quinta-feira, 19 de maio de 2011

El Papa incluye a Kiko Argüello en el Consejo para la Nueva Evangelización




CAMINEO.INFO.- El Santo Padre nombró Consultores del Pontificio Consejo para la Promoción de la Nueva Evangelización a :

Kiko Argüello (España), Responsable del Equipo Internacional del Camino Neocatecumenal; ...

El Pontificio Consejo para la Nueva Evangelización fue creado por Benedicto XVI en el año 2010 para llevar a cabo una "evangelización" en los países y territorios de antigua cristianización "que se encuentran más afectados por el fenómeno de la secularización".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Os "Neocatecumenais" são assim ...



50.000 neocatecumenales



se citan en Alemania



para invitar a muchos jóvenes



a la Jornada JMJ



JMJ 2011
Wed, 18 May 2011 07:06:00

CMAINEO.INFO.- No están interesados en su conocida cerveza de fermentación alta llamada Altbier, ni en su lujosa calle comercial Königsallee. Los más de 50.000 jóvenes de toda Europa pertenecientes al Camino Neocatecumenal que se darán cita el próximo 29 de mayo en la ciudad alemana de Düsseldorf tienen otro objetivo: evangelizar e invitar a acudir a Madrid para JMJ.

Quedan pocas semanas para que la gran fiesta de la juventud tenga lugar y los jóvenes de esta realidad eclesial quieren dar un último gran empujón. ¿Cómo lo harán? En autocar desde sus respectivos lugares de residencia peregrinarán por toda Alemania haciendo misión hasta el estadio Sprit Arena de Düsseldorf. Cada grupo evangelizará en una ciudad concreta e invitará por las calles y plazas a acudir en agosto a Madrid. Utilizarán pancartas y estarán acompañados de seminaristas que traducirán al alemán todo lo que hablen.

“Llevaremos, como es costumbre en el Camino, las guitarras para cantar y rezar. Daremos nuestro testimonio a todos”, explica Ana, una joven Valencia de 17 años que acudirá al encuentro. “Seguro que ayudaremos a la gente a replantearse muchas cosas, por lo que espero hablar de lo feliz que soy en la Iglesia y lo que me han ayudado siempre las Jornadas de la Juventud”, apunta Guillaume desde París.

Aunque la peregrinación será intensa y cansada esperan que sea un encuentro inolvidable. Han sido convocados por los iniciadores y responsables del Camino, Kiko Argüello, Carmen Hernández y el sacerdote Mario Pezzi y estará presidido por el Cardenal Arzobispo de Colonia, Joachi Meisner. Argüello, en una carta animando a los jóvenes a participar en el encuentro afirma que “Europa necesita una nueva juventud que haya tenido un encuentro con Jesucristo. Sólo Él nos cura, nos regenera, nos salva y nos da su amor”.


La razón de celebrar el acto en esta ciudad responde a un deseo de ayuda a la evangelización del país y como detalle hacia Benedicto XVI, que nació en Alemania. El Pontífice ya ha sido informado de la organización del encuentro.

Más de 200.000 neocatecumenales este agosto en Madrid
Los más de 200.000 jóvenes que han confirmado su presencia en la JMJ impulsarán también la nueva evangelización durante los días previos al encuentro personándose en diferentes ciudades de toda Europa para anunciar a Jesucristo. Así, un ‘ejército’ de 200.000 jóvenes misioneros de todo el mundo llegará a la capital de España tras esta experiencia.

Además, como es costumbre, el día posterior a la misa de clausura de la JMJ, el Camino celebrará un encuentro vocacional que estará presidido por el Cardenal Arzobispo de Madrid, Antonio María Rouco Varela y contará con la presencia de otros cardenales y numerosos obispos y sacerdotes. Al final del encuentro se recogerán ya los frutos de esta JMJ mediante la petición de vocaciones al sacerdocio y a la vida consagrada.


Madrid y el Camino Neocatecumenal
La ciudad de Madrid tiene una especial importancia en el Camino Neocatecumenal ya que esta iniciación cristiana de adultos –como ha sido reconocida por la Santa Sede- nació en la capital española en 1964 entre los pobres de las barracas del barrio de Palomeras Altas bajo el impulso del Concilio Vaticano II.

"En la Iglesia primitiva, cuando el mundo era pagano, el que quería hacerse cristiano debía iniciar un 'catecumenado', que era un itinerario de formación para prepararse al Bautismo.

