terça-feira, 3 de agosto de 2021

Do Santuário de Ars, na França, um convite para rezar pelos sacerdotes


“Você não vai encontrar aqui em Ars uma grande arquitetura, um grande lugar para ver, para tirar muitas fotografias. Mas você vai encontrar aqui em Ars um ar de santidade, um momento da graça de Deus que você sente em poucos lugares do mundo, que eu já vi”, havia contado ao Vatican News em 2019 padre Paulo Dalla Déa, em missão fidei donum no Santuário de Ars.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano


Nesta quarta-feira, 4 de agosto, a Igreja festeja São João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars. Sua vida pode ser resumida no pensamento: "Se soubéssemos bem o que é um padre na terra, morreríamos: não de medo, mas de amor". 


Nascido em 8 de maio de 1786 em Dardilly, próximo a Lyon, e falecido aos 73 anos no dia 4 de agosto de 1859, foi beatificado pelo Papa Pio X em 1905 e canonizado em 1925 pelo Papa Pio XI que o proclamou, em 1929, Padroeiro dos Párocos.

 

Em 1959, por ocasião do centenário da sua morte, São João XXIII dedicou-lhe a Encíclica Sacerdotii Nostri Primordia, apresentando-o como modelo para os sacerdotes.

Em 2009, no 150° aniversário de sua morte, Bento XVI convocou um Ano Sacerdotal para "favorecer e promover uma maior renovação interior de todos os sacerdotes e um testemunho do Evangelho mais forte e mais incisivo no mundo contemporâneo".


Retiro para Sacerdotes

 

Os restos mortais de São João Maria Vianney descansam no Santuário a ele consagrado em Ars, onde está o missionário da Misericórdia padre Paulo Dalla Déa. Um retiro para sacerdotes promovido pela Sociedade São João Maria Vianney faz parte da intensa programação desses dias, como contou ao Vatican News o sacerdote fidei donum da Diocese de São Carlos (SP). E acompanhar a programação desses dias pelas redes sociais do Santuário é uma ocasião para rezarmos pelos nossos sacerdotes: 


Nós estamos falando aqui do Santuário de São João Maria Vianney em Ars, França, próximo de Lyon. Nós estamos nesses dias com uma programação bastante grande. A sociedade São João Maria Vianney,  que trabalha aqui em Ars, está nos ajudando, fazendo, promovendo um retiro com o Cura d'Ars para todos os padres que queiram fazer uma momento de retiro e de pausa nas atividades pastorais.


Programação

 

Esse ano, na festa de São João Maria Vianney, 4 de agosto, nós contaremos com a presidência das Missas do monsenhor Olivier de Germay, que é o arcebispo primaz de Lyon, na França. Ele foi recém nomeado, assumiu há alguns meses a Diocese Lyon, então foi convidado para vir, para se fazer conhecido e também a partilhar um pouco a espiritualidade de São João Maria Vianney. No dia 3 de agosto, nós temos uma vigília de Adoração e também de Confissão, por toda a noite, para os padres para os leigos que quiserem. No dia 4 de agosto nós começamos com uma programação intensa: às 9 horas da manhã oração da manhã, às 10 horas Missa solene, depois da Missa solene um tempo de veneração da relíquia do coração do Santo Cura d'Ars, após momento de Adoração do Santíssimo Sacramento, às 15 horas uma conferência com monsenhor de Germay, arcebispo Lyon, e às vezes 16 horas, Vésperas solenes.


Sociedade São João Maria Vianney

 

Nós temos, além da programação da nossa festa, do Cura d’Ars - 3 e 4 de agosto - contamos esse ano com ajuda e com a participação da Sociedade São João Maria Vianney, que é uma Sociedade de Vida Apostólica fundada a partir da visita do Papa João Paulo II, em Ars. A partir desse momento, o bispo de Ars na época, fundou uma Sociedade, fundou um seminário, um Foyer Sacerdotal. E esse Foyer Sacerdotal, esse lugar da casa dos padres, nos ajuda formando os sacerdotes na espiritualidade de São João Maria Vianney.


Pelas redes sociais do Santuário, uma oportunidade para rezar pelos sacerdotes

 

Então esse ano estamos retomando as atividades depois da Covid, temos bastante gente aqui da França que está vindo, alguns peregrinos de fora, tudo um pouco devagar, ainda com o uso de máscara, distanciamento, álcool gel, passe sanitário, mas estamos retomando a nossa atividade. Eu tenho marcado para às 16 horas dia 4 de agosto também uma conferência on-line com o Chile, em espanhol. Então estamos devagar, mas estamos retomando as atividades e eu convido você a nos seguir através da nossa página na internet arsnet.org. Essa é a nossa página da internet do Santuário de São João Maria Vianney. E se você puder nos seguir, nós temos também um canal no YouTube que é Sanctuaire d'Ars e nós estamos transmitindo isso tudo pela internet. E quando não é ao vivo, nós transmitimos após. Então convida você a se inscrever no nosso canal no YouTube. Nós temos também um canal no Instagram, e tanto no YouTube como o Instagram, como Facebook, nós vamos pouco a pouco colocando todas essas coisas para que você fique ligado na nossa programação, que você possa se inspirar na vida de São João Maria Vianney e possa rezar pelo seu padre ou se você é padre, que você possa ser um padre com mais fidelidade ao Evangelho de Jesus. Um abraço, minha benção a todo mundo.


