domingo, 2 de outubro de 2022

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Angelus 02 de outubro de 2022 Papa Francisco

Homilia | Pare de querer ensinar a Deus! (27.º Domingo do Tempo Comum)

João cantando Encontraram-se dois anjos

Missa do 27º Domingo do Tempo Comum na Sé de Angra do Heroísmo

Hoje é a festa dos anjos da guarda, mensageiros de Deus

 


REDAÇÃO CENTRAL, 02 Out. 22 / 05:00 am (ACI).- “Todo fiel tem junto de si um anjo como tutor e pastor, para levá-lo à vida”, dizia são Basílio ao se referir ao anjo da guarda, aquele que Deus dispõe a cada um desde a concepção e cuja festa se celebra hoje (2).

Na Bíblia, anjo significa “mensageiro”. Estes espíritos muito puros são citados, por exemplo, no Salmo 90 quando diz: “Aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos”.

De igual modo Jesus os menciona quando declara essa famosa frase: “Guardai-vos de desprezar algum desses pequeninos, pois eu vos digo, nos céus os seus anjos se mantêm sem cessar na presença do meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).

No Novo Testamento é tão viva a crença de que cada um tem um anjo da guarda que, quando São Pedro, ao ser tirado do cárcere, chega a bater na porta da casa onde estão reunidos os discípulos de Jesus, eles acreditam a princípio que não é Pedro em pessoa e exclamam: “Será seu anjo” (At 12, 15).

São Bernardo, no ano 1010, aconselhou os fiéis a respeitar a presença dos anjos, portando-se como é devido, agradecer seus favores que são muitos e confiar em sua ajuda.

A festa dos anjos da guarda foi instituída no dia 2 outubro para toda a Igreja Universal em 1608, pelo papa Paulo V.

Entretanto, já era comemorada anos antes. No ano 800, celebrava-se na Inglaterra uma festa aos Anjos da Guarda e desde ano 1111 existe uma oração que diz: “Anjo do Senhor – que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião – guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém”.


(acidigital)

Laudes do 27º Domingo do Tempo Comum

sábado, 1 de outubro de 2022

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Pregação Seleta | Santa Teresinha e a comunhão dos santos

Missa desde a Basílica da Santíssima Trindade do Santuário de Fátima 01...

Jogar comida fora é jogar pessoas fora, diz o papa Francisco

 


Vaticano, 30 Set. 22 / 09:10 am (ACI).- “Já disse isso no passado, e não me cansarei de insistir, jogar comida fora é jogar pessoas fora”, disse o papa Francisco ontem (29) numa mensagem enviada ao diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura FAO, Qu Dongyu por ocasião do Dia Internacional de Conscientização sobre Perdas e Desperdícios de Alimentos 2022.

“Os alimentos não podem ser objeto de especulação. A vida depende deles. E é um escândalo que grandes produtores estimulem o consumismo compulsivo para se enriquecerem, sem sequer considerar as necessidades autênticas dos seres humanos”, escreveu o papa Francisco.

Francisco disse que "tanto a perda como o desperdício de alimentos são fatos verdadeiramente deploráveis, porque dividem a humanidade entre os que têm demais e os que carecem do essencial, porque aumentam as desigualdades, geram injustiças e negam aos pobres aquilo que precisam para viver com dignidade”.

O papa falou da gravidade deste problema "que não podemos deixar passar neste momento difícil em que vivemos".

"Multidões de seres humanos não podem ter acesso à alimentação adequada ou aos meios para obtê-la, que é um direito básico e prioritário de toda pessoa”, lamentou o papa acrescentando que “ver os alimentos jogados no lixo ou deteriorados por falta de recursos necessários para fazê-lo chegar aos seus destinatários é realmente vergonhoso e preocupante”.

Francisco exortou toda a comunidade internacional a se mobilizar "para pôr fim ao lamentável 'paradoxo da abundância'" e lembrou o discurso de são João Paulo II em 5 de dezembro de 1992, durante a abertura da Conferência Internacional de Nutrição.

