devem ter sido a sua maior arte, se assim pudermos dizer. O Verbo, falando com palavras humanas: que conteúdo, que intensidade, que inflexão, que voz!
“Um dia – conta-nos, por exemplo, Basílio Magno (330-379, bispo de Cesareia, um dos grandes Padres da Igreja) – como que despertando de um longo sono, olhei a luz maravilhosa da verdade do Evangelho e descobri a vaidade da sabedoria dos príncipes deste mundo.” (Ep. CCXXIII, 2)
Teresinha do Menino Jesus escreve, numa carta de 9 de maio de 1897: “Às vezes, quando leio certos tratados espirituais… o meu pobre e pequeno espírito não demora em se cansar. Fecho o livro dos sábios, que despedaça a minha cabeça e resseca o meu coração, e tomo em mãos a Sagrada Escritura. Então, tudo se torna luminoso para mim; uma só palavra descortina horizontes infinitos à minha alma e a perfeição me parece fácil” (Lettera 202; Scritti, Postulação Geral dos Carmelitas Descalços, Roma 1967, p. 734).
Sim, as palavras divinas saciam o espírito, feito para o infinito; iluminam interiormente não só a mente, mas todo o ser, porque são luz, amor e vida. Elas dão a paz – aquela que Jesus define sua: “a minha paz” – inclusive nos momentos de inquietação e de angústia. Dão alegria plena, mesmo em meio à dor que por vezes atormenta a alma. Dão força, sobretudo quando sobrevém a perplexidade e quando nos desencorajamos. Libertam, porque abrem o caminho da Verdade.
 “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna.”
A frase deste mês lembra-nos que o único Mestre que queremos seguir é Jesus, mesmo quando as suas palavras podem parecer duras ou exigentes demais: ser honesto no trabalho; perdoar; preferir colocar-se a serviço do outro em vez de pensar de modo egoísta em si mesmo; permanecer fiel na vida familiar; assistir um doente terminal sem ceder à ideia da eutanásia…
São muitos os mestres que nos induzem a adotar soluções fáceis, a fazer concessões. Queremos escutar o único Mestre e segui-lo, a Ele, o único que diz a verdade, que tem “palavras de vida eterna”. Assim também nós podemos repetir essas palavras de Pedro.
Neste período de Quaresma, em que nos preparamos para a grande festa da Ressurreição, devemos colocar-nos efetivamente na escola do único Mestre e tornar-nos seus discípulos. Também em nós deve nascer um amor apaixonado pela Palavra de Deus. Vamos acolhê-la com atenção quando for proclamada nas igrejas; vamos ler a Palavra, estudá-la, meditá-la…
Mas nós somos chamados, sobretudo, a vivê-la, de acordo com o ensinamento da  Escritura: “Todavia, sede praticantes da Palavra, e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1,22). É por isso que nós, a cada mês, consideramos uma Palavra em especial, deixando que ela nos penetre, nos modele, “seja ela a viver em nós”. Vivendo uma Palavra de Jesus, vivemos todo o Evangelho, porque em cada uma de suas Palavras Ele se doa inteiramente, é Ele mesmo que vem viver em nós. É como se uma gota de sabedoria divina Dele, do Ressuscitado, lentamente fosse escavando-nos por dentro e substituindo o nosso modo de pensar, de querer, de agir em todas as circunstâncias da vida.
Chiara Lubich

domingo, 4 de março de 2012

HOJE É O DIA DO SENHOR

II Domingo da Quaresma



"Escutai-o"


Aqui estamos reunidos em assembléia para ESCUTAR
a Palavra de Deus e celebrar a Eucaristia.
A Escuta dessa Palavra nos revela os Planos de Deus e
nos aponta o caminho a seguir para chegar à vida plena.

As leituras bíblicas de hoje nos apresentam dois exemplos
na CAMINHADA DA FÉ: a fé de Abraão e a fé dos Apóstolos.

