sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Passa Palavra


AMANHÃ

Podes participar no Retiro organizado pela Ordem Terceira Secular da Ilha Terceira, que terá inicio pelas 9.00 horas e termina na manhã de Domingo. Leva algo para almoçares e partilhares com os irmãos.

Cidade do Vaticano



CARTA ENCÍCLICA
SPE SALVI
DO SUMO PONTÍFICE
BENTO XVI
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A ESPERANÇA CRISTÃ

"Introdução

1. « SPE SALVI facti sumus » – é na esperança que fomos salvos: diz São Paulo aos Romanos e a nós também (Rm 8,24). A « redenção », a salvação, segundo a fé cristã, não é um simples dado de facto. A redenção é-nos oferecida no sentido que nos foi dada a esperança, uma esperança fidedigna, graças à qual podemos enfrentar o nosso tempo presente: o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho. E imediatamente se levanta a questão: mas de que género é uma tal esperança para poder justificar a afirmação segundo a qual a partir dela, e simplesmente porque ela existe, nós fomos redimidos? E de que tipo de certeza se trata?..."
(Consultar o site do Vaticano: http://www.vatican.va/)

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Pára! Faz Silêncio



Defeitos: como lidar com eles


" Avança com simplicidade pelos caminhos do Senhor e não te preocupes.
Detesta os teus defeitos, sim, mas com tranquilidade, sem agitação nem inquietude.
É preciso usar de paciência em relação a eles e deles tirar proveito, graças a uma santa humildade. Se faltar a paciência, as tuas imperfeições, em vez de desaparecerem, apenas crescerão. Porque não há nada que reforce tanto os nossos defeitos como a inquietação e a obsessão para deles nos desembaraçarmos.
Cultiva a tua vinha em comum acordo com Jesus. A ti cabe a tarefa de retirar as pedras e arrancar os espinhos. A Jesus, a de semear, plantar, cultivar e regar.

Mas, mesmo no teu trabalho, é também Ele quem age.
Porque, sem Cristo, não poderias fazer nada."

(In: S. [Padre] Pio de Pietrelcina (1887-1968), capuchinho - Ep 3, 579 ; CE 54)

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Jornada Mundial da Juventude



Jornada Mundial da Juventude 2008 deverá gerar muitos frutos

(Enxerto da entrevista realizada ao Arcebispo de Sydney e coordenador da JMJ08, que falam sobre o evento.)

SYDNEY, terça-feira, 27 de Novembro de 2007 (ZENIT.org).
- «Esperamos, com a ajuda de Deus, colher os frutos da Jornada e desenvolvê-los aqui na Austrália». A afirmação é do coordenador da Jornada Mundial da Juventude 2008 (JMJ08), bispo Anthony Fisher.Dom Anthony Fisher acredita que a JMJ fará crescer em todas as pessoas, independente de religião ou país, as questões sobre Deus, sentido, busca da felicidade e de ideais. «Especialmente», afirmou Dom Fisher, «nos nossos jovens católicos queremos fortalecer a sua identidade religiosa e a grande contribuição que eles devem dar ao nosso país e à nossa Igreja».
Actualmente, 60% dos 21 milhões de australianos são cristãos, 26% desse total é formado por católicos. Em Sydney a prática religiosa é um pouco maior que a média nacional, que está entre 13 e 14% de participação semanal. Hoje em dia, 20% de todos os australianos são educados em escolas católicas. Isso faz com que, segundo o cardeal Pell, o esforço pastoral da Igreja na Austrália no momento seja concentrado na rede de ensino. Há mais católicos nas escolas que praticantes nas paróquias, segundo o arcebispo.

A reacção dos representantes de outras religiões foi, segundo o coordenador da JMJ, um óptimo exemplo do carácter multicultural e multirreligioso da Austrália, em que as pessoas estão vivendo juntas e vivendo bem.
Haverá, durante o evento, fóruns específicos sobre questões ecuménicas e diálogo inter-religioso como houve nas edições anteriores, guiados por movimentos internacionais como os focolares e a Taizé.
Para o cardeal George Pell, o desafio é fazer que a Jornada se confronte com essa realidade e seja um bom evento nos âmbitos espiritual, religioso, no fortalecimento da fé, e que gere frutos para o futuro.
………………………
Por Tiago Miranda
(IN: ZENIT)

Passa Palavra



"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna" (João 6, 68)
Receba gratuitamente todas as manhãs, por correio eletrônico, as leituras do dia, a vida dos santos e um comentário do Evangelho selecionado entre os melhores autores dos dois mil anos de cristianismo: padres e doutores da Igreja, santos e papas.
Assinatura gratuita e informações em: www.evangelhoquotidiano.org Em francês, espanhol, inglês, português, italiano, alemão, holandê e árabe.

