sábado, 18 de novembro de 2023

RAQUEL CARPENTER - TERAPIA, ORAÇÃO E NOVA VIDA | SantoFlow Podcast #161

Esperei, Esperei no Senhor - Salmo 40 (39)

Homilia Diária | Por que Deus quer que rezemos? (Sábado da 32.ª Semana d...

Hoje a Igreja celebra a dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo



Redação central


Hoje (18), a Igreja celebra a dedicação das basílicas dos apóstolos São Pedro e São Paulo, templos em Roma que contêm os restos mortais destes dois grandes nomes do cristianismo e símbolos da fraternidade e da unidade da Igreja.

A basílica de São Pedro, no Vaticano, foi construída sobre o túmulo do Apóstolo, que morreu crucificado de cabeça para baixo. No ano 323, o imperador Constantino mandou construir no local a Basílica dedicada àquele que foi o primeiro Papa da Igreja.

A atual basílica de São Pedro demorou 170 anos para ser edificada. Começou com o papa Nicolau V, em 1454, e foi concluída pelo papa Urbano VIII, que a consagrou em 18 de novembro de 1626. A data coincide com a consagração da antiga Basílica.

Bramante, Rafael, Michelangelo e Bernini, famosos artistas da história, trabalharam nela, plasmando o melhor de sua arte.

A basílica de São Pedro mede 212 metros de comprimento, 140 de largura e 133 metros de altura em sua cúpula. Não há templo no mundo que se iguale em extensão.

A basílica de São Paulo Extramuros é, depois de São Pedro, o maior templo de Roma. Também surgiu por vontade de Constantino. Em 1823, foi quase totalmente destruída por um terrível incêndio. Leão XIII iniciou sua reconstrução e foi consagrada em 10 de dezembro de 1854 pelo papa Pio IX.

Um fato interessante é que, sob as janelas da nave central nas naves laterais, em mosaico, encontram-se os retratos de todos os papas desde São Pedro até o atual, o papa Francisco.

Em 2009, por ocasião desta celebração, o papa Bento XVI disse que “esta festa nos proporciona a ocasião de ressaltar o significado e o valor da Igreja. Queridos jovens, amem a Igreja e cooperem com entusiasmo em sua edificação”. 

(acidigital)

Laudes de Sábado da 32ª Semana do Tempo Comum

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Missa a Nossa Senhora de Fátima desde a Capelinha das Aparições 17.11.2023

Comentário à liturgia do 33.º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Santa Sé reitera que católicos não podem ser maçons





Por Courtney Mares



O Dicastério para a Doutrina da Fé da Santa Sé reafirmou ontem (15) que católicos não podem ser maçons.

Documento assinado pelo papa Francisco e pelo prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, dom Victor cardeal Fernández, foi escrito em resposta ao bispo de Dumaguete, Filipinas, dom Julito Cortes, que expressou preocupação com o número crescente de católicos em sua diocese que participam da maçonaria e pediu sugestões sobre como responder pastoralmente.

A resposta do dicastério, emitida na segunda (13), apela a “uma estratégia coordenada” envolvendo todos os bispos do país para promover a catequese “em todas as paróquias sobre as razões da irreconciliabilidade entre a fé católica e a maçonaria”.

Os maçons são a maior sociedade secreta mundial juramentada. A maçonaria promove ideias e rituais incompatíveis com a fé católica, incluindo o indiferentismo, ou a posição de que uma pessoa pode agradar a Deus enquanto permanece em qualquer religião, e o conceito deísta de um “Grande Arquiteto do Universo”.

O documento da Santa Sé reafirma que “aqueles que estão formal e conscientemente inscritos em Lojas Maçônicas e que abraçaram os princípios maçônicos” enquadram-se nas disposições da “Declaração sobre Associações Maçônicas” da Igreja Católica publicada em 1983 sob o pontificado de são João Paulo II.

A declaração de 1983, assinada pelo cardeal Joseph Ratzinger, futuro papa Bento XVI, quando era prefeito da então Congregação para a Doutrina da Fé, declara que os católicos que “pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão”.

