sábado, 30 de abril de 2011

João Paulo II envia-nos HOJE, em missão!


«Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura»


Comentário ao Evangelho do dia - Marcos 16,9-15 - feito por : João Paulo II




Duc in altum! Sigamos em frente, com esperança! Diante da Igreja abre-se um novo milénio como um vasto oceano onde aventurar-se com a ajuda de Cristo. O Filho de Deus, que encarnou há dois mil anos por amor do homem, continua também hoje em acção: devemos possuir um olhar perspicaz para a contemplar, e sobretudo um coração grande para nos tornarmos instrumentos dela. Porventura não foi para tomar renovado contacto com esta fonte viva da nossa esperança que celebrámos o ano jubilar? Agora Cristo, por nós contemplado e amado, convida uma vez mais a pormo-nos a caminho:
«Ide, pois, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28, 19). O mandato missionário introduz-nos no terceiro milénio, convidando-nos a ter o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora; podemos contar com a força do mesmo Espírito que foi derramado no Pentecostes e nos impele hoje a partir de novo sustentados pela esperança que «não nos deixa confundidos» (Rom 5, 5).


Ao princípio deste novo século, o nosso passo tem de fazer-se mais lesto para percorrer as estradas do mundo. As sendas, por onde caminha cada um de nós e cada uma das nossas Igrejas são muitas, mas não há distância entre aqueles que estão intimamente ligados pela única comunhão, a comunhão que cada dia é alimentada à mesa do Pão eucarístico e da Palavra de vida. Cada domingo,
Cristo ressuscitado marca encontro connosco no Cenáculo onde, na tarde do «primeiro dia depois do sábado» (Jo 20,19), apareceu aos Seus «soprando» sobre eles o dom vivificante do Espírito e iniciando-os na grande aventura da evangelização.


- Carta apostólica «Novo millennio ineunte», § 58 ( trad. © Libreria Editrice Vaticana)


(Ev Quotidiano)


La beatificación de JP II on line




"Una maratón televisiva sobre la vida del Siervo de Dios Juan Pablo II acompañará a los peregrinos que visiten Roma y a todos los italianos en la víspera de la beatificación del Siervo de Dios.

La Radiotelevisión Italiana RAI emitirá en los canales Rai Storia y Rai 150 “Una maratona per Wojtyla” (Una maratón por Wohtyla) que durante 12 horas profundizará sobre los 26 años del pontificado de Juan Pablo II con filmaciones exclusivas sobre la vida del futuro beato.

La programación también podrá seguirse vía internet desde el sitio web www.rai.tv.

Según informa TvZap, la emisión comenzará a las 23:00 horas locales del 30 de abril y terminará a las 10:00 horas del 1 de mayo, para que los peregrinos que tengan acceso tanto a televisión como internet puedan estar en sintonía con la beatificación del Siervo de Dios.

El 30 de abril Rai Due transmitirá la vigilia de oración en el Circo Máximo de Roma en conexión con los santuarios de Fátima, Guadalupe, Tanzania, Líbano y Polonia.

Además, la televisión italiana emitirá del 25 al 29 de abril a partir de la 23:00 horas locales, el programa especial “Dixit” que introducirá de igual modo a la historia de la vida del Pontífice y contará con los comentarios de conocidos historiadores y vaticanistas.

A tres días de la ceremonia en la que será declarado beato, el recuerdo del Papa Juan Pablo IIinvade las calles de Roma, donde hoy su rostro se luce más que nunca.

Calles, casas, buses, automóviles y negocios sin distinción exhiben en estos días diversos afiches, fotos y pancartas con la imagen y frases famosas del futuro beato que fue el vecino más querido de esta ciudad durante sus más de 27 años de Pontificado.

Al mismo tiempo, cientos de peregrinos hacen fila en la tumba de Juan Pablo II antes de que este viernes sus restos sean exhumados y trasladados a la cripta de la Basílica de San Pedro.

Además, las librerías de toda la ciudad han reemplazado en sus escaparates los libros de moda por los más diversos títulos de obras dedicadas al Papa Peregrino. Los comerciantes de la famosa Plaza Navona aseguran que las ventas de estos textos ya han aumentado en 15 por ciento.

Camisetas, rosarios, folletos, postales y pequeñas estatuas de Juan Pablo II en diversos estilos son los artículos romanos más vendidos en estos días. Otro éxito de ventas son los calendarios con imágenes del difunto Pontífice para los años 2012 y 2013."


Hoy en Idyanunciad.com

Posted: 29 Apr 2011 04:53 AM PDT



A BEATIFICAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II




Sobre a beatificação do Papa João Paulo II, acabo de ler na net, que muita gente, em toda a parte do mundo se está a preparar para “viver” em união com o Vaticano o dia da Beatificação que ocorrerá amanhã. Mas essa mesma notícia vincula que outros, duvidam da santidade do Papa.

E assim se vai gastando o tempo …

Encontrei-me com o Santo Padre em Março de 2000, no Monte das Bem-Aventuranças, depois em Setembro no Vaticano do mesmo ano e na Rua da Sé de Angra numas das vezes que o Papa veio a Portugal.


Eu lembro que naquele fim de tarde e noite, eu estava de cama, doente com muita dor - daquelas que só passam com grandes doses de medicação. Tinha a TV no quarto e seguia a par e passo os últimos momentos de vida do Papa. Sabia, que ele queria estar “lúcido”, sem fármacos que o privasse de vivê-los unido a Jesus vítima, junto à Cruz. Tocou-me profundamente aquele exemplo do Pai espiritual e fui impelida a acompanhá-lo espiritualmente. De facto eu sentia que estava com ele e ele comigo!