- Um serviço para ajudar a nossa oração no dia-a-dia -

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O meu sentir!


LOUVOR ETERNO A QUEM NOS CRIOU!

Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor:
_ a Ele a glória e o louvor eternamente!
Céus, bendizei o Senhor:
_ a Ele a glória e o louvor eternamente!
Anjos do Senhor, bendizei o Senhor:
_ a Ele a glória e o louvor eternamente!
Águas que estais acima dos céus, bendizei o Senhor:
– a Ele a glória e o louvor eternamente!
Todos os poderes do universo, bendizei o Senhor:
– a Ele a glória e o louvor eternamente!

Dan. 3,57.58.59.60.61.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Hora de sorrir



Este cão é um bom companheiro, sem dúvida!

domingo, 25 de novembro de 2007

Liturgia do Dia: Cristo Rei!


CRISTO VENCE, CRISTO REINA
“Evangelho segundo S. Lucas 23,35-43.
O povo permanecia ali, a observar; e os chefes zombavam, dizendo: «Salvou os outros; salve-se a si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito.» Os soldados também troçavam dele. Aproximando-se para lhe oferecerem vinagre, diziam: «Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!» E por cima dele havia uma inscrição: «Este é o rei dos judeus.» Ora, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-o, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-te a ti mesmo e a nós também.» Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo que as nossas acções mereciam; mas Ele nada praticou de condenável.» E acrescentou: «Jesus, lembra-te de mim, quando estiveres no teu Reino.» Ele respondeu-lhe: «Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso.»

HOJE É DOMINGO

HOJE É O DIA QUE FEZ O SENHOR
ALELUIA! ALELUIA!
CANTEMOS UM HINO DE GLÓRIA
ALELUIA! ALELUIA!

sábado, 24 de novembro de 2007

Cidade do Vaticano



«Salvos pela esperança», nova encíclica do Papa

“CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 de Novembro de 2007 (ZENIT.org).- «Salvos pela esperança» («Spe salvi»), a nova encíclica de Bento XVI, não só será assinada por Bento XVI em 30 de Novembro, como havia informado o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, mas também será publicada nesse mesmo dia em vários idiomas.O documento será apresentado pelo Vaticano em latim, espanhol, italiano, francês, inglês, português, polonês e alemão. A segunda encíclica desse pontificado continua meditando na segunda parte das virtudes teologais, depois de ter reflectido sobre o amor em «Deus caritas est» (assinada em 25 de Dezembro de 2005). Bento XVI reflectiu sobre a carta de São Paulo aos Romanos (8, 24) na qual diz: «Pois nossa salvação é objecto de esperança; e ver o que se espera, não é esperar. Acaso alguém espera o que vê?».A esperança é um tema importante no magistério de Bento XVI. Na homilia que pronunciou em Nápoles em 21 de Outubro, antes de inaugurar o encontro mundial de líderes religiosos pela paz, por exemplo, pronunciou esta palavra em onze ocasiões. "
(IN: ZENIT)

Aguardemos então pelo dia da sua publicação, 30 de Novembro.

Caminho Neocatecumenal

A Boa Notícia

Mais algumas Catequeses foram acontecendo ao longo da semana. Fomos descendo à nossa realidade profunda, alguns degraus. Ainda me faltam descer muitos…
À medida que vou descendo, descubro muito “lixo” que preciso varrer para fora do meu coração e isto leva muito tempo. É admirável constatar como se consegue camuflar com tanto jeito e diplomacia, a hipocrisia, a inveja, a prepotência ou o orgulho e tantos outros “lixos” que acumulamos ao longo de décadas…
Só depois de eu assumir os meus “lixos”, olhar-me e ver-me nu, como Adão e Eva se viram, sem nada, é que eu sinto a necessidade de algo na minha vida que me faça nascer de novo: preciso de uma Boa Notícia!