(vaticannews)

Caminhando sobre as águas | (Mt 14, 22-36) #471 - Meditação da Palavra

Laudes de Terça-feira da 18ª Semana do Tempo Comum

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Zoom IN Portugal - Beja

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 02.08.2021

São Francisco e a Porciúncula: Saiba como obter a indulgência plenária hoje e amanhã

 



REDAÇÃO CENTRAL, 01 ago. 21 / 06:00 am (ACI).- Todos os anos, os fiéis que visitarem uma igreja franciscana em qualquer lugar do mundo desde o meio-dia de hoje e todo o dia 2 de agosto, poderão obter a chamada indulgência plenária da Porciúncula.

Para isto, além da visita, as condições habituais de confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração pelas intenções do papa.

Em declarações para o Grupo ACI, o Ir. Gonzalo Cateriano, ex-provincial dos Franciscanos Capuchinos no Peru, ressaltou o "grande desejo de São Francisco de Assis de que todas as almas se salvem" e que os fiéis "com piedade e devoção" recebam a indulgência cumprindo as disposições da Igreja.

O frade assinalou que "antigamente era muito difícil que a Igreja concedesse indulgências" já que só se obtinham em peregrinação a alguns lugares como Terra Santa e, portanto, foi um grande presente que São Francisco obteve por seu amor às almas.


"Agora o Perdão de Assis pode-se obter em todas as igrejas franciscanas do mundo desde a véspera da festa central", pontuou.

A concessão da Indulgência da Porciúncula se deu em 1216, quando São Francisco partiu para Perusa junto de outro frade para ver o Papa Honório III, depois de uma aparição do próprio Cristo e da Virgem rodeados de anjos na capela de Santa Maria dos Anjos, em Assis.

Nesta aparição, o santo pediu ao Senhor que concedesse uma indulgência a quantos visitassem a Igreja dedicada à Virgem sob a devoção de Nossa Senhora dos Anjos. O Senhor aceitou e ordenou que se dirigisse a Perusa, para obter do papa o favor desejado. O pontífice concedeu a graça.

Em 1966 o papa Pablo VI publicou a carta apostólica "Sacrosancta Portiunculae ecclesia" com ocasião do 750º aniversário da concessão da indulgência da Porciúncula, onde expressou que "a instituição desta indulgência seja celebrada de maneira que verdadeiramente a Porciúncula seja aquele lugar santo onde se consegue o perdão total e se faz estável a paz com Deus".

Além disto, referindo-se às peregrinações que os fiéis realizam para o lugar, indicou: "Queira Deus que a peregrinação, transmitida durante séculos, à igreja da Porciúncula, que Nosso mesmo Predecessor João XXIII empreendeu com ânimo piedoso, não termine mas que cresça continuamente a multidão de fiéis que acodem ali ao encontro com Cristo rico em misericórdia e com sua Mãe, que intercede sempre perante ele".

A pequena igreja conhecida como Porciúncula que São Francisco de Assis dedicou a Santa Maria dos Anjos, encontra-se dentro da grande Basílica que leva o mesmo nome desta devoção mariana. A Basílica data dos séculos XVI e XVII.

Esta igreja foi a segunda morada do santo e de seus primeiros irmãos, assim como o lugar onde na tarde de 3 de outubro de 1226, São Francisco faleceu. Este também foi o lugar, onde no domingo de Ramos de 1211 São Francisco recebeu a consagração da Santa Clara, dando origem à ordem das clarissas.


(acidigital)

Não se deixe mover pelos gostos | (Nm 11, 4-15) #470 - Meditação da Palavra

Laudes de Segunda-feira da 18ª Semana do Tempo Comum

domingo, 1 de agosto de 2021

AZORES: São Miguel - Portuguese volcanic island

01.08.2021 S.Messa dalla Basilica Pontificia della Santa Casa di Loreto

A marcha é dura - Hino

Não continueis a viver como vivem os pagãos | (Ef 4, 17.20-24) #469 - Me...