É a primeira vez que revelo este episódio, só para dizer que o que interessa é o que vai dentro de nós, no coração; é a mudança de atitudes, de comportamentos ..., é não ficar igual a ontem, é todos os dias “morrer” um pouco para aquilo que nos destrói. João Paulo II, beatificado ou não, viverá sempre com aqueles que o escutaram e seguiram. O resto, não conta.


Quantos Santos anónimos! Cada um procure bem e encontrará na sua família biológica uma multidão deles.



DESEJO-TE UM BOM DIA



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Continuar nas nossas rotinas?




Continuamos a falar do Senhor Ressuscitado! Continuamos entusiasmados e com muita alegria a redescobrir todos os dias o Senhor: a vê-Lo, a falar e a estar com Ele. A Liturgia da Cinquentena Pascal é linda e poderosa, porque nos impele a crer em “ bem-aventurados os que acreditam sem ver”.

Hoje, Jesus apareceu novamente; agora, junto do lago de Tiberíades... É que os Apóstolos pensavam que, após a Ressurreição, tudo continuaria na mesma: a rotina da faina da pesca, a família, etc. Mas Jesus nas suas aparições vem precisamente ensinar que não é assim. Jesus Ressuscitou , não para ficar tudo na mesma, mas para ser tudo diferente. No Evangelho de hoje – Jo 21, 1-14 -, Jesus aguarda os Apóstolos na orla do Lago de Tiberíades e quando eles chegam da faina da pesca - sem terem pescado nada -, já o Senhor na praia, lhes preparava uma refeição de peixe nas brasas! O Senhor é assim: acolhe, ensina, provê o necessário, protege... tudo o faz com muito carinho e amor.

Os Apóstolos sem o entenderem, foram preparados para serem “pescadores de homens” e , depois da Ressurreição foram impelidos pelo Espírito Santo para irem por todo o mundo anunciar a Boa Notícia – Act 4, 1-12.

E nós, que estivemos na Vigília com o Senhor? vamos ficar na mesma? Não concerteza!!! Vamos suplicar ao Senhor que nos livre das tentações do demónio, que nos abra o coração à Sua VOZ e nos dê a coragem de confessar a toda a gente: CRISTO MORREU E RESSUSCITOU POR TI E POR MIM! VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU! ALELUIA


Seria muito bom que lêssemos os Actos dos Apóstolos e seguíssemos a vida dos primeiros cristãos, para que o seu exemplo nos renove e seja Luz para as nossas comunidades.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

MENSAGEM URBI ET ORBI DO SANTO PADRE BENTO XVI

PÁSCOA 2011





«In resurrectione tua, Christe, coeli et terra laetentur – Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra» (Liturgia das Horas).

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!

A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou! O eco deste acontecimento, que partiu de Jerusalém há vinte séculos, continua a ressoar na Igreja, que traz viva no coração a fé vibrante de Maria, a Mãe de Jesus, a fé de Madalena e das primeiras mulheres que viram o sepulcro vazio, a fé de Pedro e dos outros Apóstolos.

Até hoje – mesmo na nossa era de comunicações supertecnológicas – a fé dos cristãos assenta naquele anúncio, no testemunho daquelas irmãs e daqueles irmãos que viram, primeiro, a pedra removida e o túmulo vazio e, depois, os misteriosos mensageiros que atestavam que Jesus, o Crucificado, ressuscitara; em seguida, o Mestre e Senhor em pessoa, vivo e palpável, apareceu a Maria de Magdala, aos dois discípulos de Emaús e, finalmente, aos onze, reunidos no Cenáculo (cf. Mc 16, 9-14).

A ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa certamente a história, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével. A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem.

Tal como os raios do sol, na primavera, fazem brotar e desabrochar os rebentos nos ramos das árvores, assim também a irradiação que dimana da Ressurreição de Cristo dá força e significado a cada esperança humana, a cada expectativa, desejo, projecto. Por isso, hoje, o universo inteiro se alegra, implicado na primavera da humanidade, que se faz intérprete do tácito hino de louvor da criação. O aleluia pascal, que ressoa na Igreja peregrina no mundo, exprime a exultação silenciosa do universo e sobretudo o anseio de cada alma humana aberta sinceramente a Deus, mais ainda, agradecida pela sua infinita bondade, beleza e verdade.

«Na vossa ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra». A este convite ao louvor, que hoje se eleva do coração da Igreja, os «céus» respondem plenamente: as multidões dos anjos, dos santos e dos beatos unem-se unânimes à nossa exultação. No Céu, tudo é paz e alegria. Mas, infelizmente, não é assim sobre a terra! Aqui, neste nosso mundo, o aleluia pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências. E todavia foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou. Por isso, esta minha mensagem quer chegar a todos e, como anúncio profético, sobretudo aos povos e às comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para que Cristo Ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz.

Possa alegrar-se aquela Terra que, primeiro, foi inundada pela luz do Ressuscitado. O fulgor de Cristo chegue também aos povos do Médio Oriente para que a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências. Na Líbia, que as armas cedam o lugar à diplomacia e ao diálogo e se favoreça, na situação actual de conflito, o acesso das ajudas humanitárias a quantos sofrem as consequências da luta. Nos países da África do Norte e do Médio Oriente, que todos os cidadãos – e de modo particular os jovens – se esforcem por promover o bem comum e construir um sociedade, onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana. A tantos prófugos e aos refugiados, que provêm de diversos países africanos e se vêem forçados a deixar os afectos dos seus entes mais queridos, chegue a solidariedade de todos; os homens de boa vontade sintam-se inspirados a abrir o coração ao acolhimento, para se torne possível, de maneira solidária e concorde, acudir às necessidades prementes de tantos irmãos; a quantos se prodigalizam com generosos esforços e dão exemplares testemunhos nesta linha chegue o nosso conforto e apreço.