O novo documento do Dicastério para a Doutrina da Fé esclarece ainda que estas medidas “também se aplicam a quaisquer clérigos inscritos na maçonaria”.

O dicastério convida os bispos nas Filipinas a considerarem fazer uma declaração pública sobre o ensinamento da Igreja sobre a maçonaria.

“A adesão à maçonaria é muito significativa nas Filipinas; envolve não apenas aqueles que estão formalmente inscritos em lojas maçônicas, mas, de forma mais geral, um grande número de simpatizantes e associados que estão pessoalmente convencidos de que não há oposição entre a adesão à Igreja Católica e às lojas maçônicas”, diz o documento do dicastério.

“No nível doutrinal, deve recordar-se que a adesão ativa à maçonaria por parte de um fiel é proibida devido à inconciliabilidade entre a doutrina católica e a maçonaria”, acrescenta.

(acidigital)

RAQUEL CARPENTER - TERAPIA, ORAÇÃO E NOVA VIDA | SantoFlow Podcast

PREGAÇÃO COMPLETA: CONSELHOS DE SÃO PAULO | Pe. Gabriel Vila Verde

Homilia Diária | Esposa, mãe, rainha e santa (Memória de Santa Isabel da...

Hoje é celebrada santa Isabel da Hungria, a que “morreu para a terra”







Por Redação central


Hoje (17), a Igreja celebra santa Isabel da Hungria, uma jovem mãe que aproveitou sua condição de nobreza para ajudar Cristo nos mais pobres. Ao morrer, apareceu a um homem e disse que ia para a glória e que morria para a terra.
Filha do rei da Hungria, nasceu em 1207 e foi dada em casamento a Luiz Landgrave da Turíngia. Por isso, desde pequena, foi enviada por seus pais ao castelo de Wartburg para ser educada na corte de Turíngia com aquele que seria seu marido. Teve que suportar incompreensões por sua bondade.

Seu prometido, cada vez que passava pela cidade, comprava algo para a santa e entregava-lhe muito respeitosamente. Mais tarde, o jovem herdou a ‘dignidade’ de Landgrave e se casou com santa Isabel. Deus lhes concedeu três filhos.

Luiz não colocava impedimento às obras de caridade da santa, mas, à noite, quando ela se levantava para rezar, seu esposo lhe pegava pela mão com medo de que tantos sacrifícios lhe causassem danos e suplicava que voltasse a descansar.

Por um tempo, a fome se fez sentir naquelas terras e santa Isabel gastou seu dinheiro e os grãos que estavam reservados para sua casa, ajudando os pobres. Isto lhe rendeu grandes críticas. Como o castelo ficava sobre uma colina, construiu um hospital ao pé do monte para dar de comer aos inválidos com suas próprias mãos e pagava a educação das crianças pobres, especialmente dos órfãos.

Luiz morreu em uma das cruzadas, vítima da peste, e santa Isabel sofreu muito. Depois, seu cunhado se apoderou do governo e ela teve que se mudar. Posteriormente, quando seus filhos tinham todo o necessário, tomou o hábito da ordem terceira de São Francisco.

Seu sacerdote confessor a submetia a grandes sacrifícios como despedir seus criados que mais amava. Ajudava os enfermos, vivia austeramente e trabalhava sem descanso. Partiu para a Casa do Pai ao anoitecer de 17 de novembro de 1231.

Diz-se que no dia de sua morte, um irmão leigo tinha quebrado um braço em um acidente e sofria na cama com dores. Então, santa Isabel lhe apareceu com vestidos radiantes e o irmão lhe perguntou por que estava vestida tão formosamente. Ela respondeu: “É porque vou para a glória. Acabo de morrer para a terra. Estique seu braço porque foi curado”.

Dois dias depois do enterro, um monge cisterciense foi ao túmulo de santa Isabel e ajoelhou-se para pedir à santa que intercedesse para se curar de uma terrível dor no coração. De uma hora para outra, ficou completamente curado de sua doença.

(acidigital)

Laudes da Memória de Santa Isabel da Hungria