Hoy, el proceso de secularización ha llevado a tantas personas a abandonar la fe y la Iglesia: por esto es necesario un itinerario de formación al cristianismo". (Estatuto Camino Neocatecumenal)



Pensamento do dia



"Mais vale uma boa discórdia,

do que uma falsa concórdia."


(São Tomás de Aquino)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sementes de Esperança



MEDITAÇÃO - MAIO


UM ANO DEPOIS DA VISITA DO PAPA BENTO XVI A PORTUGAL

Ocorre neste mês o aniversário da histórica visita Pastoral de Bento XVI a Portugal. Foi um momento de graça para a Igreja e mesmo para a nação portuguesa que assistiu, através dos seus mais altos representantes – o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-Ministro e o Governo, e outras instituições representativas do Estado e da Sociedade Portuguesa – a este momento de enorme transcendência espiritual e escutou as Palavras do Pastor Universal, palavras cheias de sabedoria, que nessa altura tocaram o coração dos católicos em Portugal, porque foram especialmente providenciais para aquele momento da nossa história colectiva. Nessa altura, vivíamos em plena crise mundial dos mercados, que afectava particularmente os portugueses e especialmente os mais carenciados, que são sempre os que mais sofrem com as crises por que passam os Estados e as sociedades. Foram palavras cheias de esperança, a recordar, não só os momentos mais marcantes da nossa história, de um povo que ofereceu novos mundos ao mundo, mas também, e a partir dessa memória, a projectar a nação portuguesa para o futuro, com uma enorme missão ainda por cumprir, a de oferecer, a partir do fundo humanista e cristão da sua história, uma nova alma ao mundo.

Passou-se um ano: a crise financeira global do mundo não só não foi superada como se agravou e, no caso da nação portuguesa, se adensou com a crise política que conduziu à demissão do Primeiro-ministro e por conseguinte do governo de Portugal. Os cristãos e muito concretamente os católicos conscientes e empenhados não podem demitir-se dos seus deveres e das suas obrigações para com a sociedade. Se não se empenharem activamente, no campo da política, da economia e da ética, - os núcleos essenciais em torno dos quais gravitam e se estruturam os grandes valores de uma sociedade -, ninguém o fará por eles. Se hoje se fala da crise de valores e de ideais na nossa sociedade, isso não se deve apenas a razões estruturais ou de conjuntura da evolução das sociedades modernas, mas também à omissão dos católicos e dos homens bons. Ser católico não pode de modo nenhum reduzir-se a uma fé ou a uma religião sem incidência na coisa pública que a todos deve dizer respeito. Interessar-se pela coisa pública é um dever que decorre do mandamento da lei de Deus a respeito do amor do próximo. Dizer que a Igreja não se deve meter na política só tem sentido na acepção da luta partidária ou do sistema representativo das democracias modernas. A Igreja, ou seja, neste caso, os seus representantes mais autorizados – bispos e sacerdotes – não devem tomar partido, isso é evidente; mas a sociedade não se reduz aos partidos. E neste sentido o interesse pela coisa pública está inscrito nas preocupações da Igreja, como a riquíssima tradição do empenhamento social o documenta e, do ponto de vista teórico e sistemático, a doutrina social da Igreja, desde Leão XIII até Bento XVI. Infelizmente a doutrina social da Igreja está hoje tão esquecida. Mas se a hierarquia não se deve misturar na luta política, o mesmo não se diz dos leigos, cuja vocação e missão secular passa por aqui. E aqui o pecado da omissão e da demissão é seguramente dos mais graves, mesmo mortal.

Não podemos deixar apenas aos partidos e às organizações sindicais e outras a responsabilidade pela solução das questões que dizem respeito à coisa pública e à sociedade. Tudo o que é verdadeiramente humano interessa à Igreja e aos católicos, pois em última instância para a Igreja e para os católicos em particular, seja qual for a sua condição ou o seu lugar e o seu grau de responsabilidade na Igreja, não há em rigor questões religiosas, mas apenas e tão só questões humanas.

Mas é evidente que a Igreja e o catolicismo não se reduzem a um simples humanismo. A sua inspiração é colhida no mistério da Incarnação, no mistério de Cristo, o qual é a cabeça da Igreja, o esposo, do qual a Igreja é corpo e esposa. Somos todos membros do corpo místico de Cristo, verdade ensinada por S. Paulo, e que hoje parece estar um pouco esquecida. E grande mistério é este, que a oração e os sacrifícios de uns podem contribuir para a salvação dos outros; como o pecado e as omissões de uns, podem prejudicar e fazer mal aos outros.