Possa recompor-se a convivência civil entre as populações da Costa do Marfim, onde é urgente empreender um caminho de reconciliação e perdão, para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências. Possa encontrar consolação e esperança a terra do Japão, enquanto enfrenta as dramáticas consequências do recente terremoto, e demais países que, nos meses passados, foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia.

Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança.

Queridos irmãos e irmãs! Cristo ressuscitado caminha à nossa frente para os novos céus e a nova terra (cf. Ap 21, 1), onde finalmente viveremos todos como uma única família, filhos do mesmo Pai. Ele está connosco até ao fim dos tempos. Sigamos as suas pegadas, neste mundo ferido, cantando o aleluia. No nosso coração, há alegria e sofrimento; na nossa face, sorrisos e lágrimas. A nossa realidade terrena é assim. Mas Cristo ressuscitou, está vivo e caminha connosco. Por isso, cantamos e caminhamos, fiéis ao nosso compromisso neste mundo, com o olhar voltado para o Céu.

Boa Páscoa a todos!

…......



SÃO PALAVRAS MUITO CONSOLADORAS QUE NOS DÃO MUITA ESPERANÇA.

OBRIGADA MEU DEUS POR NOS TERES SUSCITADO ESTE PAPA.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Kiko Argüello evangeliza con una obra sinfónica

Un moderno Atrio de los Gentiles en Tierra Santa




Domus Galilei



JERUSALÉN, domingo, 24 abril 2011 (ZENIT.org).- Evangelizar a través de la música es la nueva forma de predicación que ha tomado forma en el Camino Neocatecumenal gracias a la composición de una obra sinfónica cuyo autor es el iniciador de este itinerario de redescubrimiento del bautismo, el español Kiko Argüello.

La Domus Galilaeae, una casa de oración y convivencias situado en el Monte de las Bienaventuradas y dirigida por el Camino Neocatecumenal, ha sido el escenario de dos celebraciones en las que la orquesta ha interpretado la sinfonía.

Esta celebración litúrgica está compuesta por una monición ambiental y la proclamación de la lectura de Ezequiel de la espada que atravesará el alma de la Virgen María, la homilía, preces y el Padrenuestro.

La primera de las celebraciones estuvo dirigida a cerca de 700 árabes cristianos de Jerusalén Tel Aviv, Haifa y toda la Galilea y fue presidida por Elías Shakkour, Arzobispo Greco Católico de Galilea. En ella participó también monseñor Giacinto Marcuzzo, obispo auxiliar del patriarcado latino de Jerusalén para Israel. Todos ellos presenciaron la obra sinfónica en un ambiente de oración en el que escucharon la explicación que Argüello realizó sobre el motivo de la obra. Para ello, contó a los presentes su experiencia en relación al sufrimiento de los inocentes y la importancia que este hecho tuvo en los orígenes del Camino Neocatecumenal.

La segunda celebración sinfónico-catequética que tuvo lugar en la Domus Galilaeae fue efectuada ante más de 800 hebreos de la zona y otras personas llegadas de todo Israel El evento contó con algunos rabinos, entre ellos el rabino Leskovie. Esta celebración histórica tuvo lugar en la tarde del Jueves Santo y llevó a término lo que Benedicto XVI señala en la reciente exhortación Verbum Domini: “Deseo reiterar una vez más lo importante que es para la Iglesia el diálogo con los judíos. Conviene que donde haya oportunidad, se creen posibilidades, incluso públicas, de encuentro y de debate que favorezcan el conocimiento mutuo, la estima recíproca y la colaboración, aun en el ámbito del estudio de las Sagradas Escrituras”.

Desde que la Domus Galilaeae iniciara su andadura, ha sido constante la visita de judíos de la zona y de toda Galilea que son atraídos por la belleza estética de la casa y quedan impactados por la acogida de los hermanos de la casa cuyo único interés es el de acogerlos, como “nuestros hermanos mayores”, en palabras de Juan Pablo II. La Domus Galilaeae provoca además la desaparición de los prejuicios que muchos de ellos tienen por una visión distorsionada hacia la Iglesia. Los judíos son guiados durante su visita por seminaristas que, por amor a ellos, han aprendido hebreo durante un año en la Universidad de Jerusalén. Les ofrecen su experiencia de fe y quedan tan impactados que vuelven a la casa y traen a ella otras personas. Sólo en 2010 la visitaron 120 mil hebreos de todo Israel, cumpliéndose de esta forma el deseo expresado en diversas ocasiones por Juan Pablo II.

La idea de componer una sinfonía como medio de evangelización surgió tras la realización del disco en español “Paloma Incorrupta”, dedicado a la Virgen María, a petición del Arzobispo de Madrid, Cardenal Antonio María Rouco Varela, con motivo de la Jornada Mundial de la Juventud que se celebrará en Madrid el próximo agosto.

Argüello reunió entonces a 170 músicos profesionales de toda España pertenecientes a esta realidad eclesial para comenzar a trabajar y dar forma a la composición musical en el marco de varias convivencias (España, Italia, Israel) en un clima de penitencia, oración y celebración de la eucaristía. De todo este trabajo surgió una sinfonía al “sufrimiento de los inocentes” o al sufrimiento de la Virgen María. “Hombres tirados en la calle, muertos de frío. Niños abandonados y recogidos en orfelinatos de horror, donde son violentados y abusados. Aquella mujer que conocí en aquel barrio, con Parkinson, abandonada por su marido a quien su hijo enfermo mental golpeaba con un bastón y pedía limosna. Me quedé sobrecogido ante Jesús muerto en la cruz presente en ella y en tantos otros y otros”, explica Kiko Argüello sobre la inspiración de la obra. “Qué misterio el sufrimiento de tantos inocentes que cargan con el pecado de otros: incesto, violencias inauditas, aquella fila de mujeres y niños hacia la cámara de gas y el dolor profundo de uno de los guardianes que dentro de su corazón sentía una voz: `entra en la fila y ve con ellos a la muerte´ y no sabía de donde le venía”, explica. “Dicen que después del horror de Auschwitz ya no se puede creer en Dios, pero no es verdad, porque Dios se ha hecho hombre para cargar Él con el sufrimiento de tantos inocentes. Él es el inocente total, el Cordero llevado al matadero sin abrir la boca, el que carga con los pecados de todos”, destaca Argüello.

