sábado, 18 de novembro de 2017

Os Diários de Carmen Hernández:
uma canção de amor para Jesus



Na "Noite Escura" desta mulher de fé, um dos segredos da fertilidade do Caminho Neocatecumenal


Hoje em Roma às 18h00, no Auditório Centro Congressi Cei será apresentado o livro "Diari. 1979-1981 " ( editora Cantagalli ) de Carmen Hernández Barrera , co-iniciadora junto com Kiko Argüello do Caminho Neocatecumenal, morta em 19 de julho de 2016 aos 85 anos. Com a presença do cardeal Cristoph Schönborn , arcebispo de Viena e presidente da Conferência Episcopal da Áustria, Costanza Miriano , jornalista e escritor, e Kiko Argüello .

Carmen escreveu seus Diários por trinta anos, o livro recolhe pensamentos de 1979 a 1981, mas pouco a pouco cada roteiro será publicado "para o bem espiritual dos Irmãos do Caminho e da Igreja" (Kiko Argüello).

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Papa Francisco: "o sofrimento de Carmen
transformou-se em uma oferta"

"Estou muito satisfeito pelo fato de que, através dessas páginas, o testemunho de um grande amor por Jesus se torna tangível, cuja luz transforma o sofrimento oferecido, o cansaço nas alegrias, a vida em um tempo para evangelizar".

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Sempre em comunhão íntima e amorosa com Jesus

Sim, está certo. Através das passagens dos "Diários", as confissões da autora, seus pensamentos, mesmo o mais amargo e cheio de solidão, têm o sabor da oferta . Em cada página são poderosos o amor e a comunhão com Jesus , o relacionamento profundo com Ele ao qual confia os pequenos momentos do dia, os sofrimentos, as alegrias, as provações que vivem em um diálogo ardente e incessante .

50 anos de missão itinerante

Cinquenta anos de missão itinerante sem parar: viagens, escrutínios, visitas a muitas comunidades em Madri, Zamora, Barcelona, ​​Paris, Roma, Florença, Ivrea ... "Ouvindo e ouvindo todos os irmãos sobre sua vida, seus sofrimentos e sua história , iluminando-as à luz da fé, da gloriosa cruz de Nosso Senhor Jesus " (Kiko Argüello). 

Carmen escreve todos os dias, todas as noites, em todo o mundo, onde ela deve anunciar o Evangelho , e suas palavras são oração, súplica, carta de amor.

Tradução Masseif, com informações de ALETEIA.IT


(caritaschristi)
Domingo, 19 de novembro: Dia Mundial dos Pobres
com o Papa Francisco



Cidade do Vaticano (RV) - Celebra-se, neste domingo (19/11), o 1º Dia Mundial dos Pobres.

Essa jornada foi muito desejada pelo Papa Francisco na conclusão do Jubileu da Misericórdia a fim de que toda a comunidade cristã fosse chamada a estender a mão aos pobres, aos marginalizados, aos homens e mulheres cuja dignidade é pisoteada.

O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, organizador do evento, refere, num comunicado, que neste dia mais de 4 mil pessoas pobres, acompanhadas por associações de voluntariado provenientes de Roma e da Região do Lácio, e de outras dioceses do mundo, como Paris, Lyon, Nantes, Angers, Beauvais, Varsóvia, Cracóvia, Solsona, Bruxelas e Luxemburgo, irão à Basílica de São Pedro para participar da missa celebrada pelo Papa Francisco às 10h locais, 7h da manhã no horário de Brasília, que será transmitida pelo Programa Brasileiro. 

Após a missa, mil e quinhentas pessoas carentes irão almoçar, na Sala Paulo VI, com o Papa Francisco. Este momento será animando pela banda da Gendarmaria Vaticana e pelo coral “As doces notas”, formado por crianças de 5 a 14 anos. Os outros dois mil e quinhentos pobres serão transferidos nos refeitórios, seminários e colégios católicos de Roma, como o Pontifício Colégio Norte Americano, Colégio Apostólico Leoniano, Refeitório do Círculo São Pedro, Refeitório da Caritas de Roma, Comunidade de Santo Egídio, Pontifício Seminário Romano Menor e Pontifício Ateneu Regina Apostolorum, para participarem também do almoço festivo.

Os pobres serão servidos por 40 diáconos da Diocese de Roma e por cerca de 150 voluntários provenientes de paróquias de outras dioceses. O cardápio que o restaurante “Al Pioppeto” de Sergio Dussin servirá na Sala Paulo VI, será composto por nhoque sardos com tomate, azeitonas e queijo, carne de boi e verduras, polenta e brócolis, pavê, água, suco de laranja e café. 

O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização dirigiu-se a algumas associações de voluntariado como a Caritas, Comunidade de Santo Egídio, Ordem de Malta, Novos Horizontes, Comunidade João XXIII, Associação Irmão 2016, Obras Antonianas de Roma, Associações Cristãs de Trabalhadores Italianos (Acli) de Roma e Vicentinos, paróquias e outras realidades próximas às pessoas marginalizadas a fim de envolver todas as pessoas carentes nessa iniciativa. Generosa foi a resposta de todos esses institutos que ofereceram uma ajuda preciosa na organização desse evento. 