Na homilia que Bento XVI fez na celebração eucarística em Fátima, no dia 13 de Maio, recordou o essencial da mensagem de Fátima, no que diz respeito à experiência mística dos pastorinhos: o sentido da Igreja corpo místico de Cristo, em todos, mas especialmente na Jacinta; o sentido da presença do mistério de Deus, em todos, mas especialmente no Francisco. E o que aconteceu nos Pastorinhos é um sinal e exemplo e testemunho do que pode e deve acontecer em todos os Peregrinos. E concluía dizendo que se enganam aqueles que pensam que o segredo de Fátima – precisamente nesta sua dimensão mística de vivência do mistério da Santíssima Trindade – pertence ao passado ou é algo que se esgotou; pelo contrário, o segredo de Fátima continua, como desafio e como missão, a cumprir-se em Portugal e a irradiar para o mundo. Num certo sentido, pode dizer-se que o segredo de Fátima contém em si a missão do catolicismo português para o mundo, no sentido mesmo de dar ao mundo uma alma nova.

Nessa altura, como hoje, no meio da crise, - que é mais do que política ou financeira, mesmo se esta é grave, pois é uma crise de sentido e de vazio que estamos a viver -, o Papa recordava que é preciso olhar para o alto, para o Senhor do qual nos pode vir ao auxílio (cf. Sl 121), e que, no meio da crise ou pela crise podemos aprender que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.


P. José Jacinto de Farias, scj

Assistente Eclesiástico da Fundação AIS


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Carta que Kiko escribe a los jóvenes


Redacción
Sat, 14 May 2011 17:48:00

CAMIENO.INFO.-


Queridos hermanos:

Dos líneas para animaros a ir a Dusseldorf. En este año 2011 el Señor nos convoca a un gran momento de evangelización para Europa. Hemos pensado reunirnos en Dusseldorf, como ya hicimos hace cuatro años en la Arena de Ámsterdam y fue magnífico. En este año es una ocasión que el Señor nos brinda para invitar a los jóvenes de Alemania. Antes de llegar a Dusseldorf hay que pararse en una ciudad de Alemania y animar a ir al gran acontecimiento de la Jornada Mundial con el Papa en Madrid.

Europa necesita una nueva juventud que haya tenido un encuentro con Jesucristo. Sólo Él nos cura, nos regenera, nos salva, nos da su amor a todos los hombres. Sólo Él hace de nuestra vida una aventura eterna de amor y de esperanza. Salgamos a la calle para invitar a Madrid a los jóvenes de tantas ciudades de Alemania. "Que vayan a Galilea. Allí me verán", dijo el Señor resucitado a las mujeres que huían del sepulcro. "Vamos a Madrid". Allí verán al Señor resucitado que se manifestará a través de miles y miles de jóvenes juntamente con Pedro. El Papa es de Alemania y está tan contento de que vayamos a las ciudades de su nación a anunciar el Evangelio, a anunciar el Kerygma que salva del pecado y de la muerte. "Id y anunciad el Evangelio a toda la creación. ¡Ánimo! Yo estaré con vosotros" (cfr. Mt 28, 19-20).

Aunque los días no son buenos por los exámenes, etc., ¡ánimo! Un pequeño esfuerzo por el bien de tantos jóvenes alemanes que han abandonado la Iglesia, Faltan niños, faltan jóvenes, faltan cristianos. A nosotros nos ha llamado el Señor para que le ayudemos a salvar el mundo. El Papa nos dijo en el último encuentro al Camino: "Que el ansia de salvación que siente el Señor por todos los hombres esté en vosotros". Que su Espíritu, que está abrasado de amor hasta dar la vida, esté en nosotros. Anunciar el Evangelio es lo más grande… "Centinelas de un mañana nuevo", nos llamó Juan Pablo II. A él, proclamado beato por la Iglesia, encomendamos este impulso misionero en Alemania.

Nos veremos en Dusseldorf. Rezad por mí.

A Comunidade precisa dos esclarecimentos de Pedro




Continuamos HOJE a aprender com as primeiras comunidades surgidas do Senhor Ressuscitado: como lidaram com os conflitos!

Eles e nós que também somos parte de uma Comunidade, temos proveniências culturais e geográficas diversas; temperamento, comportamentos por vezes opostos; condições estas que se chocam, que se “agridem” naturalmente, porque somos humanos, frágeis, muito orgulhosos, e ignorantes.


O exemplo de como gerir estes conflitos, vem-nos do Responsável, de Pedro, o escolhido por Jesus para ser o primeiro dentre os primeiros.

Uma das Comunidades de Jerusalém “... os que tinham vindo da circuncisão começaram a discutir com ele...”.