“No mundo existe alimentos necessários para que ninguém vá dormir com fome. São produzidos alimentos mais do que suficientes para 8 bilhões de pessoas. A questão, sem dúvida, é de justiça social, ou seja, como é regulada a gestão dos recursos e a distribuição da riqueza”, disse Francisco. “O grito dos famintos, privados de um modo ou de outro de seu pão diário, deve ressoar nos centros onde são tomadas as decisões. E não pode ser silenciado ou sufocado por outros interesses”.

Francisco disse que neste assunto "de tal magnitude, não podemos nos contentar com exercícios retóricos, que terminam em declarações que depois deixam de ser cumpridas por esquecimento, mesquinhez ou ganância" e acrescentou que "é tempo de agir com urgência e buscando o bem comum”.

“É urgente tanto para os Estados como para as grandes empresas multinacionais, para as associações, como para os indivíduos, para todos, sem excluir ninguém, responder de forma eficaz e honesta ao grito de dor no coração dos famintos que pedem justiça”, disse.

Para Francisco, “cada um de nós é chamado a reorientar seu estilo de vida de forma consciente e responsável, para que nenhuma pessoa seja deixada para trás e todos recebam o alimento de que necessitam, tanto em quantidade quanto em qualidade”.

“Devemos isso aos nossos entes queridos, às gerações futuras e àqueles que estão atingidos pela miséria econômica e existencial”, concluiu o papa Francisco.


(acidigital)

Ensinamentos do papa Francisco sobre nosso anjo da guarda


REDAÇÃO CENTRAL, 01 Out. 22 / 08:00 am (ACI).- Em várias ocasiões, o papa Francisco fez algumas reflexões sobre a importância dos anjos da guarda, também chamados anjos custódios, cuja festa será celebrada amanhã (2).

A seguir, quatroensinamentos do papa para aprender a se relacionar melhor com o nosso anjo da guarda.


1. O anjo da guarda não é uma doutrina fantasiosa

Em 2014, o papa Francisco expressou durante a homilia da missa na Casa Santa Marta que o anjo da guarda existe, não é uma doutrina fantasiosa, mas um companheiro que Deus colocou ao lado do homem no caminho da vida.

“Expulsar o companheiro de caminho é perigoso, porque nenhum homem ou mulher pode aconselhar a si mesmo. Eu posso aconselhar os outros, mas não posso aconselhar a mim mesmo. O Espírito Santo me aconselha, o anjo me aconselha. Por isso temos necessidade. A doutrina sobre os anjos não é fantasiosa, é uma realidade. O que Jesus, o que Deus, disse: ‘Eu mando um anjo diante de ti para guardar-te, para te acompanhar no caminho, para que não erres’”, afirmou.


2. Os anjos lutam contra o demônio

Em 29 de setembro de 2014, o papa contou à Rádio Vaticano que satanás apresenta as coisas como se fossem boas, mas com a intenção de destruir o homem; e os anjos lutam contra o diabo e nos defendem.

“Defendem o homem e defendem o Homem-Deus, o homem superior, Jesus Cristo que é a perfeição da humanidade, o mais perfeito. Por isso, a Igreja honra os anjos, porque são os que estarão na glória de Deus – estão na glória de Deus – porque defendem o grande mistério escondido de Deus, isto é, que o Verbo se fez carne”, disse.


3. Para escutar o nosso anjo, devemos ser dóceis

Em 2 de outubro de 2015, o papa disse na homilia da missa da Casa de Santa Marta que “o cristão deve ser dócil ao Espírito Santo. A docilidade ao Espírito Santo começa com essa docilidade aos conselhos deste companheiro de caminho”.

