terça-feira, 20 de abril de 2021

Bendita és tu, Maria - Lucas 1, 42-45

"Eu estou contigo todos os dias": tema do I Dia Mundial dos Avós


O Discastério para os Leigos, a Família e a Vida divulgou o tema do I Dia Mundial dos Avós. A escolha, inspirada no Evangelho de Mateus, foi feita pelo Papa Francisco.

Vatican News

Domingo, 25 de julho, será comemorado o Primeiro Dia Mundial dos Avós e dos Idosos.

O tema escolhido pelo Papa Francisco para a ocasião é “Eu estou contigo todos os dias” (cf. Mt 28,20) e tem a finalidade de expressar a proximidade do Senhor e da Igreja na vida de cada idoso, especialmente neste momento difícil de pandemia.

“’Eu estou contigo todos os dias’ é também uma promessa de proximidade e de esperança de que jovens e idosos possam entender-se mutuamente”, lê-se num comunicado de imprensa divulgado neste dia 20 de abril pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

De fato, não são só os netos e os jovens que são chamados a estar presentes na vida dos idosos, mas os avós e as pessoas idosas também têm uma missão evangelizadora, uma missão de anunciar, de rezar e de gerar jovens para a fé. 

Para promover a celebração desse Dia nas igrejas locais e nas realidades associativas, o Dicastério vai propor, a partir da metade de junho, alguns subsídios pastorais, que estarão disponíveis neste site


(vaticannews)


Homilia Diária | Terça-feira da 3.ª Semana da Páscoa – Rezar é alimentar...

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 19.04.2021

“Não vivemos uma crise de solidariedade” – diz a presidente da Cáritas Portuguesa


Rita Valadas sublinha ter um “património de esperança enorme” neste tempo de pandemia. Verifica existir uma “atenção redobrada” das pessoas para com aqueles que mais precisam. “Um euro do nosso salário pode fazer a diferença na vida de muita gente” – afirma em entrevista à Agência Ecclesia.

Rui Saraiva – Portugal

O tempo de pandemia que estamos a viver caracteriza-se pela grave crise sanitária que já obrigou a vários confinamentos. À difícil situação verificada nos hospitais nos primeiros meses deste ano em Portugal, com a sobrelotação dos cuidados intensivos e o aumento da mortalidade, juntam-se agora os problemas económicos e sociais.

No entanto, Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa, diz que não há uma crise de solidariedade em Portugal. Em entrevista à Agência Ecclesia, na reportagem do jornalista Octávio Carmo, a responsável portuguesa da Cáritas afirma que tem “um património de esperança enorme”.

“Nós não vivemos uma crise de solidariedade. Eu tenho um património de esperança enorme naquilo que vai acontecer. Porque aquilo que eu tenho assistido com todos os reptos que me têm sido lançados é que a atenção das pessoas é redobrada. Vêm ter connosco para nos fazerem perguntas. Durante a Semana Nacional da Cáritas uma das coisas que eu mais ouvi foi dizerem-me: ‘nós queremos fazer parte, mas não é só para a Semana Nacional’. E agora o desafio está do nosso lado” – afirma.

“Um euro do nosso salário pode fazer a diferença na vida de muita gente” – diz Rita Valadas sublinhando que a situação de “grande crise” pandémica que estamos a viver, há mais de um ano, pode ser um “estímulo à atenção” dirigida àqueles que mais sofre.

 “Quando há uma situação de grande crise há um estímulo à atenção. Quando somos obrigados a parar percebemos que meia hora do nosso dia pode fazer a diferença completa na vida de uma pessoa. Um euro do nosso salário pode fazer a diferença na vida de muita gente” – frisa.

A presidente da Cáritas Portuguesa salienta que a crise de covid-19 afetou pessoas que “tinham emprego” e que agora encontram-se “na situação de precisar das coisas mais básicas como comer e beber”. “Sabemos que há muita necessidade escondida” – afirma.

Rita Valadas destaca que esta crise é “democrática, assaltou todos”, e “pode acontecer a qualquer um”. A presidente da Cáritas Portuguesa deixa um aviso a quem está a sofrer com a pandemia: “Não busquem a culpa porque a culpa não é de ninguém”.

Decorre em Portugal a campanha da Cáritas Portuguesa para a consignação de 0,5% do IRS, o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Um ato sem custos para o contribuinte, mas que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Uma campanha para apoiar as famílias em Portugal.