A maior parte das vezes discute-se muito e os nossos catequistas dizem-nos que isso é natural porque ainda somos muito “bebés” e estes choram, gritam e não sabem como fazer, o que fazer ou dizer; por isso tem de haver alguém que os apoie, ensine e esclareça.


Foi o que fez Pedro aos irmãos que como nós gritam e se arrepelam... : ensinou, explicou: “ Pedro começou então a expor-lhes tudo por ordem ...” . E o Espírito Santo desceu sobre eles, porque Pedro exortava-os com palavras de salvação.


“Quando ouviram estas palavras,


tranquilizaram-se e deram glória a Deus...”.


Act 11,1-18.


É também esta, a missão dos Responsáveis das nossas Comunidades.



domingo, 15 de maio de 2011

Hoje é o dia do Senhor

IV DOMINGO DE PÁSCOA




Bom Pastor


Celebramos hoje o Domingo do BOM PASTOR.

É uma imagem muito conhecida já no Antigo Testamento.

É um título de Cristo muito familiar aos primeiros cristãos.

É um modelo apresentado a todos os que exercem

alguma Liderança na Comunidade



Na 1ª e 2ª Leitura, Pedro explica como entrar pela Porta,

ou escutar a voz do Pastor: mediante a conversão e o Batismo (At 2,14a.36-41),

e através do seguimento das pegadas de Cristo,

fazendo o bem sob o peso do sofrimento. (1Pd 2,20-25)


O Salmista testemunha as ações do Pastor e

o desejo de habitar sempre com ele:

"O Senhor é meu Pastor, nada me faltará". (Sl 22)


No Evangelho Jesus se apresenta como o Bom Pastor.

É uma catequese sobre a Missão de Jesus:

conduzir os homens às pastagens verdejantes e às fontes cristalinas

de onde brota a vida em plenitude. (Jo 10,1-10)


O texto está dividido em duas partes, ou duas parábolas:


1. Na primeira parte, aparece a figura do Bom Pastor,

numa atitude de ternura com as ovelhas...

Ele as conhece, as chama pelo nome, caminha com elas e estas o seguem.

Elas escutam a sua voz, porque sabem que as conduz com segurança.


Em contraste com o pastor, aparecem as figuras dos ladrões e dos bandidos.

São todos os que se apresentam como Pastor, ou até falam em nome de Cristo,

mas procuram somente vantagens pessoais.


2. Na segunda parte, Jesus se apresenta como a "Porta das ovelhas":

"Quem entrar por mim será salvo".

A Porta permite a passagem dos donos da casa

e impede o ingresso dos estranhos:

- Para os líderes significa que ninguém pode ir ao encontro das ovelhas

se não tiver um mandato de Jesus, se não tiver sido convidado por Jesus,

se não se orientar pela prática de Jesus.

- Para as ovelhas significa que Jesus é o único lugar de acesso

para que as ovelhas possam encontrar as pastagens que dão vida.


A figura do Pastor era uma imagem muito familiar no tempo de Jesus.

Mas no mundo urbanizado de hoje, talvez ela perde a força que tinha então...

O que nos diz ainda hoje esta imagem?


+ Convida-nos a refletir sobre o serviço da Autoridade…

Propõe como Modelo: Deve ser exercido

numa atitude de Serviço contínuo e gratuito.

+ Para os cristãos, o Pastor por excelência é Cristo:

Ele recebeu do Pai a missão de conduzir o rebanho de Deus...


- Cristo, de fato, é o nosso "Pastor"?

Ou temos outros "pastores", que orientam a nossa existência?

- Quem conduz as nossas escolhas? Cristo?

Ou a voz da política, a voz da opinião pública, a voz do partido,

a voz do comodismo e da instalação, a voz dos nossos privilégios,

a voz do êxito e do triunfo a qualquer custo, a voz da novela?

A voz da televisão?

+ Como Cristo desempenha a sua missão de Pastor?

Ele conhece as "ovelhas" e as chama pelo nome,

mantendo com cada uma delas uma relação muito pessoal.

- Aqueles que receberam de Deus a missão de presidir,

de animar uma comunidade, o fazem dessa forma humana e amorosa?


+ As ovelhas do rebanho de Jesus devem escutar a voz do Pastor e segui-lo…

Isso significa aderir a Jesus, percorrer o mesmo caminho dele,

na entrega total aos projetos de Deus e na doação total aos irmãos.


- Procuramos nós seguir o nosso "Pastor" no caminho exigente do dom da vida,

ou preferimos outros caminhos mais cômodos.