A Boa Notícia é que Jesus Venceu, Ressuscitou para mim, para que eu ressuscite também e me salve. (Act 3, 26)

Entender estas coisas é difícil. Também o foi para os apóstolos que conviveram com Jesus cerca de 3 anos.
Então, houve um dia em que Jesus envia o Seu Espírito aos apóstolos e o Espírito, transformou-os: ficaram sem medo e entenderam tudo quanto Jesus lhes ensinara.

O Senhor quer dar-nos o Seu Espírito de Ressuscitado, para nos transformar!
Basta, Aceitar!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O meu crer!


“ Voltai-vos para Mim e sereis salvos,
Todos os confins da terra.
Eu sou Deus e mais ninguém.
Juro pelo meu nome.
Is 45,22

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Prece!


Recebi esta Oração pela internet. É simples e pequenina, por isso estou a partilhá-la contigo.

“Hoje, Senhor, agradeço-Te pela noite tranquila, pelo cobertor que me aqueceu, pelo alimento que me proporcionaste, por mais um dia de trabalho.E, principalmente, por mais um dia de vida!
Abençoai, Senhor, os meus amigos e as pessoas que não gostam de mim, porque todos precisam de Ti , especialmente os que estão lendo esta mensagem agora e dai-lhes a Tua paz, hoje e todos os dias da sua vida.

Amém!”

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Pára! Faz Silêncio

(Transcrição)
"Calma, deixa correr o tempo"

"Estás intranquilo. – Olha: aconteça o que acontecer na tua vida interior ou no mundo que te rodeia, nunca te esqueças de que a importância dos acontecimentos ou das pessoas é muito relativa. – Calma. Deixa correr o tempo; e, depois, olhando de longe e sem paixão os factos e as pessoas, adquirirás a perspectiva, porás cada coisa no seu lugar e de acordo com o seu verdadeiro tamanho. Se assim fizeres, serás mais justo e evitarás muitas preocupações. (Caminho, 702)
Não vos assusteis nem temais nada, mesmo que as circunstâncias em que trabalheis sejam tremendas, piores que as de Daniel no fosso com aqueles animais vorazes. As mãos de Deus continuam a ser igualmente poderosas e, se fosse necessário, fariam maravilhas. Sede fiéis! Com uma fidelidade amorosa, consciente, alegre, à doutrina de Cristo, persuadidos de que os anos de agora não são piores do que os dos outros séculos e de que o Senhor é o mesmo de sempre.
Conheci um sacerdote já ancião, que afirmava, sorridente, de si mesmo: eu estou sempre tranquilo, tranquilo. E assim temos de nos encontrar sempre nós, metidos no mundo, rodeados de leões famintos, mas sem perder a paz: tranquilos! Com amor, com fé, com esperança, sem esquecer jamais que, se for conveniente, o Senhor multiplicará os milagres". (Amigos de Deus, 105)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

O meu sentir!

Hoje perdi um Amigo, o Professor Helder Melo.
Foi ele que me deu o Jornal com esta foto, numa ocasião em que escreveu sobre o meu pai, que foi professor dele. Agora sou eu que a insiro no meu espaço pessoal como relíquia: nela, de pé, o Professor é o segundo da direita e o meu Pai, o da ponta.
Considerava as suas visitas, um privilegio. Poucas foram. Porém na última, para além de me oferecer Livros da sua autoria e outros escritos, tocou piano como se fazia antigamente. Conversámos sobre o Pico e amigos comuns.
Suave e doce Professor, descansa em Paz .