Esta pequeña obra traslada al espectador hasta el momento en el que la Virgen observa como su Hijo es crucificado. “Vemos a la Virgen María sometida al escándalo del sufrimiento de los inocentes en su carne y en la de su Hijo. ¡Ay, que dolor!, canta una voz mientras una espada atraviesa su alma”, indica Kiko Argüello. Así, se cumple lo que dice el profeta Ezequiel sobe la espada que Dios ha preparado por los pecados de su pueblo y que atraviesa el alma de la Virgen.

Un moderno Atrio de los Gentiles

La obra sinfónica fue estrenada ante cerca de mil catequistas itinerantes del Camino Neocatecumenal en todo el mundo en una convivencia y después una pequeña parte a Benedicto XVI el pasado enero en el Aula Pablo VI. En la audiencia concedida a los miembros del Camino Neocatecumenal, en la que estuvieron presentes sus responsables a nivel internacional, Kiko Argüello, Carmen Hernández y el sacerdote Mario Pezzi, el Pontífice afirmó que esta realidad eclesial “es un don del cielo para toda la Iglesia”.

Desde entonces, ha realizado la celebración sinfónico-catequética en distintos países del mundo. Ya se han desplazado hasta Italia, Israel y Francia y pronto lo harán también a España y Alemania.

Con la convicción de que la música llega allí donde la palabra muchas veces no lo hace, Argüello consigue que la composición musical toque el corazón de los alejados de la Iglesia y les conmueva profundamente. Son ya varias las personas que tras escuchar la obra sinfónica se han acercado de nuevo a ella y han reflexionado acerca de sus creencias, convirtiéndose en un atrio de los gentiles a semejanza del que ha puesto en marcha la Santa Sede a través del Pontificio Consejo para la Cultura y el Pontificio Consejo para la Nueva Evangelización.

Los jóvenes músicos interpretan esta composición dividida en distintos movimientos:Gemido, Lamento, Espada y Perdónales. En estos días, Argüello ha compuesto nuevas partes de la obra que corresponden al momento en el que Jesús se encuentra en el Monte de los Olivos o Getsemaní y es prendido por los romanos por la traición de Judas. La parte final de la obra reflejará la resurrección de Cristo.

Por Álvaro de Juana

HOY en IDYANUNCIAD.COM

Posted: 25 Apr 2011 01:20 PM PDT



O OLHAR DO AÇOR






Hoje, a baía de Angra tem um novo hospede. Depois de visitar as Ilhas do grupo central, este "veleiro" regressou ao Porto das Pipas de onde partirá com destino à sua Ilha de origem: Málaga. Que tenha boa viagem.

ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ!

EXULTEMOS E CANTEMOS DE ALEGRIA. ALELUIA.




«O Senhor está connosco!»


(Maria chora porque “perdeu” o amigo: tudo parece muito negro, sem perspectivas ... desânimo, tristeza.... Bem que Jesus falou, preparou, anunciou a sua morte e ressurreição, mas ninguém interiorizou. Andávamos errantes e não percebemos nada ... Mas o Senhor cumpre as promessas, porque é fiel e ama-nos apaixonadamente. E chama:

Maria, Lúcia, Susana, Paula... porque estás triste? não morri, estou VIVO, RESSUSCITEI, como prometera!

Hoje, tal como naquela noite da Vigília, o nosso coração está cheio de alegria, porque temos um Deus Vivo, que nos ama com um amor sem tamanho e caminha connosco para nos dar ânimo e força. Sim, Ele está comigo e contigo, hoje, aqui e agora. É esta convicção, esta Verdade que se transforma em alegria interior que nos impele a ir … e falar das nossas vivências e dar testemunho de que VERDADEIRAMENTE CRISTO RESSUSCITOU!)


Evangelho do Dia

Evangelho segundo S. João 20,11-18.

Maria estava junto ao túmulo, da parte de fora, a chorar. Sem parar de chorar, debruçou-se para dentro do túmulo, e contemplou dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha estado o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés.
Perguntaram-lhe: «Mulher, porque choras?» E ela respondeu: «Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram.»
Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não se dava conta que era Ele.
E Jesus disse-lhe: «Mulher, porque choras? Quem procuras?» Ela, pensando que era o encarregado do horto, disse-lhe: «Senhor, se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste, que eu vou buscá-lo.»
Disse-lhe Jesus: «Maria!» Ela, aproximando-se, exclamou em hebraico: «Rabbuni!» que quer dizer: «Mestre!»
Jesus disse-lhe: «Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai; mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: 'Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus.'»
Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: «Vi o Senhor!» E contou o que Ele lhe tinha dito.


Da Bíblia Sagrada


Comentário ao Evangelho do dia feito por : Beato John Henry Newman (1801-1890), presbítero, fundador de comunidade religiosa, teólogo - Lectures on Justification, n° 9, § 8

«Vi o Senhor!» E contou o que Ele lhe tinha dito.

«Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai.» Por que não podemos tocar em Nosso Senhor antes da Sua ascensão, e como podemos tocar-Lhe depois? [...]? Não Me toques porque eis que, para vosso maior bem, subo da terra ao céu, da carne e do sangue à glória, de um corpo humano a um corpo espiritual (1Cor 15, 44). [...] Ascender daqui de baixo, em corpo e alma, até ao Meu Pai é descer em espírito do Meu Pai até junto de vós. Nessa altura, estarei presente junto de vós, embora esteja invisível, mais realmente presente do que hoje. Nessa altura, poderás tocar-Me e tomar-Me – sem um abraço visível, mas com outro mais real, pela fé e a devoção. [...]