+ Em nossas comunidades cristãs, temos pessoas que presidem e que animam.

- Aceitamos sem problemas as pessoas que receberam essa missão

de Cristo e da Igreja, apesar dos seus limites e imperfeições?

- De outro lado, estamos conscientes de que Cristo é o nosso único "Pastor",

que devemos escutar e seguir sem condições?

Os outros "pastores" têm uma missão válida, se a receberam de Cristo.

E o seu jeito de atuar nunca pode ser diferente do de Cristo.

+ Para distinguir a "Voz" do "Pastor", é preciso três coisas:

- um permanente DIÁLOGO íntimo com "o Pastor",

- um confronto permanente com a sua PALAVRA e

- uma participação ativa nos SACRAMENTOS,

onde recebemos a vida, que "o Pastor" nos oferece.

+ Nesse 48º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Papa enviou

uma mensagem, com o tema: "Propor as vocações na Igreja Local":

"É preciso que cada Igreja local se torne cada vez mais sensível e atenta

à pastoral vocacional, educando a nível familiar, paroquial e associativo, sobretudo os adolescentes e os jovens, para maturarem uma amizade genuína

e afetuosa com o Senhor, cultivada na oração pessoal e litúrgica... na escuta atenta e frutuosa da Palavra de Deus... A capacidade de cultivar as vocações

é sinal característico da vitalidade de uma Igreja local".



Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 15.05.2011

sábado, 14 de maio de 2011

Prece



"Cristo, Filho de Deus,

que ressuscitastes gloriosamente


como Senhor da morte e da vida,

abençoai e santificai os homens de toda a terra."


(LH)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

HOJE É O 13 DE MAIO NA COVA DA IRIA





“João Paulo II está com Jacinta e Francisco”, diz O’Malley

Inserido em 13-05-2011 13:32


Cardeal de Boston sublinha dificuldades dos pais actuais que têm de se defender dos que querem matar espiritualmente os seus filhos.
João Paulo II e Nossa Senhora de Fátima dominaram estas celebrações, projectou-se um breve filme sobre o anterior Papa, e distribui-se uma pagela sobre o Papa polaco.

A beatificação de João Paulo II foi, ainda, referido na homilia do Cardeal Sean O’Malley, Arcebispo de Boston, que este ano presidiu às celebrações: “Hoje chamamos beato a alguém que não era só devoto de Nossa Senhora de Fátima, era seu filho querido, seu apóstolo e valente paladino. Podemos ter a certeza que João Paulo II está na feliz companhia dos beatos Jacinta e Francisco e da Serva de Deus Irmã Lúcia, olhando sorridentes a nossa celebração aqui em Fátima.”

13 de Maio: Aura Miguel com o essencial da homilia do Cardeal O'Malley

O Cardeal O’Malley sublinhou ainda o papel de Maria na vida do Papa polaco e também na vida dos fiéis actuais: “Nos nossos tempos os pais enfrentam terríveis ameaças contra os seus filhos, por parte dos que querem vender droga, dos meios que fazem do sexo livre algo desejável, dos materialistas e ateus que lhes dizem que vivemos só de pão. Quantos tentam matar espiritualmente as nossas crianças?”

Na sua intervenção referiu ainda que Nossa Senhora é companhia nas circunstâncias mais difíceis, desde o luto aos que pedem trabalho e mesmo aos que dormem na rua e os 27 milhões de refugiados, que é portadora de amor e nada é mais trágico do que passar pela vida sem se dar conta do quanto se é amado por Deus e pela mãe do Céu, considerou o Cardeal Sean O’Malley.


Aura Miguel


(Enviado pelo Pedro)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Foi há um ano: Papa Bento XVI a chegada a Portugal

HOJE FAZ 20 ANOS QUE JOÃO PAULO II VISITOU A ILHA TERCEIRA

Um agradável presente do Senhor.





Em 11 de Maio de 1991, o Papa Beato João Paulo II, esteve nesta Ilha Terceira a celebrar a Eucaristia.

A “segurança” foi exagerada, lembro-me bem disso, ao ponto de bloquear a nossa participação...


Mas o Senhor quis mimar-me com um agradável presente: de tarde, íamos a descer a Rua da Sé, mesmo em frente à Sé Catedral, para irmos tomar café, quando pára um carro preto ao nosso lado. Muito policia a barrar-nos … e era o Santo Padre!... a sair do carro, a não mais de seis metro de distância!

Não consegui chamar, nem dizer qualquer palavra! Mas o Santo Padre olhou para nós – não havia quase ninguém na rua – e abençoou-nos.