A 1a Leitura fala da fé de Abraão. (Gn 22,1-2.9.10-13.15-18)

A narrativa faz parte das "tradições patriarcais", sem carácter histórico.
Destina-se a apresentar Abraão como MODELO DE FÉ:
Ele vive numa constante ESCUTA da Palavra de Deus, aceita os apelos de Deus,
e lhe responde com obediência total, mesmo oferecendo o filho Isaac.
Abraão ensina a confiar em Deus, mesmo quando tudo parece cair à nossa volta,
e quando os caminhos do Senhor se revelam estranhos e incompreensíveis.
Sua obediência tornou-se uma fonte de vida
para ele, para a sua família e para todos os povos...

O sacrifício de Isaac é símbolo do sacrifício de Jesus.
Isaac foi substituído por um cordeiro, Cristo é o verdadeiro Cordeiro
sacrificado para a salvação do mundo.

Na 2a Leitura, Paulo retoma a figura de Isaac,
subindo o monte Moriá, com a lenha do sacrifício às costas,
como imagem de Cristo que também sobe o monte Calvário,
carregando às costas o lenho da Cruz. (Rm 8,31-34)

É um hino, em que Paulo canta entusiasmado o Amor de Deus,
manifestado na morte e ressurreição de seu Filho Jesus Cristo.

O Evangelho fala da fé dos Apóstolos: (Mc 9,2-10)

Na caminhada para Jerusalém, o 1º Anúncio da Paixão e Morte de Jesus
abalou profundamente a fé dos apóstolos.
Desmoronaram seus planos de glória e de poder.
Para fortalecer essa fé ainda tão frágil… Cristo tomou três deles...
subiu o Monte Tabor e "TRANSFIGUROU-SE…"
- Proposta de Pedro: "É bom estar aqui! Vamos fazer três tendas..."
- Proposta de Deus: "Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O!".

* A transfiguração de Jesus é uma Catequese que revela
aos discípulos e a nós Quem é Jesus: o FILHO AMADO DE DEUS:
Um novo MOISÉS que dá ao seu povo uma NOVA LEI e
através de quem Deus propõe aos homens uma NOVA ALIANÇA
As figuras de Elias e Moisés ressaltam que a Lei e as Profecias
são realizadas plenamente em Jesus.
O mundo se transforma quando acolhemos a voz do Pai...
+ Em nossa caminhada para a Páscoa,
somos também convidados a subir com Jesus a montanha e,
na companhia dos 3 discípulos, viver a alegria da comunhão com ele.
As dificuldades da caminhada não podem nos desanimar.
No meio dos conflitos, o Pai nos mostra desde já sinais da ressurreição
e do alto daquele monte ele continua a nos gritar:
"Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O".
- Não desanimemos, os Planos de Deus não conduzem ao fracasso,
mas à Ressurreição, à vida definitiva, à felicidade sem fim.

+ Vocês têm fé? O que é ter fé? O que é mesmo a fé?
É apenas uma adesão da inteligência a algumas verdades,
que decoramos na catequese? É mais...

A FÉ É:

- É a Adesão de nossa vida a Deus...
É acolher Deus que quer fazer sua história junto conosco...
É fazer a vontade de Deus... (tanto no Tabor, como no Calvário)
- É um Dom gratuito de Deus (Não foi Abraão que tomou a iniciativa)

A FÉ EXIGE:

- Uma Resposta da pessoa a uma palavra, a uma Promessa...

- Um Serviço pronto e generoso na Obra de Deus...

- Uma Ruptura: Deixar a terra dos ídolos que nos prendem…
e abraçar o desconhecido… (experiência de Abraão)

- Escutar atentamente tudo o que Jesus diz,
seguindo seus passos com confiança total,
mesmo nos momentos difíceis e incompreensíveis…

- Reconhecer esse Cristo desfigurado, presente na pessoa dos irmãos...
sobretudo nos excluídos e nos oprimidos...
É fácil reconhecer o Cristo transfigurado no Tabor…
mais difícil é reconhecê-lo desfigurado no Monte Calvário...
mais difícil é descer o monte,
ir ao encontro do Cristo desfigurado na pessoa do irmão…

- Ação: Não podemos ficar no Monte... de braços cruzados....
O seguidor de Cristo deve "descer o monte" para enfrentar o mundo
e os problemas dos homens, testemunhar aos homens o dom da vida,
para que a "saúde de difunda sobre a terra".
Somos convidados a ser Missionários da Transfiguração…

Um compromisso com Deus se faz compromisso de amor
com o mundo e com os homens.