Viste-Me, Maria, mas não podes reter-Me. Aproximaste-te de Mim, mas apenas o suficiente para Me beijares os pés e seres tocada pela Minha mão. Disseste-me: «Oh, pudesse eu chegar até ele, alcançar a sua morada! Pudesse eu tê-lo e nunca mais o perder!» (Jb 23, 3; cf Ct 5, 6). Ter-Me-ás por inteiro e por completo. Ficarei perto de ti, em ti; virei ao teu coração, inteiramente Salvador, inteiramente Cristo, Deus e homem em toda a Minha plenitude, pelo prodigioso poder do Meu corpo e do Meu sangue.”

(Ev Quotidiano)


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cinquentena Pascal




O Tempo Pascal compreende cinquenta dias (em grego, pentecostes), vividos e celebrados como um só dia: «Os cinquenta dias que se prolongam desde o Domingo da Ressurreição até ao Domingo do Pentecostes celebram-se na alegria e exultação como um único dia de festa, melhor, como “um grande domingo”» (NG 22).
É o espaço mais «forte» de todo o ano, que se inaugura na Vigília Pascal e se celebra durante sete semanas, até ao Pentecostes. É a Páscoa de Cristo, o Senhor, que passou à sua existência definitiva e gloriosa. Também é a Páscoa da Igreja, seu Corpo, que é introduzida na Vida Nova do seu Senhor, por meio do Espírito que Cristo lhe deu no dia do primeiro Pentecostes.

A origem desta Cinquentena pertence às primeiras realidades da história do Ano Litúrgico. Os Judeus tinham já a «Festa das Semanas» (cf. Dt 16,9-10), festa inicialmente agrícola e, a seguir, comemorativa da Aliança no Sinai, aos cinquenta dias da Páscoa. Muito depressa, também os cristãos organizaram estas semanas, ou seja, o espaço do «Pentecostes». Já no século II temos o testemunho de Tertuliano que diz: neste espaço não se jejua, mas vive-se uma prolongada alegria – «no domingo da Ressurreição abstemo-nos de nos ajoelharmos… e o mesmo fazemos também durante o tempo do Pentecostes, que se distingue pela mesma solenidade de alegria» (De oratione 23). E o Concílio de Niceia: «dado que alguns se ajoelham no domingo e nos dias de Pentecostes, o Santo Concílio estabelece, a fim de observar-se uma regra uniforme em toda a parte, que as orações se dirijam a Deus estando de pé» (c. 20). A ausência de jejum e a posição erecta pretendem sublinhar o carácter festivo e unitário de toda a Cinquentena.

A reforma actual voltou a clarificar o carácter unitário das sete semanas da Páscoa. A primeira semana é a «oitava da Páscoa», na qual, por tradição, os neófitos recebem uma formação mistagógica intensiva, que termina no Do¬min¬go da Oitava, chamado «in albis», porque noutros tempos, nesse dia, os neófitos depunham as vestes brancas recebidas no Baptismo da noite pascal. Dentro da Cinquentena celebra-se a Ascensão do Senhor, não necessariamente nos quarenta dias da Páscoa, mas no sétimo domingo, porque a preocupação não é tanto cronológica mas teológica, e esta festa pertence simplesmente ao mistério da Páscoa do Se¬nhor. E tudo se conclui com a doação do Espírito no Pentecostes, tendo-se suprimido, portanto, a oitava do Pentecostes, que alongava desnecessariamente o Tempo Pascal.

A unidade da Cinquentena fica também sublinhada pela presença do Círio Pascal, aceso nas celebrações, e não só até à festa da Ascensão, como era costume, mas até ao final do domingo do Pentecostes. Os vários domingos deixaram de ser indicados como pós-Pascais – v.g., «Domingo III depois da Páscoa» –, mas, como domingos Pascais – v.g., «Domingo IV da Páscoa».
As celebrações litúrgicas desta Cinquentena exprimem e ajudam-nos a viver o Mistério Pascal comunicado aos seguidores de Cristo.

As leituras bíblicas da Missa, dos oito domingos deste Tempo, estão organizadas com esta intenção. A primeira leitura é sempre dos Actos dos Apóstolos (história de uma comunidade que, no meio das suas debilidades, quis viver e difundir a Páscoa de Cris¬to). A segunda leitura muda, segundo os três ciclos: a 1.ª Carta de Pedro, a 1.ª Carta de João e o Apocalipse. Os Evangelhos são os das aparições do Ressuscitado, segundo «o evangelista do ano» e, depois, os Evangelhos de João referentes ao Bom Pastor e à oração de despedida da Última Ceia.

No Leccionário Ferial das sete semanas, a primeira leitura é também dos Actos, e os Evangelhos abarcam as aparições do Senhor, e a leitura semicontínua de vários capítulos de João: o diálogo com Nicodemos, o discurso do Pão da Vida, a parábola do Bom Pastor e a oração da Última Ceia.

Dicionário Elementar de Liturgia

¡¡¡JESUCRISTO HA RESUCITADO. ALELUYA.ALELUYA !!!

" ... nos precede en Galilea, en aquellas ciudades, lugares o situaciones que no entendemos, que nos hacen sufrir, aquellas con las que no podemos...alli nos espera, nos acompaña y nos ayuda a "pasar" .

¡Que el Resucitado nos ayude a vivir se su resurrección al menos estos 50 días pascuales!