Para ser dóceis, recomendou o papa, é necessário tornar-se pequenos, como crianças. “Peçamos hoje ao Senhor a graça desta docilidade, para escutar a voz deste companheiro, deste embaixador de Deus que está conosco em Seu nome, que nos sustenta com Sua ajuda”.


4. Deve-se respeitá-los porque sempre nos aconselham

Na mesma homilia, Francisco garantiu que o anjo da guarda “está sempre conosco” e que “o Senhor nos aconselha: ‘Tem respeito pela sua presença! Escuta a sua voz, porque ele nos aconselha’”.

Também disse que o nosso anjo é “um amigo que um dia estará conosco no Céu, na glória eterna”. “E quando nós, por exemplo, fazemos uma maldade e pensamos que estamos sós: ‘não, ele está’. Quando ouvimos aquela inspiração: ‘Mas faz isto… isto é melhor… isto não se deve fazer… ’ Escuta! Não te rebeles contra ele!”, afirmou.


(acidigital)

Hoje é celebrada santa Teresinha do Menino Jesus, doutora da Igreja

 


REDAÇÃO CENTRAL, 01 Out. 22 / 05:00 am (ACI).- “Quero passar meu céu fazendo o bem na terra”, dizia Santa Teresa de Lisieux, conhecida como santa Teresinha do Menino Jesus, cuja festa é celebrada hoje (1º). A santa carmelita, mesmo com sua vida contemplativa, tornou-se a padroeira das missões e doutora da Igreja.

Santa Teresa viveu somente 24 anos. Mas, deixou um grande legado de amor para a Igreja, o qual se tornou muito conhecido com o passar do tempo.

Marie Françoise Thérèse Martin nasceu em Alençon (França), em 2 de janeiro de 1873, filha do casal Louis Martin e Zélia Guérin, que foram canonizados em 2015 pelo papa Francisco.

Uma família modesta e temente a Deus, que teve como frutos oito filhos antes da caçula Teresa. Quatro deles, porém, morreram ainda novos, restando em vida Maria, Paulina, Leônia e Celina.

Teresinha entrou para o mosteiro das carmelitas em Lisieux aos 15 anos de idade, com a autorização do papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Entregou-se com inteira decisão e consciência à tarefa de ser santa. Sem perder o ânimo, diante da aparente impossibilidade de alcançar os pontos mais elevados da renúncia de si mesma, costumava repetir: “Deus não inspira desejos impossíveis. Não tenho que me fazer mais do que sou, mas sim me aceitar tal como sou, com todas minhas imperfeições”.

Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre como um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.

Teresinha tinha um profundo desejo em seu coração de ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Queria ser tudo, até que descobriu sua vocação: “No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor”.

Santa Teresa morreu de tuberculose, em 30 de setembro de 1897, dizendo suas últimas palavras: “Oh!… amo-O. Deus meu,… amo-Vos!”.

Um ano depois de sua morte, a partir de seus escritos, foi publicado o livro “História de uma alma”, que conquistou o mundo porque deu a conhecer o muito que esta religiosa tinha amado Jesus.

Foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925, pelo papa Pio XI, que a declarou “Patrona Universal das Missões Católicas”, em 1927.

Em 19 de outubro de 1997, são João Paulo II a proclamou doutora da Igreja. Na ocasião, disse: “Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face é a mais jovem dos ‘Doutores da Igreja’, mas seu ardente itinerário espiritual manifesta tal maturidade, e as intuições de fé expressas em seus escritos são tão vastas e profundas, que lhe merecem um lugar entre os grandes professores do espírito”.

“O desejo que Teresa expressou de ‘passar seu céu fazendo o bem na terra’ segue cumprindo-se de modo admirável. Obrigado, Pai, porque hoje nos faz próxima de uma maneira nova, para louvor e glória de seu nome pelos séculos!”, concluiu são João Paulo II.


Confira também:

10 ensinamentos do Papa Francisco sobre sua devoção a Santa Teresinha do Menino Jesus https://t.co/s56IeFLtCc


(acidigital)

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