Dentre as iniciativas em preparação ao 1º Dia Mundial dos Pobres consta a estrutura montada na Praça Pio XII, em frente à Praça São Pedro, um hospital de campanha denominado “Tenda da Misericórdia”.

Este centro de saúde está aberto desde a última segunda-feira, 13, e permanecerá ali até o próximo domingo, 19, oferecendo atendimento médico gratuito das 9 às 16h.

Nesta área médica estão sendo fornecidos gratuitamente para todos aqueles que precisam, análises clínicas, exames médicos especializados de cardiologia, dermatologia, infectologia, ginecologia e andrologia.

A realização dessa iniciativa foi possível graças à disponibilidade, colaboração e generosidade de instituições médicas como o Fundo de Assistência Sanitária (FAS) do Vaticano, a repartição de dermatologia e cardiologia do Policlínico Agostino Gemelli, de Ginecologia e Infectologia do Hospital Tor Vergata de Roma, e de enfermeiros voluntários da Cruz Vermelha Italiana. 

Na preparação da 1º Dia Mundial dos Pobres foi realizado um subsídio pastoral intitulado “Não amemos com palavras, mas com os fatos”, traduzido em seis línguas, publicado pela Editora São Paulo. Na Itália e demais partes do mundo, as dioceses e paróquias acolheram com entusiasmo o convite do Papa Francisco, promovendo várias iniciativas a favor das pessoas carentes. 

(MJ)

(radiovaticana)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

"Pensar na morte faz bem,
será o encontro com o Senhor"
Missa Santa Marta


Cidade do Vaticano (RV) - Refletir sobre o fim do mundo e também sobre o fim de cada um de nós: é o convite que a Igreja nos faz através do trecho evangélico de Lucas, comentado pelo Papa na homilia da missa matutina, na Casa Santa Marta.

O trecho narra a vida normal dos homens e mulheres antes do dilúvio universal e nos dias de Lot: comiam, bebiam, compravam, vendiam, se casavam... mas depois, como um trovão, chega o dia da manifestação do Filho do homem... e as coisas mudam.

A Igreja, que é mãe – diz o Papa na homilia – quer que cada um de nós pense em sua própria morte. Todos nós estamos acostumados à normalidade da vida: horários, compromissos, trabalho, momentos de descanso... e pensamos que será sempre assim. Mas um dia, prossegue Francisco, Jesus chamará e nos dirá: ‘Vem!’ Para alguns, este chamado será repentino, para outros, virá depois de uma longa doença; não sabemos.

No entanto, repete o Papa, “O chamado virá!”. E será uma surpresa, mas depois, virá ainda outra surpresa do Senhor: a vida eterna. Por isso, “a Igreja nestes dias nos diz: pare um pouco, pare e pense na morte”. O Papa Francisco descreve o que acontece normalmente: até participar do velório ou ir ao cemitério se torna um evento social. Vai-se, fala-se com os outros e em alguns casos, até se come e se bebe: “É uma reunião a mais, para não pensar”.

“E hoje a Igreja, hoje o Senhor, com aquela bondade que é sua, diz a cada um de nós: ‘Pare, pare, nem todos os dias serão assim. Não se acostume como se esta fosse a eternidade. Haverá um dia em que você será levado e o outro ficará, você será levado’. É ir com o Senhor, pensar que a nossa vida terá fim. Isto faz bem”.

Isto faz bem – explica o Papa – diante do início de um novo dia de trabalho, por exemplo, podemos pensar: ‘Hoje talvez será o último dia, não sei, mas farei bem meu trabalho’. E o mesmo nas relações de família ou quando vamos ao médico.

Pensar na morte não é uma fantasia ruim, é uma realidade. Se é feia ou não feia, depende de mim, como eu a penso, mas que ela chegará, chegará. E ali será o encontro com o Senhor, esta será a beleza da morte, será o encontro com o Senhor, será Ele a vir ao seu encontro, será Ele a dizer: “Vem, vem, abençoado do meu Pai, vem comigo”.

E ao chamado do Senhor não haverá mais tempo para resolver nossas coisas. Francisco relata o que um sacerdote lhe disse recentemente:

“Dias atrás encontrei um sacerdote, 65 anos mais ou menos, e ele tinha algo que não estava bem, ele não se sentia bem ... Ele foi ao médico que lhe disse: “Mas olhe - isso depois da visita – o senhor tem isso, e isso é algo ruim, mas talvez tenhamos tempo para detê-lo, nós faremos isso, se não parar, faremos isso e, se não parar, começaremos a caminhar e eu vou acompanhá-lo até o fim”. “Muito bom aquele médico”.

Assim também nós, exorta o Papa, vamos nos fazer acompanhar nesta estrada, façamos de tudo, mas sempre olhando para lá, para o dia em que “o Senhor virá me buscar para ir com Ele”.

(CM-SP)

(radiovaticana)