Cidade do Vaticano


(Transcrição)
«Populorum Progressio» adiantou respostas ao desafio da globalização há 40 anos
O cardeal Martino analisa a actualidade da histórica encíclica de Paulo
VICIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 19 de Novembro de 2007 (ZENIT.org).
- Quatro décadas após sua publicação, a encíclica de Paulo VI sobre a necessidade de promover o desenvolvimento dos povos («Populorum progressio») revela-se profética em suas respostas ao desafio actual da globalização, constata o presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.Esta semana, o organismo vaticano celebrará seu 40º aniversário remetendo-se ao histórico documento pontifício durante sua assembleia geral – terça e quarta – e dedicando-lhe o III Congresso mundial dos organismos eclesiais que trabalham pela justiça e a paz – encontro que Roma acolhe de quinta-feira a sábado.É indubitável para o cardeal Renato Martino que a definição da encíclica sobre «o desenvolvimento» – «novo nome da paz» – é um indicador de sua actualidade. «Paulo VI sabia que se não se sanassem os problemas do subdesenvolvimento económico, social e político, a indignação dos pobres cresceria até provocar conflitos e terrorismo internacional», explica o purpurado em uma entrevista publicada em «L’Osservatore Romano» – edição diária em italiano, 18 de Novembro de 2007.É surpreendente, em sua opinião, a actualidade do documento pontifício, «sua capacidade verdadeiramente profética de falar também à humanidade de nosso século XXI».«Destino universal dos bens da criação», «economia ao serviço do homem», denúncia das «especulações e exportações de recursos em proveito de quem as utiliza para seu próprio capricho», denúncia do «ulterior crescimento da riqueza dos ricos e do poder dos fortes que tornam mais grave a servidão dos oprimidos»: são temas dos quais «Populorum progressio» fala e que «hoje experimentamos na globalização», observa o purpurado. Propor constantemente esta encíclica «com valor e constância diários» é o que a Santa Sé e a Igreja fazem, sublinha o cardeal Martino, recordando o contexto da publicação do documento. Ela foi escrita «nos anos nos quais se dava o despertar dos homens e dos povos até então escravizados nas colônias – aponta. O Ocidente, que já não podia seguir apropriando-se do destino» daqueles, «oferecia-se para associar-se (ainda que certamente não de maneira desinteressada) ao desenvolvimento das novas nações», e «precisamente a maneira de tal intromissão impulsionou Paulo VI a intervir para afirmar que a Igreja não podia permanecer alheia ‘às alegrias e às esperanças, às tristezas e às dores do homem’», um chamado conciliar.Em uma época «na qual quase toda avaliação política se baseava na contraposição leste-oeste», o então pontífice havia entendido que o eixo mais crítico era o norte-sul. «A história se encarregou de dar-lhe a razão – afirma o cardeal Martino: superaram-se as tensões leste-oeste, mas entre norte e sul surgiram mecanismos cruéis, como a dívida externa, as guerras combatidas no sul do mundo, a produção e o comércio de armas».
…………..
(In ZENIT)

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Prece

"Concedei-nos um dia alegre, pacífico e sem mancha, para que, ao chegar a noite, possamos louvar-Te na alegria e pureza de coração."
Por isso, "iluminai-nos durante todo o dia e dirigi o trabalho das nossas mãos.

Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito."
Amen

domingo, 18 de novembro de 2007

Liturgia do Dia



EVANGELHO QUOTIDIANO

A propósito do Evangelho de S. Lucas 21,5-19, apresentamos um comentário feito por João Paulo II por ocasião na Homilia da Celebração ecuménica para recordar as testemunhas da fé do séc. XX, em 7 de Maio de 2000.


"Será para vós ocasião de dar testemunho"


“A experiência dos mártires e das testemunhas da fé não é uma característica exclusiva dos primórdios da Igreja, mas constitui a marca de cada período da sua história. No século XX, talvez mais ainda do que nos primeiros tempos do cristianismo, foram muitíssimos os que testemunharam a fé com sofrimentos não raro heróicos. Em todos os continentes, no decurso do século XX, quantos cristãos pagaram o seu amor a Cristo com o próprio sangue! Sofreram formas de perseguição antigas e recentes, experimentaram até o ódio e a exclusão, a violência e o limite da morte. Muitos países de antiga tradição cristã voltaram a ser terras onde se pagava muito cara a fidelidade ao Evangelho. No nosso século, o "testemunho a Cristo extremado até ao sangue tornou-se património comum de católicos, ortodoxos, anglicanos e protestantes" (Tertio millennio adveniente, 37). […]Nos meus anos de juventude, eu próprio fui testemunha de muitos sofrimentos e de inúmeras provações. «O meu sacerdócio inscreveu-se, desde o início, no mesmo sacrifício de muitos homens e mulheres da minha geração" (Dom e Mistério, pág. 47). A experiência da segunda guerra mundial e dos anos que se lhe seguiram levou-me a considerar com grata atenção o exemplo luminoso de todos quantos, do princípio ao fim do século XX, experimentaram a perseguição, a violência e a morte por causa da sua fé, por causa do comportamento que a verdade de Cristo lhes inspirava.E são tantos! A sua memória não deve perder-se.”