Un abrazo. La paz




De Macau
Enviado por: Antonio, Ana

domingo, 24 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Sábado Santo – Liturgia da VIGÍLIA PASCAL

Liturgia da Palavra


Livro de Êxodo 14,15-31.15,1

O Senhor disse a Moisés: «Porque clamas por mim? Fala aos filhos de Israel e manda-os partir.
E tu, levanta a tua vara e estende a mão sobre o mar e divide-o, e que os filhos de Israel entrem pelo meio do mar, por terra seca.
E eis que Eu vou endurecer o coração dos egípcios para que venham atrás deles, e serei glorificado por meio do faraó e de todo o seu exército, dos seus carros de guerra e dos seus cavaleiros,
e os egípcios saberão que Eu sou o Senhor, quando for glorificado por meio do faraó, dos seus carros de guerra e dos seus cavaleiros.»
O anjo de Deus, que caminhava à frente do acampamento de Israel, levantou-se, partiu e passou a caminhar atrás deles. E a coluna de nuvem levantou-se de diante deles e colocou-se atrás deles.
Veio colocar-se entre o acampamento do Egipto e o acampamento de Israel. E houve nuvens e trevas, e iluminou-se a noite, e não se aproximaram um do outro toda a noite.
Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez recuar o mar com um vento forte de oriente toda a noite, e pôs o mar a seco. As águas dividiram-se,
e os filhos de Israel entraram pelo meio do mar, por terra seca, e as águas eram para eles um muro à sua direita e à sua esquerda.
Os egípcios perseguiram-nos, e todos os cavalos do faraó, os seus carros de guerra e os seus cavaleiros, entraram atrás deles para o meio do mar.
E aconteceu que, na vigília da manhã, o Senhor olhou da coluna de fogo e de nuvem, para o acampamento dos egípcios, e lançou a confusão no acampamento dos egípcios.
Ele desviou as rodas dos seus carros de guerra, e eles conduziam com dificuldade. Os egípcios disseram: «Fujamos diante de Israel, porque o Senhor combate por eles contra o Egipto.»
O Senhor disse a Moisés: «Estende a tua mão sobre o mar, e que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus carros de guerra e sobre os seus cavaleiros.»
Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar voltou ao seu leito normal, ao raiar da manhã, e os egípcios a fugir foram ao seu encontro. E o Senhor desfez-se dos egípcios no meio do mar.
As águas voltaram e cobriram os carros de guerra e os cavaleiros; de todo o exército do faraó que entrou atrás deles no mar, não ficou nenhum.
Os filhos de Israel caminharam em terra seca, pelo meio do mar, e as águas eram para eles um muro à sua direita e à sua esquerda.
O Senhor salvou, naquele dia, Israel da mão do Egipto, e Israel viu os egípcios mortos à beira do mar.
Israel viu a mão poderosa com que o Senhor actuou contra o Egipto, o povo temeu o Senhor e acreditou nele e em Moisés, seu servo.
Então, Moisés cantou, e os filhos de Israel também, este cântico ao Senhor. Eles disseram: «Cantarei ao Senhor que é verdadeiramente grande: cavalo e cavaleiro lançou no mar.


Livro de Êxodo 15,1b-2.3-4.5-6.17-18

Então, Moisés cantou, e os filhos de Israel também, este cântico ao Senhor. Eles disseram: «Cantarei ao Senhor que é verdadeiramente grande: cavalo e cavaleiro lançou no mar.
Minha força e meu canto é o Senhor: Ele foi para mim a salvação. É este o meu Deus: glorificá-lo-ei; o Deus de meu pai: exaltá-lo-ei.
O Senhor é um guerreiro: Senhor é o seu nome.
Os carros de guerra do faraó e o seu exército Ele atirou ao mar; e os seus combatentes escolhidos foram afundados no Mar dos Juncos.
Cobrem-nos os abismos: desceram às profundezas como uma pedra.
A tua direita, Senhor, resplandeceu de força; a tua direita, Senhor, apanhou o inimigo.
Fá- -lo-ás entrar e plantá-lo-ás na montanha que é a tua herança, lugar que fizeste para Tu habitares, Senhor, santuário que as tuas mãos, Senhor, estabeleceram.
O Senhor reinará eternamente e para sempre.»


Carta aos Romanos 6,3-11

Ou ignorais que todos nós, que fomos baptizados em Cristo Jesus, fomos baptizados na sua morte?
Pelo Baptismo fomos, pois, sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova.
De facto, se estamos integrados nele por uma morte idêntica à sua, também o estaremos pela sua ressurreição.
É isto o que devemos saber: o homem velho que havia em nós foi crucificado com Ele, para que fosse destruído o corpo pertencente ao pecado; e assim não somos mais escravos do pecado.
É que quem está morto está justificado do pecado.
Mas, se morremos com Cristo, acreditamos que também com Ele viveremos.
Sabemos que Cristo, ressuscitado de entre os mortos, já não morrerá; a morte não tem mais domínio sobre Ele.
Pois, na morte que teve, morreu para o pecado de uma vez para sempre; e, na vida que tem, vive para Deus.
Assim vós também: considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.


Evangelho segundo S. Mateus 28,1-10

Terminado o sábado, ao romper do primeiro dia da semana, Maria de Magdala e a outra Maria foram visitar o sepulcro.
Nisto, houve um grande terramoto: o anjo do Senhor, descendo do Céu, aproximou-se e removeu a pedra, sentando-se sobre ela.
O seu aspecto era como o de um relâmpago; e a sua túnica, branca como a neve.
Os guardas, com medo dele, puseram-se a tremer e ficaram como mortos.
Mas o anjo tomou a palavra e disse às mulheres: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado;
não está aqui, pois ressuscitou, como tinha dito. Vinde, vede o lugar onde jazia
e ide depressa dizer aos seus discípulos: 'Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia. Lá o vereis.’ Eis o que tinha para vos dizer.»
Afastando-se rapidamente do sepulcro, cheias de temor e de grande alegria, as mulheres correram a dar a notícia aos discípulos.
Jesus saiu ao seu encontro e disse-lhes: «Salve!» Elas aproximaram-se, estreitaram-lhe os pés e prostraram-se diante dele.
Jesus disse-lhes: «Não temais. Ide anunciar aos meus irmãos que partam para a Galileia. Lá me verão.»