Laudetur Iesus Christus


(vaticannews)


Hoje é dia de Santo Expedito, padroeiro das causas urgentes


REDAÇÃO CENTRAL, 19 abr. 21 / 05:00 am (ACI).- Comandante da legião romana e mártir da Igreja do século IV, Santo Expedito, cuja festa é celebrada neste dia 19 de abril, é tradicionalmente invocado diante de problemas urgentes. É venerado, por exemplo, como protetor de problemas no trabalho, família e em casos de juízo. Este título se deve a uma rápida ação que realizou contra o demônio.

Segundo a tradição, quando Santo Expedito ia se converter, o maligno se aproximou dele como um corvo e começou a gritar: “cras, cras, cras”, que em latim significa “amanhã, amanhã, amanhã”. Tudo para fazer com que deixasse a sua decisão para depois e sua fé se esfriaria.

O santo imediatamente esmagou o corvo tentador, dizendo: “Hodie, hodie, hodie!”, que significa “hoje, hoje, hoje”. “Nós não vamos deixar nada para amanhã, a partir de hoje serei cristão”, acrescentou. No final, morreu como um mártir valente.

Santo Expedito também é protetor dos jovens, estudantes e enfermos. Ele é retratado como um soldado com uma cruz na qual está escrito “hodie” (hoje) e a folha de palmeira, simbolizando o martírio. Em seus pés, aparece um corvo com a palavra “cras” (manhã).

Neste dia, ao celebrar o santo das causas urgentes, reze esta oração:

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, interceda por mim junto ao nosso Senhor Jesus Cristo, socorre-me nesta hora de aflição e desespero. Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me, ajuda-me, dai-me força, coragem e serenidade. Atenda ao meu pedido.

Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja-me de todos que possam me prejudicar, proteja a minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a paz e a tranquilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Muito obrigado. Amém”.

(acidigital)


Homilia Diária | Segunda-feira da 3.ª Semana da Páscoa – Rezam, rezam, m...

Laudes de Segunda-feira da III Semana da Páscoa

domingo, 18 de abril de 2021

SANTA MISSA DIRETO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA 18 04 2021

REGINA CAELI (Texto)

PAPA FRANCESCO

REGINA CAELI

Praça de São Pedro,

domingo, 18 de abril de 2021


Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Neste terceiro domingo de Páscoa, voltamos a Jerusalém, ao Cenáculo, guiados pelos dois discípulos de Emaús, que ouviram com grande emoção as palavras de Jesus ao longo do caminho e o reconheceram «no rompimento do pão "( Lc 24,35 ). Agora, no Cenáculo, o Cristo ressuscitado aparece no meio do grupo de discípulos e os saúda: "A paz esteja convosco!" (v. 36). Mas eles estão assustados e pensam que "vêem um fantasma", diz o Evangelho (v. 37). Então Jesus mostra-lhes as feridas do seu corpo e diz: «Olhem para as minhas mãos e para os meus pés - as feridas -: sou eu mesmo! Toque-me ”(v. 39). E, para os convencer, pede comida e a come sob o seu olhar atônito (cf. vv. 41-42).

Há um detalhe aqui nesta descrição. O Evangelho diz que os Apóstolos “com grande alegria ainda não acreditaram”. A alegria que tiveram foi tamanha que não conseguiram acreditar que fosse verdade. E um segundo detalhe: eles ficaram maravilhados, maravilhados; Surpreenda-se porque o encontro com Deus sempre te leva ao espanto: vai além do entusiasmo, da alegria, é outra experiência. E foram alegres, mas uma alegria que os fez pensar: não, não pode ser! ... É o espanto da presença de Deus, não se esqueçam deste estado de espírito que é tão belo.

Esta passagem evangélica é caracterizada por três verbos muito concretos, que em certo sentido refletem a nossa vida pessoal e comunitária: olhar , tocar e comer. Três ações que podem dar a alegria de um verdadeiro encontro com Jesus vivo.

Olhar. “Olha as minhas mãos e os meus pés” - diz Jesus, olhar  não é só ver, é mais, também envolve intenção, vontade. É por isso que é um dos verbos do amor. A mãe e o pai olham para o filho, os amantes olham um para o outro; o bom médico olha o paciente com atenção ... Olhar é o primeiro passo contra a indiferença, contra a tentação de virar o rosto, diante das dificuldades e sofrimentos dos outros. Olhar. Eu vejo ou olho para Jesus?