(In Evangelho Quotidiano)

sábado, 17 de novembro de 2007

Caminho Neocatecumenal

Escuta, Israel!

Hoje aprendi a responder à pergunta, “Quem sou u?”. Tal como diria alguém, já sei que nada sou... Foi bom assumir a minha realidade, a minha pequenez e ter a esperança de ir descobrindo cada vez mais os “cantos da minha casa”.

É o momento propício para a “escuta!” da Boa Notícia.

A Boa Notícia é: Jesus Cristo venceu a morte; Ele está Ressuscitado! Jesus chegou “aqui” e pode mudar a minha vida. Jesus é que me vai transformar por acção do Espírito Santo. É só deixar-me conduzir por Ele.
Esta é a conversão que o Senhor quer fazer comigo.
(Talvez nos ajude ler Ez 36, 24-28 para sabermos o que Deus faz com aqueles que aceitam esta Boa Notícia).

sexta-feira, 16 de novembro de 2007


O DIA ESTÁ A DECLINAR... AMANHÃ OUTRO SUCEDER-LHE-À!
SENHOR, DÁ-NOS ALEGRIA NA ESPERANÇA.

Pára! Silêncio!

(Transcrição da internet)

“ Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento… Pedi um bife de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um sumo de laranja, pois afinal de contas fome é fome, mas regime é regime, não é?
Abri o meu portátil e apanhei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:-Tio, dás-me umas moedas?- Não tenho, rapaz.- Só uma moedinha para comprar um pão.- Está bem, compro-te um.
…- Tio, pedes para porem margarina e queijo também?- OK, mas depois deixa-me trabalhar, que estou muito ocupado, está bem? Chega a minha refeição e com ela o meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçon pergunta-me se quero que mande o puto embora. .. Digo que está tudo bem.- Deixe-o ficar. Traga o pão e mais uma refeição decente para ele. Então o miúdo sentou-se à minha frente e perguntou:- Tio, que é que estás a fazer?- Estou a ler uns e-mails.- O que são e-mails?- São mensagens electrónicas mandadas por pessoas via Internet. Sabia que ele não iria perceber nada, mas a título de me livrar de maiores questionários, disse:- É como se fosse uma carta, só que via Internet.- Tio, tens Internet?- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje. - O que é Internet, tio?- É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Há de tudo no mundo virtual.- E o que é virtual, tio?- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos tocar.. É lá que criamos uma série de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos as nossas fantasias, transformamos o mundo …
- Isso é fixe. Gostei!- Miúdo, entendeste o que quer dizer virtual?- Sim, tio, eu também vivo nesse mundo virtual. - Tens computador?- Não, mas o meu mundo também é assim... Virtual. A minha mãe está todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico a tomar conta do meu irmão mais novo que está sempre a chorar com fome e eu dou-lhe água para ele pensar que é sopa. A minha irmã mais velha sai todos os dias, diz que vai vender o corpo, mas eu não entendo, porque ela volta sempre com o corpo. O meu pai está na cadeia há muito tempo. Mas imagino sempre a nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de Natal e eu a ir à escola para vir a ser médico um dia.Isto não é virtual, tio?Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia mesmo a sério e fazemos de conta que não percebemos!”

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Caminho Neocatecumenal


Quem é Deus para mim?

Tivemos ontem mais uma Catequese de iniciação cristã, no contexto da Nova Evangelização - recentemente aconselhada pelo nosso Papa Bento XVI, aos Bispos Portugueses, como já se noticiou aqui.
Depois de termos sidos questionados "Quem é Deus para ti?", ou por outras palavras: "tens alguma experiência séria na tua vida, em que te desses conta de que Deus existe?", chegámos à conclusão de que pensamos que sabemos muito, mas não sabemos nada! No fundo, tudo não passa de uma fraca teoria, porque na prática, a vivência espiritual ...
Vamos, eu e tu, responder "para dentro" e talvez ajude a passagem do Livro de Jó: 42,5.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

O meu sentir!