Não mais esquecerei este momento.

Já se passaram 20 anos!







Capela do Santíssimo
onde o Santo Padre rezou.




A Sé Catedral




segunda-feira, 9 de maio de 2011

O Nó no Lençol



Numa reunião de pais numa escola da periferia, a professora ressaltava

o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se fizessem

presentes o máximo de tempo possível...

Considerava que, embora a maioria dos pais e mães trabalhasse fora, deveria

arranjar tempo para se dedicar às crianças.

Mas a professora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou

e explicou humildemente, que não tinha tempo de falar com o filho, nem de

vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito

cedo e o filho ainda estava a dormir. Quando voltava do trabalho já era

muito tarde e o filho já não estava acordado.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da

família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter

tempo para o filho e que tentava compensá-lo indo beijá-lo todas as noites

quando chegava em casa.

E para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do

lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites

quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através

dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de

comunicação entre eles.

A professora emocionou-se com aquela história e ficou surpreendida

quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da

escola.

O facto faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras de as pessoas se

fazerem presentes, de comunicarem com os outros.

Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o

mais importante é que o filho percebia, através do nó, o que o

pai estava a dizer.

Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele

filho, muito mais do que presentes ou a presença indiferente de outros pais.

É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o

medo do escuro...

É importante que nos preocupemos com os outros, mas é também importante

que os outros o saibam e que o sintam.

As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras,

mas sabem reconhecer um gesto de amor.

Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol...

(Enviado pela Zilda)



domingo, 8 de maio de 2011

Hoje é o dia do Senhor

III DOMINGO DA PÁSCOA



"Cristo Peregrino"


A liturgia deste domingo nos convida a descobrir

o Cristo vivo, que acompanha os homens

pelos caminhos do mundo, muitas vezes sem ser reconhecido.

Mas onde o podemos encontrar?


Na 1ª Leitura, a COMUNIDADE CRISTÃ transformada pelo Espírito,

deixou a segurança das paredes do Cenáculo

e prepara-se para dar testemunho de Jesus,

em Jerusalém e até aos confins da terra. (At 2,14.22-33)


* A pregação de Pedro, no dia do Pentecostes, reproduz

a catequese da Comunidade cristã primitiva sobre Jesus. (Kerigma)


A 2ª Leitura exorta os crentes a manterem a fidelidade à sua fé,

apesar da hostilidade atual e dos sofrimentos futuros. (1Pd 1,17-21)


No Evangelho, o Peregrino aponta aos DISCÍPULOS DE EMAÚS

o caminho para reconhecer o Cristo Ressuscitado. (Lc 24,13-35)


- Os DISCÍPULOS estão tristes, desanimados, decepcionados, frustrados...

abandonam a Comunidade e voltam para casa, dispostos a esquecer o sonho.

Aguardavam um Messias glorioso, um Rei poderoso, um Vencedor e

encontram-se diante de um derrotado, que tinha morrido na cruz.


- Aparece um PEREGRINO, que caminha com eles...

e começam a falar do assunto do momento:

JESUS, Profeta poderoso em obras e palavras,

diante de Deus e dos homens, mas que teve um fim inesperado...


- O Peregrino interpreta as ESCRITURAS, que falam do Messias...

Eles escutam com interesse... e seus corações começam a "arder".


- No final da tarde, os discípulos chegam em casa

e fazem um CONVITE: "Fica conosco".

Querem prolongar a agradável companhia.

Após ter acolhido a PALAVRA do Peregrino,

lhe oferecem HOSPEDAGEM em sua casa... e Ele aceita...

não apenas para "passar a noite", mas para "ficar com eles".


- À mesa: UM GESTO CONHECIDO:

o mesmo gesto da última ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.

Os olhos se abrem e reconhecem o Ressuscitado...

A Palavra faz "arder" o coração, a fração do Pão faz "abrir os olhos".

E Cristo desaparece... porque agora a Comunidade

já possui os sinais concretos de sua presença:

a sua Palavra e o Pão partilhado... Agora é só Testemunhar.


- E PARTEM LOGO para anunciar a descoberta aos irmãos

e, junto com eles, proclamam a fé: "O Senhor ressuscitou."

A Proclamação da alegria pascal não pode esperar o dia amanhecer...

A escuta atenta da Palavra e o repartir do pão abre os olhos e

impulsiona para a MISSÃO.


+ Onde encontrar o Ressuscitado?