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.03-2012

sábado, 3 de março de 2012

Anúncio da Quaresma em Coimbra





Hoje realizou-se pelas 15.00 horas na Igreja de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra, o Anúncio da Quaresma do Caminho Neocatecumenal.
Estavam presentes todas as Comunidades do concelho de Coimbra, sendo assombroso ver a Igreja completamente cheia de neocatecumenos.

Os Catequistas expuseram-nos a Catequese que receberam em Roma, dos Fundadores do Caminho.

O Cântico de entrada foi “Shemá, Israel”; para além de uma breve introdução, do vídeo da Celebração realizada com o Santo Padre por ocasião da assinatura do documento sobre a Liturgia praticada no Caminho, seguiu-se a Catequese propriamente dita , leitura da Carta aos Romanos, ritos finais, terminando este Anúncio às 18.15 h, com o Cântico final “Leva-me ao Céu”.

Foi uma Catequese forte, directa, profunda, que me encheu completamente, graças a Deus.

Mais tarde, pelas 21.00 h teremos a Celebração da Eucaristia.

Assim verão como nos amamos.



“Amai os vossos inimigos e orai
pelos que vos perseguem”



“Porque, se amais os que vos amam, 
que recompensa haveis de ter? 
Não fazem já isso os cobradores 
de impostos?”







sexta-feira, 2 de março de 2012

Senhor, ouve a minha prece.


ENCONTRO DE COLEGAS






Encontrámo-nos pela primeira vez em Outubro de 1967, na cidade de Coimbra. Destas quatro jovens, eu era a única dos Açores e as outras, dos arrabaldes de Coimbra.
Cada uma fez o seu percurso profissional e eis que nos encontramos ontem, já aposentadas mas muito bem “recauchutadas”.
Procuramos formas de viver esta nova etapa, cada uma ao seu jeito e as “manas Morais” dedicaram-se a reconstruírem a casa dos Avós, transformando-a numa agradável Casa Rural para turismo, a que deram o nome de “Casa Morais”. Foi lá que passámos uma tarde muito simpática e e alegre.

“A Casa Morais está situada em Fornos – 5 Km a norte de Coimbra. Adquirida em 1911 pela família a que actualmente pertence, funcionou, então, como casa agrícola e residência de seus proprietários até 1994.
No início do século XXI sofreu importantes obras de remodelação e restauro, com vista à instalação de alojamento turístico em espaço rural.
Em 2010 abriu as suas portas a todos os que pretendem desfrutar de um ambiente calmo e sereno numa zona rural, próximo dum vasto património arquitectónico, cultural e gastronómico – Coimbra e seus arredores, região da Bairrada e proximidade de praias.”

É de facto um espaço tranquilo, rústico, com utensílios em madeira e ferro, iguais aos que os nossos avós usaram, dispostos com muito gosto. Lanchamos , rimos muito ao recordarmos histórias do nosso tempo de estudantes de Coimbra. No final do dia, duas regressaram a Coimbra, com muita vontade de repetirmos este passeio.

Amigos, visitem esta Casa, onde há muita simpatia e acolhimento familiar. Deixo-vos o site para a conhecerem melhor – www.casamorais.com


TEM UM BOM DIA


quinta-feira, 1 de março de 2012

HOJE


RAMALHETE ESPIRITUAL

Ramalhete Espiritual
"Hoje é um dia especial, único e irrepetível, portanto, precisamos vivê-lo intensamente, sem ficarmos parados no ontem nem pensando no amanhã."

(franciscanos.blog)

"Não tenho ninguém senão vós,Senhor."