O segundo verbo é tocar. Convidando os discípulos a tocá-lo, para ver se ele não é um fantasma - toque-me! -, Jesus indica a eles e a nós que a relação com ele e com os nossos irmãos não pode ficar "à distância", não há cristianismo à distância, não há cristianismo apenas ao nível do olhar. O amor pede olhar e também pede proximidade, pede contacto, partilha de vida. O Bom Samaritano não se limitou a olhar para o homem que encontrou meio morto no caminho: parou, abaixou-se, tratou-lhe as feridas, tocou-o, carregou-o na montaria e carregou-o para a estalagem. E assim com o próprio Jesus: amá-lo significa entrar em comunhão de vida, comunhão com ele.

E depois chegamos ao terceiro verbo, comer , que exprime bem a nossa humanidade na sua pobreza mais natural, ou seja, a necessidade de nos alimentarmos para viver. Mas comer, quando o fazemos juntos, com a família ou com os amigos, torna-se também expressão de amor, expressão de comunhão, de festa ... Quantas vezes os Evangelhos nos mostram Jesus que vive esta dimensão de convívio! Mesmo como um Ressuscitado, com seus discípulos. A ponto de o banquete eucarístico se tornar o sinal emblemático da comunidade cristã. Comer o corpo de Cristo juntos: este é o centro da vida cristã.

Irmãos e irmãs, esta passagem do Evangelho nos diz que Jesus não é um "fantasma", mas uma Pessoa viva; que quando Jesus se aproxima de nós nos enche de alegria, a ponto de não crermos, e nos deixa maravilhados, com aquele espanto que só a presença de Deus dá, porque Jesus é uma Pessoa viva. Ser cristão não é antes de tudo uma doutrina ou um ideal moral, é uma relação viva com Ele, com o Senhor Ressuscitado: olhamos para ele, tocamos, alimentamo-nos dele e, transformados pelo seu amor, olhamos, tocamos e alimente os outros como irmãos e irmãs. A Virgem Maria nos ajude a viver esta experiência de graça.

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Depois da Regina Caeli

Queridos irmãos e irmãs!

Ontem, na Abadia de Casamari, Simeone Cardon e cinco companheiros mártires, monges cistercienses daquela Abadia, foram proclamados bem-aventurados. Em 1799, quando soldados franceses em retirada de Nápoles saquearam igrejas e mosteiros, esses mansos discípulos de Cristo resistiram com coragem heróica, até a morte, para defender a Eucaristia da profanação. Que o seu exemplo nos estimule a um maior compromisso de fidelidade a Deus, que também é capaz de transformar a sociedade e torná-la mais justa e fraterna. Uma salva de palmas aos novos Beatos!

E isso é uma coisa triste. Acompanho com grande preocupação os acontecimentos em algumas áreas do leste da Ucrânia, onde as violações do cessar-fogo se multiplicaram nos últimos meses, e observo com grande preocupação o aumento das atividades militares. Desejo fortemente que se evitem tensões crescentes e, pelo contrário, se façam gestos capazes de promover a confiança mútua e favorecer a reconciliação e a paz, tão necessárias e tão desejadas. Temos também que levar em consideração a grave situação humanitária em que se encontra aquela população, à qual exprimo a minha proximidade e pela qual vos convido a rezar. Ave Maria…

Hoje se celebra na Itália a Jornada pela Universidade Católica do Sagrado Coração, que há cem anos realiza um precioso serviço para a formação das novas gerações. Que continue a cumprir a sua missão educativa de ajudar os jovens a serem protagonistas de um futuro cheio de esperança. Abençoo cordialmente os funcionários, professores e alunos da Universidade Católica.

E agora uma cordial saudação a todos vocês, romanos e peregrinos ..., brasileiros, poloneses, espanhóis ..., e vejo outra bandeira aí ... Graças a Deus podemos nos encontrar novamente nesta praça para o compromisso de domingo e feriado. Eu te digo uma coisa: tenho saudades da praça quando tenho que fazer o Angelus na Biblioteca. Estou feliz, graças a Deus! E obrigado por sua presença ... Aos filhos da Imaculada que são bons ... E desejo a todos um feliz domingo. Por favor, não se esqueça de orar por mim. Bom almoço e adeus!



Regina Coeli 18 de abril 2021 Papa Francisco