ANGELUS (Texto)

 PAPA FRANCESCO

ANGELUS

Praça de São Pedro,

domingo, 1 de agosto de 2021

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Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A cena de abertura do Evangelho, na liturgia de hoje (cf. Jo 6, 24-35), apresenta-nos alguns barcos que se dirigem para Cafarnaum: a multidão vai à procura de Jesus. Podemos pensar que é muito bom, mas o Evangelho nos ensina que não basta buscar a Deus, devemos também nos perguntar por que o buscamos. De fato, Jesus afirma: “Vocês me procuram, não porque viram sinais, mas porque comeram aqueles pães e se fartaram” (v. 26). Na verdade, as pessoas testemunharam o prodígio da multiplicação dos pães, mas não compreenderam o significado daquele gesto: pararam no milagre externo>, pararam no pão material: só ali, sem ir mais longe, em o significado disso.

Portanto, aqui está uma primeira pergunta que todos nós podemos nos fazer: por que buscamos o Senhor? Por que estou procurando o Senhor? Quais são as razões da minha fé, nossa fé? Precisamos discernir isso, porque entre as muitas tentações que temos na vida, entre as muitas tentações, há uma que poderíamos chamar de tentação idólatra.. É o que nos leva a buscar a Deus para nosso próprio uso e consumo, para resolver problemas, para ter, graças a Ele, o que não podemos obter por conta própria, por juros. Mas assim a fé permanece superficial e também - permito-me a palavra - a fé permanece miraculosa: buscamos a Deus para nos alimentarmos e depois nos esquecemos dele quando estamos fartos. No centro desta fé imatura não existe Deus, estão as nossas necessidades. Penso nos nossos interesses, muitas coisas ... É justo apresentar as nossas necessidades ao coração de Deus, mas o Senhor, que age muito além das nossas expectativas, deseja viver connosco sobretudo uma relação de amor. E o amor verdadeiro é altruísta, é grátis: você não gosta de receber um favor em troca! Isso é interesse; e muitas vezes na vida estamos interessados.

Uma segunda pergunta pode nos ajudar, aquela que a multidão faz a Jesus: "O que devemos fazer para fazer as obras de Deus?" (v. 28). É como se as pessoas, provocadas por Jesus, dissessem: “Como podemos purificar a nossa busca por Deus? Como passar de uma fé mágica, que pensa apenas nas próprias necessidades, a uma fé que agrada a Deus? ”. E Jesus mostra o caminho: responde que a obra de Deus é acolher Aquele que o Pai enviou, ou seja, acolher a Si mesmo, Jesus, não é agregar práticas religiosas nem observar preceitos especiais; é acolher Jesus, é acolhê-lo na vida, é viver uma história de amor com Jesus. Ele será aquele que purificará nossa fé. Sozinhos, não podemos. Mas o Senhor deseja uma relação de amor conosco: antes das coisas que recebemos e fazemos, existe Ele para amar. Há uma relação com ele que vai além da lógica do juro e do cálculo.

Isto é verdade para Deus, mas também para as nossas relações humanas e sociais: quando procuramos acima de tudo a satisfação das nossas necessidades, corremos o risco de usar pessoas e explorar situações para os nossos fins. Quantas vezes já ouvimos de uma pessoa: “Mas este aqui usa gente e depois esquece”. Usar pessoas para seu próprio lucro: isso é ruim. E uma sociedade que foca nos interesses em vez das pessoas é uma sociedade que não gera vida. O convite do Evangelho é este: em vez de nos preocuparmos apenas com o pão material que nos alimenta, acolhemos Jesus como pão da vida e, a partir da amizade com ele, aprendemos a amar-nos uns aos outros. Gratuito e sem cálculos. Amar livre e sem cálculos, sem usar gente, com gratuidade, com generosidade, com magnanimidade.

Rezemos agora à Virgem Santa, Aquela que viveu a mais bela história de amor com Deus, que nos conceda a graça de nos abrirmos ao encontro com o seu Filho.

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Depois do Angelus

Queridos irmãos e irmãs ,

Dirijo a minha saudação cordial a todos vós, fiéis de Roma e peregrinos dos vários países.

Em particular, também neste domingo, tenho a alegria de saudar vários grupos de jovens: os de Zoppola, da diocese de Concordia-Pordenone; os de Bolonha, que percorreram a Via Francigena de Orvieto a Roma de bicicleta; as do acampamento itinerante organizado em Roma pelos Pios Discípulos do Divino Mestre. Saúdo com afecto também as crianças e educadores do grupo “Depois de nós” de Villa Iris de Gradiscutta di Varmo, província de Udine.

Vejo algumas bandeiras peruanas e saúdo vocês, peruanos, que têm um novo presidente. Que o Senhor abençoe sempre o seu país!

Desejo a todos um bom domingo e um mês de agosto tranquilo ... Muito calor, mas está tranquilo! Por favor, não se esqueça de orar por mim. Bom almoço e adeus!


Angelus 01 de agosto de 2021 Papa Francisco

Laudes do 18º Domingo do Tempo Comum