De facto a paisagem continua a ser muito rude, muito áspera; é difícil de caminhar; só trepando devagarinho...
Mas hoje já é possível olhar o céu muito azul e ao longe, descobrir a luz!
O que se faz para chegar ao Farol !

O meu sentir...

É o Pico. Montanha altaneira, donde se vislumbra quase meio mundo, sempre a apontar para o alto... Hoje, ela continua alta, mas está escura, não reflecte o sol...

Amanhã, voltará o sol, sem dúvida.

Um bom dia para todos.


segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Cidade do Vaticano

(Transcrição)
Construir caminhos de comunhão, pede Papa a bispos de Portugal
CIDADE DO VATICANO, domingo, 11 de Novembro de 2007 (ZENIT.org).- «A palavra de ordem era, e é, construir caminhos de comunhão», disse Bento XVI esse sábado aos bispos de Portugal.Na véspera do encerramento da visita “ad limina apostolorum” do episcopado português ao Papa e à Cúria Romana, Bento XVI deu indicações que devem servir de luzes para o desenvolvimento do trabalho apostólico na nação para os próximos anos.Segundo recorda o pontífice, baseado nos informes que os bispos portugueses lhe apresentaram, constata-se no país uma grande «falta de participação na vida comunitária».Diante disso, assinalou o pontífice, que é preciso «construir caminhos de comunhão».«É preciso mudar o estilo de organização da comunidade eclesial portuguesa e a mentalidade dos seus membros para se ter uma Igreja ao ritmo do Concílio Vaticano II, na qual esteja bem estabelecida a função do clero e do laicado, tendo em conta que todos somos um, desde que fomos baptizados e integrados na família dos filhos de Deus, e todos somos corresponsáveis pelo crescimento da Igreja.»De acordo com Bento XVI, «esta eclesiologia da comunhão na senda do Concílio, à qual a Igreja portuguesa se sente particularmente interpelada na sequência do Grande Jubileu», é «a rota certa a seguir».…..Com isto – prosseguiu o Santo Padre – «não quero dizer que não se deva discutir acerca do recto ordenamento na Igreja e sobre a atribuição das responsabilidades; sempre haverá desequilíbrios, que exigem correcção».«Mas tais questões não nos podem distrair da verdadeira missão da Igreja: esta não deve falar primariamente de si mesma, mas de Deus», afirmou Bento XVI.
(In Zenit)

Sorri!



Dois velhinhos conversam num banco de jardim:

- Macedo, eu tenho 83 anos e estou cheio de dores e problemas. Tu deves
ter mais ou menos a minha idade. Como é que te sentes?
- Como um recém-nascido.
- Como um recém-nascido?!
- É. Sem cabelo, sem dentes e acabei de ..... nas calças.

domingo, 11 de novembro de 2007

Liturgia do Dia

(Transcrição)
EVANGELHO QUOTIDIANO
Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68
Hoje a Igreja celebra : S. Martinho (de Tours), bispo, +397
Evangelho segundo S. Lucas 20,27-38.
Aproximaram-se alguns saduceus, que negam a ressurreição, e interrogaram-no: «Mestre, Moisés prescreveu nos que, se morrer um homem deixando a mulher, mas não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva, para dar descendência ao irmão. Ora, havia sete irmãos: o primeiro casou-se e morreu sem filhos; o segundo, depois o terceiro, casaram com a viúva; e o mesmo sucedeu aos sete, que morreram sem deixar filhos. Finalmente, morreu também a mulher. Ora bem, na ressurreição, a qual deles pertencerá a mulher, uma vez que os sete a tiveram por esposa?» Jesus respondeu-lhes: «Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se; mas aqueles que forem julgados dignos da vida futura e da ressurreição dos mortos não se casam, sejam homens ou mulheres, porque já não podem morrer: são semelhantes aos anjos e, sendo filhos da ressurreição, são filhos de Deus. E que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender no episódio da sarça, quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob. Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; pois, para Ele, todos estão vivos.»
Da Bíblia Sagrada

sábado, 10 de novembro de 2007

Caminho Neocatecumenal


O Caminho entre nós

Por determinação do Senhor Bispo da Diocese dos Açores, está entre nós uma equipa do Caminho Neocatecumenal para iniciar nesta ilha, a Nova Evangelização preconizada pelo Concílio Vaticano II.
Apenas os Párocos das Freguesias de Agualva, Lages e S. Sebastião, aceitaram fazer esta experiência, nas suas Paróquias. Daí que eu e um grupo de amigos respondendo ao Anúncio, nos deslocamos todas as terças e sextas feiras à Freguesia mais perto, que é S. Sebastião.