O episódio de Emaús nos aponta o caminho:


- Na PALAVRA DE DEUS, escutada, meditada, partilhada, acolhida,

Jesus nos indica caminhos, nos aponta novas perspectivas,

nos dá a coragem de continuar, depois de nossos fracassos.

Acolhem a Palavra do Peregrino e lhe oferecem hospedagem em sua casa.


- NA PARTILHA DO PÃO EUCARÍSTICO.

A narração apresenta o esquema da Missa: Liturgia da Palavra e do Pão.

É na celebração comunitária da Eucaristia, que nós fazemos

a experiência do encontro pessoal com Jesus vivo e ressuscitado.


- Na COMUNIDADE:

A Comunidade sempre foi e continua sendo o lugar privilegiado do encontro...

(Experiência dos discípulos... e de Tomé...)


+ O Caminho de Emaús

Muitas vezes, também nós andamos pelos caminhos da vida,

"tristes"... cansados e desiludidos...

Caíram os nossos castelos e a vida parece ter perdido sentido.

Esperávamos tanto... mas tudo terminou...

(quem sabe lá... a morte de um parente amigo,

um fracasso em nossos empreendimentos... a família desunida...)

É triste quando a esperança morre... Parece nada mais ter sentido.

Somos tentados a abandonar a luta e voltar...


Eles estavam angustiados por aquilo que aconteceu em Jerusalém.

Mas, na medida em que participaram

da celebração da Palavra e do banquete da Fração do pão,

o interior deles se abriu à luz, a vida do Ressuscitado

invadiu seus corações e os fez voltar à Comunidade.


Nesses momentos, mais do que nunca, como os dois discípulos,

necessitamos do Peregrino de Emaús: "Fica conosco, Senhor".


Que possamos reconhecê-lo nos pequenos gestos de cada dia.

Hoje queremos recordar os gestos de doação de nossas MÃES.

Que a bondade divina abençoe e recompense todas as nossas Mães...


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 08,05.2011



sábado, 7 de maio de 2011

“A paz esteja convosco. Não temais. Aleluia.”



Foi esta a saudação da manhã que o Senhor me dirigiu hoje.

Ele conhece bem o meu coração e foi muito consolador para mim lê-la.


Eu sei que o Seu Espírito me assiste para eu aguentar as tribulações,

dando-me o discernimento de que preciso para, no meio desta tormenta,

vivê-la e senti-la como um meio de salvação para mim e para outros.

Mas sou muito fraca e caio muitas vezes no desânimo.


Sei que o Ressuscitado está comigo a ajudar-me a levar a minha cruz

e, tal como meu pai fazia comigo,

Ele também me conduz pela mão para me transmitir confiança e muito amor.

Mas sou muito fraca e caio muitas vezes no desânimo.


Ter um pai assim é bom; ter um Deus assim é muito melhor,

é TUDO quanto preciso!

Dá-me Senhor, esperança, paciência e alegria para aguardar o Teu socorro!



Ânimo! Coragem! “Eu venci a morte!

Não temas, porque eu estou contigo!”



PAZ PARA TODOS!

O SENHOR RESSUSCITOU, ALELUIA!



sexta-feira, 6 de maio de 2011

«Llevaba sobre sí la cruz de Jesucristo»





CAMINEO.INFO.- Madrid/ESPAÑA.- Con su apuesta por la nueva evangelización, Juan Pablo II confirmó al Camino Neocatecumenal como un don del Espíritu Santo nacido a raíz del Concilio Vaticano II. Su iniciador, Kiko Argüello, fue testigo directo de su santidad.

–¿Qué vio Juan Pablo II en el Camino Neocatecumenal?
–El Papa, siendo obispo de Roma, visitó las parroquias y siempre quiso reunirse aparte con las comunidades neocatecumenales. En sus visitas preguntaba: «¿Cuántos estabais antes alejados de la Iglesia?». Y se levantaba la mayoría.
Además, las comunidades tenían muchísimos niños y el Papa se mostraba contentísimo al verlos.
Esto le llegó profundamente y vio que el Camino tenía una fuerza enorme para llamar a los alejados de la fe y salvar la familia.

–¿Qué dijo ante la idea de enviar familias en misión?
–Habíamos visto las dificultades que tenían los itinerantes del Camino al evangelizar sobre todo en Escandinavia, Noruega o Finlandia. Y nos dimos cuenta de la necesidad de enviar familias que dieran testimonio. Se trataba de poner en marcha una «Plantatio Eclessiae», porque el problema del norte de Europa era la destrucción de la familia. Le hablamos también de Sudamérica y de cómo iniciar esta experiencia allí, dado que muchos obispos nos lo pedían para contrarrestar la invasión de las sectas. El Papa se mostró entusiasmado y él mismo envió las primeras cien familias desde Porto San Giorgio.