Palavra do Senhor

(Ev Quotidiano)


Vem Senhor Jesus,


nesta Noite Santa!





Não fostes capazes de vigiar por uma hora?”

Mc 14,37


Fomos sim, Senhor!

Vigiámos Contigo a noite toda!



Sábado Santo

Jesus no Sepulcro


Entremos no repouso do Senhor


... devemos recear que algum de vós corra o risco de ficar excluído.

Mas a palavra que eles ouviram de nada lhes serviu,

por não estarem unidos, pela fé, àqueles que a escutaram.

Na verdade, nós que abraçámos a fé, entramos no repouso de que Ele falou.

Portanto… como aqueles a quem foi anunciada a promessa

não entraram por causa da sua desobediência.”

Heb 4, 1-13



A Esperança

da

Ressurreição


Túmulo de Jesus





A Basílica do Santo Sepulcro





Silêncio! Oração!

O que tenho feito da Vida que me deste, Senhor?


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Viernes Santo: “Todo está cumplido”



Mn. Francesc Jordana Soler

Fri, 22 Apr 2011 18:03:00



Isaías 52, 13 - 53, 12
Salmo 30
hebreos 4, 14-16; 5, 7-9
Juan 18, 1 - 19, 42

“Este es el hombre”. “Ecce homo”, dice Pilatos. Y es verdad. Él es el hombre, el hombre pleno, maduro, perfecto, feliz.

“Este es el hombre”. Desde la muerte de Jesús en cruz ser hombre es otra cosa. Antes de Jesús un gran hombre era alguien con poder, con riquezas, con influencia, respetado y admirado por todos. Con Jesús un gran hombre es alguien que ha amado verdaderamente, hasta el extremo, sin quedarse nada...

Hay una grandeza al modo humano y una grandeza al modo divino. ¿A cuál aspiramos?

“Este es el hombre”. Por esto hemos de contemplar la cruz, para que conforme, de forma, a nuestra manera de vivir. Pero ¿qué nos dice la cruz? ¿Cómo da forma a nuestra vida? ¿Qué mensaje nos envía la cruz? La cruz nos dice que es posible una nueva manera de amar.

Nos lo dice poéticamente el Papa Benedicto en su encíclica “Deus caritas est”: "Poner la mirada en el costado traspasado de Cristo…, en la cruz,… Y a partir de allí se debe definir ahora qué es el amor. Y, desde esa mirada, el cristiano encuentra la orientación de su vivir y de su amar.”

Hoy en nuestro mundo, lo vemos a diario, no se sabe amar: guerras, atentados, capitalismo salvaje. Pero también más cerca: divocios, violencia de género, abortos, padres que no soportan a sus hijos, hijos que no soportan a sus padres, colocación y olvido de los abuelos a las residencias, y tantas otras cosas...

Y todo esto tiene su origen en que las personas no saben amar, y no saben amar porque no han contemplado a Jesús crucificado, no se han encontrado con Él. Por eso el Papa ha dicho: “A partir de la cruz se debe definir ahora qué es el amor”.

¿Y cómo definimos el amor mirando a Jesús crucificado? El amor es entrega, entrega de uno mismo. El amor es donación, donación de uno mismo a los demás. El amor consiste en buscar el bien del otro anteponiéndolo al propio bien. El amor no es que yo esté a gusto, sino que el otro sea feliz. El amor es capacidad de sufrimiento por el otro. Así está definiendo Jesucristo el amor desde la cruz.

La mejor lección para nuestra vida Jesús nos la da desde la cruz, y es una lección sin palabras. Hemos de contemplarle a él crucificado para aprender esta lección.

Como decía el Papa esta contemplación da orientación a nuestro vivir y a nuestro amar.

Por el pecado original tendemos al egoísmo con una gran fuerza y es la lección de Jesús en la cruz y la donación que nos hace de su Espíritu lo que nos permite ir venciendo este egoísmo que es muerte y de este modo andar por la vida amando verdaderamente, que es vida.

Contemplemos a Cristo crucificado para que como decía el Papa allí encontremos "la orientación de nuestro vivir y de nuestro amar".

CAMINEO.INFO.-


OS ÚLTIMOS PASSOS DE JESUS 3

Sexta –Feira Santa



Jesus é flagelado.





JESUS HUMILHOU-SE

TANTO EM MEU LUGAR

PELOS MEUS PECADOS…


EU É QUE DEVIA HUMILHAR-ME

DIANTE DE DEUS!


COMO EU NÃO O FIZ,

NEM FAZIA, JESUS FÊ-LO POR MIM,

APENAS PORQUE ME AMA ATÉ AO EXTREMO,

DE PAIXÃO!




Jesus sobe ao Calvário, com a Cruz aos ombros.




Que sofrimento,

minha e nossa Mãe!


Ó Senhora, Tu és Bendita

entre todas as Mulheres!


Maria, com a sua presença discreta e silenciosa, acompanha muito de perto o seu Filho, em profunda união de oração, de sacrifício e de entrega.”




Ó Cruz Gloriosa, Nós Te Adoramos!



Pai do Céu,

aceitai-me em união com Jesus Vítima,

por intercepção de Sua Mãe,

Maria Santíssima e Mãe dos homens junto à Cruz…


MEDITAÇAO

Hoje queremos acompanhar Cristo na Cruz.

Cada um de nós há de ver-se no meio daquela multidão, porque foram os nossos pecados a causa da imensa dor que se abate sobre a alma e o corpo do Senhor.

E Ele, perfeito Deus e perfeito Homem, deixa-nos agir livremente.