A 1ª Catequese teve início no dia 23 de Outubro de 2007. De tudo quanto nos foi transmitido, realçamos muito sumariamente, dois pontos importantes:
- O que é o Caminho Neocatecumenal: o Caminho Neocatecumenal é um carisma de renovação da Igreja. Por este “caminho”, vamos às fontes, às origens da História da Salvação.
- O que venho fazer aqui: Com este “Caminho”, partimos da estaca zero para seguirmos Jesus Cristo tal como fizeram as primeiras comunidades cristãs: “Amai-vos como eu vos amei…”. Ser sinal de fé através do Amor verdadeiro “Vede como eles se amam…” e da Unidade/ comunhão entre todos.

Continuarei a dar notícias.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007



Quando orares, fá-lo no segredo / Mt 6,6

No silêncio do meu coração,
Eu te louvo e bendigo, ó Pai do Céu,
Criador de toda a criatura.
Peço que olhes para esta mulher;
A renoves, convertendo-a.
Entra na minha história e
que seja feita a Tua vontade.

Dá-me sempre o Pão em cada dia,
A mim e a todos os povos do mundo:
A nós, que não merecemos, porque somos pecadores.
Perdoa-nos Senhor, todas as nossas faltas
Tal como perdoamos a quem nos ofende.

Como somos pequenos e frágeis, meu Deus!
Vela por nós e não nos deixes cair em tentação.
Como o cego de Jericó, te gritamos:
Livra-nos do mal, Senhor.
Ámen.

Efemérides

Dedicação da Basílica de Latrão

Hoje a Igreja celebra a Dedicação da Basílica de Latrão .
Apresento a transcrição de um trecho do Sermão 5 para a Dedicação, alusivo à efeméride, da autoria de S. Bernardo (1091-1153), monge cisterciense e doutor da Igreja.

“Festa da dedicação de uma igreja, festa do povo de DeusHoje, meus irmãos, celebramos uma grande festa; é a festa da casa do Senhor, do templo de Deus, da cidade do Rei eterno, da Esposa de Cristo... Perguntemo-nos, então, o que pode ser a casa de Deus, o seu templo, a sua cidade, a sua Esposa. Tenho de o dizer com temor e respeito: somos nós. Sim, nós somos tudo isso, mas no coração de Deus. Somo-lo pela sua graça e não pelos nossos méritos... A humilde confissão das nossas penas provoca a sua compaixão. Esta confissão dispõe Deus a vir em socorro da nossa fome como um pai de família e a fazer-nos encontrar junto dele pão em abundância. Somos, portanto, a sua casa onde nunca falta o alimento da vida... "Sede santos, está escrito, porque eu, o vosso Senhor, sou santo" (Lv 11,44). E o apóstolo Paulo diz-nos: "Não sabeis que os vossos corpos são o templo do Espírito Santo e que o Espírito Santo tem em vós a sua morada?" Mas bastará a própria santidade? Segundo o apóstolo, é necessário também a paz: "Procurai, diz ele, viver em paz com toda a gente e também a santidade, sem a qual ninguém verá a Deus" (He 12,14). É esta paz que nos faz viver juntos, unidos como irmãos, é ela que constroi para o nosso Rei uma cidade toda nova chamada Jerusalém, o que quer dizer: visão da paz...”

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Sorri!


Amigo

Numa linha de mútuo conhecimento, envio a minha fotografia, aguardando a tua na volta do correio. Adivinha, qual das duas sou eu?

Um abraço. Lúcia.

Pára! Faz Silêncio

Encontrei esta pequena reflexão na net e gostei. Por isso estou a partilhá-la aqui, contigo.