–Algo parecido ocurrió con los seminarios «Redemptoris Mater»…
–La idea surgió al ver la necesidad de presbíteros que acompañasen a estas familias y a las comunidades que iban formándose. El día de la Virgen de Czestochowa el Papa nos invitó a cenar y le presentamos la posibilidad de abrir un seminario para suscitar sacerdotes. El Camino no es una congregación religiosa, y no queríamos hacer una orden de sacerdotes. Le propusimos formar presbíteros diocesanos para la misión, que partiesen para la nueva evangelización. Él se mostró entusiasmado y dando un golpe sobre la mesa dijo: «Esto hay que hacerlo».

–¿Qué papel ha tenido el Camino en las Jornadas Mundiales de la Juventud?
–Una de las cosas que hizo el Papa para ayudarnos fue nombrar encargado del Camino a Monseñor Cordes, entonces presidente del Pontificio Consejo para los Laicos y responsable de las primeras Jornadas, que nos llamó para que invitáramos a los jóvenes. Hemos ayudado en todos los sentidos y el Papa nos felicitó en varias ocasiones. Como preparación a cada Jornada Mundial de la Juventud, siempre los enviamos por las ciudades para que prediquen. Este mes tendremos un encuentro en Düsseldorf y evangelizaremos por todas las ciudades de Alemania, invitándolos además a Madrid.

–¿Cuál era la opinión de Juan Pablo II al comprobar que surgían tantas vocaciones en el Camino?
–Al Papa le hemos informado siempre del número de jóvenes que se levantaba en los encuentros vocacionales y se ponía contentísimo. Son más de 4.000 las
chicas que han ingresado en monasterios de clausura y miles de jóvenes en los seminarios. Los chicos siempre han destacado la importancia en su llamada de lo
que ha dicho el Papa en estos encuentros.

–En el año 2000, el Papa se encontró con miles de jóvenes del Camino en Tierra Santa.
–Tuvo un encuentro con 100.000 jóvenes en el Monte de las Bienaventuranzas. Más de la mitad eran del Camino. Antes, inauguró la Domus Galilaeae. Nos dejó sorprendidos cuando, entrando en ella y conmovido de su belleza y nueva estética, nos dijo: «El Señor os estaba esperando aquí, en esta montaña». Esas palabras las hemos puesto en grande en la entrada de la Domus. Además, una de las últimas cosas que hizo antes de morir fue mandar una carta con motivo de la inauguración de la biblioteca. El Papa pidió que esta casa fuera un lugar de encuentro entre la Iglesia católica y el pueblo hebreo, algo que se está cumpliendo. Cuando acuden los hebreos a verla quedan sorprendidos. El año pasado la visitaron cerca de 150.000 y este año continúan viniendo todos los días.
Se ha corrido la voz, quieren ver su belleza y que los seminaristas les expliquen su significado.

–¿Cómo recuerda al Pontífice en sus últimos días de vida?
-Le recuerdo como un santo.
Como un hombre que llevaba sobre sí la cruz de Jesucristo y que se daba cuenta del bien que estaba haciendo al mundo. Hoy los ancianos no son personas, se les mete en un asilo y allí se les abandona. Para que una persona sea considerada santa tiene que ser demostrada la virtud en grado heroico, y esto se ha visto durante su enfermedad y vejez.

–Cuéntenos alguna anécdota que recuerde de sus vivencias con el nuevo beato.
–El Papa era entusiasta de Carmen Hernández, iniciadora junto a mí del Camino, a la que admiraba muchísimo. Antes de morir, tuvimos la Plenaria del Pontificio
Consejo para los Laicos y al final una audiencia con él. El Papa estaba ya muy mal y había leído el discurso con mucha dificultad. Al final pasamos uno a uno a saludarle. Tenía los ojos cerrados y le iban diciendo quién era cada uno.
Cuando llegó mi turno, el Cardenal Rylko le dijo al oído: «¡Es Kiko!». Entonces se despertó, abrió los ojos y preguntó: «¿Dónde está Carmen?, ¿y Carmen?, ¿dónde está?». Lo dijo gritando y todo el mundo se rió. Al Papa no le gustaba verme solo, sin Carmen.

–¿Cómo ha vivido su beatificación?
–Dando gracias a Dios.

Álvaro de Juana / La Razón
Mon, 02 May 2011 11:01:00