Temos que sintir a responsabilidade dos nossos pecados. Temos que estar muito agradecidos a Jesus. Temos que reparar, porque às nossas manifestações de desamor, Ele responde sempre com um amor total.

Não deixemos que o Senhor leve a Cruz sozinho. Acolhamos com alegria os pequenos sacrifícios diários.

Digamos sinceramente: Senhor, pecar, nunca mais!



quinta-feira, 21 de abril de 2011

TRIDUO PASCUAL


ACOGER EN NUESTRA VIDA LA VOLUNTAD DE DIOS


CIUDAD DEL VATICANO, 20 ABR 2011 (VIS).-En la audiencia general de este miércoles, celebrada en la Plaza de San Pedro, el Papa habló sobre el Triduo Pascual, “los tres días santos en los que la Iglesia conmemora el misterio de la pasión, muerte y resurrección de Jesús”.

“En la tarde del Jueves Santo -continuó- inicia realmente el Triduo Pascual, con la memoria de la Última Cena, en la que Jesús instituyó el memorial de su Pascua, dando cumplimiento al rito pascual judío. (…) Jesús lava los pies a los apóstoles, invitándoles a amarse unos a otros como El los amó, dando su vida por ellos. Al repetir este gesto en la liturgia, también nosotros estamos llamados a dar testimonio activamente del amor de nuestro Redentor”.

El Santo Padre recordó que el Jueves Santo “termina con la adoración eucarística, en recuerdo de la agonía del Señor en el Huerto de Getsemaní. (…) Consciente de su muerte inminente en la cruz, siente una gran tristeza”.

Refiriéndose a la somnolencia de los Apóstoles que acompañaron a Jesús al Huerto de los Olivos, el Papa señaló que “es la insensibilidad por Dios, que nos hace insensibles al mal”. Con su muerte, el Señor “siente todo el sufrimiento de la humanidad”, (el cáliz que ha de beber). Su voluntad está subordinada a la voluntad del Padre y transforma esta voluntad natural en un sí a la voluntad de Dios.

Entrar en la voluntad de Dios, añadió, “no es una esclavitud, sino entrar en la verdad, en el amor y en el bien. Es dirigir nuestra voluntad a la Dios”. El drama de Getsemaní consiste en que “Jesús, con su angustia, carga con el drama humano, con nuestro sufrimiento, nuestra pobreza y lo transforma en la voluntad de Dios y así abre la puerta del cielo”.

Refiriéndose posteriormente al Viernes Santo, el Papa dijo que en este día se conmemora “la pasión y muerte del Señor; adoraremos a Cristo crucificado, compartiendo sus sufrimientos con la penitencia y el ayuno”.

“Por último, en la noche del Sábado Santo, celebraremos la solemne Vigilia Pascual, en la que se anuncia la resurrección de Cristo, su victoria definitiva sobre la muerte, que nos desafía a ser hombres nuevos en El”.

El Santo Padre puso de relieve que “el criterio que guió cada decisión de Jesús durante toda su vida fue su firme voluntad de amar al Padre y de serle fiel. (…) Al revivir el Triduo Santo –concluyó-, dispongámonos a acoger en nuestra vida la voluntad de Dios, conscientes de que en ella se halla nuestro verdadero bien, el camino de la vida. Que la Virgen Madre nos guíe en este itinerario y nos obtenga de su divino Hijo la gracia de poder dedicar nuestra vida por amor de Jesús, al servicio de los demás”.




É BOM TER UM AMIGO!





Se os BEIJOS fossem agua ,
eu te daria um oceano.


Se os ABRAÇOS fossem plantas,
teu e daria um quintal.

Se a VIDA fosse um planeta,
eu te daria uma galáxia.

Se a AMIZADE fosse a vida,
eu te daria a minha.


(Enviado pela Ivone)

OS PASSOS DE JESUS 2



QUINTA FEIRA SANTA




"Dei-vos o exemplo para que,

como eu fiz, também vós o façais."


Jo 13, 1-15



Lava-Pés

Jesus lava os pés sujos dos homens - um serviço de escravo, o mais humilde e baixo.
Ajoelha, inclina-se até ao chão em sinal de serviço, de humildade,
a pedir perdão por mim, por ti ...



"Fazei isto em memória de mim."


A Ultima Ceia

Jesus dá-se por Amor, gratuitamente.
"Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, permanecerá só;
mas se morrer, produzirá muito fruto."



"Isto vos mando:

amai-vos uns aos outros."

Jo 15,17



quarta-feira, 20 de abril de 2011

OS ÚLTIMOS PASSOS DE JESUS 1



Quarta –Feira Santa


Mt 26,14-25


JUDAS ATRAIÇOA JESUS





É também por Judas que Ele entrega a Sua vida!


Porque recorda a Igreja este acontecimento?


Para que nos possamos convencer de que:


- todos podemos comportar-nos como Judas.

- existe o demónio e a tentação que também actuam naqueles que seguem Jesus e querem imitá-Lo. Judas foi tentado e como era livre, escolheu o seu caminho.

- só o Senhor nos pode valer. Peçamos então ao Senhor para que, da nossa parte, não haja traições, nem abandonos.






Temos de dizer não, decididamente, a tudo o que nos afaste de Deus. Assim, não se repetirá na nossa vida, a triste história de Judas.…Ser “como a pedra caída no lago. Produz, com o teu exemplo e com a tua palavra, uma mexida, um primeiro círculo... e este, outro... e outro, e outro... Até chegares aos lugares mais remotos…”

A vida nem sempre é...



A vida nem sempre sorri
Os dias nem sempre são coloridos
Os sonhos nem sempre se concretizam
As estrelas nem sempre são visíveis
O amor nem sempre aparece
A lua nem sempre é nova
Os filmes nem sempre têm um final feliz
Mas a minha AMIZADE é sincera .
Gosto de ti, amiga!


(Enviou a Tina)