“Que tal andas de presença de Deus?”
Falta-te vida interior, porque não levas à oração as preocupações dos teus e o proselitismo; porque não te esforças por ver claro, por fazer propósitos concretos e por cumpri-los; porque não tens visão sobrenatural no estudo, no trabalho, nas tuas conversas, na tua relação com os outros... – Que tal andas de presença de Deus, consequência e manifestação da tua oração? (Sulco, 447)"

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

CIDADE DO VATICANO

Bispos portugueses celebram Eucaristia junto ao túmulo de S. Pedro
Em sua quinquenal visita «ad Limina»
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 06 de Novembro de 2007 (ZENIT.org).- Durante a Missa concelebrada ontem pelos bispos portugueses que estão no Vaticano para sua quinquenal visita «ad Limina» ao Papa e à Cúria Romana, Dom Jorge Ortiga, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), disse em sua homilia, junto ao túmulo de S. Pedro, que a Igreja precisa «sair para ir ao encontro da humanidade que sofre».Segundo informou a Agência portuguesa Ecclesia, o Arcebispo de Braga também definiu a visita como um «momento de graça».Dom Jorge Ortiga ainda revelou que a visita procura «intensificar o existente e renovar compromissos eclesiais que delimitam os objectivos que pretendemos alcançar».O presidente da CEP disse que a «Igreja deve centralizar-se na prioridade do espiritual e místico e, a partir daqui, encarar os mais variados desafios». O prelado também reflectiu sobre a necessidade de se conhecer e olhar com profundidade para os dramas existenciais.Dom Jorge também afirmou que o mundo olha «preferencialmente para os acontecimentos negativos ou para os assuntos que podem suscitar conflitos, e não quer fixar os olhos na Igreja». Segundo informa Ecclesia, o Presidente da CEP também falou sobre a maneira em que se vive o cristianismo hoje, e que muitos cristãos «conseguem viver com opções contraditórias entre si e em oposição com os valores evangélicos».Sobre o anúncio de Cristo, o prelado revela que o mundo de hoje «exige uma linguagem nova, capaz de suscitar interesse e fazer com que ele ‘olhe’ para nós, não com ‘as respostas habituais’, mas ‘num apelo contínuo à nossa criatividade’».O Arcebispo de Braga afirma não ser «fácil uma presença que provoque atenção por parte do mundo da indiferença ou daqueles que hostilizam o pensar e agir eclesial», mas indica que «renunciar a esta responsabilidade pode significar tornar-nos geradores de indiferença religiosa, se não for pelo contra-testemunho, pela incúria».O Presidente da CEP recordou as palavras de Bento XVI no Brasil, «Cristo não se impõe, mas deve propor-se» e a linguagem que o homem moderno entende «é o testemunho. Só este arrasta e convence, embora provoque sacrifício e dificuldades a quem testemunha», sublinhou. «Naquele tempo era o testemunho de Pedro e João. Hoje somos muitos, e só a unidade tocará o coração da humanidade», ressalvou.Os bispos portugueses continuam nesses dias sua visita ao Papa e à Cúria Romana, visitando os diversos dicastérios vaticanos e no dia 10, encontrando-se todos com Bento XVI.No dia 11 de Novembro, encerra-se a visita dos bispos portugueses ao Vaticano, com a celebração da Eucaristia na Igreja de Santo António dos Portugueses.A Agência Ecclesia, órgão informativo da Conferência Episcopal Portuguesa, preparou um dossier com a cobertura completa da visita dos bispos de Portugal, que pode ser encontrado em http://www.ecclesia.pt/adlimina2007/. (In ZENIT)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Caros Amigos

Caros Amigos

Pretende o espaço "Caminhando" agora criado, proporcionar o encontro de amigos, de pessoas de boa fé que queiram "partilhar aqui", experiências, vivências do quotidiano, com espírito positivo e construtivo, numa linha de respeito mútuo.
O título que lhe atribuí, indica precisamente que vamos incluir matérias que nos incentivem a caminhar, sempre para diante, a caminho da cidade Celeste.

Não temos periodicidade, nem temas pré-concebidos. O conteúdo de "Caminhando" irá surgindo naturalmente, sem pretenções de escritas elaboradas ou de contextos teológicos. Serão incluídos textos meus, teus ou transcritos de outros autores e tidos como de interesse para todos nós.

Vamos ser como as crianças: simples, confiantes, alegres, dando a mão para que ajudem a caminhar!

Um abraço.